Adubacao goiaba

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Adubacao goiaba

  1. 1. Prof. Dr. Danilo Eduardo Rozane danilorozane@registro.unesp.br MANEJO DA ADUBAÇÃO CURSO DE FORMAÇÃO DE RESPONSÁVEIS TÉCNICOS E AUDITORES EM PI MÓDULO GOIABA CATI - CAMPINAS 07 a 11 de novembro de 2011
  2. 2. Fornecer aos Srs. os conceitos fundamentais para o entendimento do manejo da adubação suas implicações e aplicações. Objetivo
  3. 3. VALOR NUTRITIVO Conteúdo de 100g da Fruta Água: 85 % Energia: 54 Kcal Fibras: 5,4 g Carboidratos: 13 g Cálcio: 20 mg Fósforo: 25 mg Ferro: 0,31 mg Niacina (Complexo B): 1,2 mg Licopeno: 6,5 mg Vitamina C: 183,5 mg Vitamina A: 79 mg Piedade, 2003 Manga: 0,58 mg Tomate: 3,1 mg Laranja: 53,2 mg Laranja: 21 mg
  4. 4. Região de origem da goiaba Do México ao Brasil Gonzaga Neto; Soares, 1994
  5. 5. CONSUMO DE FERTILIZANTES NO BRASIL POR LAVOURAS EM 2006 Fonte: ANDA (2006) GOIABA 0,00?%
  6. 6. SISTEMA RADICULAR Não há sistema radicular pivotante (Fracaro; Pereira, 2004) 80% na camada de 0,9m de prof. e 1,2 m do tronco, chegando a 1,2m de prof. a 2,4m di tronco (Ferreira, 2004). CONSIDERAÇÕES PARA ADUBAÇÃO
  7. 7. Planta PLANTA: Perene PORTE: arbustivo a arbóreo ALTURA: 3 a 8 metros (não podadas) CAULE: Lenhoso
  8. 8. IMPLANTAÇÃO
  9. 9. Calagem, Adubação e Nutrição Calagem: - Baseada na análise de solo Necessidade de Calagem (NC) – SP e ES NC (t/ha) = (V2-V1) x CTC 10 x PRNT 70% 0-20 cm BT – 100 Santos; Quaggio, 1997 50% LINHA 0-20 cm 65% Entre Linha 0-20 cm Natale et al., 2007
  10. 10. Goiabeira: produção de frutos Efeito da aplicação de calcário na produção acumulada de frutos da goiabeira (anos 2002 e 2003) y=37,13+3,439x-0,3565x2 R2 =0,92** 35 39 43 47 0 1,85 3,7 5,55 7,4 Calcárioaplicado,tha-1 Produçãoacumuladadefrutos,tha-1 (b) Natale et al., (2007)
  11. 11. Relação entre o V% do solo e a produção acumulada da goiabeira (anos agrícolas 2002 e 2003). y= 9,46+1,320x-0,0122x 2 R 2 =0,99** y=22,66+0,752x-0,0064x 2 R 2 =0,99** 30 35 40 45 10 20 30 40 50 60 70 Saturaçãoporbases, % Produçãoacumuladadefrutos,tha-1 Linha Entrelinha Goiabeira: Produção x V% Natale et al., (2007)
  12. 12. Dose mais econômica de calcário, calculada em função da produção acumulada de frutos da goiabeira e do custo do corretivo, para o período 2002 a 2006 Natale et al., (2010)
  13. 13. ½ Dose antes da aração
  14. 14. ½ Dose antes da gradagem
  15. 15. Gradagem
  16. 16. Volkweiss; Ludwick, 1971
  17. 17. -Aplicação em área total; -É preferível não incorporar ou fazê-lo apenas na entrelinha; - Doses anuais de calcário bons resultados CALAGEM EM POMARES IMPLANTADOS
  18. 18. ADUBAÇÃO - Implantação Dose de adubo fosfatado indicada para a implantação de goiabeiras, com base nos teores de fósforo revelados pela análise de solo P (resina) Doses de P2O5 (*) mg dm-3 g/ cova <6 180 6-12 140 13-30 100 >30 60 (*) utilizar, preferencialmente, termofosfato magnesiano contendo boro e zinco. 20 – 30 Litros de esterco de curral (ou 1/3 de galinha) Natale et al., (1996)
  19. 19. NÃO
  20. 20. Fósforo + Micronutrientes + Material Orgânico 40 cm 40 cm
  21. 21. Espaçamento: 6 a 10 m 3 a 8 m
  22. 22. - Realizada do pegamento até 3 anos de idade - Fósforo e Potássio dependem da análise de solo ADUBAÇÃO - Formação Natale et al., (1996)
  23. 23. Época e parcelamento das adubações Idade Época Parcelamento N P2O5 K2O Anos -------- % --------- 0-1 1 mês após o pegamento 15 - 15 2 meses após o pegamento 20 - 20 4 meses após o pegamento 30 - 30 6 meses após o pegamento 35 - 35 1-2 em agosto/ setembro 25 100(*) 25 diante outubro/ novembro 25 - 25 novembro/ dezembro 25 - 25 dezembro/ janeiro 25 - 25 (*) O adubo fosfatado pode ser parcelado com o nitrogenado e o potássico, se for conveniente. Natale et al., (1996)
  24. 24. ADUBAÇÃO DE FORMAÇÃO
  25. 25. ADUBAÇÃO- Produção - Amostragem na Faixa Adubada - Época: Final da Safra - Entrelinha à cada 3-4 anos
  26. 26. Natale et al., (1996)
  27. 27. Utilização de resultados da análise de solo - Dificuldade de interpretação - Formulas inadequadas - “Software”
  28. 28. 3 Safras em 2 anos PODA IRRIGAÇÃO ADUBAÇÃO ??? PESQUISA
  29. 29. Final da colheita Poda Vegetação Pleno Frutos com Frutos com Início da colheita Fim colheita florescimento 1,5 cm de Ø 2-3 cm de Ø DURAÇÃO APROXIMADA EM DIAS 0 20-30 60 90 120 150 180 220 CICLO - PARCELAMENTO Salazar, 2006 1º 2º 3º 4º
  30. 30. Época Tipo de Folha Número Pleno florescimento 3º par de folhas com pecíolo; 1,5 m do solo; 4 pares de folhas/planta (L, O, N, S) 4 folhas em 25 plantas portanto, 100 folhas/talhão Natale et al., (1996) DIAGNOSE FOLIAR Não Danificadas; No mínimo, 30 dias após a última pulverização; Enviar rapidamente para análise. Pomares Irrigados – 20 plantas Pomares não Irrigados – 40 plantas Rozane et al., (2009)
  31. 31. Souza et al., (2010) Teores médios de macronutrientes (g.kg-1), em função do tempo de armazenamento das folhas de goiabeiras.
  32. 32. Teores de nutrientes considerados adequados para a goiabeira a partir do 3º ano de idade, determinados em folhas coletadas durante o período de pleno florescimento da cultura Nutrientes cv. Rica cv. Paluma ---------------------- g kg-1 ------------------- Nitrogênio 22-26 20-23 Fósforo 1,5-1,9 1,4-1,8 Potássio 17-20 14-17 Cálcio 11-15 7-11 Magnésio 3,0-3,5 2,5-3,5 Enxofre 3,0-3,5 2,5-3,5 ------------------- mg kg-1 ------------------- Boro 20-25 20-25 Cobre 10-40 20-40 Ferro 50-150 60-90 Manganês 180-250 40-80 Zinco 25-35 25-35 ou (%) x 10 ou ppm Natale et al., (1996)
  33. 33. Compositional Nutrient Diagnosis - CND Diagnose da Composição Nutricional APLICAÇÃO EM GOIABEIRAS PESQUISA
  34. 34. Natale et al., 1996 Quaggio et al., 1997 BT-100
  35. 35. DEFICIÊNCIA DE NUTRIENTES
  36. 36. Resposta de Mudas de Goiabeira à Aplicação de Zinco Fotos do sistema radicular de mudas de goiabeira em função da aplicação de doses de zinco, após 135 dias do plantio. Natale et al. (2002)
  37. 37. DEFICIÊNCIA DE.....?
  38. 38. Nematóides Meloidogyne mayagense
  39. 39. Moraes et al., 2002. Furlan et al., 2007 Períodos de 16 semanas de exposição, na Serra do Mar, Região de Cubatão Injúria foliar vs. ozônio (60 dias) DEFICIÊNCIA DE.....?
  40. 40. DEFICIÊNCIA DE.....?
  41. 41. PODA DE FORMAÇÃO - PRIMORDIAL
  42. 42. PRIMEIRAS PRODUÇÕES Carotenóides, taninos e fenóis totais mostram indicativos para a caracterização do anelamento. Watanabe et al., 2011
  43. 43. danilorozane@registro.unesp.br Obrigado pela atenção!!!!!
  44. 44. Literatura Recomendada NATALE, W.; ROZANE, D. E.; SOUZA, H, A. de; AMORIM, D. A. de (Eds.) Cultura da Goiaba: do Plantio à Comercialização, FCAVJ, Jaboticabal, 2009, v.1, 284p. _________, v.2, 289p. NATALE, W.; COUTINHO, E. L. M.; BOARETTO, A. E.; PEREIRA, F. M. (Eds.) Goiabeira: Calagem e Adubação, FCAVJ, Jaboticabal, 1996, 22p.

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