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  1. 1. TIC‟s e Educação No texto podemos ver que o autor aponta a exacerbação na alfabetização tradicional usando, porém, informações não muito próximas ao que vivemos hoje, sendo que as TICs estão mais presentes do que imaginamos. O número de pessoas com acesso a essa nova interação chega a pouco mais da metade da população, alcançando também a chamada “Classe C”. Porém, ao afirmar que o desafio está mais do lado educacional do que do tecnológico, ele retrata a verdade do século XXI. Por mais que a tecnologia e suas funcionalidades tomem espaço na vida de todo estudante, alguns professores a negam, assim como o autor diz: “a pedagogia continua empacada em propostas tradicionais instrucionistas, sem falar que resiste a tornar-se tecnologicamente correta”, e devido à falta de uso do próprio professor ou daquele que deveria auxiliar, os alunos acabam buscando por si só, ferramentas que complementem e o auxiliem, sendo que em alguns casos, o aluno acabe utilizando ferramentas não tão adequadas. Por esse motivo, assim como s alunos se interessam em buscar o novo, o professor também deveria buscar. Buscar não somente para “fazer bonito e diferente”, mas também para se adequar ao novo e ativar o interesse, para não ficar “mal passado” como diria a musica de Elis Regina “É você que ama o passado e que não vê, que o novo sempre vem”, concluindo com a frase retirada do texto base “a tecnologia não cessa de inovar-se frenética e mercantilmente, enquanto a pedagogia continua “dando aula”.” Infelizmente, em alguns casos, espera-se que as TICs realizem milagres para a educação, porém essa afirmação é um tanto quanto utópica, pois elas devem andar em conjunto, assim como o autor diz que a educação pode esperar diversas contribuições importantes por parte das TICs, esta também espera que esse “relacionamento” seja reciproco. Assim como toda ferramenta e tudo o que se faz hoje, deve-se ter a consciência do que se está fazendo, e se está se fazendo em beneficio próprio ou de outros, por esse motivo, o ponto de vista do autor é amplamente real a respeito das TICs e da Educação, afirmando que ela pode servir para muitos fins. Mas na construção dessa relação, deve-se respeitar a forma com que cada um acolhe a educação, assim como o autor ressalta que a mente humana é maiêutica, não podendo construir e reconstruir informações de forma arbitraria, “ Todo processo de aprendizagem requer a condição de sujeito participativo, envolvido, motivado, na posição ativa de desconstrução e reconstrução de conhecimento e informação, jamais passiva, consumista, submissa.” Porém, por mais que saibamos o conceito e a teoria, infelizmente a prática não tem sido muito bem aplicada. Concordo completamente com á critica que o autor produz acerca do que temos visto e vivido. O que tem realmente ocorrido é o fato de escolas sobrecarregarem as TICs (quando existem aqueles que a acolhem, porém a
  2. 2. usam de forma errada). Quando afirmo que as TICs têm sido usadas de forma errada, e em alguns momentos a sobrecarregando-as, e é isso que o autor afirma no segundo parágrafo. Em escolas, o uso acaba se tornando monótono, pois os mestres querem apenas usar aqueles programas que já dominam, e o seu uso acaba se tornando eventual. A informática vem tomando um espaço cada vez maior na vida de qualquer ser humano, porém essa chegada tem sio de certa forma, forçada. Pois até mesmo em instituições de ensino superior ou em escolar especializadas em informática tem muitas vezes deixado de lado a vontade do aluno de redescobrir-se através de programas. Tudo tem sido controlado, complementando com o autor que “não sendo curricular, sempre ficou de lado, à mercê da boa vontade de alguns, como se cidadania fosse “opcional”.” O exemplo mais clássico e claro que podemos encontrar é o da educação a distancia. Particularmente, assim como o autor, não concordo com a afirmação de que a educação a distancia tem mais destaque do que a presencial. Discordo em certos pontos com o autor a dizer que em vez de reinventar a pedagogia, tende a confirmar o instrucionismo, pois se fossemos ver e fazer uma comparação, isso já é um grande avanço. E através dessa forma de educação, o aluno tem mais autonomia para buscar informações, “fuçar” programas e é claro, desenvolver muitas vezes o seu próprio pensamento. Apesar de não haver um a interação real como ocorre em salas presenciais, esses alunos ditos a distancia podem interagir muito mais do que alunos „tradicionais‟. “Ausente está o adulto que imagina ser internet algo ausente!”. Mas é claro que não se deve deixar que a qualidade de ensino caia. Porém, por mais que a educação a distancia apresente tantos pontos positivos, não se deve ignorar o professor real e presente. Professor presente é algo insubstituível. “E em alguns momentos, a facilidade dessa educação via tecnologia tem nos feito pensar que ela pode ser aprendida em todo lugar e a qualquer hora, mas nenhum método de ensino deve ser tratado de forma arbitrária.” Para educadores, a expectativa básica é que as TICs aprimorem modos de estudar, pesquisar, elaborar, elevando consideravelmente as estratégias de construção de oportunidades e autoria. Por isso mesmo, faz pouco sentido simplesmente transportar o ambiente instrucionista vigente em educação para os mundos virtuais e vice-versa, porque, neste açodamento, aproveitamos de ambos que têm de pior. As oportunidades educacionais e formativas precisam ser acuradamente arquitetadas em consórcio entre expertos em tecnologia e em educação, numa empreitada recíproca. “Ambos os lados precisam aprender juntos.” O autor afirma que hoje tudo se desmancha rapidamente, e isso é uma verdade. A tecnologia está se „engolindo‟ no decorrer dos dias, o que foi fabricado ontem, já não é mais novidade amanhã. Sendo que, quando ela começou a aparecer, era um pouco delimitada e em certos momentos previsível. Porém, ao longo do tempo, o cenário mudou substancialmente, por mais que persistam promessas problemáticas, e com isso surgiram sites de
  3. 3. pesquisa semântica e que vem contribuindo e sendo um grande facilitador para a vida de qualquer ser humano. Sendo sua evolução não somente semântica, como também afirma o autor, citando a „Amazon.com que conseguem acompanhar e padronizar as preferências de compra de seus clientes, de certa maneira “lendo” o cliente. Mesmo assim, procede-se por padronização, não por saltos não lineares. “Nosso cérebro também possui este lado padronizador, amplamente aproveitado no método científico de cariz lógico-experimental. Ressaltamos nas dinâmicas o que nelas se repete, para levantarmos leis, regularidades, recorrências. Dominamos melhor o que sabemos ordenar”, apesar dessa informação ser verdadeira, a meu ver, o cérebro é um órgão que deve ser exercitado como qualquer o outro membro do corpo, agindo ele através de estimulo – resposta; ou seja, se exercitarmos nosso cérebro para fugir do padrão, com o tempo ele irá reagir. Apesar de estarmos acostumados a monotonia, aqueles que se aventuram em novos meios e métodos, como os blogs, porém esse uso deve ser feito com inteligência, assim como o autor diz que o dono do blog deve ter argumentos aceitáveis, pois muitas coisas que este irá postar podem receber criticas construtivas ou não. Ou seja, “Neste panorama, o que as TICs poderiam oferecer a processos de aprendizagem e formação, não são pontes propriamente semânticas e autopoiéticas, mas apoios substanciais de manejo da informação digitalizada.”. Deve-se atentar sempre aos benefícios que ela pode trazer não somente aos adultos, estudantes ou afins, mas também, aqueles que estão em processo de alfabetização. Essa nova tecnologia pode trazer uma facilidade e uma interatividade entre a criança e o ensino, podendo até fazer com que a criança tenha um desejo de conhecimento. Todo conhecimento didático, chama o aprendiz. „“Processos formativos e educativos teriam muito a ganhar com tais ofertas tecnológicas voltadas para a autoria.” Em que a criança também pode aprender através de jogos, o que é muito divertido. Com o bom uso da tecnologia, e com institutos de educação acompanhando seu crescimento, e sabendo fazer um bom uso do mesmo, pode-se chegar longe. Até porque, os estudantes tem sido receptivos a essas tecnologias, muitas vezes ficando mais tempo presas a elas, do que fazendo qualquer outra coisa (e isso é um ponto negativo, o lado ruim da tecnologia), e o autor resume tudo de forma clara ao dizer que “Ambientes online oferecem grandes oportunidades de aprendizagem e formação, não só porque é possível comunicar-se em tempo real, mas principalmente porque se estabelecem novos horizontes.” Toda nova e complementar forma de ensino é válida para aqueles que pretendem crescer e aprender acompanhando o desenvolvimento tecnológico. Porém, essa nova forma não deve ser simplesmente jogada, mas sim, ser demonstrada dando liberdade, e como uma reciprocidade entre mestre e aprendiz, sendo este, um atrativo para toda e qualquer idade, tendo esses, liberdade de pensamento, e de novas teses, em que essa liberdade de pensamento seria uma liberdade de buscar por si só informações, e formas de
  4. 4. estudo, para que não fiquemos presos àquilo que já é feito, mas devemos nos reinventar todos os dias, assim como a tecnologia. Obs.: Todos os trechos foram extraídos do texto TICs e Educação.

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