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MODIFICAÇÕES NO ORGANISMO
FEMININO
DURANTE O PUERPÉRIO.
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
FACULDADE DE ENFERMAGEM
Profa. MSc. Ana Paula Oliveira Gonçalves
Novas tendências.
Propósito da aula
Que os participantes entendam o conceito de puerpério
normal, as modificações fisiológicas e psicológicas que a
puérpera enfrenta e apresentar o roteiro da consulta pela
enfermeira.
Puerpério – conceitos.
““PERÍODO QUE INICIA APÓS O PARTO E APERÍODO QUE INICIA APÓS O PARTO E A
DEQUITAÇÃO DA PLACENTA, ATÉ ADEQUITAÇÃO DA PLACENTA, ATÉ A
NORMALIZAÇÃO DAS FUNÇÕESNORMALIZAÇÃO DAS FUNÇÕES
FISIOLÓGICAS”FISIOLÓGICAS”
(BRANDEN, 2004)(BRANDEN, 2004)
“É O PERÍODO DO CICLO GRÁVIDO
PUERPERAL EM QUE AS MODIFICAÇÕES
LOCAIS E SISTÊMICAS, PROVOCADAS
PELA GRAVIDEZ E PARTO, RETORNAM A
SITUAÇÃO PRÉ - GRAVÍDICA”
(MS,
O1. Definição de Puerpério
O puerpério inicia-se logo após a dequitação ou
delivramento e termina quando a fisiologia materna volta ao
estado pré-gravídico.
A duração desse período é variável, principalmente nas
mulheres que estiverem amamentando, mas em média
perdura por 06 a 08 semanas.
O puerpério é caracterizado por grande stress
fisiológico (exaustão física) e psicológico (labilidade
emocional) e por ser um período de transição, a mulher fica
vulnerável às pressões emocionais, onde dúvidas e
questionamentos surgem diante de novas responsabilidades,
podendo ocasionar a depressão puerperal temporária ou
persistente por algum tempo.
1.1 Classificação do puerpério-
de acordo com as alterações físicas.
 Imediato: primeiras 2 hs do pós-
parto.
 Mediato: da 2ª hora até o 10º dia do
pós-parto.
 Tardio: do 11º dia até o 42º dia do
pós-parto.
 Remoto: do 42º dia em diante.
1.2 – Classificação dos lóquios
(presentes de 10 dias a 06 semanas)
 Lóquia rubraLóquia rubra: contém sangue, tiras de
decídua e tecido morto, ocasionalmente
vérnix caseosa, lanugo e mecônio;
 Lóquia flavaLóquia flava: líquido seroso (exsudato:
proteínas do plasma, plaquetas, leucócitos,
hemácias) manchado de sangue, muco
cervical e microrganismos.
 LóquiaLóquia albaalba: o sangue desaparece e os
leucócitos aumentam, aparece gordura e
elementos de degeneração do útero e das
feridas puerperais, muco, cristais de
colesterina e muitas bactérias.
1.3 - Tipos de mudanças no
organismo feminino no Puerpério
 No puerpério ocorrem mudanças
progressivas
(aumento das mamas)
e regressivas (retorno
dos órgãos reprodutivos
à sua condição original).
As modificações genitais regressivas são
agrupadas sob o título geral de
involução.
lanafuller.blogspot.com
02. Principais modificações.
a)Útero:
involui para 5cm de
comprimento 12cm
de largura e 08 a 10
cm de espessura,
pesa +/- 1kg. No 1º
dia fica 12 a 15 cm
acima do púbis ,
no 2º dia 07 a 10 cm.
02. Principais modificações.
 b)Vagina e Genitália
externa/períneo: lacerações.
O períneo feminino retorna
ao seu diâmetro normal 30
segundos após o parto e as
alterações visíveis que são
observadas são: inchaço na
vagina e vulva e vermelhidão
pelo aumento do fluxo
sanguíneo no local durante o
nascimento do bebê.
02. Principais
modificações.
c)Feridas puerperais:
placenta.
d)Lóquios.
e)Parede abdominal:
retorno a tonicidade
lenta e
imperfeitamente –
diástase dos
músculos retos.
02. Principais modificações.
f)Mamas: evolução fisiológica
colostro/apojadura – 3º.ao 5º. dia
( estrogênio e progesteronaꜜ ꜜ
+ prolactina e ocitocina).ꜛ
02. Principais modificações.
g)Pulso: varia entre 68 e 80 por min. No
puerpério imediato é normal 40bat.p/m
h)Dores subsequentes: contrações uterinas
01 a 03 dias após o parto.
i)Temperatura: algo em torno de 37,2ºC.
j)Sangue: aumenta o volume e no final de
07 dias do pós-parto está normal.
02. Principais modificações.
k) Rins e o trato urinário: pode
ocorrer retenção urinária nas 1as.
12 hs do pós-parto, ocorre
proteinúria (40%).
l) Trato intestinal: apresenta
timpanismo moderado por
diminuição do peristaltismo.
m)Peso: perda de +/-6kg e
posteriormente 1 a
2,300kg.
Pós-parto
n) cabelos :
o chamado EFLÚVIO TELÓGENO
pós-parto pode ocorrer por três a quatro
meses depois do parto. Nessa fase, os
hormônios estão em fase de readequação
— uma vez que na gravidez a mulher tem
um baixo nível de hormônios masculinos,
responsáveis pela queda de cabelo, e uma grande quantidade de estrogênio e
progesterona, que estimulam o crescimento dos fios. Logo que os chamados
andrógenos, os hormônios masculinos, voltam em maior quantidade ao
organismo, é clara a queda de cabelo. As divisões celulares se interrompem e,
após alguns meses, os fios caem. "Essa situação pode durar alguns meses, até
que os hormônios voltem ao normal“ – afirma Francisco Le Voci da SBD.
02. Principais modificações.
02. Principais
modificações.
o) Tristeza materna ou Baby Blues:
acomete de 50% a 75% das puérperas. Surge
nos 10 primeiros dias até 1 mês de vida do
bebê. Se caracteriza por choro fácil,
sentimento de tristeza, mudança de humor e
maior sensibilidade, é a forma mais comum e
leve de depressão.
Alguns dias após o parto, a puérpera pode se
sentir exultante em alguns momentos e logo
em seguida muito sentimental e chateada,
chorando sem nenhum motivo em particular.
Essa tristeza pode ser causada em parte pelas
mudanças repentinas nos níveis de hormônio
feminino após o parto, e em parte pelo
próprio choque emocional do parto, que
marca o início da percepção concreta da
responsabilidade de ter que cuidar de um
pequenino ser e de todas as mudanças que
uma mãe e sua família têm
que suportar.
2. Principais modificações.
p) Depressão pós-parto:
A depressão pós-parto é uma condição mais
séria e mais duradoura do que a tristeza
materna.
Ela causa um impacto em toda a família. É
possível que interfira no desenvolvimento do
relacionamento entre a mãe, seu bebê e a
família. Seus efeitos podem perdurar até mesmo
depois que a depressão passa. É importante,
então, identificar esta depressão e pedir ajuda o
mais cedo possível. A depressão pós-parto pode
afetar a mãe logo após o nascimento do bebê,
tendo início em geral depois de sua saída do
hospital. Pode ir surgindo a qualquer momento
do 1º. ano do bebê e, portanto, nem a mãe nem
aqueles que a rodeiam conseguem entender o
tamanho de sua desventura, que pode durar
semanas ou até meses.
A puérpera pode senti-la como uma espécie de
“solidão emocional”.
Orienta-se:
a)Deambulação após 06 horas do parto vaginal
e 12 horas da cirurgia cesareana,
b) Curativo (cirúrgico ou da episiorrafia - se
houver)
c)Observação de micção, evacuação e medidas
de alívio para flatulência.
d)Além da rigorosa higiene íntima e retorno à
atividade sexual após 45/60 dias (o chamado
resguardo).
Cuidados no pós-parto
Cuidados no pós-parto
e)Cuidados com as mamas
– boa sustentação e se
houver ingurgitamento fazer
compressa fria e ordenha.
03. Cuidados no pós-parto
f) Não existe alimento proibido na amamentação. A lactante
precisa comer frutas, verduras, carnes, miúdos,
legumes, feijão e arroz, que possuem os nutrientes e
vitaminas de que ela precisa. Ela deve beber bastante
líquido: chás, água, sucos ou leite. Isso ajuda a produzir
leite.
g)A lactante não deve consumir álcool, fumo e outras
drogas, nem tomar medicamentos sem receita médica
(UNICEF).
h)Retorno em 07 a 10 dias para consulta do puerpério.
i)O enfermeiro deve estar atento para manifestações de
profunda tristeza, sentimento de incapacidade e recusa
em cuidar do bebê e de si mesma, para abordar,
orientar sobre assuntos com relação ao vínculo mãe-
filho-família e encaminhar precocemente quando
necessário, ao tratamento adequado.
4. Diretrizes básicas de atendimento pós-
parto na rede de Atenção primária à saúde /
PSF:
 a)toda gestante e toda puérpera deverá ser
orientada para acompanhamento pós-
parto.
 b)todo parto da área de abrangência da
unidade deverá ser identificado e a
puérpera deverá receber visita domiciliar o
mais cedo possível, quando serão
agendadas as primeiras consultas
puerperais da mãe e do recém-nascido.
 c)o acompanhamento no puerpério deverá
se prolongar até 6 meses após o parto,
com consultas agendadas:
4. Diretrizes básicas de atendimento pós-
parto na rede de Atenção primária à saúde /
PSF:
 retorno até 7 dias após o parto com enfermeiro
 e 30 dias após a consulta do puerpério com
enfermeiro,
 no 4o. mês com médico e
 aos 6 meses com enfermeiro.
4. Diretrizes básicas de atendimento pós-
parto na rede de Atenção primária à saúde /
PSF:
Faz parte indissociável do acompanhamento pós-parto:
 esclarecer a puérpera sobre a involução de sua
gestação;
 auxiliar a puérpera no planejamento do intervalo
interpartal, informando-a sobre as características
dos métodos anticoncepcionais aplicáveis ao
período e à sua condição em particular;
 discutir com a puérpera/casal seu futuro
reprodutivo, baseado na evolução do período
gravídico-puerperal;
 estimular aleitamento materno, vacinar e
inscrever o recém-nascido no Programa da
Criança;
4. Diretrizes básicas de atendimento pós-
parto na rede de Atenção primária à saúde /
PSF:
 As puérperas susceptíveis à rubéola, segundo
sorologia no pré-natal deverão receber vacinação
aproveitando-se a infertilidade natural do período
pós-parto ou de aleitamento.
 O método anticoncepcional de eleição pela paciente
após consideração do tempo pós-parto,
amamentação, hábitos e patologias associadas será
iniciado na 1a. consulta e reavaliado nas
subsequentes, devendo-se ao 6o. mês estar sob uso
de contraceptivo eficaz para período de intervalo
interpartal. A rede deve estar preparada para orientar
e prover os métodos disponíveis para uso no Brasil.
4. Diretrizes básicas de atendimento pós-
parto na rede de Atenção primária à saúde /
PSF:
 Patologias clínicas identificadas na
gestação deverão ser adequadamente
acompanhadas.
 Só se justifica a coleta de exames
como PCCU ou sorologias em casos
excepcionais,quando não houver
resultados disponíveis do
acompanhamento pré-natal ou
quando houver indicação clínica.
5. Consulta do Enfermeiro no
período puerperal.
 • Realizar consulta às puérperas da área de
cobertura identificadas pelo pré-natal ou pelo
SINASC. Agendar até 42 dias. Puérperas que
não estiverem amamentando, agendar em no
máximo em 30 dias. Nesta consulta, avaliar a
carteira de vacinação e, se necessário,
vacinar, principalmente contra rubéola.
 • Planilhar a consulta de revisão puerperal na
planilha do SISPRÉNATAL.
 • Acompanhar e orientar o aleitamento
materno, especialmente na primeira semana.
5. Consulta do Enfermeiro no
período puerperal.
 Realizar orientação nutricional.
 Assistir em suas necessidades emocionais,
detectando alterações e prestando/
encaminhando para assistência necessária.
 Orientar quanto a contracepção no período
específico e intervalo intergestacional.
 Identificar anormalidades e realizar
encaminhamentos necessários.
 Realizar visita domiciliar à puérpera – PSF.
 OBS: NÃO ESQUECER DE ENCERRAR O SISPRENATALOBS: NÃO ESQUECER DE ENCERRAR O SISPRENATAL
ANOTANDO A CONSULTA DE REVISÃO PÓS-PARTO NAANOTANDO A CONSULTA DE REVISÃO PÓS-PARTO NA
EM PLANILHA PRÓPRIAEM PLANILHA PRÓPRIA..
Roteiro da Consulta do Enfermeiro à
Puérpera.
Profa. MSc. Ana Paula Oliveira GonçalvesProfa. MSc. Ana Paula Oliveira Gonçalves
1. Identificação
1. Nome:
2. Idade:
3. Paridade:
4. Classificação puerperal:
5. Situação conjugal:
6. Procedência/Endereço (se for visita de PSF):
a) descrever as conduções de moradia (acesso, material de
construção, cômodos, iluminação/ventilação natural,
saneamento, limpeza, segurança da residência e da área);
b) impressão sobre o comportamento de outros familiares em
relação à mãe e ao bebê.
2. Anamnese:
2.1 - História pré-natal
1. Nº de consultas no pré-natal.
2. Imunização.
3. Exames realizados.
4. Intercorrências no pré-natal.
5. Experiência quanto ao aleitamento.
6. Experiência quanto aos cuidados com
recém-nascido.
2. Anamnese:
2.2 - História do parto:
1. Tempo do trabalho de parto, tipo de parto, IG.
2. Quem realizou a assistência.
3. Local onde ocorreu o parto ou cesareana.
4. Intercorrências (hemorragias, cicatriz
cirúrgica, lacerações, febre, episiotomia e
episiorrafia, etc).
5. Nº de recém-nascidos e o sexo, se chorou no
1º. minuto, se mamou na 1ª hora de vida, se
foi para alojamento conjunto ou unidade de
assistência neonatal.
2 - Anamnese:
2.3 - Vivências
1. Amamentação: dificuldades, técnica (solicitar
que a puérpera amamente o RN).
2. Alimentação da puérpera.
3. Excreções (digestão/micção).
4. Higiene corporal e íntima.
5. Cuidados com curativo.
6. Sono e repouso.
7. Atividade sexual e contracepção.
8. Queixas (condições físicas e psicológicas
adversas / manifestações sobre si e o bebê).
3. Exame Físico:
1. Sinais Vitais;
2. Medidas antropométricas;
3. Exame dos segmentos corporais no
sentido céfalo-podálico;
4. Exame obstétrico: mamas, abdome e
genitália.
4. Orientações:
1. Gerais: resguardo de 6 a 8 semanas com
abstinência sexual, aumentar ingesta de
líquidos, dieta rica em ferro, frutas e verduras,
uso de contraceptivos de barreira, higiene
íntima com sabonete líquido neutro e curativo
(se houver), cuidados com as mamas,
diminuição de esforço físico nas atividades da
vida diária, reforço de orientações sobre
técnica e benefícios do aleitamento exclusivo,
cuidados com o bebê e ambiente.
2. Específicas: dependem dos achados na
anamnese e exame físico.
5. Solicitação de exames:
 HIV, hemograma ou eritrograma,
VDRL, BHCG, outros exames (s/n);
 Orientar coleta para PCCU (s/n) -
após 8 semanas do parto se
cesareano ou 24 semanas(6m) se
parto vaginal.
6. Condutas:
 Encaminhar para Sala de Imunização: dT (completar
esquema s/n), Tríplice viral ou Dupla viral (s/n) e
antigripal se não tiver recebido uma dose nos últimos 12
meses, se não imunizada contra FA fazê-lo após 6
meses;
 Inscrever no Planejamento Familiar (s/n);
 Encaminhar o RN para sala de imunização (orientar o
esquema vacinal) e aos testes de triagem neonatal,
ocular, auditiva e cardiológica;
 Inscrever a criança no(s) Programa(s) de CD e/ou
PROAME após 30 dias de nascida (orientar
documentação necessária).
 Agendamentos (CE,CM,CE, e outros se necessário);
6. Registro da CE à Puérpera
em 06/04/2016.
Identificação: AISMCA, secundípara em puerpério mediato, 22
anos, casada, tem o EM completo, do lar, natural de Maracanã,
residente a Av. Barão de Igarapé Miri, nº 222/ Passagem São
José, c/05 - Guamá. Residência de fácil acesso, via com
calçamento, casa alugada, de madeira, com água encanada,
3 cômodos – banheiro externo com fossa negra, boa
limpeza, área de médio risco. História Pré-Natal: fez 06
consultas no pré-natal, onde apresentou anemia moderada.
Ficou em AME com o 1ª filha até o 4 mês (hoje com 15 meses)
e prestou-lhe todos os cuidados. Recebeu nesta gestação a
dose de dTpa. História do Parto: ficou em trabalho de parto
por +/- 8 hs. Em 01/04/16, deu à luz um RN, à termo, de sexo
masculino, através de parto natural cefálico, sem laceração foi
assistida na FSCMPa por enfermeira residente. RN chorou no 1º
minuto e mamou na 1ªhora. Fez pele a pele. Ficaram em
ALCON.
6. Registro
Vivência:RN mama +/- 10 vezes nas 24 hs, tem boa
pega, sem dificuldades. A puérpera alimenta-se com
dieta sólida e semi-líquida, faz pouca ingestão de
água. Micção espontânea e prisão de ventre. Toma
um banho por dia e faz higiene íntima com sabão
grosso e troca regular de absorvente. Tem sono (+/-
6hs) e repouso interrompidos. Não retornou a
atividade sexual. Não faz uso de contraceptivo.
Queixas: dor nas mamas, cólicas fracas, cansaço. Ao
exame físico: TPR/PA: 37ºc/70/25/130x70 –
normotérmica, hipocorada. Mamas túrgidas, mamilo
hipercorado. Abdome flácido. Vagina com diminutas
lacerações e lóquios vermelhos, útero 07 cm acima
do púbis, MMII com pele ressecada e sem edemas.
6. Registro
Solicitação de Exames: hemograma/eritrograma, HIV,
BHCG e VDRL.
Orientações:
Colher daqui a 6 meses o PCCU.
Continuar a higiene com frequência mas, substituindo o sabão
grosso por sabonete neutro e/ou líquido.
Diminuir da dieta os carbohidratos e incluir frutas verduras e beber
8 copos d’água por dia.
As cólicas são fisiológicas.
Massagear as mamas e usar sutiã adequado.
Retornar a vida sexual após resguardo (45 dias do pós-parto) e
hidratar os MMII.
Prestar vigilância a criança, não deixá-la sob supervisão de
outras crianças.
6. Registro
Encaminhamentos:
Mãe - para consulta com
nutricionista, fazer dose de Tríplice
Viral e ao Programa de
Planejamento Familiar;
Filho - para o Programa de CD ou
PROAME, imunização e exames de
triagem neonatal.
Agendamento: CE:04/05/15 - Dra. Ana Paula
CM:24/09/15 - Dr. Gonçalves
CE:24/10/15 - Dra. Ana Paula
 Caso a mãe esteja amamentado.
Importância do pai
Licença à Maternidade
 O que é?
É a licença concedida a servidora à partir do momento
do parto, com duração de 120 dias.
Artigo 7o. , Inciso XVIII, Capítulo II da Constituição
do Brasil.
 Prazo para requerer
Até 10 (dez) dias, à partir da data do parto.
 Como proceder?
- Solicitar requerimento de licença no setor de
recursos humanos da empresa/instituição. Preenchê-
lo.
- Anexar ao requerimento de licença, Xerox da
Certidão de Nascimento;ou
- Anexar ao requerimento de licença, Xerox da
Declaração de Nascido Vivo da Maternidade.
Bibliografia e webliografia:
 Foto: Galeria de bebês da Pompom.
 www.irh.pe.gov.br/dgrh/
 Manual de Pré-natal e Puerpério do MS.
http://www.yoni.com.br/folhetos/em_puerperio
http://www.yoni.com.br/exercicios_no_puerperio.
 Curiosidade: historiadores
supõe que o sorriso de Gioconda
é de uma puérpera, pois elas
usavam este véu para cobrir as
mamas.
Devemos assegurar a puérpera a consulta nos primeiros 7
dias do pós-parto, desta forma estaremos propiciando a ela
ao recém-nascido, vacinas, exames, orientações e
esclarecimento a suas dúvidas a família.
“Escolas” para ensinar,
“Hospitais” para socorrer,
“Fortalezas” para proteger e
“Ninhos” para aconchegar.
Como as famílias devem ser?

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Atenção à Saúde da Puérpera Profa. Ana Paula

  • 1. MODIFICAÇÕES NO ORGANISMO FEMININO DURANTE O PUERPÉRIO. SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE FACULDADE DE ENFERMAGEM Profa. MSc. Ana Paula Oliveira Gonçalves
  • 3. Propósito da aula Que os participantes entendam o conceito de puerpério normal, as modificações fisiológicas e psicológicas que a puérpera enfrenta e apresentar o roteiro da consulta pela enfermeira.
  • 4. Puerpério – conceitos. ““PERÍODO QUE INICIA APÓS O PARTO E APERÍODO QUE INICIA APÓS O PARTO E A DEQUITAÇÃO DA PLACENTA, ATÉ ADEQUITAÇÃO DA PLACENTA, ATÉ A NORMALIZAÇÃO DAS FUNÇÕESNORMALIZAÇÃO DAS FUNÇÕES FISIOLÓGICAS”FISIOLÓGICAS” (BRANDEN, 2004)(BRANDEN, 2004) “É O PERÍODO DO CICLO GRÁVIDO PUERPERAL EM QUE AS MODIFICAÇÕES LOCAIS E SISTÊMICAS, PROVOCADAS PELA GRAVIDEZ E PARTO, RETORNAM A SITUAÇÃO PRÉ - GRAVÍDICA” (MS,
  • 5. O1. Definição de Puerpério O puerpério inicia-se logo após a dequitação ou delivramento e termina quando a fisiologia materna volta ao estado pré-gravídico. A duração desse período é variável, principalmente nas mulheres que estiverem amamentando, mas em média perdura por 06 a 08 semanas. O puerpério é caracterizado por grande stress fisiológico (exaustão física) e psicológico (labilidade emocional) e por ser um período de transição, a mulher fica vulnerável às pressões emocionais, onde dúvidas e questionamentos surgem diante de novas responsabilidades, podendo ocasionar a depressão puerperal temporária ou persistente por algum tempo.
  • 6. 1.1 Classificação do puerpério- de acordo com as alterações físicas.  Imediato: primeiras 2 hs do pós- parto.  Mediato: da 2ª hora até o 10º dia do pós-parto.  Tardio: do 11º dia até o 42º dia do pós-parto.  Remoto: do 42º dia em diante.
  • 7. 1.2 – Classificação dos lóquios (presentes de 10 dias a 06 semanas)  Lóquia rubraLóquia rubra: contém sangue, tiras de decídua e tecido morto, ocasionalmente vérnix caseosa, lanugo e mecônio;  Lóquia flavaLóquia flava: líquido seroso (exsudato: proteínas do plasma, plaquetas, leucócitos, hemácias) manchado de sangue, muco cervical e microrganismos.  LóquiaLóquia albaalba: o sangue desaparece e os leucócitos aumentam, aparece gordura e elementos de degeneração do útero e das feridas puerperais, muco, cristais de colesterina e muitas bactérias.
  • 8. 1.3 - Tipos de mudanças no organismo feminino no Puerpério  No puerpério ocorrem mudanças progressivas (aumento das mamas) e regressivas (retorno dos órgãos reprodutivos à sua condição original). As modificações genitais regressivas são agrupadas sob o título geral de involução. lanafuller.blogspot.com
  • 9. 02. Principais modificações. a)Útero: involui para 5cm de comprimento 12cm de largura e 08 a 10 cm de espessura, pesa +/- 1kg. No 1º dia fica 12 a 15 cm acima do púbis , no 2º dia 07 a 10 cm.
  • 10. 02. Principais modificações.  b)Vagina e Genitália externa/períneo: lacerações. O períneo feminino retorna ao seu diâmetro normal 30 segundos após o parto e as alterações visíveis que são observadas são: inchaço na vagina e vulva e vermelhidão pelo aumento do fluxo sanguíneo no local durante o nascimento do bebê.
  • 11. 02. Principais modificações. c)Feridas puerperais: placenta. d)Lóquios. e)Parede abdominal: retorno a tonicidade lenta e imperfeitamente – diástase dos músculos retos.
  • 12. 02. Principais modificações. f)Mamas: evolução fisiológica colostro/apojadura – 3º.ao 5º. dia ( estrogênio e progesteronaꜜ ꜜ + prolactina e ocitocina).ꜛ
  • 13. 02. Principais modificações. g)Pulso: varia entre 68 e 80 por min. No puerpério imediato é normal 40bat.p/m h)Dores subsequentes: contrações uterinas 01 a 03 dias após o parto. i)Temperatura: algo em torno de 37,2ºC. j)Sangue: aumenta o volume e no final de 07 dias do pós-parto está normal.
  • 14. 02. Principais modificações. k) Rins e o trato urinário: pode ocorrer retenção urinária nas 1as. 12 hs do pós-parto, ocorre proteinúria (40%). l) Trato intestinal: apresenta timpanismo moderado por diminuição do peristaltismo. m)Peso: perda de +/-6kg e posteriormente 1 a 2,300kg.
  • 15. Pós-parto n) cabelos : o chamado EFLÚVIO TELÓGENO pós-parto pode ocorrer por três a quatro meses depois do parto. Nessa fase, os hormônios estão em fase de readequação — uma vez que na gravidez a mulher tem um baixo nível de hormônios masculinos, responsáveis pela queda de cabelo, e uma grande quantidade de estrogênio e progesterona, que estimulam o crescimento dos fios. Logo que os chamados andrógenos, os hormônios masculinos, voltam em maior quantidade ao organismo, é clara a queda de cabelo. As divisões celulares se interrompem e, após alguns meses, os fios caem. "Essa situação pode durar alguns meses, até que os hormônios voltem ao normal“ – afirma Francisco Le Voci da SBD. 02. Principais modificações.
  • 16. 02. Principais modificações. o) Tristeza materna ou Baby Blues: acomete de 50% a 75% das puérperas. Surge nos 10 primeiros dias até 1 mês de vida do bebê. Se caracteriza por choro fácil, sentimento de tristeza, mudança de humor e maior sensibilidade, é a forma mais comum e leve de depressão. Alguns dias após o parto, a puérpera pode se sentir exultante em alguns momentos e logo em seguida muito sentimental e chateada, chorando sem nenhum motivo em particular. Essa tristeza pode ser causada em parte pelas mudanças repentinas nos níveis de hormônio feminino após o parto, e em parte pelo próprio choque emocional do parto, que marca o início da percepção concreta da responsabilidade de ter que cuidar de um pequenino ser e de todas as mudanças que uma mãe e sua família têm que suportar.
  • 17. 2. Principais modificações. p) Depressão pós-parto: A depressão pós-parto é uma condição mais séria e mais duradoura do que a tristeza materna. Ela causa um impacto em toda a família. É possível que interfira no desenvolvimento do relacionamento entre a mãe, seu bebê e a família. Seus efeitos podem perdurar até mesmo depois que a depressão passa. É importante, então, identificar esta depressão e pedir ajuda o mais cedo possível. A depressão pós-parto pode afetar a mãe logo após o nascimento do bebê, tendo início em geral depois de sua saída do hospital. Pode ir surgindo a qualquer momento do 1º. ano do bebê e, portanto, nem a mãe nem aqueles que a rodeiam conseguem entender o tamanho de sua desventura, que pode durar semanas ou até meses. A puérpera pode senti-la como uma espécie de “solidão emocional”.
  • 18.
  • 19. Orienta-se: a)Deambulação após 06 horas do parto vaginal e 12 horas da cirurgia cesareana, b) Curativo (cirúrgico ou da episiorrafia - se houver) c)Observação de micção, evacuação e medidas de alívio para flatulência. d)Além da rigorosa higiene íntima e retorno à atividade sexual após 45/60 dias (o chamado resguardo). Cuidados no pós-parto
  • 20. Cuidados no pós-parto e)Cuidados com as mamas – boa sustentação e se houver ingurgitamento fazer compressa fria e ordenha.
  • 21. 03. Cuidados no pós-parto f) Não existe alimento proibido na amamentação. A lactante precisa comer frutas, verduras, carnes, miúdos, legumes, feijão e arroz, que possuem os nutrientes e vitaminas de que ela precisa. Ela deve beber bastante líquido: chás, água, sucos ou leite. Isso ajuda a produzir leite. g)A lactante não deve consumir álcool, fumo e outras drogas, nem tomar medicamentos sem receita médica (UNICEF). h)Retorno em 07 a 10 dias para consulta do puerpério. i)O enfermeiro deve estar atento para manifestações de profunda tristeza, sentimento de incapacidade e recusa em cuidar do bebê e de si mesma, para abordar, orientar sobre assuntos com relação ao vínculo mãe- filho-família e encaminhar precocemente quando necessário, ao tratamento adequado.
  • 22. 4. Diretrizes básicas de atendimento pós- parto na rede de Atenção primária à saúde / PSF:  a)toda gestante e toda puérpera deverá ser orientada para acompanhamento pós- parto.  b)todo parto da área de abrangência da unidade deverá ser identificado e a puérpera deverá receber visita domiciliar o mais cedo possível, quando serão agendadas as primeiras consultas puerperais da mãe e do recém-nascido.  c)o acompanhamento no puerpério deverá se prolongar até 6 meses após o parto, com consultas agendadas:
  • 23. 4. Diretrizes básicas de atendimento pós- parto na rede de Atenção primária à saúde / PSF:  retorno até 7 dias após o parto com enfermeiro  e 30 dias após a consulta do puerpério com enfermeiro,  no 4o. mês com médico e  aos 6 meses com enfermeiro.
  • 24. 4. Diretrizes básicas de atendimento pós- parto na rede de Atenção primária à saúde / PSF: Faz parte indissociável do acompanhamento pós-parto:  esclarecer a puérpera sobre a involução de sua gestação;  auxiliar a puérpera no planejamento do intervalo interpartal, informando-a sobre as características dos métodos anticoncepcionais aplicáveis ao período e à sua condição em particular;  discutir com a puérpera/casal seu futuro reprodutivo, baseado na evolução do período gravídico-puerperal;  estimular aleitamento materno, vacinar e inscrever o recém-nascido no Programa da Criança;
  • 25. 4. Diretrizes básicas de atendimento pós- parto na rede de Atenção primária à saúde / PSF:  As puérperas susceptíveis à rubéola, segundo sorologia no pré-natal deverão receber vacinação aproveitando-se a infertilidade natural do período pós-parto ou de aleitamento.  O método anticoncepcional de eleição pela paciente após consideração do tempo pós-parto, amamentação, hábitos e patologias associadas será iniciado na 1a. consulta e reavaliado nas subsequentes, devendo-se ao 6o. mês estar sob uso de contraceptivo eficaz para período de intervalo interpartal. A rede deve estar preparada para orientar e prover os métodos disponíveis para uso no Brasil.
  • 26. 4. Diretrizes básicas de atendimento pós- parto na rede de Atenção primária à saúde / PSF:  Patologias clínicas identificadas na gestação deverão ser adequadamente acompanhadas.  Só se justifica a coleta de exames como PCCU ou sorologias em casos excepcionais,quando não houver resultados disponíveis do acompanhamento pré-natal ou quando houver indicação clínica.
  • 27. 5. Consulta do Enfermeiro no período puerperal.  • Realizar consulta às puérperas da área de cobertura identificadas pelo pré-natal ou pelo SINASC. Agendar até 42 dias. Puérperas que não estiverem amamentando, agendar em no máximo em 30 dias. Nesta consulta, avaliar a carteira de vacinação e, se necessário, vacinar, principalmente contra rubéola.  • Planilhar a consulta de revisão puerperal na planilha do SISPRÉNATAL.  • Acompanhar e orientar o aleitamento materno, especialmente na primeira semana.
  • 28. 5. Consulta do Enfermeiro no período puerperal.  Realizar orientação nutricional.  Assistir em suas necessidades emocionais, detectando alterações e prestando/ encaminhando para assistência necessária.  Orientar quanto a contracepção no período específico e intervalo intergestacional.  Identificar anormalidades e realizar encaminhamentos necessários.  Realizar visita domiciliar à puérpera – PSF.  OBS: NÃO ESQUECER DE ENCERRAR O SISPRENATALOBS: NÃO ESQUECER DE ENCERRAR O SISPRENATAL ANOTANDO A CONSULTA DE REVISÃO PÓS-PARTO NAANOTANDO A CONSULTA DE REVISÃO PÓS-PARTO NA EM PLANILHA PRÓPRIAEM PLANILHA PRÓPRIA..
  • 29. Roteiro da Consulta do Enfermeiro à Puérpera. Profa. MSc. Ana Paula Oliveira GonçalvesProfa. MSc. Ana Paula Oliveira Gonçalves
  • 30. 1. Identificação 1. Nome: 2. Idade: 3. Paridade: 4. Classificação puerperal: 5. Situação conjugal: 6. Procedência/Endereço (se for visita de PSF): a) descrever as conduções de moradia (acesso, material de construção, cômodos, iluminação/ventilação natural, saneamento, limpeza, segurança da residência e da área); b) impressão sobre o comportamento de outros familiares em relação à mãe e ao bebê.
  • 31. 2. Anamnese: 2.1 - História pré-natal 1. Nº de consultas no pré-natal. 2. Imunização. 3. Exames realizados. 4. Intercorrências no pré-natal. 5. Experiência quanto ao aleitamento. 6. Experiência quanto aos cuidados com recém-nascido.
  • 32. 2. Anamnese: 2.2 - História do parto: 1. Tempo do trabalho de parto, tipo de parto, IG. 2. Quem realizou a assistência. 3. Local onde ocorreu o parto ou cesareana. 4. Intercorrências (hemorragias, cicatriz cirúrgica, lacerações, febre, episiotomia e episiorrafia, etc). 5. Nº de recém-nascidos e o sexo, se chorou no 1º. minuto, se mamou na 1ª hora de vida, se foi para alojamento conjunto ou unidade de assistência neonatal.
  • 33. 2 - Anamnese: 2.3 - Vivências 1. Amamentação: dificuldades, técnica (solicitar que a puérpera amamente o RN). 2. Alimentação da puérpera. 3. Excreções (digestão/micção). 4. Higiene corporal e íntima. 5. Cuidados com curativo. 6. Sono e repouso. 7. Atividade sexual e contracepção. 8. Queixas (condições físicas e psicológicas adversas / manifestações sobre si e o bebê).
  • 34. 3. Exame Físico: 1. Sinais Vitais; 2. Medidas antropométricas; 3. Exame dos segmentos corporais no sentido céfalo-podálico; 4. Exame obstétrico: mamas, abdome e genitália.
  • 35. 4. Orientações: 1. Gerais: resguardo de 6 a 8 semanas com abstinência sexual, aumentar ingesta de líquidos, dieta rica em ferro, frutas e verduras, uso de contraceptivos de barreira, higiene íntima com sabonete líquido neutro e curativo (se houver), cuidados com as mamas, diminuição de esforço físico nas atividades da vida diária, reforço de orientações sobre técnica e benefícios do aleitamento exclusivo, cuidados com o bebê e ambiente. 2. Específicas: dependem dos achados na anamnese e exame físico.
  • 36. 5. Solicitação de exames:  HIV, hemograma ou eritrograma, VDRL, BHCG, outros exames (s/n);  Orientar coleta para PCCU (s/n) - após 8 semanas do parto se cesareano ou 24 semanas(6m) se parto vaginal.
  • 37. 6. Condutas:  Encaminhar para Sala de Imunização: dT (completar esquema s/n), Tríplice viral ou Dupla viral (s/n) e antigripal se não tiver recebido uma dose nos últimos 12 meses, se não imunizada contra FA fazê-lo após 6 meses;  Inscrever no Planejamento Familiar (s/n);  Encaminhar o RN para sala de imunização (orientar o esquema vacinal) e aos testes de triagem neonatal, ocular, auditiva e cardiológica;  Inscrever a criança no(s) Programa(s) de CD e/ou PROAME após 30 dias de nascida (orientar documentação necessária).  Agendamentos (CE,CM,CE, e outros se necessário);
  • 38. 6. Registro da CE à Puérpera em 06/04/2016. Identificação: AISMCA, secundípara em puerpério mediato, 22 anos, casada, tem o EM completo, do lar, natural de Maracanã, residente a Av. Barão de Igarapé Miri, nº 222/ Passagem São José, c/05 - Guamá. Residência de fácil acesso, via com calçamento, casa alugada, de madeira, com água encanada, 3 cômodos – banheiro externo com fossa negra, boa limpeza, área de médio risco. História Pré-Natal: fez 06 consultas no pré-natal, onde apresentou anemia moderada. Ficou em AME com o 1ª filha até o 4 mês (hoje com 15 meses) e prestou-lhe todos os cuidados. Recebeu nesta gestação a dose de dTpa. História do Parto: ficou em trabalho de parto por +/- 8 hs. Em 01/04/16, deu à luz um RN, à termo, de sexo masculino, através de parto natural cefálico, sem laceração foi assistida na FSCMPa por enfermeira residente. RN chorou no 1º minuto e mamou na 1ªhora. Fez pele a pele. Ficaram em ALCON.
  • 39. 6. Registro Vivência:RN mama +/- 10 vezes nas 24 hs, tem boa pega, sem dificuldades. A puérpera alimenta-se com dieta sólida e semi-líquida, faz pouca ingestão de água. Micção espontânea e prisão de ventre. Toma um banho por dia e faz higiene íntima com sabão grosso e troca regular de absorvente. Tem sono (+/- 6hs) e repouso interrompidos. Não retornou a atividade sexual. Não faz uso de contraceptivo. Queixas: dor nas mamas, cólicas fracas, cansaço. Ao exame físico: TPR/PA: 37ºc/70/25/130x70 – normotérmica, hipocorada. Mamas túrgidas, mamilo hipercorado. Abdome flácido. Vagina com diminutas lacerações e lóquios vermelhos, útero 07 cm acima do púbis, MMII com pele ressecada e sem edemas.
  • 40. 6. Registro Solicitação de Exames: hemograma/eritrograma, HIV, BHCG e VDRL. Orientações: Colher daqui a 6 meses o PCCU. Continuar a higiene com frequência mas, substituindo o sabão grosso por sabonete neutro e/ou líquido. Diminuir da dieta os carbohidratos e incluir frutas verduras e beber 8 copos d’água por dia. As cólicas são fisiológicas. Massagear as mamas e usar sutiã adequado. Retornar a vida sexual após resguardo (45 dias do pós-parto) e hidratar os MMII. Prestar vigilância a criança, não deixá-la sob supervisão de outras crianças.
  • 41. 6. Registro Encaminhamentos: Mãe - para consulta com nutricionista, fazer dose de Tríplice Viral e ao Programa de Planejamento Familiar; Filho - para o Programa de CD ou PROAME, imunização e exames de triagem neonatal.
  • 42. Agendamento: CE:04/05/15 - Dra. Ana Paula CM:24/09/15 - Dr. Gonçalves CE:24/10/15 - Dra. Ana Paula  Caso a mãe esteja amamentado.
  • 44. Licença à Maternidade  O que é? É a licença concedida a servidora à partir do momento do parto, com duração de 120 dias. Artigo 7o. , Inciso XVIII, Capítulo II da Constituição do Brasil.  Prazo para requerer Até 10 (dez) dias, à partir da data do parto.  Como proceder? - Solicitar requerimento de licença no setor de recursos humanos da empresa/instituição. Preenchê- lo. - Anexar ao requerimento de licença, Xerox da Certidão de Nascimento;ou - Anexar ao requerimento de licença, Xerox da Declaração de Nascido Vivo da Maternidade.
  • 45. Bibliografia e webliografia:  Foto: Galeria de bebês da Pompom.  www.irh.pe.gov.br/dgrh/  Manual de Pré-natal e Puerpério do MS. http://www.yoni.com.br/folhetos/em_puerperio http://www.yoni.com.br/exercicios_no_puerperio.  Curiosidade: historiadores supõe que o sorriso de Gioconda é de uma puérpera, pois elas usavam este véu para cobrir as mamas.
  • 46. Devemos assegurar a puérpera a consulta nos primeiros 7 dias do pós-parto, desta forma estaremos propiciando a ela ao recém-nascido, vacinas, exames, orientações e esclarecimento a suas dúvidas a família.
  • 47. “Escolas” para ensinar, “Hospitais” para socorrer, “Fortalezas” para proteger e “Ninhos” para aconchegar. Como as famílias devem ser?