Calorimetria na feijoada

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Calorimetria na feijoada

  1. 1. Universidade do Estado do Pará Núcleo de São Miguel do Guamá Estágio Supervisionado III – Física 2007 Prof. Ana Júlia Silveira 2ªAvaliação Aulaministrada para os alunos do 2º ano do ensinomédio da escola estadual Frei Miguel de Bulhões TEMAGERADOR: CALORIMETRIA NACOZINHA: PREPARANDO UMA FEIJOADA Discentes: Lidiane de Souza Soares Mariléia Soares de Araújo Mayra MouraMoreira Pablo Ramon Pereira Nunes PDF created with pdfFactory Pro trial version www.pdffactory.com
  2. 2. Ê Como tema gerador do conhecimento físico www.dicasdecozinha.com.br www.coracaoturista.files.wordpress.com PDF created with pdfFactory Pro trial version www.pdffactory.com
  3. 3. De onde veio este grão tão delicioso? Ê Os feijões estão entre os alimentosmais antigos, remontando aos primeiros registros da humanidade; Ê Eramcultivados no antigo Egito e naGrécia, sendo, também, cultuados como símbolo da vida; Ê Os antigos romanos usavam extensivamente feijões nas suas festas gastronômicas, utilizando-os atémesmo como pagamento de apostas; Ê As ruínas da antigaTróia revelamevidências de que os feijões eram o prato favorito dos robustos guerreiros troianos; Ê A maioria dos historiadores atribui à disseminação dos feijões no mundo emdecorrência das guerras, uma vez que esse alimento fazia parte essencial da dieta dos guerreiros emmarcha. PDF created with pdfFactory Pro trial version www.pdffactory.com
  4. 4. O Feijão no Brasil Ê No Brasil há grandes variedades de cores, tipos e tamanhos de feijão, como o preto, branco, feijão de corda e outros, colhidos em 3 safras anuais. PDF created with pdfFactory Pro trial version www.pdffactory.com
  5. 5. A Feijoada Ê É um dos pratos típicos da culinária brasileira,mas é possível encontrar pratos similares emtodo mundo; Ê No Brasil, é feita damistura de feijões pretos, vários tipos de carne de porco e de boi, embutidos e é acompanhado àmesa de farofa, arroz branco, couve refogada e laranja fatiada, entre outros ingredientes. PDF created with pdfFactory Pro trial version www.pdffactory.com
  6. 6. A origemda feijoada Ê A explicação mais difundida sobre a origem da feijoada é a de que os senhores – das fazendas de cafe, dasminas de ouro e dos engenhos de açúcar – forneciam aos escravos os “restos” dos porcos, quando estes eram carneados.O cozimento desses ingredientes com feijão e água, teria feito nascer à receita. Ê Tal versão, contudo, não se sustenta devido a existência de um recibo de compra da Casa Imperial, de 30 de abril de 1889 emum açougue da cidade de Petrópolis, estado do Rio de Janeiro. PDF created with pdfFactory Pro trial version www.pdffactory.com
  7. 7. O que é calorimetria ? A Calorimetria é a parte da Termologia que estuda a medida do calor trocado pelos corpos. PDF created with pdfFactory Pro trial version www.pdffactory.com
  8. 8. Calor e temperatura Êcalor: calor é a energia transferida de um corpo para outro em virtude, unicamente, de uma diferença de temperatura ÊTemperatura: é a grandeza física que mede o estado de agitação das partículas de um corpo, caracterizando seu estado térmico PDF created with pdfFactory Pro trial version www.pdffactory.com
  9. 9. Calor no cozimento do feijão: o calor é fornecido pela chama do fogão, que aquece a panela, assim efetuando o cozimento. PDF created with pdfFactory Pro trial version www.pdffactory.com
  10. 10. Unidades de calor: denomina-se caloria (cal) a quantidade de calor para aumentar a temperatura de um grama de água de 14,5 ºc a 15,5ºc, sob pressão normal. 1 cal=4,186j PDF created with pdfFactory Pro trial version www.pdffactory.com
  11. 11. Quantidade de Calor Ê É uma determinada quantidade de calorias (calor), que o corpo deve receber, ou ceder e é calculada pele expressão: Q=mcΔΔt onde: Q: é a quantidade de calor Δt: é a variação de temperatura c: é o calor especifico do corpo m: é amassa do corpo PDF created with pdfFactory Pro trial version www.pdffactory.com
  12. 12. Calor específico PDF created with pdfFactory Pro trial version www.pdffactory.com
  13. 13. O calor específico é uma propriedade específica de cada substância, como podemos ver na tabela abaixo: PDF created with pdfFactory Pro trial version www.pdffactory.com
  14. 14. Calor Sensível Quantidade de calor que um determinado corpo cede ou recebe, quando variar sua temperatura. Causa a variação de temperatura de umsistema. Calculamos o calor específico sensível de uma substância, fazendo: c Q = m. DQ Quantidade de calor Massa vezes variação de temperatura PDF created with pdfFactory Pro trial version www.pdffactory.com
  15. 15. PDF created with pdfFactory Pro trial version www.pdffactory.com
  16. 16. CapacidadeTérmica C = Q DQ Quantidade de calor dada ou retirada de um corpo Variação de temperatura sofrida pelo corpo PDF created with pdfFactory Pro trial version www.pdffactory.com
  17. 17. Portanto, 1 litro de água aquece primeiro e esfria primeiro também PDF created with pdfFactory Pro trial version www.pdffactory.com
  18. 18. ÊQuem aumenta primeiro a temperatura em1°C: 1 litro de leite ou 2 litros de leite? E qual esfria primeiro ? PDF created with pdfFactory Pro trial version www.pdffactory.com
  19. 19. Relação de Calor específico e CapacidadeTérmica Ê Se a densidade da água é 1 kg/l, então 1l de água tem uma massa de 1 kg, ou seja 1000 g. Ê Se a variação de temperatura em um litro de água foi de 30ºC, podemos dizer que: a capacidade térmica de um litro de água é a quantidade de calor que um litro de água recebe para determinada variação de temperatura; c = C m →Capacidade térmica. →Massa do corpo. PDF created with pdfFactory Pro trial version www.pdffactory.com
  20. 20. Se um corpo possui baixa capacidade térmica ele aquece ou esfria mais rapidamente em comparação com o outro de maior capacidade térmica. VAMOS PENSAR ???? 1- Por quê a areia em dia de Sol aquece mais rápido em comparação com a água do mar ? PDF created with pdfFactory Pro trial version www.pdffactory.com
  21. 21. 2- E a noite o que acontece? PDF created with pdfFactory Pro trial version www.pdffactory.com
  22. 22. Calor Latente Ê Quantidade de calor que um determinado corpo cede ou recebe, quando muda sua fase ou estado físico. Durante a mudança de estado a temperatura permanece constante. Ê A quantidade de calor latente (Q) é igual ao produto da massa do corpo (m) e de uma constante de proporcionalidade (L). PDF created with pdfFactory Pro trial version www.pdffactory.com
  23. 23. Mudança de Estado Físico PDF created with pdfFactory Pro trial version www.pdffactory.com
  24. 24. BomApetite PDF created with pdfFactory Pro trial version www.pdffactory.com
  25. 25. Bibliografia - ASPECTOS PEDAGÓGICOS <disponível em: http://www.iq.ufrgs.br/aeq/aspedago.htm >acessado em: 09 de junho de 2010. - CALORIMETRIA, <disponível em: http://www.sofisica.com.br/conteudos/Termologia/ Entropia/entropia.php> acessado em 09 de junho de 2010; - CARRON, Nilson; GUIMARÃES, Osvaldo. As Faces da Física.Volume único.2 ed. São Paulo:Moderna, 2002; - FISICA NA COZINHA, <disponível em: http://vestibular.uol.com.br/ultnot/resumos/ult2766u22.jhtm> acessado em 09 de junho de 2010; - GASPAR,Alberto. Física.Volume único,São Paulo: Ática, 2008. - HEWITT, PaulG..Física Conceitual.Trad. Trieste Freire Riccie eMaria Helena Gravina 9 ed. PortoAlegre: Bookman,2002; - IMAGEM DE FEIJÃO <disponível em: www.dicasdecozinha.com.br> acessado em10 de junho de 2010; - IMAGEMDE UMACOZINHA <disponível em: www.coracaoturista.files.wordpress.com> acessado em10 de junho de 2010; - PROPOSTA PEDAGÓGICAS:TEMASGERADORES <disponível em: www.educafro.org.br/senuc/.../ribeirao_propedag-20080930.ppt> acessado em: 10 de junho de 2010; PDF created with pdfFactory Pro trial version www.pdffactory.com

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