Risco de Fraturas - Discussao de Artigo

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Risco de Fraturas - Discussao de Artigo

  1. 1. Risco de FraturasDiscussão de Artigo André Kayano R3 Geriatria
  2. 2. Artigo
  3. 3. Importância Fraturas osteoporóticas estão relacionadas a perda de funcionalidade em pacientes idosos, aumento necessidade hospitalização, aumento dos custos do serviço de saúde. Prevenção é prioridade para pacientes, médicos e serviços de saúde.
  4. 4. Objetivo Desafio é criar método capaz de identificar paciente de alto risco, que serão submetidos a medidas terapêuticas e de prevenção. Densitometria óssea isolada como rastreamento é ineficaz ◦ Custo alto e baixa sensibilidade ◦ Maioria de fraturas ocorrem em mulheres com densitometria normal
  5. 5. Escore de risco clínico paranovas fraturas QFractureScores ◦ Incorporado variáveis tradicionais do FRAX ◦ Acrescentado história de quedas, DM tipo 2, doença cardiovascular, asma, uso de reposição hormonal, e uso de antidepressivos tricíclicos.
  6. 6. Método Escore criado a partir de banco de dados de atendimento de 11 milhões de pacientes. Pacientes selecionados e dividido em 2 coortes. ◦ 1ª criar o escore ◦ 2ª validação do escore
  7. 7. Desfechos Desfechos primários ◦ Fraturas osteoporóticas ◦ Fratura de quadril
  8. 8. Fatores de RiscoIdade Histórico de quedasIMC Hepatopatia crônicaTabagismo (não fumante, leve, Doença gastrointestinal quemoderado, pesado) resulte em má-absorçãoAntecedente familiar (pais) de Doenças endócrinasfratura osteoporoticaDoença cardiovascular Uso de corticosteróide nos últimos 6 mesesUso de álcool (não usuário, <1 Uso de antidepressivos tricíclicosdose por dia, 1 a 2 doses, 3 a 6, 7 nos últimos 6 mesesa 9 e > 9)Artrite reumatóide Uso de TRH nos últimos 6 mesesDM tipo2 Sintomas de menopausaAsma
  9. 9. FRAXIdadeAltura e PesoTabagismo atualAntecedente familiar (pais) defratura quadrilDoença cardiovascularUso de álcool >3 doses por diaArtrite reumatóideOsteoporose secundáriaUso de corticosteróide
  10. 10. Resultados Selecionadas 1.183.663 mulheres e 1.174.232 homens entre 30-85 anos. Excluídos os que apresentavam fratura prévia Entre mulheres foram 24350 fraturas, com uma taxa 3,08 por 1000 (3,04 a 3,12) Entre homens foram 7934 fraturas, com uma taxa 0,99 por 1000(0,96 a 1,01)
  11. 11. Resultados Em homens ◦ Risco fratura quadril após ajuste para demais variáveis  Hepatopatia crônica aumenta 196% risco  Histórico de quedas aumenta 166%  Tabagismo pesado aumenta 70%  Etilismo pesado aumenta 70%  Artrite reumatóide aumenta 81%  Doença cardíaca aumenta 24%  DM tipo 2 aumenta 38%  Asma aumenta 31%  Uso de tricíclicos aumenta 67%  Uso de corticosteróides 22%
  12. 12. Resultados Em mulheres ◦ Risco fratura quadril após ajuste para demais variáveis  Hepatopatia crônica aumenta 65% risco  Histórico de quedas aumenta 103%  Tabagismo pesado aumenta 55%  Etilismo pesado aumenta 125%  Artrite reumatóide aumenta 78%  Doença cardíaca aumenta 17%  DM tipo 2 aumenta 67%  Asma aumenta 32%  Uso de tricíclicos aumenta 34%  Uso de corticosteróides aumenta 18%  Sintomas menopausa aumenta 13%
  13. 13. Conclusão Criado novo algoritmo para predizer risco de fratura osteoporótica e de quadril sem necessidade de exames laboratoriais ou DO. Criado a partir de banco de dados do Reino Unido. Validação mostrou boa discriminação (separar pessoas que sofrerão fraturas das outras), e é tão efetivo quanto FRAX para identificar pacientes com alto risco de fratura de quadril.

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