Ditadura Argentina

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Ditadura Argentina

  1. 1. O U T R A F A C E D O T E R R O R Ditadura argentina
  2. 2.  Militares que destituíram Isabel Perón
  3. 3. Jorge Rafael Videla
  4. 4. Histórico do golpe militar argentino  Inicia em 24 de março de 1976.  Visava: combater os movimentos populares e aniquilar os “subversivos” em sindicatos, igrejas, universidades e associações de bairro.  A ditadura chega ao fim em 1983.  Em 1986 foram assinadas as Leyes Punto Final, que eximiam de responsabilidade homens e mulheres que houvessem cometido crimes políticos – tanto os “subversivos” quanto os encarregados do regime.
  5. 5. Escuela de Mecánica de la Armada  Campos clandestinos de detenção e tortura da ditadura militar.
  6. 6. Sequestradores do regime  Entravam nas casas de “suspeitos” a qualquer hora do dia ou da noite.  A polícia era avisada para não agir caso fosse chamada pela vizinhança.  Há registros do desaparecimento de crianças e adolescentes. Não se sabe se foram assassinados ou, com documentos falsos, entregues à adoção.
  7. 7. Procedimentos com os criminosos políticos  Eram levados para a ESMA com as mãos amarradas e cabeça coberta por um capuz.  Após alguns dias detidos, os presos eram avisados de que seriam transferidos. Na realidade, eram colocados, encapuzados, em um avião, e atirados na foz do rio Prata ou ao mar. Foram encontrados corpos em Quilmes e outras praias.
  8. 8. Evidentemente, os ditadores argentinos não agiram sozinhos...
  9. 9. Torturadores militares  Técnicas desenvolvidas por militares colonialistas franceses, na Argélia e Indochina.  Interrogatório com “ajuda” da “picana”(choques elétricos), pauladas, asfixia seca e úmida. Os militares também costumavam retirar a pele da sola dos pés dos presos, retorcer seus testículos e estuprá-los.  Um médico acompanhava as seções de tortura.  Os presos eram mantidos deitados no chão, em cubículos, pés contra a parede e a cabeça voltada para o corredor. Música alta soava todo o tempo – era um tipo de tortura psicológica.
  10. 10. Abusos dos militares  Transferência de bens e propriedades dos presos para o nome dos torturadores.  Alguns presos políticos eram feitos escravos pelos militares, e eram obrigados a trabalhar a favor do regime.  Victor Basterra, trabalhador do setor gráfico, foi mantido preso e foi obrigado a trabalhar em falsificações de documentos. Basterra ficou encarcerado de 1979 a 1982. A partir de 1982 passou a ter direito de sair para visitar a família.  Trabalhavam compulsoriamente para os militares presos políticos que haviam sido profissionais competentes em diversas áreas. Professores universitários e tradutores em geral tinham como função preparar textos para reportagens da TV oficial, e traduzir matérias da e para a imprensa internacional.
  11. 11. Victor Basterra
  12. 12. Resultados  Calcula-se que das 5 mil pessoas detidas na ESMA, em quase 10 anos de ditadura, apenas 5% sobreviveu.  “Em países como Brasil, Equador, Uruguai e Honduras, os homicídios aconteciam aos centos. Na Argentina, foram dezenas de milhares”, diz Daniel Feierstein, diretor do Centro de Estudos em Genocídios, em Buenos Aires.
  13. 13. Bibliografia  Jornal El mundo: http://www.elmundo.es/albumes/2006/03/24/di ctadura_argentina/index_6.html  Revista Aventuras na História, edição 85, de agosto de 2010. p. 46 a 51.

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