Evolução	  das	  Mídias	  
VÍDEO	  
 •	  	  Melhorias	  das	  imagens,	  sons	  ,possibilidade	  de	  interação	  	  	   •	   Inclusão	   digital	   dos	   su...
É	   possível	   minimizar	   o	   impacto	   da	   TV	  Digital	   Intera<va	   para	   um	   público	   da	  terceira	  ...
Propor	   requisitos	   para	   a	   formulação	   de	   padrões	   de	  usabilidade	  para	  a	  TV	  Digital	  direciona...
Obje4vos	  específicos	  	  •	  Compreender	  quais	  aspectos	  norteiam	  um	  Sistema	  Digital	   de	   Televisão	   Te...
Referencial	  Teórico	  
•	  	  Intervenção	  Ergonomizadora	  de	  Moraes	  e	  MontAlvão	  	  •	   Detalha	   minuciosamente	   os	   processos	 ...
Objeto	  de	  Estudo	  
Sujeitos	  da	  Pesquisa	  
 •	  	  Afim	  de	  demarcar	  um	  grupo	  específico	  de	  usuário	  u<lizou-­‐se	  Santaella.	  	  •	  	  Novatos:	  	  ...
•	   A	   intenção	   é	   pré-­‐definir	   problemas	   referentes	   ao	   sistema	   (quadro	   de	  sugestões	  de	  me...
•	   Quase	   oito	   minutos	   para	   acessar	   a	  intera<vidade	  	  •	  Inconsistência	  de	  posicionamento	  	  •...
•	  Tarefa	  de	  dificuldade	  baixa	  	  •	  Verificar	  signo	  	  	  •	  Tarefa	  variou	  entre	  três	  e	  cinco	  mi...
•	  Tarefa	  de	  dificuldade	  intermediária	  	  •	  Verificar	  posição	  do	  <me	  	  •	  Tarefa	  variou	  	  de	  doi...
Apreciação	  Ergonômica	  |	  Guia	  Climatempo	  
•	  As	  tarefas	  sequenciais	  dispenderam	  de	  8	  a	  14	  minutos	  	  •	  Muitos	  ques<onamentos	  	  •	  Não	  a...
Apreciação	  Ergonômica	  |	  Problema4zação	  
Apreciação	  Ergonômica	  |	  Priorização	  dos	  problemas	  (GUT)	  	  
Apreciação	  Ergonômica	  |	  Sugestões	  preliminares	  	  
Diagnose	  Ergonômica	  	  	  •	  Aprofundamento	  dos	  problemas	  antevistos	  na	  Apreciação	  Ergonômica	  •	  Os	  ...
Diagnose	  Ergonômica	  |	  Discriminação	  das	  tarefas	  	  
Diagnose	  Ergonômica	  |	  Registros	  comportamentais	  	  •	  Registro	  diacrônico	  seqüencial	  de	  eventos	  por	 ...
Acessar	  outros	  componentes	  do Compreende	  desde	  o	  acesso	  de	  outros	  componentes	  do	  portal	  diferentes...
Compreende	  a	  ação	  de	  visualizar	  e	  entender	  os	  elementos	  da	  interface,	  sem	  interagir	  com	  o	  co...
Diagnose	  Ergonômica	  |	  Algumas	  tabulações	  	  	  	   Acessos	   Navegação	  controle	  remoto	   Visualização	   E...
Diagnose	  Ergonômica	  |	  Algumas	  tabulações	  	  A4vidade:	  Acesso	  aos	  componentes	  do	  Guia	  Climatempo	  	 ...
Diagnose	  Ergonômica	  |	  Perfil	  e	  Voz	  do	  Operador	  	  Concordância	  Você	  concorda	  com	  isso?	  Importânci...
Diagnose	  Ergonômica	  |	  Perfil	  e	  Voz	  do	  Operador	  	  
Diagnose	  Ergonômica	  |	  Perfil	  e	  Voz	  do	  Operador	  	  
Diagnose	  Ergonômica	  |	  Perfil	  e	  Voz	  do	  Operador	  	  
Diagnose	  Ergonômica	  |	  Diagnós4co	  Ergonômico	  	  Falta	  de	  homogeneidade	  entre	  os	  elementos	  da	  interf...
Diagnose	  Ergonômica	  |	  Diagnós4co	  Ergonômico	  	  Falta	  de	  delimitação	  em	  algumas	  áreas	  do	  aplica4vo	...
Diagnose	  Ergonômica	  |	  Diagnós4co	  Ergonômico	  	  Guias	  de	  interação	  do	  aplica4vo	  não	  hierarquizados	  ...
Diagnose	  Ergonômica	  |	  Diagnós4co	  Ergonômico	  	  Deficiência	  de	  mecanismos	  de	  ajuda	  (tutoriais)	  Evidenc...
Diagnose	  Ergonômica	  |	  Diagnós4co	  Ergonômico	  	  Inexistência	  de	  mecanismos	  flexíveis	  às	  deficiências	  do...
Requisitos	  de	  Usabilidade	  propostos	  	  Quanto	  à	  quan4dade	  de	  elementos	  na	  Interface	  (Densidade	  inf...
Requisitos	  de	  Usabilidade	  propostos	  	  Quanto	  à	  disposição	  dos	  elementos	  em	  tela	  na	  Interface	  •	...
Requisitos	  de	  Usabilidade	  propostos	  	  Quanto	  à	  legibilidade	  •	  A	  condição	  de	  visão	  dos	  idosos	  ...
Requisitos	  de	  Usabilidade	  propostos	  	  Quanto	  aos	  mecanismos	  de	  ajuda	  ao	  usuário	  idoso	  •	  Os	  us...
Requisitos	  de	  Usabilidade	  propostos	  	  Quanto	  à	  visibilidade	  do	  Status	  do	  Sistema	  •	   Inexistência	...
Requisitos	  de	  Usabilidade	  propostos	  	  Quanto	  ao	  feedback	  do	  Sistema	  •Recomenda-­‐seque	   sejam	   anex...
Requisitos	  de	  Usabilidade	  propostos	  	  Quanto	  à	  Homogeneidade	  •Para	   que	   a	   interface	   seja	   coer...
Requisitos	  de	  Usabilidade	  propostos	  	  •	   A	   aplicação	   de	   interfaces	   adaptáveis	   ao	  usuário.	  •	...
Conclusões	  	  • Importância	   da	   Metodologia	   adotada,	   na	   observância	   e	   registro	   e	  problemas	  do...
Requisitos para formulação de padrões de usabilidade para a tv digital interativa direcionada ao público da melhor idade n...
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Requisitos para formulação de padrões de usabilidade para a tv digital interativa direcionada ao público da melhor idade no Brasil

  1. 1. Evolução  das  Mídias  
  2. 2. VÍDEO  
  3. 3.  •    Melhorias  das  imagens,  sons  ,possibilidade  de  interação       •   Inclusão   digital   dos   sujeitos   sociais,incluindo   idosos   de  hoje      •  Consideração  das  caracterís<cas  deste  público      •  Diferentes  nichos  de  idosos        •  Formulação  de  padrões  de  usabilidade      •  Relevância  para  o  sucesso  dessa  tecnologia  Jus4fica4va  
  4. 4. É   possível   minimizar   o   impacto   da   TV  Digital   Intera<va   para   um   público   da  terceira   idade,   com   caracterís<cas   tão  par<culares  e  heterogêneas,  a  par<r  da  formulação  de  requisitos  de  usabilidade  direcionados   ao   desenvolvimento   de  uma  interface?  Problema4zação  
  5. 5. Propor   requisitos   para   a   formulação   de   padrões   de  usabilidade  para  a  TV  Digital  direcionado  ao  público  da  melhor  idade  no  Brasil.  Obje4vo  Geral  
  6. 6. Obje4vos  específicos    •  Compreender  quais  aspectos  norteiam  um  Sistema  Digital   de   Televisão   Terrestre   enfa<zando,   sobretudo,  os  aspectos  da  intera<vidade.         •   Iden4ficar   quais   padrões   de   usabilidade   universal  podem  ser  aplicáveis  à  TV  Digital,  no  desenvolvimento  de   requisitos   interfaciais   para   o   público   da   melhor  idade  no  Brasil.         •   Pesquisar   as   variáveis   fisiológicas,   cogni<vas   e  psicológicas  caracterís<cas  da  terceira  idade  brasileira  para   que   estão   relacionadas   aos   aspectos   da  Usabilidade  de  Interfaces.  
  7. 7. Referencial  Teórico  
  8. 8. •    Intervenção  Ergonomizadora  de  Moraes  e  MontAlvão    •   Detalha   minuciosamente   os   processos   do   Sistema   Homem-­‐Tarefa-­‐Máquina    •  Mapeamento  dos  Problemas  Ergonômicos  do  sistema  intera<vo    •  Etapas  de  Apreciação  e  Diagnose  Ergonômica    •  Testes  e  Validação  podem  ser  relizadas  em  um  estudo  posterior    Metodologia  
  9. 9. Objeto  de  Estudo  
  10. 10. Sujeitos  da  Pesquisa  
  11. 11.  •    Afim  de  demarcar  um  grupo  específico  de  usuário  u<lizou-­‐se  Santaella.    •    Novatos:    Sem  in<midade  com  a  rede,  para  o  qual  tudo  é  novidade  •    Leigos  :  Entra  na  rede,  já  memoriza  algumas  rotas  específicas  •    Expertos  :  Conhece  os  segredos  de  cada  sinal  que  aparece  em  tela      •  Para  segregação    dos  idosos  aplicou-­‐se  entrevista  semi-­‐estruturada       •   Questões   referentes   à   idade,aspectos   fisiológicos,   relação   com   novas  tecnologias      •  Para  esta  pesquisa  foram  selecionados  05  usuários  leigos      •  Conhecimentos  intermediários  podem  ser  contribuir  tanto  para  novatos  quanto  expertos  Sujeitos  da  Pesquisa  
  12. 12. •   A   intenção   é   pré-­‐definir   problemas   referentes   ao   sistema   (quadro   de  sugestões  de  melhoria)      •  Três  idosos  leigos  foram  observados  nesta  etapa    •   Os   comportamentos   e   comentários   foram   observados   filmados  (problema<zação  ilustrada).    •   Modelos   Sistêmicos:   Caracterização   e   Posição   Serial   do   Sistema,  Fluxograma  de  Ação  Decisão,Expansão  do  Sistema,Ordenação  Hierárquica  Modelagem  Comunicacional  do  Sistema.    •   As   Tarefas   consis<am   em   a<ngir   obje<vos   através   da   navegação   nos  Guias  Esotérico,Futebol  e  Climatempo.    Apreciação  Ergonômica  
  13. 13. •   Quase   oito   minutos   para   acessar   a  intera<vidade    •  Inconsistência  de  posicionamento    •  Feedback  desinteressante    •  Usuário  aborrecido    •  Muitos  ques<onamentos    •   Constante   alternância   entre   controle  remoto  e  interface    Apreciação  Ergonômica  |  Portal  Intera4vo  
  14. 14. •  Tarefa  de  dificuldade  baixa    •  Verificar  signo      •  Tarefa  variou  entre  três  e  cinco  minutos    •  Elementos  reduzidos  e  ilustra<vos    •  Posicionamento  desinteressante    •  Idosos  não  voltaram  uma  tela  anterior    •   Preferiam   voltar   para   o   início   da  interação    •  Maior  demanda  de  tempo  Apreciação  Ergonômica  |  Guia  Esotérico  
  15. 15. •  Tarefa  de  dificuldade  intermediária    •  Verificar  posição  do  <me    •  Tarefa  variou    de  dois  a  quatro  minutos    •  Área  instrucional  não  observada    •  Rótulos  inconsistentes      •  Idosos  não  voltaram  uma  tela  anterior    •  Demora  excessiva  de  recarregamento  Apreciação  Ergonômica  |  Guia  Futebol  
  16. 16. Apreciação  Ergonômica  |  Guia  Climatempo  
  17. 17. •  As  tarefas  sequenciais  dispenderam  de  8  a  14  minutos    •  Muitos  ques<onamentos    •  Não  atentaram  para  o  botão  voltar  da  interface    •  Vários  carregamentos  do  Sistema    •  Pouca  segregação  entre  as  áreas  intera<vas  da  interface    •  Elementos  de  navegação  pouco  percepjveis    •  Rótulos  inconsistentes      •  Mecanismos  de  ajuda  irrelevantes  Apreciação  Ergonômica  |  Guia  Climatempo  
  18. 18. Apreciação  Ergonômica  |  Problema4zação  
  19. 19. Apreciação  Ergonômica  |  Priorização  dos  problemas  (GUT)    
  20. 20. Apreciação  Ergonômica  |  Sugestões  preliminares    
  21. 21. Diagnose  Ergonômica      •  Aprofundamento  dos  problemas  antevistos  na  Apreciação  Ergonômica  •  Os  problemas  foram  esmiuçados  em  três  sub-­‐etapas  da  Diagnose  •   Análise   Comportamental   da   Tarefa,   Perfil   e   Voz   dos   Operadores   e   o  Diagnós<co  Ergonômico.  •  A  Análise  Comportamental  da  tarefa  é  um  estudo  pormenorizado  das  a<vidades   realizadas   em   situação   real   de   trabalho,abrangeu   o   modelo  sistêmico  e  a  discriminação  das  tarefas.    •  Essas  discriminações  foram  realizadas  para  todas  as  tarefas  propostas  na  Apreciação  Ergonômica.    
  22. 22. Diagnose  Ergonômica  |  Discriminação  das  tarefas    
  23. 23. Diagnose  Ergonômica  |  Registros  comportamentais    •  Registro  diacrônico  seqüencial  de  eventos  por  amostragem  de  tempo  •   Freqüência   absoluta   ou   rela<va   de   cada   a<vidade,   além   do   tempo  gasto   em   cada   uma,   a   seqüência   na   qual   o   idoso   executou   as   várias  a<vidades  es<puladas  e  finalmente  a  porcentagem  do  tempo  total  em  cada  uma  das  delas  •  Englobam  o  processo  de  seleção  do  componente  “intera<vidade”  do  portal  NET/VIVAX.  •  Guia  do  Climatempo,  a<vidade  mais  robusta  que  abrange  os  problemas  informacionais,   interacionais   e   instrumentais   verificados   nos   Guia  Esotérico  e  Futebol.    •   Para  facilitar  os  registros  foram  u<lizados  protocolos    
  24. 24. Acessar  outros  componentes  do Compreende  desde  o  acesso  de  outros  componentes  do  portal  diferentes  da"  interatividade"  até  o  portal retorno  para  a  tela  inicial  do  Sistema,incluido  carregamentos  de  tela10.12 13.15 16.18 19.21 22.24 25.27MIN 0.  3 4.6 7.9 46.48 49.51 52.54 55.57 58.6028.30 31.33 34.36 37.39 40.42 43.4521345Técnica:  Registro  diacrônico  sequêncial  de  eventos  por  amostragem  de  tempoTarefa:  Acesso  ao  componente  interatividade  do  portal  interativo  NET/VIVAX6Acessar  componente  interatividadeNavegar  entre  componentesVisualizar    controle  remotoVisualizar  interfaceNome  do  avaliado:Tempo  de  avaliação:  06  minutosatividade legenda duração  da  atividadeACPQATABPCompreende  desde  o  acesso  do  componente  interatividade  até  o  carregamento  do  SistemaCompreende  a  procura  pelo  componente  interatividade  pelos  direcionais  do  controle  remoto,  ate  o  uso  do  OKComprende  a  alternacia  do  usuário  entre  a  TV  e  o  controle  até  qualquer  ação  com  o  controleCompreende  a  ação  de  visualizar  e  entender  os  elementos  da  interface,  sem  interagir  com  o  controleACINCOVCRVITAcessosNavegação  c.  remotoVisualizaçãoEstado  despropositadoCompreende  questionar  algum  sobre  as  ações  ate  tentar  realizar  a  atividade  sozinho(a)Consiste  em  sair  do  portal  por  acidente  e  a  voltar  para  o  mesmoQuestionar  sobre  atividadeAbandonar  portal
  25. 25. Compreende  a  ação  de  visualizar  e  entender  os  elementos  da  interface,  sem  interagir  com  o  controleCompreende  a  escolha  do  guia  climatempo  pelos  direcionais  do  controle,  passa  pelo  recarregamento  EGCAcessar  o  Guia  Climatempo e  finda  com  a  visualiazação  da  interface  principal  do  Guia  ClimatempoVer  clima  na  cidade  de  manausRetroceder  uma  tela  (botão  voltar)VCMRETdesde  o  acesso  ao  subguia  brasil,passando  pela  seleção  da  região  norte  e  findando  com  visualização  do  climadesde  pressionar  o  botão  voltar  até  o  carregamento  da  tela  anteriorVisualizar  interface VIT56Abandonar  Guia  climatempo AGT Consiste  em  sair  do  portal  por  acidente  e  a  voltar  para  o  mesmoVer  visibilidade  no  Aeroporto VVA desde  o  asesso  ao  subguia  aeroportos,  passando  pela  procura  do  E.  Gomes  e  finda  com  a  visualização  do  climaVer  situação  da  maré  em  fortaleza VMF desde  o  acesso  ao  subguia  praia,  passando  pela  pocura  da  praiado  futuro,findando  com  a  visualização  do  clima  Sair  do  Guia  Climatempo SCG deste  pressionar  o  botão  sair  /  portal  do  controle,  passando  pelo  carregamento  do  sistema  e  findando  com  o  p.interativoVer  clima  em  Hong  Kong VCH desde  o  acesso  ao  subguia  mundo,  passando  pela  seleção  de  continentes  e  findando  com  a  visualização  do  climaNavegar  entre  componentes NCO Compreende  a  procura  pelo  componente  interatividade  pelos  direcionais  do  controle  remoto,  ate  o  uso  do  OKVisualizar  controle  remoto VCR Comprende  a  alternancia  do  usuário  entre  a  TV  e  o  controle  até  qualquer  ação  com  o  controleQuestionar  sobre  a  atividade QAT Compreende  questionar  algum  sobre  as  ações  ate  tentar  realizar  a  atividade  sozinho(a)atividade legenda duração  da  atividade8743240.42 43.45 46.4813.15 16.18 19.21 22.24 25.27 28.30Técnica:  Registro  diacrônico  sequêncial  de  eventos  por  amostragem  de  tempoTarefa:  Acesso  aos  serviços  do  Guia  Climatempo  (clima  em  Manaus,  Hong  Kong,  visibilidade  em  aeroporto  e  situação  da  maré)Nome  do  avaliado:Tempo  de  avaliação:  08  minutosMIN 0.  3 4.6 7.9 10.12 49.51 52.54 55.57 58.60131.33 34.36 37.39AcessosNavegação  c.  remotoVisualizaçãoEstado  despropositadoSaida  do  Sistema
  26. 26. Diagnose  Ergonômica  |  Algumas  tabulações         Acessos   Navegação  controle  remoto   Visualização   Estado  Despropositado  Idoso  01   12s   9s   36s   57s  Idoso  02   36s   21s   72s   30s  Idoso  03   15s   21s   60s   51s  Idoso  04   27s   15s   69s   100s  Idoso  05   12s   9s   39s   21s  TOTAL  EM  SEGUNDOS   102s   75s   276s   259s  A4vidade:  Acesso  ao  componente  intera<vidade  do  Portal  intera<vo  NET/VIVAX  
  27. 27. Diagnose  Ergonômica  |  Algumas  tabulações    A4vidade:  Acesso  aos  componentes  do  Guia  Climatempo       Acessos   Navegação  controle  remoto   Visualização   Estado  despropositado   Saídas  do  Sistema  Idoso  01   12   24   168   33   36  Idoso  02   48   36   228   49   60  Idoso  03   42   33   219   51   48  Idoso  04   60   51   225   78   60  Idoso  05   42   36   174   36   48  TOTAL     204   180   1014   247   252  
  28. 28. Diagnose  Ergonômica  |  Perfil  e  Voz  do  Operador    Concordância  Você  concorda  com  isso?  Importância  Qual  a  importância  você  dá  a  isso?  Critério  Ergonômico  As  instruções  da  NET/VIVAX  me  orientam  Sim   Não  Muita  Presteza/Condução  Pouca  Indiferente  A  cada  ação  feita,  tem  certeza  de  que  esta  chegando  ao  seu  obje<vo?  o  sistema  dá  algum  <po  de  retorno?  Sim   Não  Muita  Feedback  Pouca  Indiferente  As  informações  dos  Guias  da  TV  estão  bagunçados  em  tela?  Sim   Não   Muita   Agrupamentos  
  29. 29. Diagnose  Ergonômica  |  Perfil  e  Voz  do  Operador    
  30. 30. Diagnose  Ergonômica  |  Perfil  e  Voz  do  Operador    
  31. 31. Diagnose  Ergonômica  |  Perfil  e  Voz  do  Operador    
  32. 32. Diagnose  Ergonômica  |  Diagnós4co  Ergonômico    Falta  de  homogeneidade  entre  os  elementos  da  interface.  No  sub  guia  Climatempo  os  botões  “sair”  e  “  voltar”  não  possuíam  consistência,  seu   posicionamento   variava   entre   as   telas   do   aplica<vo,   alguns   idosos  reclamaram  desse  posicionamento.    A   reclamação   é   natural,   pois,   muito   do   processo   de   aprendizado   do   idoso  depende   da   repe<ção   da   u<lização   dos   mesmos   recursos   de   um   computador  (KACHAR,  2003).    
  33. 33. Diagnose  Ergonômica  |  Diagnós4co  Ergonômico    Falta  de  delimitação  em  algumas  áreas  do  aplica4vo  Usuários  não  observaram  os  elementos  instrucionais  em  tela  e  alguns  rótulos  de  botões   (botão   voltar).   Essa   desatenção   fez   com   que   alguns   idosos   perdessem  mais   tempo   nas   tarefas   de   voltar   ao   início   do   Portal   intera<vo   do   que  simplesmente  retroceder  a  uma  tela,  visto  a  excessiva  demora  do  carregamento  de  telas  do  aplica<vo.    
  34. 34. Diagnose  Ergonômica  |  Diagnós4co  Ergonômico    Guias  de  interação  do  aplica4vo  não  hierarquizados  O  tempo  para  estados  despropositados  da  tarefa  que  consis<am  em  ques<onar  a  tarefa  e  apertar  os  botões  do  controle  remoto  sem  propósito  a  procura  de  um  feedback  do  Sistema    foram  consideravelmente  altos  e  por  duas  oportunidades  foi  cogitado  pelo  usuário  o  abandono  do  acesso,  por  medo  de  ter  danificado  o  sistema  ou  pela  frustração  do  erro  em  excesso.    
  35. 35. Diagnose  Ergonômica  |  Diagnós4co  Ergonômico    Deficiência  de  mecanismos  de  ajuda  (tutoriais)  Evidencia-­‐se  a  falta  de  preocupação  dos  desenvolvedores  com  módulos  de  ajuda  e   tutoriais   acoplados   dentro   dos   guias   intera<vos.   Caso   o   usuário   necessite   de  orientações  em  relação  ao  Sistema  tem  que  sair  do  módulo  intera<vo  e  acessar  o  canal  01.  Isso  acarretaria  ao  usuário  mais  uma  tarefa,  comprometendo  o  critério  das  ações  mínimas.    
  36. 36. Diagnose  Ergonômica  |  Diagnós4co  Ergonômico    Inexistência  de  mecanismos  flexíveis  às  deficiências  do  idoso  Apesar   de   não   ser   contextualizado   à   interface   o   controle   remoto,   como  componente   essencial   à   interação,   foi   ques<onado   em   relação   ao   tamanho  reduzido   de   botões   e   rótulos,   e   pouco   espaçamento   entre   si.   Tais   problemas  proporcionaram  alguns  acessos  acidentais  durante  os  registros.    
  37. 37. Requisitos  de  Usabilidade  propostos    Quanto  à  quan4dade  de  elementos  na  Interface  (Densidade  informacional)  •  Informações  simultâneas  causam  problemas  de  decodificação  •  Normalmente  a  memória  humana  interpreta  sete  unidades  relacionadas  entre  si  (Iida,2005)  •  A  par<r  de  cinco  unidades  os  erros  aumentam  •  Recomenda-­‐se  é  que  sejam  dispostas  no  máximo  cinco  itens  relacionados  à  tarefa  de  navegação,    •  Ítens  irrelevantes  devem  ser  removidos  de  tela.    
  38. 38. Requisitos  de  Usabilidade  propostos    Quanto  à  disposição  dos  elementos  em  tela  na  Interface  •  Recomenda-­‐se  que  os  elementos  de  interação  estejam  dispostos  hierarquicamente  em  colunas.  •  Recomenda-­‐se  que  a  interface  seja  delimitadas  em  quatro  áreas  específicas  •  Recomenda-­‐se  que  cada  uma  delas  seja  organizada  graficamente  por  variações  de  tom  cromá<co  e  por  volume  de  caracteres  •  Todos  os  elementos  intera<vos  das  áreas  supracitadas  devem  estar  bem  “convida<vos”e  evidentes  para  o  idoso    
  39. 39. Requisitos  de  Usabilidade  propostos    Quanto  à  legibilidade  •  A  condição  de  visão  dos  idosos  interfere  na  leitura  de  meios  informa<zados  •  Recomenda-­‐se  a  fonte  Tiresias,não  menor  que  24  pontos  e  espaçamento  considerável  •  Recomenda-­‐se  que  os  textos  sejam  disponibilizados  em  blocos  •  A  inserção  de  rótulos  de  iden<ficação  de  quantas  páginas  foram  lidas  •  Recomenda-­‐se  que  o  contraste  ideal  para  idosos  seja  o  texto  escuro  sobre  o  fundo  claro    
  40. 40. Requisitos  de  Usabilidade  propostos    Quanto  aos  mecanismos  de  ajuda  ao  usuário  idoso  •  Os  usuários  sempre  se  sen<am  inseguros  em  realizar  algum  <po  de  ação  intera<va  •   Vídeo   instrucional   integrado   à   tela   do  aplica<vo   que   o   idoso   encontra-­‐se   no  momento  da  navegação  •   Formas   expressivas   bem   como   a  aplicação   de   agentes   amigáveis   para  interface  •  Serão  encorajados  a  experimentar  coisas  novas   após,   ouví-­‐lo,vê-­‐lo,segui-­‐lo   e  interagir  com  ele”  •  Algumas  Empresas  como  a  Microsoy  e  a  Apple  já  u<lizam  esse  <po  de  recurso    
  41. 41. Requisitos  de  Usabilidade  propostos    Quanto  à  visibilidade  do  Status  do  Sistema  •   Inexistência   de   rótulos   de   indicação   do  estado   em   que   o   idoso   se   encontrava   na  gradação   de   tarefas   dentro   do   Guia  intera<vo.  •   Recomenda-­‐se   a   par<r   disso   que   sejam  u<lizados  números  com  rótulos  específicos  para  indicar  o  estado  atual  da  tarefa  bem  como  a  evolução  da  interação  do  usuário  idoso.  •   Recomenda-­‐se   associar   cada   uma   das  telas   da   interface   aos   quatro   botões   de  atalho  presentes  no  controle  remoto.    
  42. 42. Requisitos  de  Usabilidade  propostos    Quanto  ao  feedback  do  Sistema  •Recomenda-­‐seque   sejam   anexadas   às  telas   de   carregamento   do   sistema   um  resumo   de   todas   as   entradas   realizadas  pelo   o   idoso   assim   como   um   resumo   do  que  posteriormente  vai  ser  carregado  pelo  sistema.    •  Recomenda-­‐se  a  inserção  de  contadores  de   porcentagem   diferenciados,   com  conotação   mo<vadora   e   humorís<ca,  relacionados  ao  contexto  do  Programa.    •  O  idoso  deve  ser  tranqüilizado  durante  o  processo   de   interação,   através   de   um  ambiente   menos   ameaçador   pois,  ansiedade   dificulta   a   aprendizagem   a  memorização  e  a  evocação.    
  43. 43. Requisitos  de  Usabilidade  propostos    Quanto  à  Homogeneidade  •Para   que   a   interface   seja   coerente   ao  idoso,  recomenda-­‐se  o  uso  de  convenções  para  a  interface  •   Todos   os   itens   da   interface   devem   ser  conservados   em   cada   uma   das   telas   do  guia  intera<vo.  •   Idosos   tem   dificuldades   de   manipular   e  memorizar  informações  de  curto  prazo  •   A   Repe<ção   propicia   uma   maior  memorização   de   a<vidades   e   sequências  para  o  idoso.  
  44. 44. Requisitos  de  Usabilidade  propostos    •   A   aplicação   de   interfaces   adaptáveis   ao  usuário.  •   A   personalização   pode   ser   operada   por  um  Administrador  do  Sistema,  no  caso  de  os  usuários  serem  novatos  •   Ques<onamentos   por   setop-­‐box   ou   por  cadastro  direto    nas  operadoras  poderiam  iden<ficar  caracterís<cas  do  usuário.  •...   E   conseqüentemente   iden<ficar   o  es<lo   de   layout   de   interface   ou   controle  remoto   além   do   melhor   diálogo   que  melhor  se  adapte  a  esse  usuário.  Quanto  aos  mecanismos  flexíveis  da  Interface  
  45. 45. Conclusões    • Importância   da   Metodologia   adotada,   na   observância   e   registro   e  problemas  do  Sistema.  • Formulação  de  padrões  não  engessados  que  podem  servir  para  estudos  posteriores.  • Dificuldade  para  encontar  idosos  leigos  • As   etapas   de   inquirição   e   registros   foram   bastante   dispendiosas   em  relação  ao  tempo.  • Padrões   de   usabilidade   são   irrelevantes   senão   houver   inves<mentos  em  capital  intelectual  e  inves<mentos  nas  áreas  sociais.  • Entrosamento   em   dis<ntas   áreas   do   conhecimento   possibilitariam   a  almejada  inclusão  digital  dos  sujeitos,incluindo  os  idosos.    

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