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INTERPRETAÇÃO DA NORMA PARA FORMADORES DE
SUPERVISORES DE TRABALHO EM ALTURA – ALUSA-PE
OBJETIVO DO TREINAMENTO
• Capacitar a liderança;
• Eliminação ou neutralização de um perigo através de métodos
de prevenção e de sistemas de proteção contra quedas;
• Compreender conceitos e identificar os equipamentos básicos
utilizados no trabalho em altura;
• Desenvolver a percepção do risco em atividade realizada em
altura;
• Compreender a importância da inspeção e utilização do EPI e
EPC’s;
• Conhecer normas pertinentes ao trabalho em altura.
ABORDAGENS
• Introdução à importância da segurança nos trabalhos em
altura (forças de impacto, fatores de queda);
• Técnicas básicas de trabalho em altura;
• Reconhecimento, avaliação e controle de riscos;
• Legislação de segurança e saúde no trabalho;
• Responsabilidades do Supervisor de Trabalho em Altura.
IMPORTÂNCIA DA SEGURANÇA
• Este treinamento visa orientar sobre as medidas técnicas e
organizacionais para que um trabalho realizado em altura seja
executado de forma segura e de acordo com os requisitos
legais.
• É considerado trabalho em altura toda atividade de trabalho
realizada acima do nível do piso, por exemplo, troca de
lâmpadas, instalação de objetos nas paredes, enlonamento e
amarração de caminhões, reboco de paredes altas, entre
outros.
• Muitos dos acidentes graves que ocorrem nas empresas
durante atividades em altura são causados por trabalhos
inseguros.
CONCEITOS
O que é trabalho em altura?
• É o trabalho realizado em altura com potencial de queda igual
ou superior a 2,00 metros.
• Existem diversos trabalhos considerados em altura que
ocorrem em nosso dia a dia. A subida em uma escada para
pintura de casa ou até mesmo a troca de lâmpadas.
• Podemos citar também a subida em vagões ou
locomotivas, a limpeza de uma fachada, o trabalho
em escadas marinheiro ou elevados, pontes rolantes
e etc.
• Para realização de uma atividade em altura o corpo humano coloca em
funcionamento todos mecanismos de adaptação e de regulação de seu
organismo. É ai que fisicamente este deve estar em perfeitas condições de saúde
para atividade que irá realizar.
• No trabalho em altura, é exigido um alto grau de responsabilidade,
concentração e atenção permanente, cada passo deve ser considerado para que
não ocorram erros humanos ou incidentes causados por equipamentos mal
dimensionado ou ambiente de trabalho irregular.
• Por essa razão os colaboradores envolvidos devem passar por baterias de
exames complementares de acordo com orientação do medico coordenador do
PCMSO.
Qualquer doença que cause desmaios ou perca de consciência impede realização
de trabalho em altura.
Trabalho Altura x Saúde
- coberturas - rampas
silos / reservatórios - plataformas móveis - coletivo / individual
- pontes-rolantes / sacadas
- galerias / tanques
- torres / chaminés
Principais atividades de trabalho em altura
Plataforma Elevatória
horizontal + vertical caminhões / vagões
FORÇA DE IMPACTO
• É uma expressão criada para informar sobre a incidência de
uma força em um corpo gerada pelo deslocamento deste até
ocorrer o atrito (choque) com outro corpo ou estrutura. Essa
força varia com o peso, velocidade e a distância até o impacto.
• A força de impacto de uma queda é transmitida através de
todo o sistema de segurança e é aproximadamente dobrada
no ponto de ancoragem.
• Assim, todos os elementos envolvidos no sistema devem
sustentar o impacto sem falhar gerando a possibilidade de
causar nada mais que arranhões e hematomas.
Força de impacto
• F = m x a
• F = m x g x ct
F = força
m = massa
g = gravidade
ct = comprimento do talabarte
Caso da vida real
Uma pessoa de 100kg sofre uma queda usando um talabarte
com comprimento de 1,80m. Qual a força que sofrerá no
momento do travamento?
F = m x g x ct
F = 100 x 9,8 x 1,8
F = 1764 kgf
Sabendo que o corpo humano resiste a impactos em de até 800
kgf.
O funcionário do exemplo anterior não teria resistido com vida.
Por isso a importância do absorvedor de energia
Reduz o impacto em até 80%
Fi = F * 0,20
Fi = 1764 * 0,20
Fi = 352,8 kgf
FATOR DE QUEDA
• O fator de queda é simplesmente a razão entre a distância
que o trabalhador percorreria na queda e o equipamento que
irá detê-lo.
• Fator de queda é um dos elementos que governam a força de
impacto. Os outros dois são a natureza da corda e o peso do
objeto que cai (pessoa).
Fator de queda
1.8 Mt. Max.
Ok.
+
X
• Devemos selecionar
com cuidado o
ponto de
ancoragem. Nunca
podemos nos
ancorar abaixo da
altura dos ombros.
Ok.
Capacitação e Treinamento
“O empregador deve promover programa para capacitação dos
trabalhadores à realização de trabalho em altura.”
35.3.2 Considera-se trabalhador capacitado para trabalho em
altura aquele que foi submetido e aprovado em treinamento,
teórico e prático, com carga horária mínima de oito horas, cujo
conteúdo programático deve, no mínimo, incluir:
NR35
35.3. Capacitação e Treinamento Colaboradores.
a) Normas e regulamentos aplicáveis ao trabalho em altura;
b) Ar - Análise de Risco e PT -(Permissão de Trabalho);
c) Riscos potenciais inerentes ao trabalho em altura e medidas de
prevenção e controle;
d) Equipamentos de Proteção Individual para trabalho em altura: seleção,
inspeção, conservação e limitação de uso;
e) Acidentes típicos em trabalhos em altura;
f) Condutas em situações de emergência, incluindo noções de técnicas de
resgate e de primeiros socorros.
LEGISLAÇÃO DE SST
• NR 01 – Disposições Gerais
• NR 06 – EPI
• NR 07 – PCMSO
• NR 08 – Edificações
• NR 09 – PPRA
• NR 11 – Transporte, movimentação,
armazenagem e manuseio de materiais
• NR 17 – Ergonomia
• NR 18 – Condições e meio ambiente de
trabalho na indústria da construção
• NR 21 – Trabalho a céu aberto
• NR 26 – Sinalização de segurança
• NR 35 – Trabalho em altura
LEGISLAÇÃO DE SST
• ABNT NBR 14626 – EPI contra quedas – Trava quedas flexível
(corda)
• ABNT NBR 14627 – EPI contra quedas – Trava quedas rígido
(cabo)
• ABNT NBR 14628 – EPI contra quedas – Trava quedas retrátil
• ABNT NBR 14629 – EPI contra quedas - Absorvedor de energia
• ABNT NBR 14827 – EPI - Absorvedor de energia
• ABNT NBR 18165 – Cordas para trabalho em trava-quedas
• ABNT NBR 14.827 – Chumbadores instalados em elementos de
concreto
• ABNT NBR 15049 – Chumbadores de adesão química
instalados em elementos de concreto ou de alvenaria
estrutural
• ABNT NBR 15.834 – EPI contra quedas: Talabartes de
segurança
• ABNT NBR 15.836 – EPI contra quedas: Cinturão de segurança
tipo paraquedista
• ABNT NBR 15.835 – EPI contra quedas: cinturão de segurança
tipo abdominal e talabarte de segurança para posicionamento
e restrição
• ABNT NBR 15.837 – EPI contra quedas - Conectores
• ABNT NBR ISSO 2408 – Cabos de aço para uso geral
• ABNT NBR 6494 – Segurança nos andaimes
• ABNT NBR 16046 – Redes de proteção para edificações
• ABNT NBR 15986 – Cordas de alma;
• ABNT NBR 15597 – Construção e instalação de elevadores;
• ABNT NBR 15958 – Projetos de equipamentos de elevação de
cargas;
• ABNT NBR 15475 – Acesso por corda – Qualificação e
certificação de pessoas;
• ABNT NBR 14595 – Acesso por corda – Procedimento;
NORMAS INTERNACIONAIS:
• ANSI Z359.1-1999
• ISP- CHILE
• ICONTEC – INSTITUTO COLOMBIANO
• U.L Inc – Underweiters Laboratories / USA.
• IRAM -ARGENTINA
• ANSI/ASSE A10.32-2004
• CAN/CSA Z259.10-2006
• Todo serviço realizado em altura exige um rigoroso planejamento, devendo
necessariamente ser verificado os seguintes itens:
• Tipo de material que estaremos trabalhando, seu estado e resistência;
• Quais os Materiais e equipamentos necessários à realização dos trabalhos;
• Definição de trajeto sobre o telhado ou estrutura, visando deslocamento
racional, distante de rede elétrica ou áreas sujeitas a gases, vapores e
poeiras;
• Sinalização e isolamento da área prevista para içamento e movimentação de
materiais suspensos;
Iniciando o Trabalho em Altura
Metodologia
• Antecipação e reconhecimento dos riscos;
• Avaliação dos riscos e da exposição dos trabalhadores;
• Implantação de medidas de controle e avaliação de sua
eficácia;
• Monitoramento da exposição aos riscos;
• Elaboração de APR, POP e/ou PTR.
Fluxograma Clássico de Controle de Riscos
ANTECIPAÇÃO
RECONHECIMENTO
AVALIAÇÃO
TOMADA DE
DECISÃO
CONTROLE
DOS RISCOS
NEXO CAUSAL
Reconhecimento, avaliação e controle de
riscos
• Definição: Quaisquer meios ou métodos utilizados para
eliminar ou prevenir uma queda.
• Exemplos: guarda corpo, plataformas elevatórias, sistemas de
retenção de quedas, etc.
• Qual equipamento será utilizado: Montagem de passarelas, escadas, guarda-
corpos, andaimes, plataformas elevatórias ou estruturas para facilitar o trabalho e
a segurança.
• Preparação dos colaboradores e liberação pelo SESMT.
• Definição dos locais para instalação de cabo-guia ou pontos de ancoragens para
possibilitar uso do cinturão de segurança;
• Isolamento da área, se for interferir algum setor, comunicar os gestores da área.
• Condições climáticas satisfatórias para liberar trabalho em altura, visto
que é proibido com chuva ou vento;
• Programar desligamento de forno ou outro equipamento do qual haja
emissão de gases e estejam sob o telhado em obras;
DEFINIDO PODEMOS REALIZAR APR.
Planejamento do Trabalho
Análise Preliminar de Risco – Procedimento Seguro de Trabalho
Folha: 01/05
Data: 31/05/12
EMPRESA: Corinthians
SETORES DE TRABALHO: CALDERARIA
SERVIÇO: Montagem de Galpão Estruturado
OPERAÇÃO/ETA
PAS.
LOCAL RISCOS PROCESSO SEGURO NO TRABALHO EPI / EPC
1.Preparar
Funcionários para
Montagem
CALDEIRARIA
ALA1
1.1 –Não entender não
Participação da DDS esclarecer a APR da atividades ESCLARECER
participar do DDS e os
riscos relacionados às
atividades
2. Isolamento da
área de Trabalho
CALDERARIA
ALA1
2.1- Queda de material
2.1- Isolamento da área com fita zebrada ou
2.1 -Fita zebrada ou cone de
Sinalização.
em pedestre cones , sinalizando, para que evite
assim acesso de pessoas não que não
estejam com os EPI´s necessários
3. Descarga do
Material com
3 - No piso do local
de Montagem.
3.1- Queda de material
3.1 - Na movimentação de materias feita com apoio de
outro
3.1 Capacete,botina de
Segurança,Luva de
empilhadeira, e
Manualmente para
as peças menores
sobre os colaboradores,
funcionário manter boa comunicação visando evitar o
vaqueta ou mista, oculos de
segurança, capacete.
prensamento de
membros podendo
causar
aprisionamento/ prensamento das mãos e membros.
lombalgias, torções, 3.2 - Nunca execeder a carga de 23 Kg por pessoa.
fraturas, mau jeito na 3.3 - Empilhadeira (Operador habilitado) e auxilio de
apenas
coluna
de uma pessoa.
APR- Analise Preliminar de Risco
PT- Permissão de Trabalho
Equipamentos de proteção individual
• Seleção
• Inspeção
• Conservação
• Limitação de uso
35.5. Equipamentos de Proteção Individual, Acessórios e Sistemas de Ancoragem
35.5.1 Os EPI, acessórios e sistemas de ancoragem devem ser especificados e selecionados considerando-se a sua
eficiência, o conforto, a carga aplicada aos mesmos e o respectivo fator de segurança, em caso de eventual queda.
35.5.2 Na aquisição e periodicamente devem ser efetuadas inspeções dos EPI, acessórios e sistemas de ancoragem,
destinados à proteção de queda de altura, recusando-se os que apresentem defeitos ou deformações.
35.5.2.1 Antes do início dos trabalhos deve ser efetuada inspeção rotineira de todos os EPI, acessórios e sistemas de
ancoragem.
35.5.2.2 Deve ser registrado o resultado das inspeções:
a) na aquisição;
b) periódicas e rotineiras quando os EPI, acessórios e sistemas de ancoragem forem recusados.
35.5.2.3 Os EPI, acessórios e sistemas de ancoragem que apresentarem defeitos, degradação, deformações
ou sofrerem impactos de queda devem ser inutilizados e descartados, .....
35.5.3 O cinto de segurança deve ser do tipo paraquedista e dotado de dispositivo para conexão em
sistema de ancoragem.
EPI- Equipamento de Proteção Individual
É considerado o coração do sistema de proteção contra queda,
porque é o ponto ou sistema, onde conectamos a corda, cabo de
aço,trava queda ou o talabarte, como medida de prevenção e
resguardo, seja na vertical ou na horizontal, lembrando que
deve estar dimensionada para receber uma queda ou impacto.
O sistema de ancoragem deverá ser precedido de estudos de
verificação estrutural sob responsabilidade de profissional
legalmente habilitado (projeto e ART).
ANCORAGEM
CONCEITOS
Equipamentos de Ancoragem
1. Cinto de segurança com seu talabarte
2. Mosquetões
3. Fita de Ancoragem
4. Anéis de ancoragem
5. Fita de conexão
6. Corda estática
7. Protetores de corda
8. Baudrier (“cadeirinha”)
ATENÇÃO:
Os pontos de ancoragem devem:
• 1. Estar dispostos de modo a atender todo o perímetro da
edificação;
• 2. Suportar uma carga pontual de 1500 kgf
• 3. Constar no projeto estrutural da edificação;
• 4. Ser constituído de material resistente a intempéries, como
aço inoxidável ou material de características equivalentes;
PROTEÇÃO INDIVIDUAL
• 1. Cinto paraquedista com Talabarte
• 2. Capacete com jugular
• 3. Óculos de Segurança
• 4. Luva de Proteção
• 5. Botina de Segurança
• 6. Protetor solar
TRAVA QUEDAS
• 1. Para corda 3. Retrátil
• 12 mm
• 2.Para Cabo de Aço
• 8 m
CINTURÃO PARAQUEDISTA
VIC20111
 01 PONTO DE ANCORAGEM
 CADARÇO POLIÉSTER 45 mm
 REGULAGEM NO PEITO E NAS PERNAS
 CA 26051
VIC20121
 01 PONTO DE ANCORAGEM
 CADARÇO POLIÉSTER 45 mm
 REGULAGEM NO PEITO E NAS PERNAS
 CA 26050
VIC20123
 03 PONTOS DE ANCORAGEM
(01 nas costas / 02 laterais)
 CADARÇO POLIÉSTER 45 mm
 REGULAGEM NO PEITO, NAS COSTAS E
NAS PERNAS
 CA 26040
 04 PONTOS DE ANCORAGEM
(01 nas costas / 01 no peito / 02 laterais)
 CADARÇO POLIÉSTER 45 mm
 REGULAGEM NO PEITO, NAS COSTAS E
NAS PERNAS
 CA 27938
VIC20124
ABNT NBR
15836/2010
VIC20423
 03 PONTOS DE ANCORAGEM
(01 nas costas / 02 nas laterais)
 CADARÇO POLIÉSTER 45 mm
 APOIO LOMBAR
 PORTA FERRAMENTAS
 REGULAGEM NO PEITO E NAS PERNAS
 CA 26431
VIC20122
 02 PONTOS DE ANCORAGEM (01 nas costas / 01 no peito)
 CADARÇO POLIÉSTER 45 mm “COM REFLETIVO”
 REGULAGEM NO PEITO, NAS CINTURA E
NAS PERNAS
 CA 26052
ABNT NBR
15836/2010
ABNT NBR
15835/2010
14629/2010
Montagem e uso:
Os Sistemas para a detenção de queda, o ideal é estar na direção do
ombro do trabalhador, ou acima, pois assim limitamos o fator de queda,
mas sabemos que existem ancoragem criticas, que deve ser avaliada, por
profissional habilitado.
35.5.3.4 É obrigatório o uso de absorvedor de energia nas seguintes situações:
a) fator de queda for maior que 1;
b) comprimento do talabarte for maior que 0,9m.
TALABARTE DE SEGURANÇA E TALABARTE DE SEGURANÇA COM
ABSORVEDOR DE ENERGIA
TALABARTE
VIC23607
VIC21110
VIC21105
VIC21200 VIC23306
VIC23605
ABNT NBR
15834/2010
TRAVA AUTOMATICA TRAVA AUTOMATICA
TRAVA MAUAL
 Norma: Esta norma especifica os requisitos, métodos de ensaio, marcação, manual de instruções para os conectores
de EPI’s para trabalho em altura;
 Definição: Dispositivo de ligação entre componentes, que se abre e que permite ao usuário montar um sistema anti-
queda e unir-se direta ou indiretamente a um ponto de ancoragem;
 Trava Manual: Fecho automático equipado com um sistema de trava acionada manualmente;
 Trava Automatica: Fecho automático equipado com um sistema de trava automática;
 Dimensão: As aberturas dos conectores variam entre 19 mm e 110 mm dependendo do modelo;
 Confecção: Devem ser fabricados em aço forjado ou aluminio;
 Resistência: Quando submetidos aos ensaios, os conectores devem suportar as cargas de 7 a 25 kN
conforme o modelo do conector;
ABNT NBR
15837/2010 CONECTORES / MOSQUETÃO
Qual o primeiro passo para
vestirmos um cinturão?
Qual o primeiro passo para usar
um equipamento de trabalho em
altura?
Qual o primeiro passo antes de
pular de para-quedas?
Check-list dos equipamentos
Costuras
Cortes e perfurações
Trabalho com solda
Para uso com solda, ou trabalhos quentes, os equipamentos devem ser
confeccionados em materiais resistentes à temperatura
Como vestir o cinturão de segurança?
Uso incorreto
Uso incorreto
Uso incorreto
 Uso Correto
Conservação
A acomodação ideal para a conservação do cinturão de
segurança é:
• Guardá-lo pendurado pela argola dorsal
• Local de boa ventilação
• Longe de produtos químicos
Higienização
Para higienização do cinturão de segurança, devemos
apenas:
• Lavar com água na temperatura ambiente, com a
utililzação de sabão neutro
• Secagem deverá ser feita na sombra
FUNÇÕES DO SUPERVISOR
• 1. Identificar os trabalhos em altura com riscos de queda (pessoas e material);
• 2. Identificar os riscos específicos dos trabalhos em altura e recomendar medidas de proteção
coletiva e individual;
• 3. Garantir a capacitação continuada dos trabalhadores sobre os riscos, as medidas de controle, de
emergência e salvamento em trabalho em altura;
• 4. Autorizar* a realização de todo trabalho em altura após a emissão, por escrito, da PTR -
Permissão de Trabalho de Risco;
• 5. Nunca expor funcionários e prestadores de serviço para realizar trabalho em altura sem medidas
de proteção adequada com base na legislação vigente;
• 6. Elaborar procedimentos operacionais*.
• (*) Conjuntamente com o SESMT (quando houver)
35.2. Responsabilidades do empregador
35.2.1 Empregador: 11 itens do A até o K
• a) garantir a implementação das medidas
• b) assegurar a realização da Análise de Risco - AR e a Permissão de Trabalho – PT
• c) desenvolver procedimento operacional para as atividades rotineiras
• d) assegurar a realização de avaliação prévia das condições no local do trabalho em altura
• e) adotar as providências necessárias para acompanhar o cumprimento das medidas de proteção
estabelecidas nesta Norma pelas empresas contratadas
Responsabilidades do supervisor de trabalho em altura
f) garantir aos trabalhadores informações atualizadas sobre os riscos e as medidas de controle;
g) garantir que qualquer trabalho em altura só se inicie depois de adotadas as medidas de proteção
h) assegurar a suspensão dos trabalhos em altura quando verificar situação ou condição de risco
não prevista, cuja eliminação ou neutralização imediata não seja possível
I )estabelecer uma sistemática de autorização dos trabalhadores para trabalho em altura
j) assegurar que todo trabalho em altura seja realizado sob supervisão, cuja forma será definida pela
análise de riscos de acordo com as peculiaridades da atividade
k) assegurar a organização e o arquivamento da documentação prevista nesta Norma.
35.2.2 Trabalhadores:
a) cumprir as disposições legais e regulamentares sobre trabalho em altura
b) colaborar com o empregador na implementação das disposições contidas nesta Norma
c) interromper suas atividades exercendo o direito de recusa, sempre que constatarem
evidências de riscos graves e iminentes para sua segurança e saúde ou a de outras pessoas,
comunicando imediatamente o fato a seu superior hierárquico, que diligenciará as medidas
cabíveis
d) zelar pela sua segurança e saúde e a de outras pessoas que possam ser afetadas por suas
ações ou omissões no trabalho.
Responsabilidade do empregado
TESTE DOS PRODUTOS E SEUS COMPONENTES
• Fita de nylon – 5000 lbs
• Argolas – 5000 lbs
• Mosquetões – 5000 lbs
• Cinto 1º e 2º e verificação
• Talabarte
Muito Obrigado
Engº Julio Cezar Vilhena
Gerente de produtos
Segmento: Trabalho em altura
Cel: +55 11 8611 0078
E-mail: julio.vilhena@vicsa.com.br
Skype: julio.c.vilhena
Engª Maria Catarina Antão
Técnica de desenvolvimento de produtos
Cel: +55 81 9502 3311
E-mail: catarina.santana@vicsa.com.br

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NR 35 TREINAMENTO TRABALHO EM ALTURA- ALUSA.pdf

  • 1.
  • 2. INTERPRETAÇÃO DA NORMA PARA FORMADORES DE SUPERVISORES DE TRABALHO EM ALTURA – ALUSA-PE
  • 3. OBJETIVO DO TREINAMENTO • Capacitar a liderança; • Eliminação ou neutralização de um perigo através de métodos de prevenção e de sistemas de proteção contra quedas; • Compreender conceitos e identificar os equipamentos básicos utilizados no trabalho em altura; • Desenvolver a percepção do risco em atividade realizada em altura; • Compreender a importância da inspeção e utilização do EPI e EPC’s; • Conhecer normas pertinentes ao trabalho em altura.
  • 4. ABORDAGENS • Introdução à importância da segurança nos trabalhos em altura (forças de impacto, fatores de queda); • Técnicas básicas de trabalho em altura; • Reconhecimento, avaliação e controle de riscos; • Legislação de segurança e saúde no trabalho; • Responsabilidades do Supervisor de Trabalho em Altura.
  • 5. IMPORTÂNCIA DA SEGURANÇA • Este treinamento visa orientar sobre as medidas técnicas e organizacionais para que um trabalho realizado em altura seja executado de forma segura e de acordo com os requisitos legais. • É considerado trabalho em altura toda atividade de trabalho realizada acima do nível do piso, por exemplo, troca de lâmpadas, instalação de objetos nas paredes, enlonamento e amarração de caminhões, reboco de paredes altas, entre outros. • Muitos dos acidentes graves que ocorrem nas empresas durante atividades em altura são causados por trabalhos inseguros.
  • 6. CONCEITOS O que é trabalho em altura? • É o trabalho realizado em altura com potencial de queda igual ou superior a 2,00 metros. • Existem diversos trabalhos considerados em altura que ocorrem em nosso dia a dia. A subida em uma escada para pintura de casa ou até mesmo a troca de lâmpadas. • Podemos citar também a subida em vagões ou locomotivas, a limpeza de uma fachada, o trabalho em escadas marinheiro ou elevados, pontes rolantes e etc.
  • 7. • Para realização de uma atividade em altura o corpo humano coloca em funcionamento todos mecanismos de adaptação e de regulação de seu organismo. É ai que fisicamente este deve estar em perfeitas condições de saúde para atividade que irá realizar. • No trabalho em altura, é exigido um alto grau de responsabilidade, concentração e atenção permanente, cada passo deve ser considerado para que não ocorram erros humanos ou incidentes causados por equipamentos mal dimensionado ou ambiente de trabalho irregular. • Por essa razão os colaboradores envolvidos devem passar por baterias de exames complementares de acordo com orientação do medico coordenador do PCMSO. Qualquer doença que cause desmaios ou perca de consciência impede realização de trabalho em altura. Trabalho Altura x Saúde
  • 8. - coberturas - rampas silos / reservatórios - plataformas móveis - coletivo / individual - pontes-rolantes / sacadas - galerias / tanques - torres / chaminés Principais atividades de trabalho em altura
  • 9. Plataforma Elevatória horizontal + vertical caminhões / vagões
  • 10. FORÇA DE IMPACTO • É uma expressão criada para informar sobre a incidência de uma força em um corpo gerada pelo deslocamento deste até ocorrer o atrito (choque) com outro corpo ou estrutura. Essa força varia com o peso, velocidade e a distância até o impacto. • A força de impacto de uma queda é transmitida através de todo o sistema de segurança e é aproximadamente dobrada no ponto de ancoragem. • Assim, todos os elementos envolvidos no sistema devem sustentar o impacto sem falhar gerando a possibilidade de causar nada mais que arranhões e hematomas.
  • 11. Força de impacto • F = m x a • F = m x g x ct F = força m = massa g = gravidade ct = comprimento do talabarte
  • 12. Caso da vida real Uma pessoa de 100kg sofre uma queda usando um talabarte com comprimento de 1,80m. Qual a força que sofrerá no momento do travamento? F = m x g x ct F = 100 x 9,8 x 1,8 F = 1764 kgf
  • 13. Sabendo que o corpo humano resiste a impactos em de até 800 kgf. O funcionário do exemplo anterior não teria resistido com vida. Por isso a importância do absorvedor de energia Reduz o impacto em até 80% Fi = F * 0,20 Fi = 1764 * 0,20 Fi = 352,8 kgf
  • 14. FATOR DE QUEDA • O fator de queda é simplesmente a razão entre a distância que o trabalhador percorreria na queda e o equipamento que irá detê-lo. • Fator de queda é um dos elementos que governam a força de impacto. Os outros dois são a natureza da corda e o peso do objeto que cai (pessoa).
  • 15. Fator de queda 1.8 Mt. Max. Ok. + X • Devemos selecionar com cuidado o ponto de ancoragem. Nunca podemos nos ancorar abaixo da altura dos ombros. Ok.
  • 16. Capacitação e Treinamento “O empregador deve promover programa para capacitação dos trabalhadores à realização de trabalho em altura.” 35.3.2 Considera-se trabalhador capacitado para trabalho em altura aquele que foi submetido e aprovado em treinamento, teórico e prático, com carga horária mínima de oito horas, cujo conteúdo programático deve, no mínimo, incluir:
  • 17. NR35 35.3. Capacitação e Treinamento Colaboradores. a) Normas e regulamentos aplicáveis ao trabalho em altura; b) Ar - Análise de Risco e PT -(Permissão de Trabalho); c) Riscos potenciais inerentes ao trabalho em altura e medidas de prevenção e controle; d) Equipamentos de Proteção Individual para trabalho em altura: seleção, inspeção, conservação e limitação de uso; e) Acidentes típicos em trabalhos em altura; f) Condutas em situações de emergência, incluindo noções de técnicas de resgate e de primeiros socorros.
  • 18. LEGISLAÇÃO DE SST • NR 01 – Disposições Gerais • NR 06 – EPI • NR 07 – PCMSO • NR 08 – Edificações • NR 09 – PPRA • NR 11 – Transporte, movimentação, armazenagem e manuseio de materiais • NR 17 – Ergonomia • NR 18 – Condições e meio ambiente de trabalho na indústria da construção • NR 21 – Trabalho a céu aberto • NR 26 – Sinalização de segurança • NR 35 – Trabalho em altura
  • 19. LEGISLAÇÃO DE SST • ABNT NBR 14626 – EPI contra quedas – Trava quedas flexível (corda) • ABNT NBR 14627 – EPI contra quedas – Trava quedas rígido (cabo) • ABNT NBR 14628 – EPI contra quedas – Trava quedas retrátil • ABNT NBR 14629 – EPI contra quedas - Absorvedor de energia • ABNT NBR 14827 – EPI - Absorvedor de energia • ABNT NBR 18165 – Cordas para trabalho em trava-quedas • ABNT NBR 14.827 – Chumbadores instalados em elementos de concreto
  • 20. • ABNT NBR 15049 – Chumbadores de adesão química instalados em elementos de concreto ou de alvenaria estrutural • ABNT NBR 15.834 – EPI contra quedas: Talabartes de segurança • ABNT NBR 15.836 – EPI contra quedas: Cinturão de segurança tipo paraquedista • ABNT NBR 15.835 – EPI contra quedas: cinturão de segurança tipo abdominal e talabarte de segurança para posicionamento e restrição • ABNT NBR 15.837 – EPI contra quedas - Conectores • ABNT NBR ISSO 2408 – Cabos de aço para uso geral
  • 21. • ABNT NBR 6494 – Segurança nos andaimes • ABNT NBR 16046 – Redes de proteção para edificações • ABNT NBR 15986 – Cordas de alma; • ABNT NBR 15597 – Construção e instalação de elevadores; • ABNT NBR 15958 – Projetos de equipamentos de elevação de cargas; • ABNT NBR 15475 – Acesso por corda – Qualificação e certificação de pessoas; • ABNT NBR 14595 – Acesso por corda – Procedimento;
  • 22. NORMAS INTERNACIONAIS: • ANSI Z359.1-1999 • ISP- CHILE • ICONTEC – INSTITUTO COLOMBIANO • U.L Inc – Underweiters Laboratories / USA. • IRAM -ARGENTINA • ANSI/ASSE A10.32-2004 • CAN/CSA Z259.10-2006
  • 23. • Todo serviço realizado em altura exige um rigoroso planejamento, devendo necessariamente ser verificado os seguintes itens: • Tipo de material que estaremos trabalhando, seu estado e resistência; • Quais os Materiais e equipamentos necessários à realização dos trabalhos; • Definição de trajeto sobre o telhado ou estrutura, visando deslocamento racional, distante de rede elétrica ou áreas sujeitas a gases, vapores e poeiras; • Sinalização e isolamento da área prevista para içamento e movimentação de materiais suspensos; Iniciando o Trabalho em Altura
  • 24. Metodologia • Antecipação e reconhecimento dos riscos; • Avaliação dos riscos e da exposição dos trabalhadores; • Implantação de medidas de controle e avaliação de sua eficácia; • Monitoramento da exposição aos riscos; • Elaboração de APR, POP e/ou PTR.
  • 25. Fluxograma Clássico de Controle de Riscos ANTECIPAÇÃO RECONHECIMENTO AVALIAÇÃO TOMADA DE DECISÃO CONTROLE DOS RISCOS NEXO CAUSAL
  • 26. Reconhecimento, avaliação e controle de riscos • Definição: Quaisquer meios ou métodos utilizados para eliminar ou prevenir uma queda. • Exemplos: guarda corpo, plataformas elevatórias, sistemas de retenção de quedas, etc.
  • 27. • Qual equipamento será utilizado: Montagem de passarelas, escadas, guarda- corpos, andaimes, plataformas elevatórias ou estruturas para facilitar o trabalho e a segurança. • Preparação dos colaboradores e liberação pelo SESMT. • Definição dos locais para instalação de cabo-guia ou pontos de ancoragens para possibilitar uso do cinturão de segurança; • Isolamento da área, se for interferir algum setor, comunicar os gestores da área. • Condições climáticas satisfatórias para liberar trabalho em altura, visto que é proibido com chuva ou vento; • Programar desligamento de forno ou outro equipamento do qual haja emissão de gases e estejam sob o telhado em obras; DEFINIDO PODEMOS REALIZAR APR. Planejamento do Trabalho
  • 28. Análise Preliminar de Risco – Procedimento Seguro de Trabalho Folha: 01/05 Data: 31/05/12 EMPRESA: Corinthians SETORES DE TRABALHO: CALDERARIA SERVIÇO: Montagem de Galpão Estruturado OPERAÇÃO/ETA PAS. LOCAL RISCOS PROCESSO SEGURO NO TRABALHO EPI / EPC 1.Preparar Funcionários para Montagem CALDEIRARIA ALA1 1.1 –Não entender não Participação da DDS esclarecer a APR da atividades ESCLARECER participar do DDS e os riscos relacionados às atividades 2. Isolamento da área de Trabalho CALDERARIA ALA1 2.1- Queda de material 2.1- Isolamento da área com fita zebrada ou 2.1 -Fita zebrada ou cone de Sinalização. em pedestre cones , sinalizando, para que evite assim acesso de pessoas não que não estejam com os EPI´s necessários 3. Descarga do Material com 3 - No piso do local de Montagem. 3.1- Queda de material 3.1 - Na movimentação de materias feita com apoio de outro 3.1 Capacete,botina de Segurança,Luva de empilhadeira, e Manualmente para as peças menores sobre os colaboradores, funcionário manter boa comunicação visando evitar o vaqueta ou mista, oculos de segurança, capacete. prensamento de membros podendo causar aprisionamento/ prensamento das mãos e membros. lombalgias, torções, 3.2 - Nunca execeder a carga de 23 Kg por pessoa. fraturas, mau jeito na 3.3 - Empilhadeira (Operador habilitado) e auxilio de apenas coluna de uma pessoa. APR- Analise Preliminar de Risco
  • 29. PT- Permissão de Trabalho
  • 30. Equipamentos de proteção individual • Seleção • Inspeção • Conservação • Limitação de uso
  • 31. 35.5. Equipamentos de Proteção Individual, Acessórios e Sistemas de Ancoragem 35.5.1 Os EPI, acessórios e sistemas de ancoragem devem ser especificados e selecionados considerando-se a sua eficiência, o conforto, a carga aplicada aos mesmos e o respectivo fator de segurança, em caso de eventual queda. 35.5.2 Na aquisição e periodicamente devem ser efetuadas inspeções dos EPI, acessórios e sistemas de ancoragem, destinados à proteção de queda de altura, recusando-se os que apresentem defeitos ou deformações. 35.5.2.1 Antes do início dos trabalhos deve ser efetuada inspeção rotineira de todos os EPI, acessórios e sistemas de ancoragem. 35.5.2.2 Deve ser registrado o resultado das inspeções: a) na aquisição; b) periódicas e rotineiras quando os EPI, acessórios e sistemas de ancoragem forem recusados. 35.5.2.3 Os EPI, acessórios e sistemas de ancoragem que apresentarem defeitos, degradação, deformações ou sofrerem impactos de queda devem ser inutilizados e descartados, ..... 35.5.3 O cinto de segurança deve ser do tipo paraquedista e dotado de dispositivo para conexão em sistema de ancoragem. EPI- Equipamento de Proteção Individual
  • 32. É considerado o coração do sistema de proteção contra queda, porque é o ponto ou sistema, onde conectamos a corda, cabo de aço,trava queda ou o talabarte, como medida de prevenção e resguardo, seja na vertical ou na horizontal, lembrando que deve estar dimensionada para receber uma queda ou impacto. O sistema de ancoragem deverá ser precedido de estudos de verificação estrutural sob responsabilidade de profissional legalmente habilitado (projeto e ART). ANCORAGEM
  • 33. CONCEITOS Equipamentos de Ancoragem 1. Cinto de segurança com seu talabarte 2. Mosquetões 3. Fita de Ancoragem 4. Anéis de ancoragem 5. Fita de conexão 6. Corda estática 7. Protetores de corda 8. Baudrier (“cadeirinha”)
  • 34. ATENÇÃO: Os pontos de ancoragem devem: • 1. Estar dispostos de modo a atender todo o perímetro da edificação; • 2. Suportar uma carga pontual de 1500 kgf • 3. Constar no projeto estrutural da edificação; • 4. Ser constituído de material resistente a intempéries, como aço inoxidável ou material de características equivalentes;
  • 35. PROTEÇÃO INDIVIDUAL • 1. Cinto paraquedista com Talabarte • 2. Capacete com jugular • 3. Óculos de Segurança • 4. Luva de Proteção • 5. Botina de Segurança • 6. Protetor solar
  • 36. TRAVA QUEDAS • 1. Para corda 3. Retrátil • 12 mm • 2.Para Cabo de Aço • 8 m
  • 37. CINTURÃO PARAQUEDISTA VIC20111  01 PONTO DE ANCORAGEM  CADARÇO POLIÉSTER 45 mm  REGULAGEM NO PEITO E NAS PERNAS  CA 26051 VIC20121  01 PONTO DE ANCORAGEM  CADARÇO POLIÉSTER 45 mm  REGULAGEM NO PEITO E NAS PERNAS  CA 26050 VIC20123  03 PONTOS DE ANCORAGEM (01 nas costas / 02 laterais)  CADARÇO POLIÉSTER 45 mm  REGULAGEM NO PEITO, NAS COSTAS E NAS PERNAS  CA 26040  04 PONTOS DE ANCORAGEM (01 nas costas / 01 no peito / 02 laterais)  CADARÇO POLIÉSTER 45 mm  REGULAGEM NO PEITO, NAS COSTAS E NAS PERNAS  CA 27938 VIC20124 ABNT NBR 15836/2010
  • 38. VIC20423  03 PONTOS DE ANCORAGEM (01 nas costas / 02 nas laterais)  CADARÇO POLIÉSTER 45 mm  APOIO LOMBAR  PORTA FERRAMENTAS  REGULAGEM NO PEITO E NAS PERNAS  CA 26431 VIC20122  02 PONTOS DE ANCORAGEM (01 nas costas / 01 no peito)  CADARÇO POLIÉSTER 45 mm “COM REFLETIVO”  REGULAGEM NO PEITO, NAS CINTURA E NAS PERNAS  CA 26052 ABNT NBR 15836/2010
  • 39. ABNT NBR 15835/2010 14629/2010 Montagem e uso: Os Sistemas para a detenção de queda, o ideal é estar na direção do ombro do trabalhador, ou acima, pois assim limitamos o fator de queda, mas sabemos que existem ancoragem criticas, que deve ser avaliada, por profissional habilitado. 35.5.3.4 É obrigatório o uso de absorvedor de energia nas seguintes situações: a) fator de queda for maior que 1; b) comprimento do talabarte for maior que 0,9m. TALABARTE DE SEGURANÇA E TALABARTE DE SEGURANÇA COM ABSORVEDOR DE ENERGIA
  • 41. TRAVA AUTOMATICA TRAVA AUTOMATICA TRAVA MAUAL  Norma: Esta norma especifica os requisitos, métodos de ensaio, marcação, manual de instruções para os conectores de EPI’s para trabalho em altura;  Definição: Dispositivo de ligação entre componentes, que se abre e que permite ao usuário montar um sistema anti- queda e unir-se direta ou indiretamente a um ponto de ancoragem;  Trava Manual: Fecho automático equipado com um sistema de trava acionada manualmente;  Trava Automatica: Fecho automático equipado com um sistema de trava automática;  Dimensão: As aberturas dos conectores variam entre 19 mm e 110 mm dependendo do modelo;  Confecção: Devem ser fabricados em aço forjado ou aluminio;  Resistência: Quando submetidos aos ensaios, os conectores devem suportar as cargas de 7 a 25 kN conforme o modelo do conector; ABNT NBR 15837/2010 CONECTORES / MOSQUETÃO
  • 42. Qual o primeiro passo para vestirmos um cinturão? Qual o primeiro passo para usar um equipamento de trabalho em altura? Qual o primeiro passo antes de pular de para-quedas?
  • 45. Trabalho com solda Para uso com solda, ou trabalhos quentes, os equipamentos devem ser confeccionados em materiais resistentes à temperatura
  • 46. Como vestir o cinturão de segurança?
  • 51. Conservação A acomodação ideal para a conservação do cinturão de segurança é: • Guardá-lo pendurado pela argola dorsal • Local de boa ventilação • Longe de produtos químicos
  • 52. Higienização Para higienização do cinturão de segurança, devemos apenas: • Lavar com água na temperatura ambiente, com a utililzação de sabão neutro • Secagem deverá ser feita na sombra
  • 53. FUNÇÕES DO SUPERVISOR • 1. Identificar os trabalhos em altura com riscos de queda (pessoas e material); • 2. Identificar os riscos específicos dos trabalhos em altura e recomendar medidas de proteção coletiva e individual; • 3. Garantir a capacitação continuada dos trabalhadores sobre os riscos, as medidas de controle, de emergência e salvamento em trabalho em altura; • 4. Autorizar* a realização de todo trabalho em altura após a emissão, por escrito, da PTR - Permissão de Trabalho de Risco; • 5. Nunca expor funcionários e prestadores de serviço para realizar trabalho em altura sem medidas de proteção adequada com base na legislação vigente; • 6. Elaborar procedimentos operacionais*. • (*) Conjuntamente com o SESMT (quando houver)
  • 54. 35.2. Responsabilidades do empregador 35.2.1 Empregador: 11 itens do A até o K • a) garantir a implementação das medidas • b) assegurar a realização da Análise de Risco - AR e a Permissão de Trabalho – PT • c) desenvolver procedimento operacional para as atividades rotineiras • d) assegurar a realização de avaliação prévia das condições no local do trabalho em altura • e) adotar as providências necessárias para acompanhar o cumprimento das medidas de proteção estabelecidas nesta Norma pelas empresas contratadas Responsabilidades do supervisor de trabalho em altura
  • 55. f) garantir aos trabalhadores informações atualizadas sobre os riscos e as medidas de controle; g) garantir que qualquer trabalho em altura só se inicie depois de adotadas as medidas de proteção h) assegurar a suspensão dos trabalhos em altura quando verificar situação ou condição de risco não prevista, cuja eliminação ou neutralização imediata não seja possível I )estabelecer uma sistemática de autorização dos trabalhadores para trabalho em altura j) assegurar que todo trabalho em altura seja realizado sob supervisão, cuja forma será definida pela análise de riscos de acordo com as peculiaridades da atividade k) assegurar a organização e o arquivamento da documentação prevista nesta Norma.
  • 56. 35.2.2 Trabalhadores: a) cumprir as disposições legais e regulamentares sobre trabalho em altura b) colaborar com o empregador na implementação das disposições contidas nesta Norma c) interromper suas atividades exercendo o direito de recusa, sempre que constatarem evidências de riscos graves e iminentes para sua segurança e saúde ou a de outras pessoas, comunicando imediatamente o fato a seu superior hierárquico, que diligenciará as medidas cabíveis d) zelar pela sua segurança e saúde e a de outras pessoas que possam ser afetadas por suas ações ou omissões no trabalho. Responsabilidade do empregado
  • 57. TESTE DOS PRODUTOS E SEUS COMPONENTES • Fita de nylon – 5000 lbs • Argolas – 5000 lbs • Mosquetões – 5000 lbs • Cinto 1º e 2º e verificação • Talabarte
  • 58. Muito Obrigado Engº Julio Cezar Vilhena Gerente de produtos Segmento: Trabalho em altura Cel: +55 11 8611 0078 E-mail: julio.vilhena@vicsa.com.br Skype: julio.c.vilhena Engª Maria Catarina Antão Técnica de desenvolvimento de produtos Cel: +55 81 9502 3311 E-mail: catarina.santana@vicsa.com.br