O processo de fabricação da ração

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O processo de fabricação da ração

  1. 1. vegetarianismo.com.brO processo de fabricação da raçãoDe Animal Protection InstituteO PROCESSO DE FABRICAÇÃO - COMO A RAÇÃO É FABRICADAEmbora os testes de alimentação com as rações não são mais obrigatórios paraa permissão para etiquetar o produto como "completo e balanceado", muitosfabricantes fazem testes de aceitação do sabor quando desenvolvem uma novaração. Um grupo de animais é alimentado com a ração nova enquanto um grupode "controle" é alimentado com a fórmula antiga. O volume total ingerido éusado como medida da aceitação do sabor da ração. As empresas maiores e demelhor reputação usam os testes de alimentação, que são considerados ummétodo de avaliação muito mais preciso do real valor nutritivo da ração.Essas empresas mantêm grandes colônias de cães e gatos para esse propósito.A ração seca é feita com uma máquina chamada expansor ou extrusor. Primeiro,as matérias primas são misturadas, algumas vezes são dosadas manualmente,outras vezes por um computador, de acordo com uma receita desenvolvida pelosnutricionistas animais. Essa mistura é colocada no expansor e é adicionadaágua quente ou vapor. A mistura fica sujeita ao vapor, à pressão e à altatemperatura e assim ela é extrudida, como uma pipoca, através de moldes quedefinem o formato do produto final. Depois disso, a ração é pulverizada comgordura, digestos e outros compostos para tornar o sabor mais aceitável.Embora o processo de cozimento pode matar as bactérias na ração, o produtofinal pode perder sua esterilidade durante os processos subsequentes desecagem, pulverização de gordura e empacotamento.Os ingredientes são similares para todas as rações secas, molhadas e meioúmidas embora as proporções de proteína, gordura e fibra variem. Em uma latade ração para gatos se diz conter 45 a 50% de subprodutos de carne bovina oude aves. A principal diferença entre os tipos de ração é a quantidade deágua. É impossível comparar diretamente a lista de ingredientes de tiposdiferentes de ração sem uma tabela de conversão matemática com "base namatéria prima seca".5 As rações molhadas ou enlatadas começa com osingredientes moídos sendo misturados com os aditivos. Se forem necessáriospedaços, um extrusor especial forma esses pedaços. Depois a mistura é cozidae enlatada. As latas seladas são posta em recipientes semelhantes às panelasde pressão e a esterilização comercial é feita. Alguns fabricantes cozinhama ração direto na lata.Há regras especiais de etiquetamento para rações de animais domésticos. Osprodutos da categoria "somente de carne" (all-meat) também são cobertos pelaregra dos 95% da AAFCO: "Quando um ingrediente ou combinação deingredientes derivados de animais, aves ou peixes constituir 95% ou mais dopeso total de todos os ingredientes da ração, o nome ou lista de nomes detais ingredientes podem fazer parte do nome comercial do produto; se mais deum ingrediente fizer parte do nome do produto, então todos essesingredientes devem ter o mesmo tamanho, estilo e cor. Para o cumprimentodessa regra, a água necessária para o processamento deve ser excluída docálculo da porcentagem dos ingredientes mencionados. Nesse caso, taisingredientes devem constituir pelo menos 70% do total do produto."6 Devidoàs dietas dessa categoria não serem nutritivamente balanceadas, elas sãoincomuns hoje em dia.Já o produto da categoria "refeição" (dinner) é definido pela regra dos 25%:"Quando um ingrediente ou combinação de ingredientes constituir pelo menos25% porém menos de 95% do peso total de todos os ingredientes de uma misturapara ração canina ou felina, o nome ou nomes de tais ingredientes pode fazerparte do nome do produto se cada um dos ingredientes constituir pelo menos3% do peso do produto excluindo a água usada para o processamento e somentese o nome do produto incluir também um termo descritivo primário comohttp://www.vegetarianismo.com.br/sitio Powered by Joomla! Gerado: 15 November, 2012, 15:37
  2. 2. vegetarianismo.com.brdinner, platter ou designação similar de modo que o nome do produtodescreva o conteúdo do produto de acordo com uma lei, costume ou usoestabelecido de modo que o nome do produto não seja enganador. Se os nomesde mais de um ingrediente forem listados, eles devem aparecer na ordem desua respectiva predominância no peso do produto. Todos esses nomes deingredientes e o termo descritivo primário devem estar impressos com o mesmotamanho, estilo e cor. Para o cumprimento dessa regra, a água necessáriapara o processamento deve ser excluída dos cálculos das porcentagens dosingredientes. Tais ingredientes citados devem constituir pelo menos 10% doproduto total."7O produto da categoria "sabor" (flavor) é formulado para ter um saborespecífico: "Nenhuma designação de sabor deve ser usada no rótulo a menosque o sabor seja detectado por um método de teste reconhecido, ou que apresença do sabor seja perceptível para o animal. Toda designação de saborem um rótulo deve se conformar com o nome de sua origem conforme na lista deingredientes, ou na lista de ingredientes deve constar a origem do sabor. Apalavra sabor deve estar impressa no mesmo tamanho e com igual grau deproeminência que os termos do ingrediente do qual o sabor deriva. Osdistribuidores de ração que usem tal designação ou alegação de sabor nosrótulos dos produtos distribuídos por eles devem, sob demanda, fornecer umaverificação do sabor alegado para o representante oficial do órgão decontrole."8 Em essência, a "regra do sabor" permite uma ração ser rotuladacomo "sabor carne" sem realmente conter carne nenhuma.O QUE ACONTECEU COM OS NUTRIENTES ?O Dr. RAndy L. Wysong é um veterinário que produz sua própria linha derações para animais de estimação. Ele, um antigo crítico das práticas dasindústrias de ração, diz que "o processamento é algo ainda desconhecidoquanto aos efeitos do valor nutritivo e esse aspecto é, em grante parte,ignorado. Aquecimento, congelamento, desidratação, enlatamento, extrusão,divisão em flocos, cozimento, etc ... são tão frequentes que simplesmente seconsidera como algo tão normal como o próprio alimento". O processamento dacarne e outros subprodutos usados nas rações podem diminuir bastante o valornutritivo, mas o cozimento aumenta a digestibilidade dos grãos dos cereais.Para tornar a ração nutritiva, os fabricantes devem "fortificá-la" comvitaminas e minerais. Porquê ? Porque os ingredientes que eles usam não sãoingegrais, sua qualidade é extremamente variável e as práticas abrasivas defabricação destroem vários dos nutrientes que o alimento continhainicialmente.CONTAMINANTESAs farinhas de carne e subprodutos processados ou fabricados comercialmenteestão frequentemente contaminados com bactérias porque sua origem não sãosempre animais saudáveis abatidos. Animais que morreram devido à doenças,ferimentos ou causas naturais são fontes de carne para a farinha de carne.Portanto, a carcaça está na maioria das vezes contaminada com bactérias comoa Salmonella e a Escherichia coli. A perigosa bactéria E. Coli contaminamais de 50% das farinhas de carne segundo estimativas. Mesmo que o processode cozimento mate bactérias, ele não elimina as endotoxinas que algumasbactérias produzem durante seu crescimento e são liberadas quando elasmorrem. Essas toxinas podem causar náuseas e doenças. Os fabricantes deração não testam seus produtos quanto à presença de endotoxinas.10MICOTOXINASEssas toxinas são criadas pelos fungos e mofos, como a vomitoxina noepisódio da Natures Recipe, e a aflatoxina na ração da Doane. Práticasimpróprias de agricultura, secagem e armazenamento das colheitas podemcausar o crescimento do mofo. Os ingredientes mais prováveis de estaremcontaminados com micotoxinas são os grãos tais como o trigo, o milho, ashttp://www.vegetarianismo.com.br/sitio Powered by Joomla! Gerado: 15 November, 2012, 15:37
  3. 3. vegetarianismo.com.brfarinhas de semente de algodão, farinhas de amendoim e de peixe.ROTULAGEMO Conselho Nacional de Pesquisa da Academia de Ciências (NRC) definiu ospadrões nutritivos para rações até 1974, quando a indústria de rações criouum grupo chamado de Associação dos Representantes Norte-Americanos doControle de Rações Animais (AAFCO). Naquela época a AAFCO decidiu adotar ospadrões da NRC em vez de desenvolver seus próprios padrões. Os padrões daNRC exigiam testes de alimentação para as rações que alegavam ser"completas" e "balanceadas". A indústria de rações achou que os testes dealimentação era restritivos e caros demais, então a AAFCO projetou um métodoalternativo para alegar a adequação nutritiva da ração. A AAFCO tambémformou "comitês de estudiosos" de nutrição canina e felina e desenvolveuseus próprios padrões no início da década de 90. Em vez de testes dealimentos, a análise química é que passou a determinar se uma ração seenquadra nos padrões.O problema da análise química é que ela não diz respeito ao sabor,digestibilidade e aproveitamento dos nutrientes das rações. Assim, ela não éconfiável para determinar se uma ração vai prover um animal com todos osnutrientes necessários.Para compensar as limitações da análise química, a AAFCO criou um "fator desegurança", que era exceder as quantidades mínimas de nutrientes necessáriospara atender os padrões de ração "completa e balanceada". O aproveitamento edisponibilidade dos nutrientes não são listados nos rótulos.O MITO DOS 100% - PROBLEMAS CAUSADOS PELA NUTRIÇÃO INADEQUADAA idéia de que uma ração provê toda a nutrição que um animal de estimaçãoprecisa durante toda a sua vida é um mito.Os grãos dos cereais são os ingredientes primários na maioria das raçõescomerciais. Muitas pessoas escolhem uma ração e alimentam seus cães e gatosdurante um longo tempo. Portanto, cães e gatos comem uma dietaprincipalmente de carbohidratos com pouca variedade. Hoje em dia, as dietasde cães e gatos estão muito distantes das dietas principalmente de proteínacom muita variedade que seus ancestrais comiam. Os problemas associados comas rações comerciais estão sendo vistos todos os dias em clínicasveterinárias. Problemas digestivos crônicos como vômitos frequentes,diarréia, doença inflamatória nos intestinos estão entre os males maiscomuns sendo tratados.A alergia ou hipersensibilidade aos alimentos é um problema comum que édemonstrado pela diarréia. Alergia aos alimentos se tornou um problema docotidiano. O mercado das dietas dos "antígenos limitados" ou "proteínasoriginais" é um negócio multimilionário. Essas dietas foram formuladas paraatender a crescente intolerância às rações comerciais que os animais vêmdesenvolvendo.As rações comerciais secas estão frequentemente contaminadas com bactérias,que podem ou não causar problemas. O armazenamento impróprio e algumaspráticas de alimentação podem resultar na multiplicação dessas bactérias. Emesmo assim essas práticas são sugeridas no verso dos pacotes de algumasrações para cãezinhos e gatinhos.As fórmulas de ração e a prática de alimentação que os fabricantesrecomendam têm feito aumentar outros problemas digestivos. Servir apenas umarefeição por dia pode causar a irritação do esôfago devido ao ácidoestomacal. Servir duas refeições por dia é melhor.A doença no trato urinário está diretamente relacionada com a dieta em amboscães e gatos. Tampões, cristais e pedras na bexiga dos gatos são muitasvezes ocasionados ou agravados pelas fórmulas de ração comerciais. Um tipohttp://www.vegetarianismo.com.br/sitio Powered by Joomla! Gerado: 15 November, 2012, 15:37
  4. 4. vegetarianismo.com.brde pedra encontrada em gatos é mais rara atualmente, mas um outro tipo setornou mais comum. A manipulação das fórmulas processadas de ração felinapara afetar a acidez na urina e a quantidade de alguns minerais tem afetadodiretamente essas doenças. Os cães também formam pedras como resultado desuas dietas.O histórico tem demonstrado que os produtos comerciais para animais deestimação podem causar doenças. Uma doença do coração que é fatal na maioriadas vezes tem sido demonstrada como resultado de uma deficiência doaminoácido chamado Taurina. A cegueira é outro sintoma de deficiência deTaurina. Essa deficiência ocorria porque havia quantidades inadequadas deTaurina nas fórmulas de ração felina. Agora essas rações estão sendosuplementadas com Taurina. Novas pesquisas sugerem que o suplemento deTaurina pode ser benéfico para cães, mas no entanto, nenhum fabricante estáacrescentando Taurina extra em suas rações caninas.O crescimento rápido em cãezinhos de raça tem sido demonstrado como causadorde doenças nas juntas e nos ossos. O excesso de calorias em fórmulas deração para bebês caninos promovem o crescimento acelerado. Agora há fórmulasespeciais para cãezinhos das raças de porte maior. Mas essa mudança recentenão ajuda os incontáveis cães que já viveram e morreram com doenças nosquartos traseiros e dianteiros.Também há evidências de que o hipertireoidismo em gatos resulta de dietas àbase de ração comercial.11 Essa é uma nova doença que surgiu pela primeiravez nos anos 70, quando os produtos enlatados foram lançados no mercado. Acausa e efeito exatos ainda não foram descobertos. Essa é uma doença séria eterminal e o tratamento é caro.Muitos problemas nutritivos apareceram com a popularidade das raçõescomerciais baseadas em cereais. Alguns problemas ocorreram porque a dietaera incompleta. Embora vários ingredientes estejam sendo suplementados, nósnão sabemos que ingredientes as pesquisas futuras revelarão ter sidonecessárias esse tempo todo.Outros problemas podem ser resultantes de reações aos aditivos. Ainda outrossão o resultado de contaminação por bactéria, mofo, drogas e outras toxinas.Em algumas doenças, o papel das rações comerciais é compreendido; emoutras, não.O moral da história é que as dietas compostas principalmente de cereais debaixa qualidade e farinhas de carne processada não são tão nutritivas ouseguras para os nossos gatos e cães quanto nós esperávamos que fosse.----------------------------------------------------------------------O QUÊ NÓS CONSUMIDORES PODEMOS FAZER ?Escrever ou ligar para as companhias de rações para animais domésticos e oPet Food Institute e expressar nossa preocupação sobre as rações comerciais.Exigir que essas companhias melhores a qualidade dos ingredientes em seusprodutos.Ligar para o API com informações sobre a indústria de rações, sobre osfabricantes ou seus produtos específicos.Tirar uma cópia desse relatório para dar ao seu veterinário para divulgaressas informações sobre as rações comerciais.Tirar uma cópia desse relatório para a sua família e seus amigos que tenhamanimais de estimação para alertá-los dos perigos das rações comerciais.Parar de comprar rações comerciais. Se isso for impossível, reduzir aquantidade e suplementar com alimentos frescos.http://www.vegetarianismo.com.br/sitio Powered by Joomla! Gerado: 15 November, 2012, 15:37
  5. 5. vegetarianismo.com.brComprar um dos livros disponíveis sobre nutrição dos animais domésticos efazer sua própria ração. Certificar-se de que um veterinário ounutricionista avalie as receitas para saber se estão balanceadas ecompletas. Dê uma olhada nas nossas dietas caseiras.Tenha em mente que o API não é um hospital, clínica ou serviço veterinário.O API não oferece nenhum conselho médico. Se você tem dúvidas sobre a saúdedo seu animal de estimação ou suas necessidades nutritivas, consulte seuveterinário.----------------------------------------------------------------------PARA SABER MAIS SOBRE A NUTRIÇÃO ANIMAL:O API recomenda os seguintes livros, vários dos quais incluem receitascaseiras:Dr. Pitcairns Complete Guide to Natural Health for Dogs & Cats. Richard H.Pitcairn, D.V.M., Ph.D. &Susan Hubble Pitcairn. Rodale Press, Inc., ISBN 0-87596-243-2.Vegetarian Cats & Dogs. James A. Pedan. Harbingers of a New Age, ISBN0-941319-02-4.The Consumers Guide to Dog Food. Liz Palika. Howell Book House, ISBN0-87605-467-X.Reigning Cats and Dogs. Pat McKay. Oscar Publications, ISBN 0-9632394-1-4.The Healthy Cat and Dog Cookbook. Joan Harper. Pet Press, ISBN0-525-47586-9.Food Pets Die for: Shocking Facts about Pet Food. Ann N. Martin. NewSagePress, ISBN 0-939165-31-7.Cat Care Naturally. Celeste Yarnall. Charles E. Tuttle Co. Inc., ISBN0-8048-3025-8.Its for the Animals! Natural Care & Resources. Helen L. McKinnon. C.S.A.Inc. Available from Its forthe Animals!; P.O. Box 1913; Fairview, NC 28730; toll-free 1-888-339-IFTA(4382); http://members.aol.com/IFTA2.Os livros listados acima não são os únicos e a exclusão de um determinadolivro não significa que ele não seja útil para entender mais sobre anutrição animal.Atenção: o API não vende livros e não pode enviar livros para você. Contateseu revendedor ou uma loja na Internet que possa fornecer esses livrosbaseado no número ISBN relacionado para cada livro da lista.----------------------------------------------------------------------O QUÊ O API ESTÁ FAZENDO A RESPEITO DESSE PROBLEMA ?O API está intermediando o Comitê de Definição de Ingredientes e o Comitê deRações da AAFCO.Comparecendo às reuniões da AAFCO, esperamos poder saber mais sobre aindústria e caminhos potenciais de mudança.Um representante do API comparece a outros encontros da indústria de raçõeshttp://www.vegetarianismo.com.br/sitio Powered by Joomla! Gerado: 15 November, 2012, 15:37
  6. 6. vegetarianismo.com.brpara dar voz às nossas preocupações de consumidor sobre as rações.O API está envolvido na pressão pela regulamentação federal das rações e odesenvolvimento de padrões mais rigorosos de qualidade dos ingredientesusados.Vamos continuar a dar informações ao público sobre a indústria de rações eos produtos que ela promove.Para a apresentação do problema aos veterinários, o API está preparando umdocumento detalhando cientificamente os numerosos problemas associados àsrações comerciais para animais domésticos.----------------------------------------------------------------------PARA QUEM ESCREVER AS REINVINDICAÇÕES:AAFCO Pet Food Committee (Comitê de Rações para Animais Domésticos do AAFCO)Dr. Rodney Noel -- Chair (Chefe)Office of Indiana State ChemistPurdue University1154 Biochemistry BuildingWest Lafayette, IN 47907-1154www.aafco.orgFDA -- Center for Veterinary Medicine (Centro de Medicina Veterinária doFDA)Sharon Benz7500 Standish PlaceRockville, MD 20855(301) 594-1728www.cvm.fda.gov/Pet Food Institute (Instituto de Ração para Animais Domésticos)2025 M Street, NW, Suite 800Washington, DC 20036(202) 367-1120FAX (202) 367-2120----------------------------------------------------------------------REFERÊNCIAS:Association of American Feed Control Officials Incorporated. OfficialPublication 1999. Atlanta:AAFCO, 1999 (Associação dos Representantes Norte-Americanos do Controle deRações Animais. Publicação Oficial 1999)Barfield, Carol. FDA Petition, Docket Number 93P0081/CP1, accepted February25, 1993. (Petição ao FDA)Becker, Ross. "Is your dogs food safe?" Good Dog!, November/December 1995,7. (Revista "Cãozinho Bom!", reportagem "O alimento do seu cão é seguro ?")Cargill, James, MA, MBA, MS, and Susan Thorpe-Vargas, MS. "Feed that dog!Part VI." DOGworld, December 1993, 36. (Revista "MundoCão", reportagem"Alimente esse cachorro! parte 4")Case, Linda P., M.S., Daniel P. Carey, D.V.M., and Diane A. Hirakawa, Ph.D.Canine and Feline Nutrition: A Resource for Companion Animal Professionals.St. Louis: Mosby, 1995. (Livro "NutriçãoCanina e Felina: uma fonte de informações para Profissionais ligados aosanimais de estimação")http://www.vegetarianismo.com.br/sitio Powered by Joomla! Gerado: 15 November, 2012, 15:37
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