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Saber ver a arquitetura - Bruno Zevi

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Saber Ver a Arquitetura
TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO
Alunos: Ana Leticia Cunha, Igor Leonardo, Elizaine
Coutto, Rhavenna Barcelos.
Bruno Zevi
• (Roma, 22 de janeiro de 1918 — Roma, 9 de janeiro de 2000)
• Foi um arquiteto e urbanista italiano, conhecido sobretudo como
historiador e crítico da arquitetura modernista.
Capítulo 5 –As interpretações da arquitetura
• Bruno Zevi aborda em seu livro os principais aspectos para
compreender e analisar a arquitetura.
• “ A maior dificuldade que se encontra ao compilar uma história crítica
arquitetônica, consiste no fato de uma grande parte das mais geniais
instituições sobre a arquitetura se encontrar espalhadas em livros de
filosofia, estética geral, poemas, romances, contos e páginas de arquitetos.
São poucos os autênticos críticos de arquitetura.”
• O autor interpreta a arquitetura em três partes (As que se relacionam com o
conteúdo, as fisiopsicológicas, e as formalistas. ) que se destacam em 8
categorias:
• Política: A interpretação política diz respeito ás causas das correntes
arquitetônicas, ou ao simbolismo dos estilos.
- Catedral de Lincoln, Inglaterra.
O ímpeto construtivo gótico nasceu
com o advento do nacionalismo e o
fervor das Cruzadas.
Templo Grego. Panteão
•Filosófico-religiosa: Semelhante a interpretação politica, a religião conduz um aspecto
construtivo que denomina poder.
Científica: Concepções matemáticas e geométricas
Cúpula de San Lorenzo em Turim.
“Se Leibniz não tivesse descoberto o cálculo integral e os cientistas não tivessem
dedicado a investigar os métodos da geometria descritiva, Guarini não teria
conseguido criá-la.
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Saber ver a arquitetura - Bruno Zevi

  • 1. Saber Ver a Arquitetura TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO Alunos: Ana Leticia Cunha, Igor Leonardo, Elizaine Coutto, Rhavenna Barcelos.
  • 2. Bruno Zevi • (Roma, 22 de janeiro de 1918 — Roma, 9 de janeiro de 2000) • Foi um arquiteto e urbanista italiano, conhecido sobretudo como historiador e crítico da arquitetura modernista.
  • 3. Capítulo 5 –As interpretações da arquitetura • Bruno Zevi aborda em seu livro os principais aspectos para compreender e analisar a arquitetura. • “ A maior dificuldade que se encontra ao compilar uma história crítica arquitetônica, consiste no fato de uma grande parte das mais geniais instituições sobre a arquitetura se encontrar espalhadas em livros de filosofia, estética geral, poemas, romances, contos e páginas de arquitetos. São poucos os autênticos críticos de arquitetura.”
  • 4. • O autor interpreta a arquitetura em três partes (As que se relacionam com o conteúdo, as fisiopsicológicas, e as formalistas. ) que se destacam em 8 categorias: • Política: A interpretação política diz respeito ás causas das correntes arquitetônicas, ou ao simbolismo dos estilos. - Catedral de Lincoln, Inglaterra. O ímpeto construtivo gótico nasceu com o advento do nacionalismo e o fervor das Cruzadas.
  • 5. Templo Grego. Panteão •Filosófico-religiosa: Semelhante a interpretação politica, a religião conduz um aspecto construtivo que denomina poder.
  • 6. Científica: Concepções matemáticas e geométricas Cúpula de San Lorenzo em Turim. “Se Leibniz não tivesse descoberto o cálculo integral e os cientistas não tivessem dedicado a investigar os métodos da geometria descritiva, Guarini não teria conseguido criá-la.
  • 7. Econômico-social: A arquitetura é a autobiografia do sistema e das instituições sociais. Florença, símbolo do Renascimento.
  • 8. Materialista: A morfologia arquitetônica se explica através das condições geográficas e geológicas dos lugares onde surge os monumentos. Arquitetura da Babilónia justifica-se pelo uso de tijolos e terracota.
  • 9. Técnica: história da construção.
  • 10. Fisiopsicológicas: As emoções fornecidas pela arte de construir. “ – Linhas retas e curvas: As linhas retas significam decisão, rigidez e força. As linhas curvas representam hesitação, flexibilidade ou valores decorativo.” Frank Gehry
  • 11. Formalista: a questão da forma, das qualidades da construção. Dentro dos princípios da arquitetura: a eurritmia, a harmonia, a unidade, a urbanidade, a consonância, o ritmo, o equilíbrio, a proporção, o design, o estilo. Taj Mahal, exemplo de simetria.
  • 12. Espacial: O conjunto de todas as outras interpretações. “Estaríamos então de volta ao princípio: Qual é o conteúdo da arquitetura? Qual é o conteúdo do espaço, são as ações que neles se exteriorizam, é a Vida física, psicológica, espiritual que decorre neles. O conteúdo da arquitetura é o seu conteúdo social.”