Conversas sobre convergencia_a

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Conversas sobre convergencia_a

  1. 1. CONVERSAS SOBRE CONVERGÊNCIA ANDRÉ BOMFIM | 2014
  2. 2. HENRI JENKINS
  3. 3. CONVERGÊNCIA - Fluxo de conteúdos através de múltiplas plataformas de mídia; - Cooperação ente múltiplos mercados midiáticos; - Comportamento migratório dos públicos dos meios de comunicação, que vão a qualquer parte em busca das experiências de entretenimento que desejam. Infotainment; protagonismo da recepção; sinergia; transmídia.
  4. 4. CULTURA PARTICIPATIVA “Em vez de falar sobre produtores e consumidores de mídia como ocupantes de papéis separados, podemos agora considerá-los como participantes interagindo de acordo com um novo conjunto de regras, que nenhum de nós entende por completo. Nem todos os participantes são iguais. Corporações ainda exercem maior poder do que qualquer consumidor individual, ou mesmo um conjunto de consumidores. E alguns consumidores têm mais habilidade para participar dessa cultura do que outros.”
  5. 5. INTELIGÊNCIA COLETIVA “Nenhum de nós pode saber de tudo; cada um de nós sabe alguma coisa; e podemos juntar as peças, se associarmos nossos recursos e unirmos nossas habilidades. A inteligência coletiva pode ser vista como uma fonte alternativa de poder midiático. Neste momento, estamos usando esse poder coletivo principalmente para fins recreativos, mas em breve estaremos aplicando essas habilidades a propósitos mais ‘sérios’.” Primavera árabe; Occupy; Manifestações no Brasil
  6. 6. NARRATIVAS TRANSMIDIÁTICAS “A narrativa transmídia é a arte da criação de um universo. Para viver uma experiência plena num universo ficcional, os consumidores devem assumir o papel de caçadores e coletores, perseguindo pedaços da história pelos diferentes canais, comparando suas observações com outros fãs, em grupos de discussão on-line, e colaborando para que todos que investiram tempo e energia tenham uma experiência de entretenimento mais rica.”
  7. 7. A nova mídia opera sob princípios diferentes daqueles que regiam a mídia de radiodifusão que dominou a política americana por tanto tempo: acesso, participação, reciprocidade e comunicação ponto a ponto, em vez de um para muitos. O mesmo vale para as campanhas presidenciais. Os candidatos podem formar sua base na internet, mas precisam da televisão para ganhar as eleições. É a diferença entre push media (media empurrada, em que as mensagens vão ao público quer este as procure ou não) e pull media (mídia puxada, que serve aos que têm interesse ativo em buscar informações sobre determinado assunto. A internet atinge os militantes; a televisão, os indecisos. Podemos fazer uma analogia entre a comunidade de fãs de Survivor indo até a locação para obter mais informações sobre o programa e a comunidade blogueira juntando dinheiro para enviar repórteres a Bagdá ou a convenções de partidos, em busca de informações que eles receiam estar sendo filtradas pela mídia comercial;

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