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  1. 1. 1 SISTEMA BOSCH DE INJEÇÃO ELETRÔNICA DE COMBUSTÍVEL BOSCH ME – 7.3 H4VEÍCULO ENVOLVIDOS : PALIO 1.0 16V . PALIO 1.3 16V SIENAÍNDICEApresentação do Sistema ........................................................................02Unidade de comando ...............................................................................03Interruptor de embreagem .......................................................................05Interruptor de freio ..................................................................................06Sensor do pedal acelerador ......................................................................07Sensor de fase ( software ) .......................................................................08Sensor de temperatura e pressão do ar ( MAF ) ......................................09Sensor de velocidade ( VSS ) .................................................................11Sensor de rotação ( CKP ) .......................................................................12Sensor de detonação ( KS ) .....................................................................14Sonda Lambda ( O2 ) ..............................................................................16Sensor do liquido de arrefecimento ( CTS ) ...........................................18Atuadores :Borboleta motorizada ...............................................................................20Válvulas injetoras .....................................................................................23Bomba de combustível .............................................................................25Relê principal ...........................................................................................27Relê da bomba de combustível ................................................................28Relê do ventilador do radiador ................................................................29Relê do ar condicionado ..........................................................................29Válvula do canister ..................................................................................30Bobina DIS ..............................................................................................31Diagramas elétricos .................................................................................32
  2. 2. 2 APRESENTAÇÃO DO SISTEMA ME 7.3 H4 O sistema de injeção eletrônica de combustível Bosch ME 7.3 H4 , éconstituído por um conjunto integrado de ignição eletrônica digital com avanço edistribuição estática e de um conjunto de injeção de combustível intermitentemúltiplo fasado . A sofisticada arquitetura eletrônica da central de injeção reconhece eventuaiserros dos sensores de entrada e substitui por valores de ‘RECOVERY ‘liberando ocomando para a lâmpada indicadora de avarias presente no quadro de instrumentosdo veículo. Uma função autoadaptativa compensa eventuais desvios referentes aoenvelhecimento do motor, variações do processo e condições de utilização. A injeção de combustível é seqüencial ou seja , é aberta uma válvula injetorade cada vez. Com isso conseguiu-se uma serie de vantagens como melhordesempenho, consumo de combustível e menor emissão de gases poluentes. O funcionamento básico deste sistema é o mesmo de todos os sistemas deinjeção eletrônica de combustível . Existe os sensores que estão ligados a entradado sistema , vindos de pontos estratégicos do motor e que tem por função informara temperatura do motor , temperatura do ar , quantidade de ar ,posição da borboletade aceleração e posição da árvore de manivelas . A partir dessas informações ecom tecnologia digital do computador, ocorre o controle dos atuadorespermitindo que o volume de injeção , ponto de ignição e marcha-lenta , sejamajustados com precisão ás diversas condições de funcionamento, tais como marcha– lenta , carga parcial, carga total, funcionamento a quente , sobre marcha ,alteração de carga, e se o veículo tem ou não ar condicionado . A abertura dasválvulas injetoras é feita através de pulsos elétricos comandados pela central, noentanto para que o combustível entre para dentro do coletor de admissão é precisoque a bomba elétrica de combustível empurre o combustível para o tubodistribuidor e o regulador de pressão forme a pressão de linha. A afinação da mistura ar/combustível é feita através da sonda lambda que estálocalizada no escapamento e que informa se a mistura está rica ou pobre para que omódulo de injeção possa fazer a compensação.
  3. 3. 3 Pinagem da Central de Injeção e Ignição EletrônicaCONECTOR LV02 > Pino K da tomada de diagnose04 > Positivo 5V para o sensor 2 do acelerador05 > Aterramento do sensor 2 do acelerador07 > Sinal do interruptor de embreagem14 > Relê do ventilador do radiador velocidade 117 > Alimentação 12V do relê principal18 > Alimentação 12V direto da bateria19 > Relê principal21 > Positivo 5V para o sensor 1 do acelerador22 > Aterramento do sensor 1 do acelerador25 > Sinal do interruptor da luz de freio30 > Relê do ventilador do radiador velocidade 233 > Alimentação 12V do relê principal37 > Sinal do sensor do 2 do acelerador40 > Sinal do ar condicionado46 > Relê do compressor do ar condicionado49 > Alimentação do relê principal51 > Sinal da chave de ignição54 > Sinal do sensor 2 do acelerador62 > Relê da bomba de combustível.
  4. 4. 4CONECTOR LM02 > Válvula injetora 306 > Sensor MAF07 > Alimentação 5V para sensores08 > Sensor de oxigênio ( lambda )09 > Aterramento do sensor de temperatura do motor10 > Sensor de rotação11 > Aterramento da borboleta motorizada18 > Válvula injetora 221 > Sensor de detonação23 > Sinal da borboleta sensor 125 > Aterramento do sensor de oxigênio ( lambda )26 > Aterramento do sensor MAF28 > Positivo 12V do motor da borboleta31 > Sinal negativo da bobina 232 > Sinal negativo da bobina 133 > Válvula do canister34 > Válvula injetora 437 > Aterramento do sensor de detonação38 > Sinal do sensor de temperatura do motor39 > Sinal da borboleta sensor 242 > Sensor de rotação43 > Aterramento do motor da borboleta49 > Positivo para resistência de aquecimento da sonda lambda51 > Válvula injetora 155 > Sinal do sensor de temperatura do ar ( incorporado ao maf )56 > Alimentação 5V para os sensores 1 e 2 da borboleta58 > Aterramento dos sensores 1 e 2 da borboleta60 > Positivo 12V para o motor da borboleta
  5. 5. 5 INTERRUPTOR DE EMBREAGEMFUNÇÃO : A central de comando eletrônica utiliza este sinal para determinar qual é amarcha que está sendo utilizada para efetuar o processo de desaceleração de formamais suave.Localização : No batente do pedal de embreagemEsquema elétrico Interruptor de embreagem MÓDULO 7 (LV)PROCEDIMENTO DE TESTE :1° - Verificar se um dos lados do conector do interruptor de embreagem tematerramento. Caso não , problema de aterramento. Caso sim procedimento 2.2° - Com o interruptor ligado pise na embreagem e verifique se tem saída deaterramento do interruptor . Caso não , problema no interruptor. Caso siminterruptor ok.
  6. 6. 6 INTERRUPTOR DE FREIOFUNÇÃO : A central de comando eletrônica utiliza este sinal para privilegiar o freio motor,fazendo com que o corpo de borboleta se feche rapidamente no momento em que omotorista aciona o freio.Localização : No batente do pedal de freioEsquema elétrico Interruptor de freio MÓDULO 25 (LV) 12V pós igniçãoPROCEDIMENTO DE TESTE :1° - Verificar se um dos lados do conector do interruptor de freio tem 12V pósignição. Caso não , problema de alimentação do interruptor . Caso simprocedimento 2.2° - Com o interruptor ligado pise na freio e verifique se tem saída de 12V dointerruptor . Caso não , problema no interruptor. Caso sim interruptor ok.
  7. 7. 7 SENSOR DO PEDAL ACELERADORFUNÇÃO : Sua função é informar qual é a posição do pedal de aceleração. Para isso osistema utiliza-se de dois potenciômetros que por questão de segurança tem suasligações ( alimentação , aterramento e sinal ) , com a unidade de comandoindependentes um do outro.LOCALIZAÇÃO : Está localizado no pedal acelerador.POSSÍVEL DEFEITO :Veículo sem rendimento ou sem forçaRECOVERY ( PROGRAMA DE EMERGÊNCIA Caso um dos potenciômetro do pedal acelerador apresente problemas o outrotrabalha normalmente, porem se os dois pararem no mesmo momento a unidade decomando utiliza de programas eletrônicos em seu interior para proceder a aberturada borboleta. Apenas para manter a rotação de marcha lentaOBS : A luz de anomalia só se acende se apenas um dos sensores parar.TERMINAIS DO SENSORES DO PEDAL ACELERADOR: SENSOR 1 SENSOR 2 terminal descrição terminal descrição 2 positivo 5V 1 positivo 5V 3 negativo 5 negativo 4 sinal 6 sinalPROCEDIMENTO DE TESTES :1° > Alimentação SENSOR 1 SENSOR 2Terminais 2e3 1e5Voltagem ( V ) 4,8 a 5,2 4,8 a 5,22° Sinal de resposta do sensor : SENSOR 1 SENSOR 2Terminais 3e4 5e6PEDAL SOLTO 0,68V a 0,85V 0,30V a 0,50V 1000 ohms 1000 ohmsPEDAL PRESSIONADO 3,91V a 4,45V 1,77V a 2,30V 1850 ohms 1520 ohms
  8. 8. 8 SENSOR DE FASE VIA SOFTWARE Existe no mercado automobilístico diversos fabricantes e sistemas eletrônicosque possuem como característica, injeção eletrônica de combustível seqüencial,isso quer dizer que as válvulas injetoras são abertas uma de cada vez. Para issoutilizam um sensor chamado sensor de fase. Uma das grandes diferenças do motor ‘FIRE ‘em relação aos outros sistemas éque em vez de um sensor de fase , o sistema utiliza-se de um programa decomputador ( software ) para realizar a tarefa de descobrir a ordem de injeção efazer a respectiva seqüência. Para isso a unidade de comando micro-hibrida corta o pulso da válvula injetora1 por três vezes consecutiva a cada 720° . Se a rotação cair abaixo de 200 rpm, aseqüência de injeção começa pela válvula injetora 1. E se não cair 200 rpm aseqüência começará pela válvula injetora 4.
  9. 9. 9SENSOR DE TEMPERATURA E PRESSÃO DO AR-MAF Sua função é informar a unidade de comando eletrônica a pressão absoluta docoletor e também a temperatura do ar. Ele é composto por um transdutor de pressãoe um sensor de temperatura do ar. O sensor MAF ( pressão e temperatura do ar),tem a capacidade de converter a pressão e temperatura do ar em sinais elétricospara a central de comando , para que ela possa fazer o cálculo da quantidade decombustível a ser injetada. Portanto uma avaria nesta peça poderá causar umamistura incorreta. Caso o módulo não receba a informação do sensor MAF por umdefeito no mesmo, o módulo utiliza a informação do sensor de posição de borboletae rotação para o cálculo de mistura . Se houver pane no TPS ( sensor de posição deborboleta) , o módulo usará um valor fixo em sua memória. O sensor detemperatura do ar é um termistor do tipo NTC ( coeficiente negativo detemperatura), ou seja, quanto maior for a temperatura do ar , menor será aresistência do sensor). Caso seja feita a remoção do sensor MAF , inspecione o estado do anel devedação quanto a possível entrada de ar falso , se for necessário faça asubstituição.LOCALIZAÇÃO Está localizado no coletor de admissão de ar.
  10. 10. 10POSSÍVEIS DEFEITOS OCASIONADOS PELO SENSOR MAF Motor apaga ao frear bruscamente. Motor apresenta marcha lenta irregular. Irregularidade no motor ao aplicar carga Motor com mau desempenho. Falta de potência no motor. Consumo excessivo de combustível.PROCEDIMENTO DE TESTE Com a ignição ligada e o motor parado , desligue o conector do sensor MAF e meça a tensão nos pinos 1( negativo) e 3 (positivo) do conector. O valor encontrado deve ser 5V . Remova o sensor do seu alojamento e mantendo a conecção ligada , instale o vacômetro no sensor. Selecione o multímetro em volts e ligue uma das pontas no pino 4 do sensor. E a outra ponta no negativo da bateria. Para cada pressão terá uma tensão diferente no pino 4 como pode ser visto na tabela.PRESSÃO ( mmHg) TENSÃO ( V ) no pino 4 100 2.70 a 3.60 200 2.20 a 2.90 300 1.30 a 2.30 400 1.10 a 1.60 500 0.50 a 0.86 600 0.23 a 0.35TABELA DO SENSOR DE TEMPERATURA DO ARTemperatura de ar ( °C ) Resistência pinos 1 e 2 ( Ω ) 25 1740 a 2350 40 350 a 460 85 240 a 270 100 160 a 180
  11. 11. 11 SENSOR DE VELOCIDADE FUNÇÃO : Sua função é informar a velocidade do veículo. Para isso utiliza um sensor do tipoHALL , que gera um sinal pulsante na qual a freqüência é proporcional avelocidade da roda.LOCALIZAÇÃO Está localizado na caixa de marchasPOSSÍVEIS DEFEITOS OCASIONADOS PELO SENSOR DE VELOCIDADE Motor apaga ao frear bruscamente Falhas em acelerações e/ou retomadas Consumo excessivo de combustívelOBS : Caso apresente falha no sensor de velocidade , a luz de anomalia não ascende.PROCEDIMENTO DE TESTES Para verificar há alimentação do sensor de velocidade ( VSS ) , ligue a chave de ignição , desconecte o terminal elétrico do sensor VSS e meça e tensão nos pinos 1 ( + ) e 3 ( - ) do conector. O valor encontrado deve ser 12V. Para testar o sinal de saída do sensor VSS , ligue a chave de ignição ,deixe o conector ligado ao sensor VSS , encoste a caneta de polaridade no fio correspondente ou pino 2 do sensor de velocidade. ligue a chave de ignição e
  12. 12. 12 deixe o veículo em ponto morto. Levante a roda esquerda do veículo e gire-a com as mãos. O led da caneta de polaridade deverá oscilar ( piscar ). SENSOR DE ROTAÇÃOFUNCIONAMENTO :Os sinais provenientes do sensor de rotação/ref. Os quais informam a posição e arotação da árvore de manivelas , são enviadas para os terminais 10 ( LM ) e 42( LM ) do módulo de controle. O sistema consiste de um disco dentado instalado na árvore de manivelas e deum sensor indutivo mondado na carcaça do bloco. A distância entre o disco dentado e o sensor é de 0.8 a 1.5 mm. O sensor indutivo funciona como se fosse um pequeno alternador,produzindo uma onda alternada que aumenta com a rotação . Esta onda possui polaridade positiva e negativa e é gerada pêlos dentes dodisco. A onda alternada é utilizada pelo módulo de controle como um gerador depulso para determinar a rotação do árvore de manivelas. O disco dentado tem 58 dentes e um espaço vazio onde foram removidos 2dentes. Este espaço vazio é utilizado para determinar a posição da arvore demanivelas. A central de comando reconhece o ponto morto superior dos cilindro 1 e 4quando o dente 17 passa pelo sensor . E PMS dos cilindro 2 e 3 quando o dente 47passa pelo sensor. Pode-se medir este sinal nos terminais 1 e 2 do sensor com o auxilio de umvoltímetro. Se o sensor apresentar falha ou se o circuito estiver aberto, o motor nãofuncionará. A resistência do sensor é de 932 Ω com 10% de erro. O módulo possui um conversor de AC para DC para que os circuitos internospossam ler os sinais.
  13. 13. 13POSSÍVEIS FALHAS---- Motor não funciona---- Motor com rotação irregular---- Dificuldade de funcionamento do motor---- Corte do motor em determinadas rotações.---- Marcha lenta irregular. PROCEDIMENTO DE TESTES ♦ Resistência interna do sensor – 832 Ω a 1030 Ω Ohms ♦ Folga entre o sensor e a polia fônica – 0.8 a 1.5 mm ♦ Conector com mau contato
  14. 14. 14 SENSOR DE DETONAÇÃOFUNCIONAMENTO: Este sensor tem por finalidade sentir as detonações dos cilindros, levandoesta informação até a unidade de comando, para que esta possa localizar o cilindrodetonante e atrasar o respectivo ângulo de ignição.Enquanto o motor estiver detonando , o módulo de controle vai atrasando de 3 em 3graus a ignição até que o motor para de grilar. Neste instante o módulo de comandocomeça a subir de 1 em 1 grau o avanço do motor, até chegar na situação queestava a ignição antes de detonar. Se após atrasar 12 graus e o motor continuargrilando , o módulo de controle para de atrasar. É importante lembrar que a unidade de controle da injeção e ignição, possuium filtro de detonação, que tem por finalidade evitar que possíveis barulhos depeças soltas no motor possam confundir o módulo de achar que é uma possíveldetonação. O sensor de detonação possui uma arruela piezo-cerâmica que ao sofrervibração, acaba vibrando uma massa sísmica que tem dentro do sensor e essa massasísmica começa a gerar tensão alternada, a partir da vibração.
  15. 15. 15 O aperto do sensor de detonação é de 2 kgf. Caso o aperto do sensor forsuperior , o mesmo não vibrará corretamente, acarretando uma informação errada. Este sensor é mais usados em carros com alta taxa de compressão e emveículos movidos a álcool.LOCALIZAÇÃO: Este sensor está localizado na parede do bloco do motor , normalmente entreos cilindros 2 e 3.POSSÍVEL FALHA :♦ Veículo grilandoPROCEDIMENTO DE TESTE :♦ Sensor não gera pulso de tensão ao módulo.♦ Fios que ligam o sensor ao módulo interrompido.♦ Aperto do sensor superior a 2KgF.♦ Fios do sensor encostando na carcaça do veículo.TESTE DO SENSOR DE DETONAÇÃO: Selecionar uma escala de tensão alternada baixa do multímetro (ex.200mVAC), colocar as 2 pontas do multímetro nos dois terminais do sensor, pegaruma chave de fenda e com a parte de plástico da chave, bater levemente no sensor.Para que o sensor esteja bom, tem que gerar algum valor de tensão.ESTRATÉGIA DA DETONAÇÃO DO MOTOR Este recurso é utilizado tendo em vista que o motor com o passar dos anossofre envelhecimento e por conseqüência forma depósito de carvão na cabeça dopistão aumentando a taxa de compressão fazendo com que o motor grile ( batida depino ).Esta estratégia da unidade de comando evita o grilamento.
  16. 16. 16 SENSOR DE OXIGÊNIO ( HEGO ) O sensor de oxigênio( Lambda, HEGO), é constituído por um compostocerâmico envolvido por dois condutores de platina porosa. Quando sujeito ádiferença de concentração de oxigênio envia um sinal de tensão de 100mV a900mV para o módulo.O módulo usa essa informação para saber se a mistura está rica ou pobre e com issocorrigir a razão ar/combustível para manter a mistura próxima á razãoestequiométrica (razão ar/combustível ideal), garantindo o controle das emissões depoluentes. Para que o sensor HEGO possa operar corretamente, é necessário que seencontre a uma temperatura de no mínimo 300°C. Esta temperatura é obtida atravésde uma resistência de aquecimento elétrico que vai dentro do sensor de oxigênio,mais o aquecimento gerado pelo próprio escapamento.O torque de aperto da sonda lambda é de 4Kgf.m.Lubrificar com graxa ‘’Never Seeze’’.No regime de plena carga, o sistema desconsidera a informação da sonda lambda etrabalha com uma mistura mais rica para dar maior potência .LOCALIZAÇÃO Está localizado no escapamento, antes do catalisador.ESTRATÉGIA DA MISTURA AR-COMBUSTÍVEL Através da informação da sonda lambda a unidade de comando corrige amistura ar-combustível que com o passar dos anos sofre mudanças devido aoenvelhecimento do motor.
  17. 17. 17POSSÍVEIS DEFEITOS OCASIONADOS PELO SENSOR DE OXIGÊNIO Consumo de combustívelPROCEDIMENTO DE TESTES Para testar a resistência de aquecimento do sensor HEGO, desligue o conector da sonda e meça a resistência nos pinos 1 e 2 da sonda (fios brancos). O valor será de 8.5 Ω a 16.5 Ω. A resistência de aquecimento da sonda, recebe 12V. Para testar , ligue o motor, desligue o conector da sonda e meça a tensão nos pinos 1(+ ) e 2 (-) , do conector da sonda. O valor encontrado é 12V. Essa alimentação é proveniente d relê principal Para testar o sinal que a sonda envia para o módulo de injeção sobre a situação da mistura, funcione o motor, espere até que o motor atinja aproximadamente 90°C e com o motor em marcha lenta , meça a tensão nos pinos 3 (cinza) e 4 (preto) do sensor. O valor medido deve estar oscilando entre 100mV a 900mV.OBS: Caso os testes a cima não tenham sido atingidos, antes de trocar a sonda,verifique o seguintes itens:- Pressão da linha baixa.- Bomba de combustível.- Filtro de combustível entupido.- Sensor de temperatura.- Sensor MAF.- Válvulas injetoras.- Catalisador obstruído.- Filtro de ar entupido.CUIDADOS QUE SE DEVE TER COM A SONDA:--- Não derrube ou bata, pois há perigo de fraturar a sonda.--- não remova a graxa da sonda.--- Não instale com o fio esticado.--- Não torça os fios.--- Os terminais do conector não deve estar oxidados--- Não dobre de forma acentuada os fios.OBS : Caso apresente falha na sonda lambda , a luz de anomalia não acende
  18. 18. 18 SENSOR DE TEMPERATURA DO MOTOR O sensor de temperatura do motor (ECT) é um termistor composto por umresistor tipo NTC ( coeficiente negativo de temperatura) . Isso quer dizer quequanto maior for a temperatura , menor será a resistência. Esta informação detemperatura do motor é enviada ou módulo de controle, para que ele faça acorreção do tempo de injeção, controle de detonação, correção da marcha lenta eajuste do avanço de ignição.RECOVEY ( PROGRAMA DE EMERGÊNCIA );1°caso : Unidade de comando perde a informação do sensor com a chave desligada. Neste caso ao ligar a chave de ignição , a unidade de comando parte do principiode que a temperatura da água é a mesma do ar e após 30s começa incrementar 1°Ca cada 7 segundos , até chegar em 80°C.2° caso : Unidade de comando perde a informação do sensor com o motorfuncionando e temperatura abaixo de 80°C: Neste caso o módulo incrementa a partir da temperatura em que está 1 ° C a cada7 segundos até chegar a temperatura de 80°C.3°caso : Unidade de comando perde a informação do sensor com o motorfuncionando e temperatura acima de 80°C. Neste caso a unidade de comando adota a temperatura de 80°C.OBS : Nos três caso a ventoinha será acionada
  19. 19. 19LOCALIZAÇÃO Está localizado próximo a válvula termostática .POSSÍVEIS DEFEITOS OCASIONADOS PELO SENSOR DE TEMPERATURA DO MOTOR Veículo difícil de funcionar pela manhã. Consumo excessivo de combustível. Veículo falhando. Veículo afogado. Veículo não desenvolve. Marcha lenta alta. Partida difícil com motor quente. Marcha lenta irregular. Motor apresenta detonação.PROCEDIMENTO DE TESTES Ligue a ignição e verifique se no conector do sensor de temperatura (pinos 1 e 2) tem 5V. Desligue o conector do sensor de temperatura , meça a temperatura do motor e compare com a resistência do sensor ( pinos 1 e 2 ) , conforme tabela abaixo.Temperatura (°C ) do motor Resistência (Ω) pinos 1 e 2 10 3240 a 4380 20 2120 a 2870 30 1420 a 1930 40 975 a 1325 50 685 a 928 60 490 a 662 70 355 a 480 80 262 a 355 90 196 a 260 100 149 a 202
  20. 20. 20 BORBOLETA MOTORIZADA FUNÇÃO : Seu sensor de posição é composto por dois potenciômetros, com a mesmaalimentação positiva e negativa, porém de leituras inversas. O comando mecânico para abertura da borboleta é feito por um motor decorrente contínua, comandado diretamente pela central eletrônica que envia sinaisde 12V , positivo e negativo em ‘duty cycle ‘, ou seja, sinais pulsantes a umafreqüência calculada pela central , conforme indicações do sensor do pedal doacelerador. Quando o sistema está desligado, a borboleta é mantida em uma certa posição deabertura, através da força atuante das molas montadas em seu eixo. Quando osistema é ligado, a central inverte a polaridade do sinal ‘duty cycle ‘e fecha aborboleta para a posição de marcha lenta. Á medida em que o pedal do aceleradoré pressionado a central libera gradativamente o sinal ‘duty cycle ‘que mantém aborboleta aceleradora fechada , permitindo que ela se abra . Ao atingir a posição derepouso ( sistema desligado ) , a central reverte o sinal ‘duty cycle ‘, forçando aabertura através do motor de acionamento. O ângulo mecânico de abertura da borboleta aceleradora varia de 0 a 80.6 graus.DESCRIÇÃO DOS TERMINAIS DO CONECTOR DA BORBOLETA MOTORIZADA TERMINAL DESCRIÇÃO 1 Negativo do motor de corrente continua, durante a abertura da borboleta 2 Negativo de referência para os dois potenciômetros 3 Positivo 5V de alimentação para os dois potenciômetros 4 Positivo 12V (duty cycle ) para o motor de corrente contínua , durante a abertura da borboleta 5 Sinal de retorno do potenciômetro 2 para a UCE 6 Sinal de retorno do potenciômetro 1 para a UCEPROCEDIMENTO DE TESTE Valores de resistência Os valores de resistência foram medidos com a chave de ignição na posição stop ( desligada ),abrindo-se a borboleta totalmente com as mãos.Para esta operação torna-se necessário remover a mangueira de entrada de ar do corpo daborboleta.
  21. 21. 21Importante : Nunca tente abrir manualmente a borboleta aceleradora com a chave de igniçãoligada. Este procedimento pode danificar a borboleta motorizada de forma irreversível.TABELA : POTENCIÔMETRO 1 POTENCIÔMETRO 2 BORBOLETA BORBOLETATERMINAIS FECHADA ABERTA TERMINAIS FECHADA ABERTA 2e6 756Ω 1510Ω 2e5 1431Ω 479Ω 3e6 1524Ω 512Ω 3e5 648Ω 1475Ω 2e3 1130Ω 1130Ω 2e3 1130Ω 1130ΩRESPOSTA EM VOLTAGEM Os valores de tensão foram medidos apenas com a chave de ignição ligada. Istosignifica que a borboleta aceleradora não se abre totalmente com o pedal doacelerador acionado, devido a ausência de carga no motor. Com o motor ligado,caixa de marchas em ponto morto e o veículo parado, a borboleta aceleradora nãoatinge também sua abertura máxima pelo mesmo motivo. É importante ressaltar que os valores de tensão podem variar um pouco emfunção da autoadaptatividade do sistema, devido ao envelhecimento do motor e deuma nova posição da borboleta aceleradora em marcha lenta.TABELA : POTENCIÔMETRO 1 POTENCIÔMETRO 2 BORBOLETA BORBOLETATERMINAIS FECHADA ABERTA TERMINAIS FECHADA ABERTA 2e6 0.87V 1.63V 2e5 4.13V 3.38V 3e6 4.12V 3.36V 3e5 0.87V 1.62V 2e3 5V 5V 2e3 5V 5VRECOVERY ( PROGRAMA DE EMERGÊNCIA ) Caso haja interrupção dos dois sensores de medição do corpo de borboletamotorizada ou no motor de corrente continua responsável em abrir a borboleta , aunidade de comando fará cortes das válvulas injetoras para controlar a rotação domotor e dessa forma o motorista conseguirá chegar até uma oficina reparadora.
  22. 22. 22 REGULAGEM BÁSICA Procedimento de identificação da posição da borboleta de aceleração.Esta opção permite ao módulo de controle identificar os valores de operação docorpo de borboleta e gravá-los na memória. O ajuste básico deve ser realizadosempre que o módulo ou corpo de borboleta forem substituído ou desligados porum período maior que 2 minutos.Procedimento para realizar a regulagem básica : Conecte o terminal elétrico do modulo de controle da marcha lenta (MCA) e o chicote da central de comando. Desligue o terminal positivo da bateria por 2 minutos (este procedimento é usado para apagar a memória de manutenção , pois não pode haver falhas registradas). Ligue a chave de ignição sem pisar na acelerador Espere por 15 segundos. Durante este período serão ouvidos ruídos provenientes da borboleta do acelerador. Dê partida no motor.O motor deve operar em regime estável, indicando o sucesso do procedimento deajuste básico.OBS.: O ajuste básico também pode ser feito com a ajuda de um SCANNER.ESPAÇO RESERVADO PARA OBSEVAÇÃO SOBRE O AJUSTE BÁSICO
  23. 23. 23 VÁLVULA DE INJEÇÃO DE COMBUSTÍVEL A válvula de injeção injeta o combustível finamente pulverizado no coletor deadmissão de cilindro. A válvula é constituída de uma bobina magnética, de uminduzido magnético e da agulha do pulverizador ,bem como filtro de combustívelinterno, da mola do parafuso e da conexão elétrica. Quando a bobina magnéticaestá desenergizada, a mola do parafuso pressiona a agulha do injetor fazendo-aentrar em seu assento vedado. Quando se conecta a ignição, a corrente passa pelabobina magnética, forma-se um campo magnético que age contra a força da mola.A agulha injetora se afasta do assento e libera a passagem para o combustível. Cortando o fluxo de corrente, o campo magnético é desfeito e por ação damola a válvula de agulha retorna a sua posição inicial vedando a passagem decombustível.
  24. 24. 24POSSÍVEIS DEFEITOS OCASIONADOS PELA VÁLVULA INJETORA Veículo não desenvolve Veículo demora para pegar após alguns minutos que desligou o motor Veículo falhando Veículo consumindo muito combustívelPROCEDIMENTO DE TESTE A válvula injetora tem que ter um uma resistência entre 12 a 18 Ω ( medir em temperatura ambiente).Se não atingir este valor substitua o eletroinjetor. Verificar se as válvulas injetoras não estão gotejando. Se estiver faça uma limpeza na válvula, se continuar gotejando tente fazer mais uma limpeza , continuando o gotejamento, substitua o eletroinjetor. Se o veículo estiver falhando um cilindro experimente inverter a válvula injetora por uma de outro cilindro, se começar a falhar o outro cilindro , faça uma limpeza na válvula injetora, persistindo a falha , substitua a válvula injetora.ESPAÇO PARA OBSERVAÇÕES SOBRE A VÁLVULA INJETORA
  25. 25. 25 BOMBA DE COMBUSTÍVEL A bomba de combustível do sistema de injeção eletrônica ME –7.3 H4 , é dotipo elétrica e está fixada no interior do tanque de combustível. A tensão detrabalho é de 12V que vem do relê da bomba. A função da bomba de combustível éenviar o combustível do tanque até o tubo distribuidor de combustível. A vazão dabomba de combustível é maior que 80 litros por hora, que além de atender aqualquer demanda , é capaz de manter uma recirculação constante para refrigeraçãoda bomba e componentes do sistema de alimentação. Ao ligar a chave de ignição a bomba funciona por 3 segundos , isso acontecepara que uma pequena perda de pressão na linha possa ser compensada. Aofuncionar o motor o sensor de rotação informa a central de comando que o motorestá girando , sendo assim a central aterra o relê da bomba , fazendo a mesmafuncionar. A bomba de combustível deste sistema tem uma válvula de retenção decombustível , cuja a função é fazer com que a pressão fique na linha após o motordesligado, tendo uma tolerância de 1 bar de perda de pressão após 20 minutos. Existe também interna a bomba de combustível uma válvula de pressãomáxima , cuja a finalidade é evitar que a pressão da linha de combustível nãoultrapasse os 6 bar de pressão, evitando assim , possíveis danos ao sistema. Paraque a bomba de combustível trabalhe com uma vazão de combustível de acordocom que o fabricante estipulou, a tensão da bateria tem que estar entre 10V a 16V.A vazão mínima da bomba de combustível é de 600ml em 30 segundos .OBS: O regulador de pressão é fixado no suporte da bomba de combustível.
  26. 26. 26POSSÍVEIS DEFEITOS OCASIONADOS PELA BOMBA DE COMBUSTÍVEL Motor não pega Motor difícil de pegar Motor falhando Falta de potência no motor Motor sem aceleraçãoVERIFICAÇÕES A SEREM FEITAS : Instalar o manômetro na linha de combustível e verificar se a pressão é 3.5 bar Medir a vazão da bomba de combustível após o filtro. Tem que dar 600 ml pelo menos em 30 segundos. Medir a tensão de alimentação no conector da bomba de combustível. Ao girar o motor tem que dar de 10V a 16V. Estancar a mangueira de retorno com o manômetro ligado . A pressão deve ser superior a 6.0 Bar.. Desligar o veículo e observar a pressão de linha. No visor do manômetro não pode ter uma pressão inferior a 1.0 BAR em 20 minutosESPAÇO PARA OBSERVAÇÕES SOBRE A BOMBA DE COMBUSTÍVEL
  27. 27. 27 RELE PRINCIPALFUNÇÃO : Este relê alimenta com 12V o sensor de velocidade, válvula do canister, módulo de comando , relê da bomba de combustível e sonda lamba. É um relê de 4 pinos como mostra a figura. + bateria 30 87 Saída 12V 85 86 aterrado pós ignição + pós ignição UCEPinos do relê auxiliar 30 -- É positivo direto da bateria 85 -- É positivo quando ligar a chave de ignição 86 -- É negativo através da UCE 87 -- É saída positiva quando ligar a chave de ignição.LOCALIZAÇÃO: Atrás da bateria. RELE DA BOMBA DE COMBUSTÍVEL
  28. 28. 28FUNÇÃO :Este relê alimenta com 12V a bomba de combustível e as válvulas injetoras. É um relê de 4 pinos como mostra a figura. 30 87 SAÍDA 12V + bateria 85 86 + pós ignição 62 mmodulo MÓDULOPinos do relê 30 -- É positivo direto da bateria 85 -- É positivo quando ligar a chave de ignição e relê principal acionado 86 -- É negativo quando girar o motor. 87 -- É saída positiva se os testes anteriores estiverem OK.POSSÍVEIS DEFEITOS OCOSIONADOS PELO RELÊ DA BOMBA DECOMBUSTÍVEL.  Veículo não pegaOBS : É importante ressaltar que este sistema possui interruptor inercial que emcaso de colisão o mesmo se desativa cortando o aterramento da bomba decombustível e fazendo com que a mesma pare de funcionar. Sua localização ficapróximo do pedal de embreagemRELE DO VENTILADOR DO RADIADOR 1° VELOCIDADE
  29. 29. 29FUNÇÃO : Este relê alimenta com 12V o ventilador do radiador 1° velocidade + bateria 30 87 Saída 12V 85 86 + pós ignição 14 UCERELE DO VENTILADOR DO RADIADOR 2° VELOCIDADEFUNÇÃO : Este relê alimenta com 12V o ventilador do radiador 2° velocidade + bateria 30 87 Saída 12V 85 86 + pós ignição 30 UCELOCALIZAÇÃO : Os dois estão localizados atrás da bateria VÁLVULA DO CANISTER
  30. 30. 30 É uma válvula do tipo solenóide normalmente fecha, controlada pelo módulode injeção. Quando está aberta, permite a passagem dos vapores do combustívelproveniente do tanque, para o coletor de admissão, sendo incorporados á misturaar/combustível. O módulo comanda esta válvula com um pulso de largura variávele de freqüência fixa, em determinados regimes do motor. Em marcha lenta aválvula permanecerá fechada.LOCALIZAÇÃO :.POSSÍVEIS DEFEITOS OCASIONADOS PELA VÁLVULA DO CANISTER: Consumo de combustívelVERIFIÇÕES A SEREM FEITAS: Para testar a alimentação da válvula CANP, desconecte o terminal elétrico da válvula, ligue a chave de ignição e meça a tensão entre os pinos 1 (+) do conector da válvula e o negativo da bateria. O valor encontrado é de 12V. Meça a resistência da válvula entre os pinos 1 e 2. O valor encontrado é de 20Ω a 30 Ω . BOBINA DE IGNIÇÃO ( DIS )
  31. 31. 31FUNCIONAMENTO: Este sistema utiliza uma ignição do tipo DIS (Direct Ignition Sistem ) que nãoutiliza distribuidor. O sistema utiliza duas bobinas que produzem centelhas duplas,isto é, cada bobina alimenta duas velas de ignição simultaneamente. ( 1 e 4 ; 2 e 3 ). O módulo de controle recebe os sinais do sensor de rotação/ref. da árvore demanivelas e controla o momento exato da centelha e o avanço da ignição. Este sistema utiliza um método que aproveita a ionização que ocorre nocilindro durante uma combustão. Este método baseia-se no princípio que a correnteelétrica (A) flui com maior facilidade entre os eletrodos da vela se a temperaturafor alta. Isto ocorre devido ao fato que os íons (pequenas partículas), sob altatemperatura, estão em movimento violento e podem por esta razão transportarmuito mais facilmente a corrente elétrica entre os eletrodos da vela.Consequentemente , circula uma corrente de baixa intensidade nos eletrodos davela do cilindro onde ocorreu uma combustão. Já no cilindro que se encontra notempo de compressão , a temperatura não esta tão alta, ao íons movimentam-sevagarosamente e é necessário uma corrente de grande intensidade para que hajauma faísca. Por esta razão, o sistema DIS alimenta duas velas simultaneamente sendo queuma delas receberá uma intensidade maior de corrente (tempo de compressão) e aoutra uma intensidade menor ( tempo de exaustão).Veja ilustração abaixo.
  32. 32. 32 TESTES DA BOBINA DE IGNIÇÃO ( DIS ) Para medir a alimentação do bobina DIS, ligue a chave de ignição e meça a tensão entre o pino 2 do conector da bobina e massa. O valor encontrado deve ser 12V. Para verificar se está chegando pulso para a bobina DIS, desligue o conector , encoste uma caneta de polaridade no pino 1 do conector da bobina . Ao fazer o motor girar o led verde oscila. Repita o procedimento encostando a caneta de teste no pino 3. O led também deve oscilar. Para medir a resistência do primário e secundário da bobina DIS, desligue o conector da bobina e também os cabos de alta tensão.Meça a resistência entre os pinos 1 e 2 da bobina (primário) .valor 0.4Ω a 0.7Ω.Meça a resistência entre os pinos 2 e 3 da bobina (primário) .valor 0.4 Ω a 0.7 Ω.Meça a resistência nos bocais 1 e 4 da bobina (secundário) .valor 11KΩ a 13KΩ.Meça a resistência nos bocais 2 e 3 da bobina (secundário) .valor 11K Ω a 13K Ω.

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