SlideShare uma empresa Scribd logo

Diversidade linguística&cultural

Este documento fornece informações sobre um curso de aprendizagem para esteticistas e cosmetologistas oferecido por um instituto de formação profissional em Santarém, Portugal. O curso aborda a diversidade linguística e cultural da língua portuguesa e inclui tópicos sobre variedades regionais do português e sobre a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.

1 de 24
Baixar para ler offline
CURSO DE
                                                APRENDIZAGEM

                                                 ESTETICISTA |
    Instituto de Emprego e Formação            COSMETOLOGISTA
                Profissional

Centro de Emprego e Formação Profissional de
                Santarém

Serviço de Formação Profissional de Santarém




       VIVER O PORTUGUÊS

     UFCD 1.7 DIVERSIDADE
    LÍNGUÍSTICA E CULTURAL

   Formadora: Ana Lúcia Água

              Março 2013
PLANIFICAÇÃO


 OBJETIVOS ESPECÍFICOS | CRITÉRIOS DE
                                                CONTEÚDOS TEÓRICOS | PRÁTICOS
              EVIDÊNCIA

• Identifica os diferentes falares           •O português, uma língua viva
 regionais e os seus elementos               •Língua, dialeto e falar regional
 diferenciadores.                            •Unidade e diversidade da língua
• Interpreta correctamente o                  portuguesa
  sentido da expressão                       •A pronúncia e o léxico, elementos
                                              de diferenciação
  “unidade na diversidade”.
                                             •Variedades do português,
• Situa geograficamente os                    distribuição geográfica
  diferentes falares.                        •O português no mundo atual
• Identifica alguns aspectos                 •Comunidade de Língua Oficial
  culturais dos países                        Portuguesa (CPLP)
  pertencentes à CPLP.                       •Antecedentes e Declaração:
• Relaciona os objetivos da                   Estatutos | Estados membros
  CPLP com os objetivos da                    |Objetivos
  política externa portuguesa.               •Expansão da língua portuguesa no
                                              mundo: descobrimentos e
                                              descolonização
                                             •Política externa e defesa da língua
                                              portuguesa




                                        Ana Lúcia Água
PORTUGUÊS, LÍNGUA VIVA


                 FICHA TÉCNICA
                  documentário
                  105 minutos
                  co-produção Brasil & Portugal
                  filmado em seis países (Brasil,
                 Moçambique, Índia, Portugal,
                 França e Japão)
                  dirigido por Victor Lopes
                  longa-metragem que retrata o
                 mergulho nas muitas histórias da
                 língua portuguesa e da sua
                 permanência entre culturas
                 variadas do planeta, que revela
                 herança portuguesa, sempre
                 surpreendente e
                 permanentemente renovada, que
                 acompanha o movimento de uma
                 língua que ganhou o mundo e que
                 refaz os seus caminhos na
                 expectativa de se reencontrar.

                  Entrevistados: José Saramago,
                 Mia Couto, João Ubaldo Ribeiro,
                 Martinho da Vila e MadreDeus.

                 http://www.almacarioca.com.br/li
                 ngua.htm



Ana Lúcia Água
UNIDADE NA DIVERSIDADE




Sinopse e detalhes


“Todo dia duzentas milhões de pessoas levam
suas vidas em português. Fazem negócios e
escrevem poemas. Brigam no trânsito, contam
piadas e declaram amor. Todo dia a língua
portuguesa renasce em bocas brasileiras,
moçambicanas, goesas, angolanas, japonesas,
cabo-verdianas, portuguesas, guineenses. Novas
línguas mestiças, temperadas por melodias de
todos os continentes, habitadas por deuses muito
mais antigos e que ela acolhe como filhos.
Língua    da   qual    povos    colonizados    se
apropriaram     e    que     devolvem     agora,
reinventada. Língua que novos e velhos
imigrantes levam consigo para dizer certas coisas
que nas outras não cabe.”




                                    Ana Lúcia Água
UNIDADE NA DIVERSIDADE




Vivacidade
Dinamismo
História
“Uma língua que aceita muito, que
introduz variação.”


“Como se pode não pertencer à
língua que se aprendeu, com que se
comunica, com que se escreve?”
“A Língua transforma-se numa mina
inesgotável de beleza e valor…”


“A Língua Portuguesa é um corpo
espalhado pelo Mundo”.
“No Brasil os portugueses
encontraram um Portugal maior.”



            Ana Lúcia Lúcia Água
                 Ana Água
DEFINIÇÃO DE LÍNGUA




Afinal… Língua Portuguesa…

                                     •Património
                         O que        nacional
                          é?         •Instrumento de
                                      comunicação



                                          •Portugueses
                             Usada
                                          •Brasileiros
                              por         •Muitos africanos
                             quem?        •Alguns asiáticos


                                     •Territórios
                                      separados em
                         Onde?        vários continentes
                                     •Comunidades
                                      distanciadas




                             Ana Lúcia Água

Recomendados

Vantagens e desvantagens da globalização
Vantagens e desvantagens da globalizaçãoVantagens e desvantagens da globalização
Vantagens e desvantagens da globalizaçãoZé Stinson
 
Teste origem e evolução da lp
Teste  origem e evolução da  lpTeste  origem e evolução da  lp
Teste origem e evolução da lpCristina Seiça
 
Sílabas Métricas
Sílabas MétricasSílabas Métricas
Sílabas Métricas713773
 
Relatório de estágio cursos profissionais
 Relatório de estágio  cursos profissionais Relatório de estágio  cursos profissionais
Relatório de estágio cursos profissionaisAlzira Figueiredo
 

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Pessoa E Cultura MóDulo 1
Pessoa E Cultura   MóDulo 1Pessoa E Cultura   MóDulo 1
Pessoa E Cultura MóDulo 1abarros
 
estrutura familiar e dinamica social
estrutura familiar e dinamica socialestrutura familiar e dinamica social
estrutura familiar e dinamica socialJoão Marrocano
 
Evolução da população portuguesa
Evolução da população portuguesaEvolução da população portuguesa
Evolução da população portuguesaIlda Bicacro
 
Crónica de D. João I de Fernão Lopes
Crónica de D. João I de Fernão LopesCrónica de D. João I de Fernão Lopes
Crónica de D. João I de Fernão LopesGijasilvelitz 2
 
Modificador restritivo e apositivo do nome
Modificador restritivo e apositivo do nomeModificador restritivo e apositivo do nome
Modificador restritivo e apositivo do nomeAntónio Fernandes
 
Como fazer uma apresentação oral?
Como fazer uma apresentação oral?Como fazer uma apresentação oral?
Como fazer uma apresentação oral?becastanheiradepera
 
Portefolio Área De Integração - Módulo 1
Portefolio Área De Integração - Módulo 1Portefolio Área De Integração - Módulo 1
Portefolio Área De Integração - Módulo 1Patricia Martins
 
Fernando Pessoa Nostalgia da Infância
Fernando Pessoa Nostalgia da InfânciaFernando Pessoa Nostalgia da Infância
Fernando Pessoa Nostalgia da InfânciaSamuel Neves
 
Texto poético: características
Texto poético: característicasTexto poético: características
Texto poético: característicasinessalgado
 
Organizações da sociedade civil que prestam apoio a
Organizações da sociedade civil que prestam apoio aOrganizações da sociedade civil que prestam apoio a
Organizações da sociedade civil que prestam apoio aR C
 
Processos fonológicos
Processos fonológicosProcessos fonológicos
Processos fonológicosSílvia Faim
 
Interculturalidade (1)luisa 7ºa
Interculturalidade (1)luisa 7ºaInterculturalidade (1)luisa 7ºa
Interculturalidade (1)luisa 7ºaNatercia
 
Ufcd 6657 diversidade linguística e cultural
Ufcd 6657 diversidade linguística e culturalUfcd 6657 diversidade linguística e cultural
Ufcd 6657 diversidade linguística e culturalManuais Formação
 

Mais procurados (20)

Pessoa E Cultura MóDulo 1
Pessoa E Cultura   MóDulo 1Pessoa E Cultura   MóDulo 1
Pessoa E Cultura MóDulo 1
 
estrutura familiar e dinamica social
estrutura familiar e dinamica socialestrutura familiar e dinamica social
estrutura familiar e dinamica social
 
A Pesca
A PescaA Pesca
A Pesca
 
A Industria
A IndustriaA Industria
A Industria
 
Evolução da população portuguesa
Evolução da população portuguesaEvolução da população portuguesa
Evolução da população portuguesa
 
Crónica de D. João I de Fernão Lopes
Crónica de D. João I de Fernão LopesCrónica de D. João I de Fernão Lopes
Crónica de D. João I de Fernão Lopes
 
Recursos expressivos
Recursos expressivosRecursos expressivos
Recursos expressivos
 
Nevoeiro
Nevoeiro   Nevoeiro
Nevoeiro
 
Modificador restritivo e apositivo do nome
Modificador restritivo e apositivo do nomeModificador restritivo e apositivo do nome
Modificador restritivo e apositivo do nome
 
Textos de opinião
Textos de opiniãoTextos de opinião
Textos de opinião
 
Como fazer uma apresentação oral?
Como fazer uma apresentação oral?Como fazer uma apresentação oral?
Como fazer uma apresentação oral?
 
Portefolio Área De Integração - Módulo 1
Portefolio Área De Integração - Módulo 1Portefolio Área De Integração - Módulo 1
Portefolio Área De Integração - Módulo 1
 
Fernando Pessoa Nostalgia da Infância
Fernando Pessoa Nostalgia da InfânciaFernando Pessoa Nostalgia da Infância
Fernando Pessoa Nostalgia da Infância
 
Texto poético: características
Texto poético: característicasTexto poético: características
Texto poético: características
 
Pronominalização
PronominalizaçãoPronominalização
Pronominalização
 
Organizações da sociedade civil que prestam apoio a
Organizações da sociedade civil que prestam apoio aOrganizações da sociedade civil que prestam apoio a
Organizações da sociedade civil que prestam apoio a
 
Classe de palavras
Classe de palavrasClasse de palavras
Classe de palavras
 
Processos fonológicos
Processos fonológicosProcessos fonológicos
Processos fonológicos
 
Interculturalidade (1)luisa 7ºa
Interculturalidade (1)luisa 7ºaInterculturalidade (1)luisa 7ºa
Interculturalidade (1)luisa 7ºa
 
Ufcd 6657 diversidade linguística e cultural
Ufcd 6657 diversidade linguística e culturalUfcd 6657 diversidade linguística e cultural
Ufcd 6657 diversidade linguística e cultural
 

Destaque

Variedades Linguísticas
Variedades LinguísticasVariedades Linguísticas
Variedades Linguísticas7 de Setembro
 
VariaçãO LinguíStica
VariaçãO LinguíSticaVariaçãO LinguíStica
VariaçãO LinguíSticaElza Silveira
 
Aula 04 variacao linguistica
Aula 04   variacao linguisticaAula 04   variacao linguistica
Aula 04 variacao linguisticaMarcia Simone
 
Diversidade cultural
Diversidade culturalDiversidade cultural
Diversidade culturalPaula Tomaz
 
A história da língua
A história da línguaA história da língua
A história da línguaVanda Marques
 
Variacao linguistica
Variacao linguisticaVariacao linguistica
Variacao linguisticacaurysilva
 
Diversidade Cultural
Diversidade CulturalDiversidade Cultural
Diversidade Culturalabarros
 
VARIEDADES DA LÍNGUA PORTUGUESA NO BRASIL
VARIEDADES DA LÍNGUA PORTUGUESA NO BRASILVARIEDADES DA LÍNGUA PORTUGUESA NO BRASIL
VARIEDADES DA LÍNGUA PORTUGUESA NO BRASILuniversigatas
 
Diversidade Cultural de Portugal
Diversidade Cultural de PortugalDiversidade Cultural de Portugal
Diversidade Cultural de PortugalAdelaide Jesus
 
Variação linguística
Variação linguísticaVariação linguística
Variação linguísticanunesmaril
 
6º ano E. F. II - Variação Linguística
6º ano E. F. II - Variação Linguística6º ano E. F. II - Variação Linguística
6º ano E. F. II - Variação LinguísticaAngélica Manenti
 
Diversidade Cultural
Diversidade CulturalDiversidade Cultural
Diversidade CulturalPaula Melo
 
O Cante Alentejano - Artur Filipe dos Santos - universidade sénior contemporânea
O Cante Alentejano - Artur Filipe dos Santos - universidade sénior contemporâneaO Cante Alentejano - Artur Filipe dos Santos - universidade sénior contemporânea
O Cante Alentejano - Artur Filipe dos Santos - universidade sénior contemporâneaArtur Filipe dos Santos
 
Património cultural: o Cante Alentejano - Artur Filipe dos Santos - universid...
Património cultural: o Cante Alentejano - Artur Filipe dos Santos - universid...Património cultural: o Cante Alentejano - Artur Filipe dos Santos - universid...
Património cultural: o Cante Alentejano - Artur Filipe dos Santos - universid...Artur Filipe dos Santos
 

Destaque (20)

Variedades do português
Variedades do portuguêsVariedades do português
Variedades do português
 
Variedades Linguísticas
Variedades LinguísticasVariedades Linguísticas
Variedades Linguísticas
 
Variedades linguísticas
Variedades linguísticasVariedades linguísticas
Variedades linguísticas
 
Variedades linguísticas
Variedades linguísticasVariedades linguísticas
Variedades linguísticas
 
VariaçãO LinguíStica
VariaçãO LinguíSticaVariaçãO LinguíStica
VariaçãO LinguíStica
 
Aula 04 variacao linguistica
Aula 04   variacao linguisticaAula 04   variacao linguistica
Aula 04 variacao linguistica
 
Diversidade cultural
Diversidade culturalDiversidade cultural
Diversidade cultural
 
A história da língua
A história da línguaA história da língua
A história da língua
 
Diversidade Cultural
Diversidade CulturalDiversidade Cultural
Diversidade Cultural
 
Viver em português guião de trabalho
Viver em português   guião de trabalhoViver em português   guião de trabalho
Viver em português guião de trabalho
 
Variacao linguistica
Variacao linguisticaVariacao linguistica
Variacao linguistica
 
Diversidade Cultural
Diversidade CulturalDiversidade Cultural
Diversidade Cultural
 
VARIEDADES DA LÍNGUA PORTUGUESA NO BRASIL
VARIEDADES DA LÍNGUA PORTUGUESA NO BRASILVARIEDADES DA LÍNGUA PORTUGUESA NO BRASIL
VARIEDADES DA LÍNGUA PORTUGUESA NO BRASIL
 
Df6 cdr ppt_variedades[1]
Df6 cdr ppt_variedades[1]Df6 cdr ppt_variedades[1]
Df6 cdr ppt_variedades[1]
 
Diversidade Cultural de Portugal
Diversidade Cultural de PortugalDiversidade Cultural de Portugal
Diversidade Cultural de Portugal
 
Variação linguística
Variação linguísticaVariação linguística
Variação linguística
 
6º ano E. F. II - Variação Linguística
6º ano E. F. II - Variação Linguística6º ano E. F. II - Variação Linguística
6º ano E. F. II - Variação Linguística
 
Diversidade Cultural
Diversidade CulturalDiversidade Cultural
Diversidade Cultural
 
O Cante Alentejano - Artur Filipe dos Santos - universidade sénior contemporânea
O Cante Alentejano - Artur Filipe dos Santos - universidade sénior contemporâneaO Cante Alentejano - Artur Filipe dos Santos - universidade sénior contemporânea
O Cante Alentejano - Artur Filipe dos Santos - universidade sénior contemporânea
 
Património cultural: o Cante Alentejano - Artur Filipe dos Santos - universid...
Património cultural: o Cante Alentejano - Artur Filipe dos Santos - universid...Património cultural: o Cante Alentejano - Artur Filipe dos Santos - universid...
Património cultural: o Cante Alentejano - Artur Filipe dos Santos - universid...
 

Semelhante a Diversidade linguística&cultural

Difusão da lingua p
Difusão da lingua pDifusão da lingua p
Difusão da lingua pdocasbm
 
O Bandeirante - n.195 - Fevereiro de 2009
O Bandeirante - n.195 - Fevereiro de 2009O Bandeirante - n.195 - Fevereiro de 2009
O Bandeirante - n.195 - Fevereiro de 2009Marcos Gimenes Salun
 
sec-ii-variac387c383o-linguc38dstica.pptx
sec-ii-variac387c383o-linguc38dstica.pptxsec-ii-variac387c383o-linguc38dstica.pptx
sec-ii-variac387c383o-linguc38dstica.pptxirmaosbatista2023
 
Linguagem, língua, escrita e oralidade
Linguagem, língua, escrita e oralidadeLinguagem, língua, escrita e oralidade
Linguagem, língua, escrita e oralidadeKaren Olivan
 
O PORTUGUÊS NO BRASIL COMO LÍNGUA TRANSNACIONAL
O PORTUGUÊS NO BRASIL COMO LÍNGUA TRANSNACIONALO PORTUGUÊS NO BRASIL COMO LÍNGUA TRANSNACIONAL
O PORTUGUÊS NO BRASIL COMO LÍNGUA TRANSNACIONALFabiana Amado
 
Planificação da unidade b5 final CMA
Planificação da unidade b5   final CMAPlanificação da unidade b5   final CMA
Planificação da unidade b5 final CMAJoão Couto
 
Planificação da unidade b5 HCA final 10ºAno
Planificação da unidade b5  HCA final 10ºAnoPlanificação da unidade b5  HCA final 10ºAno
Planificação da unidade b5 HCA final 10ºAnoJoão Couto
 
Variedadeslingusticas 120330142710-phpapp02
Variedadeslingusticas 120330142710-phpapp02Variedadeslingusticas 120330142710-phpapp02
Variedadeslingusticas 120330142710-phpapp02Fernanda Oliveira
 
_Aula 02 - Língua Portuguesa.pptx
_Aula 02 - Língua Portuguesa.pptx_Aula 02 - Língua Portuguesa.pptx
_Aula 02 - Língua Portuguesa.pptxROSAMONTEIROMARQUES
 
UFCD_6657_Diversidade linguística e cultural_índice
UFCD_6657_Diversidade linguística e cultural_índiceUFCD_6657_Diversidade linguística e cultural_índice
UFCD_6657_Diversidade linguística e cultural_índiceManuais Formação
 
Pnaic tabela com os conceitos
Pnaic tabela com os conceitosPnaic tabela com os conceitos
Pnaic tabela com os conceitosClaudio Pessoa
 
Concepção de língua e linguagem, signo e fala..ppt
Concepção de língua e linguagem, signo e fala..pptConcepção de língua e linguagem, signo e fala..ppt
Concepção de língua e linguagem, signo e fala..pptRosiane Candido
 
Diversidade linguística e cultural índice
Diversidade linguística e cultural índiceDiversidade linguística e cultural índice
Diversidade linguística e cultural índiceManuais Formação
 
Diversidade linguística e cultural índice
Diversidade linguística e cultural índiceDiversidade linguística e cultural índice
Diversidade linguística e cultural índiceManuais Formação
 

Semelhante a Diversidade linguística&cultural (20)

Difusão da lingua p
Difusão da lingua pDifusão da lingua p
Difusão da lingua p
 
O Bandeirante - n.195 - Fevereiro de 2009
O Bandeirante - n.195 - Fevereiro de 2009O Bandeirante - n.195 - Fevereiro de 2009
O Bandeirante - n.195 - Fevereiro de 2009
 
sec-ii-variac387c383o-linguc38dstica.pptx
sec-ii-variac387c383o-linguc38dstica.pptxsec-ii-variac387c383o-linguc38dstica.pptx
sec-ii-variac387c383o-linguc38dstica.pptx
 
Língua pdf
Língua pdfLíngua pdf
Língua pdf
 
A nossa língua
A nossa línguaA nossa língua
A nossa língua
 
Lusofonia
Lusofonia Lusofonia
Lusofonia
 
Linguagem, língua, escrita e oralidade
Linguagem, língua, escrita e oralidadeLinguagem, língua, escrita e oralidade
Linguagem, língua, escrita e oralidade
 
O PORTUGUÊS NO BRASIL COMO LÍNGUA TRANSNACIONAL
O PORTUGUÊS NO BRASIL COMO LÍNGUA TRANSNACIONALO PORTUGUÊS NO BRASIL COMO LÍNGUA TRANSNACIONAL
O PORTUGUÊS NO BRASIL COMO LÍNGUA TRANSNACIONAL
 
Modelo de material.luc
Modelo de material.lucModelo de material.luc
Modelo de material.luc
 
Modelo de material.luc
Modelo de material.lucModelo de material.luc
Modelo de material.luc
 
3 encontro - Pnaic 2015
3 encontro - Pnaic 20153 encontro - Pnaic 2015
3 encontro - Pnaic 2015
 
Planificação da unidade b5 final CMA
Planificação da unidade b5   final CMAPlanificação da unidade b5   final CMA
Planificação da unidade b5 final CMA
 
Planificação da unidade b5 HCA final 10ºAno
Planificação da unidade b5  HCA final 10ºAnoPlanificação da unidade b5  HCA final 10ºAno
Planificação da unidade b5 HCA final 10ºAno
 
Variedadeslingusticas 120330142710-phpapp02
Variedadeslingusticas 120330142710-phpapp02Variedadeslingusticas 120330142710-phpapp02
Variedadeslingusticas 120330142710-phpapp02
 
_Aula 02 - Língua Portuguesa.pptx
_Aula 02 - Língua Portuguesa.pptx_Aula 02 - Língua Portuguesa.pptx
_Aula 02 - Língua Portuguesa.pptx
 
UFCD_6657_Diversidade linguística e cultural_índice
UFCD_6657_Diversidade linguística e cultural_índiceUFCD_6657_Diversidade linguística e cultural_índice
UFCD_6657_Diversidade linguística e cultural_índice
 
Pnaic tabela com os conceitos
Pnaic tabela com os conceitosPnaic tabela com os conceitos
Pnaic tabela com os conceitos
 
Concepção de língua e linguagem, signo e fala..ppt
Concepção de língua e linguagem, signo e fala..pptConcepção de língua e linguagem, signo e fala..ppt
Concepção de língua e linguagem, signo e fala..ppt
 
Diversidade linguística e cultural índice
Diversidade linguística e cultural índiceDiversidade linguística e cultural índice
Diversidade linguística e cultural índice
 
Diversidade linguística e cultural índice
Diversidade linguística e cultural índiceDiversidade linguística e cultural índice
Diversidade linguística e cultural índice
 

Mais de Ana Lúcia Freilão Água (11)

Semeia afetos
Semeia afetosSemeia afetos
Semeia afetos
 
Segurança a ter nas estradas ap
Segurança a ter nas estradas apSegurança a ter nas estradas ap
Segurança a ter nas estradas ap
 
Segurança a ter nas estradas ap
Segurança a ter nas estradas apSegurança a ter nas estradas ap
Segurança a ter nas estradas ap
 
Redes sociais
Redes sociaisRedes sociais
Redes sociais
 
Who wants to be a millionaire
Who wants to be a millionaireWho wants to be a millionaire
Who wants to be a millionaire
 
Bullying grupo b
Bullying grupo bBullying grupo b
Bullying grupo b
 
Conto de Natal 7ºC
Conto de Natal 7ºCConto de Natal 7ºC
Conto de Natal 7ºC
 
Tango na escola
Tango na escolaTango na escola
Tango na escola
 
Apresentação marcelina 2
Apresentação marcelina 2Apresentação marcelina 2
Apresentação marcelina 2
 
áRea de projecto 7ºa
áRea de projecto 7ºaáRea de projecto 7ºa
áRea de projecto 7ºa
 
Textos De TradiçãO Oral
Textos De TradiçãO OralTextos De TradiçãO Oral
Textos De TradiçãO Oral
 

Último

Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...
Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...
Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...excellenceeducaciona
 
610854 (4).pptx Linguagem da música. Diferentes gêneros da musica tradicional...
610854 (4).pptx Linguagem da música. Diferentes gêneros da musica tradicional...610854 (4).pptx Linguagem da música. Diferentes gêneros da musica tradicional...
610854 (4).pptx Linguagem da música. Diferentes gêneros da musica tradicional...GraceDavino
 
SOCIOLOGIA: O PENSAMENTO DE ÉMILE DURKHEIM
SOCIOLOGIA: O PENSAMENTO DE ÉMILE DURKHEIMSOCIOLOGIA: O PENSAMENTO DE ÉMILE DURKHEIM
SOCIOLOGIA: O PENSAMENTO DE ÉMILE DURKHEIMHisrelBlog
 
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;azulassessoriaacadem3
 
Com base na figura exposta abaixo, Explique o modelo de determinação social d...
Com base na figura exposta abaixo, Explique o modelo de determinação social d...Com base na figura exposta abaixo, Explique o modelo de determinação social d...
Com base na figura exposta abaixo, Explique o modelo de determinação social d...Prime Assessoria
 
Com base no exposto, sua ação nessa atividade consiste em elaborar um texto d...
Com base no exposto, sua ação nessa atividade consiste em elaborar um texto d...Com base no exposto, sua ação nessa atividade consiste em elaborar um texto d...
Com base no exposto, sua ação nessa atividade consiste em elaborar um texto d...azulassessoriaacadem3
 
Planejamento Anual Matemática para o ENEM - 1º ano 1, 2 e 3 anos-.pdf
Planejamento Anual Matemática para o ENEM -  1º ano 1, 2 e 3  anos-.pdfPlanejamento Anual Matemática para o ENEM -  1º ano 1, 2 e 3  anos-.pdf
Planejamento Anual Matemática para o ENEM - 1º ano 1, 2 e 3 anos-.pdfCludiaFrancklim
 
Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...
Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...
Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...azulassessoriaacadem3
 
08 de março - Dia Internacional da Mulher
08 de março - Dia Internacional da Mulher08 de março - Dia Internacional da Mulher
08 de março - Dia Internacional da MulherMary Alvarenga
 
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...azulassessoriaacadem3
 
A) DESCREVA no mínimo três pontos-base do princípio da cromatografia gasosa.
A) DESCREVA no mínimo três pontos-base do princípio da cromatografia gasosa.A) DESCREVA no mínimo três pontos-base do princípio da cromatografia gasosa.
A) DESCREVA no mínimo três pontos-base do princípio da cromatografia gasosa.Prime Assessoria
 
a) Como você pode utilizar plataformas digitais, como o Canva e o Book Creato...
a) Como você pode utilizar plataformas digitais, como o Canva e o Book Creato...a) Como você pode utilizar plataformas digitais, como o Canva e o Book Creato...
a) Como você pode utilizar plataformas digitais, como o Canva e o Book Creato...azulassessoriaacadem3
 
1 – O nome de cada uma das tendências pedagógicas, em ordem cronológica;
1 – O nome de cada uma das tendências pedagógicas, em ordem cronológica;1 – O nome de cada uma das tendências pedagógicas, em ordem cronológica;
1 – O nome de cada uma das tendências pedagógicas, em ordem cronológica;azulassessoriaacadem3
 
Elabore uma apresentação em PowerPoint em que você possa definir como a teolo...
Elabore uma apresentação em PowerPoint em que você possa definir como a teolo...Elabore uma apresentação em PowerPoint em que você possa definir como a teolo...
Elabore uma apresentação em PowerPoint em que você possa definir como a teolo...azulassessoriaacadem3
 
A) Cite inicialmente as três dimensões do desenvolvimento sustentável e estab...
A) Cite inicialmente as três dimensões do desenvolvimento sustentável e estab...A) Cite inicialmente as três dimensões do desenvolvimento sustentável e estab...
A) Cite inicialmente as três dimensões do desenvolvimento sustentável e estab...excellenceeducaciona
 
3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...
3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...
3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...azulassessoriaacadem3
 
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...excellenceeducaciona
 
Elementos da Formação Social: sociologia no ensino médio
Elementos da Formação Social: sociologia no ensino médioElementos da Formação Social: sociologia no ensino médio
Elementos da Formação Social: sociologia no ensino médioProfessor Belinaso
 

Último (20)

Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...
Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...
Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...
 
610854 (4).pptx Linguagem da música. Diferentes gêneros da musica tradicional...
610854 (4).pptx Linguagem da música. Diferentes gêneros da musica tradicional...610854 (4).pptx Linguagem da música. Diferentes gêneros da musica tradicional...
610854 (4).pptx Linguagem da música. Diferentes gêneros da musica tradicional...
 
SOCIOLOGIA: O PENSAMENTO DE ÉMILE DURKHEIM
SOCIOLOGIA: O PENSAMENTO DE ÉMILE DURKHEIMSOCIOLOGIA: O PENSAMENTO DE ÉMILE DURKHEIM
SOCIOLOGIA: O PENSAMENTO DE ÉMILE DURKHEIM
 
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;
 
Com base na figura exposta abaixo, Explique o modelo de determinação social d...
Com base na figura exposta abaixo, Explique o modelo de determinação social d...Com base na figura exposta abaixo, Explique o modelo de determinação social d...
Com base na figura exposta abaixo, Explique o modelo de determinação social d...
 
Com base no exposto, sua ação nessa atividade consiste em elaborar um texto d...
Com base no exposto, sua ação nessa atividade consiste em elaborar um texto d...Com base no exposto, sua ação nessa atividade consiste em elaborar um texto d...
Com base no exposto, sua ação nessa atividade consiste em elaborar um texto d...
 
SANTO AMARO NO LAR VALE FORMOSO _
SANTO AMARO NO LAR VALE FORMOSO         _SANTO AMARO NO LAR VALE FORMOSO         _
SANTO AMARO NO LAR VALE FORMOSO _
 
Planejamento Anual Matemática para o ENEM - 1º ano 1, 2 e 3 anos-.pdf
Planejamento Anual Matemática para o ENEM -  1º ano 1, 2 e 3  anos-.pdfPlanejamento Anual Matemática para o ENEM -  1º ano 1, 2 e 3  anos-.pdf
Planejamento Anual Matemática para o ENEM - 1º ano 1, 2 e 3 anos-.pdf
 
Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...
Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...
Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...
 
08 de março - Dia Internacional da Mulher
08 de março - Dia Internacional da Mulher08 de março - Dia Internacional da Mulher
08 de março - Dia Internacional da Mulher
 
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...
 
A) DESCREVA no mínimo três pontos-base do princípio da cromatografia gasosa.
A) DESCREVA no mínimo três pontos-base do princípio da cromatografia gasosa.A) DESCREVA no mínimo três pontos-base do princípio da cromatografia gasosa.
A) DESCREVA no mínimo três pontos-base do princípio da cromatografia gasosa.
 
a) Como você pode utilizar plataformas digitais, como o Canva e o Book Creato...
a) Como você pode utilizar plataformas digitais, como o Canva e o Book Creato...a) Como você pode utilizar plataformas digitais, como o Canva e o Book Creato...
a) Como você pode utilizar plataformas digitais, como o Canva e o Book Creato...
 
1 – O nome de cada uma das tendências pedagógicas, em ordem cronológica;
1 – O nome de cada uma das tendências pedagógicas, em ordem cronológica;1 – O nome de cada uma das tendências pedagógicas, em ordem cronológica;
1 – O nome de cada uma das tendências pedagógicas, em ordem cronológica;
 
Elabore uma apresentação em PowerPoint em que você possa definir como a teolo...
Elabore uma apresentação em PowerPoint em que você possa definir como a teolo...Elabore uma apresentação em PowerPoint em que você possa definir como a teolo...
Elabore uma apresentação em PowerPoint em que você possa definir como a teolo...
 
A) Cite inicialmente as três dimensões do desenvolvimento sustentável e estab...
A) Cite inicialmente as três dimensões do desenvolvimento sustentável e estab...A) Cite inicialmente as três dimensões do desenvolvimento sustentável e estab...
A) Cite inicialmente as três dimensões do desenvolvimento sustentável e estab...
 
3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...
3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...
3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...
 
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
 
Elementos da Formação Social: sociologia no ensino médio
Elementos da Formação Social: sociologia no ensino médioElementos da Formação Social: sociologia no ensino médio
Elementos da Formação Social: sociologia no ensino médio
 
Namorar não és ser don .
Namorar não és ser don                  .Namorar não és ser don                  .
Namorar não és ser don .
 

Diversidade linguística&cultural

  • 1. CURSO DE APRENDIZAGEM ESTETICISTA | Instituto de Emprego e Formação COSMETOLOGISTA Profissional Centro de Emprego e Formação Profissional de Santarém Serviço de Formação Profissional de Santarém VIVER O PORTUGUÊS UFCD 1.7 DIVERSIDADE LÍNGUÍSTICA E CULTURAL Formadora: Ana Lúcia Água Março 2013
  • 2. PLANIFICAÇÃO OBJETIVOS ESPECÍFICOS | CRITÉRIOS DE CONTEÚDOS TEÓRICOS | PRÁTICOS EVIDÊNCIA • Identifica os diferentes falares •O português, uma língua viva regionais e os seus elementos •Língua, dialeto e falar regional diferenciadores. •Unidade e diversidade da língua • Interpreta correctamente o portuguesa sentido da expressão •A pronúncia e o léxico, elementos de diferenciação “unidade na diversidade”. •Variedades do português, • Situa geograficamente os distribuição geográfica diferentes falares. •O português no mundo atual • Identifica alguns aspectos •Comunidade de Língua Oficial culturais dos países Portuguesa (CPLP) pertencentes à CPLP. •Antecedentes e Declaração: • Relaciona os objetivos da Estatutos | Estados membros CPLP com os objetivos da |Objetivos política externa portuguesa. •Expansão da língua portuguesa no mundo: descobrimentos e descolonização •Política externa e defesa da língua portuguesa Ana Lúcia Água
  • 3. PORTUGUÊS, LÍNGUA VIVA FICHA TÉCNICA  documentário  105 minutos  co-produção Brasil & Portugal  filmado em seis países (Brasil, Moçambique, Índia, Portugal, França e Japão)  dirigido por Victor Lopes  longa-metragem que retrata o mergulho nas muitas histórias da língua portuguesa e da sua permanência entre culturas variadas do planeta, que revela herança portuguesa, sempre surpreendente e permanentemente renovada, que acompanha o movimento de uma língua que ganhou o mundo e que refaz os seus caminhos na expectativa de se reencontrar.  Entrevistados: José Saramago, Mia Couto, João Ubaldo Ribeiro, Martinho da Vila e MadreDeus. http://www.almacarioca.com.br/li ngua.htm Ana Lúcia Água
  • 4. UNIDADE NA DIVERSIDADE Sinopse e detalhes “Todo dia duzentas milhões de pessoas levam suas vidas em português. Fazem negócios e escrevem poemas. Brigam no trânsito, contam piadas e declaram amor. Todo dia a língua portuguesa renasce em bocas brasileiras, moçambicanas, goesas, angolanas, japonesas, cabo-verdianas, portuguesas, guineenses. Novas línguas mestiças, temperadas por melodias de todos os continentes, habitadas por deuses muito mais antigos e que ela acolhe como filhos. Língua da qual povos colonizados se apropriaram e que devolvem agora, reinventada. Língua que novos e velhos imigrantes levam consigo para dizer certas coisas que nas outras não cabe.” Ana Lúcia Água
  • 5. UNIDADE NA DIVERSIDADE Vivacidade Dinamismo História “Uma língua que aceita muito, que introduz variação.” “Como se pode não pertencer à língua que se aprendeu, com que se comunica, com que se escreve?” “A Língua transforma-se numa mina inesgotável de beleza e valor…” “A Língua Portuguesa é um corpo espalhado pelo Mundo”. “No Brasil os portugueses encontraram um Portugal maior.” Ana Lúcia Lúcia Água Ana Água
  • 6. DEFINIÇÃO DE LÍNGUA Afinal… Língua Portuguesa… •Património O que nacional é? •Instrumento de comunicação •Portugueses Usada •Brasileiros por •Muitos africanos quem? •Alguns asiáticos •Territórios separados em Onde? vários continentes •Comunidades distanciadas Ana Lúcia Água
  • 7. UNIDADE E DIVERSIDADE DA LP DIVERSIDADE UNIDADE INTERNA Depende das Sentimento de regiões e dos pertença grupos que as usam Língua falada em Língua dos duas regiões (dialectos) ou por escritores e da grupos sociais escola (sociolectos) Ana Lúcia Água
  • 8. UNIDADE E DIVERSIDADE DA LP UNIDADE Língua Portuguesa HISTÓRIA SOCIEDADE MUNDO Existência motivada e Existência condicionada de grupos Afirmação por grandes movimentos que a humanos falam Ana Lúcia Água
  • 9. UNIDADE E DIVERSIDADE DA LP “A realidade da noção de LÍNGUA PORTUGUESA, aquilo que lhe dá uma dimensão qualitativa para além de um mero estatuto de repositório de variantes, pertence, mais do que ao domínio LINGUÍSTICO, ao domínio da HISTÓRIA, da CULTURA e, em última instância, da POLÍTICA. Na medida em que a percepção destas realidades for variando com o decorrer dos tempos e das gerações, será certamente de esperar, concomitantemente, que a extensão da noção de língua portuguesa varie também.” Eduardo Paiva Raposo [Algumas observações sobre a noção de "língua portuguesa", Boletim de Filologia, 29, 1984, 592] Ana Lúcia Água
  • 10. VARIEDADES DO PORTUGUÊS, DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA LEGENDA Países ou territórios com o português como língua materna e/ou língua oficial 1 Crioulos da Alta Guiné 2 Crioulos do Golfo da Guiné 3 Crioulos Indo-portugueses 4 Crioulos Malaio-portugueses 5 Crioulos Sino-portugueses 6 Crioulos do Brasil Ana Lúcia Água
  • 11. VARIAÇÃO LINGUÍSTICA VARIAÇÃO DA LÍNGUA TEMPO ESPAÇO mudança: Origem geográfica | ARTES FILOSOFIA CIÊNCIA NATUREZA social de falantes Ana Lúcia Água
  • 12. VARIAÇÃO LINGUÍSTICA VARIAÇÃO E MUDANÇA Ao longo dos tempos, a língua sofre mudanças em diversos aspetos, ou a diversos níveis. Estas mudanças podem resultar de fatores internos ou externos. FATORES • Estrutura ou elementos da língua (construções de frase alteradas, por INTERNOS exemplo) FATORES • Contacto com outras línguas ou culturas (introdução de palavras de EXTERNOS outras línguas)
  • 13. VARIEDADES LINGUÍSTICAS A mudança ao longo do tempo não é a única que se verifica numa língua. De facto, o uso de uma língua varia consoante a região onde o habitante habita, ou a sua idade, ou ainda o contexto de comunicação. Falamos, assim, de… GEOGRÁFICA • Decorrem de diferentes espaços geográficos, já que a língua assimila aspetos próprios de um falar local, regional – a que se chama, também, dialetos – e, mesmo, intercontinental, como a variedade brasileira ou a africana SOCIAIS • Resultam de diferenças entre o estatuto social e cultural, a idade, o sexo, a origem étnica, o grupo socioprofissional dos falantes. Um adolescente, por exemplo, usa necessariamente a forma diferente de um adulto. SITUACIONAIS • Advêm de diferentes situações de comunicação, relação entre os interlocutores, assunto em discussão, entre outros aspetos. Uma formanda não utiliza a mesma linguagem com o formador, na sala de formação, e com as colegas, fora da sala. Ana Lúcia Água
  • 14. VARIEDADES LINGUÍSTICAS REGIÃO DO PAÍS EXEMPLO SIGNIFICADO Norte Fino Copo de cerveja Centro Bica Café Madeira Lambeca Sorvete Açores Trincar o pé Pisar o pé REGISTO Uso de terminologia específica e rigorosa relativa a determinada profissão e usada nesse contexto. TÉCNICO GÍRIA Uso de vocabulário e expressões próprios de determinados grupos; normalmente apenas os falantes desses grupos conseguem entender-se na totalidade. CALÃO Uso de termos grosseiros, normalmente provenientes de uma população com um nível sociocultural inferior. Ana Lúcia Água
  • 15. VARIEDADES LINGUÍSTICAS Registo Caracteriza-se por um vocabulário cuidado e frases bem construídas. É mais usado em cuidado situações formais (discursos, conferências, crónicas...) Registo Caracteriza-se por um vocabulário de fácil compreensão, claro e correto. É o mais usado corrente diariamente (rádio, televisão, conversas…). Registo Caracteriza-se por um vocabulário menos variado, mas de fácil compreensão, claro e familiar espontâneo. É o mais usado diariamente entre a família e os amigos. Registo Caracteriza-se por um vocabulário mais pobre, simples e espontâneo, denotando popular muitas vezes pouca instrução por parte dos seus falantes. É, no entanto, muito expressivo. Ana Lúcia Água
  • 16. ASPETOS DA VARIAÇÃO DE UMA LÍNGUA Variedades nacionais de uma língua que não apresentam uma uniformidade interna, mas são constituídas por variantes geográficas. O dialeto já não é hoje considerado, como foi em tempos, uma forma „diferente‟ (e até desprestigiada) de falar uma língua, mas é „qualquer‟ forma de falar uma língua conforme a região a que pertence o falante. Portanto, todos os indivíduos falam um certo dialecto, correspondente à sua região de origem. Um outro tipo de variação nota-se no uso da língua por diversos grupos socioculturais e socioeconómicos, o que determina a existência dos denominados SOCIOLECTOS. Ana Lúcia Água
  • 17. DIALETOS PORTUGUESES AÇORIANO Ouvir registo sonoro recolhido em Ponta Garça, ilha de São Miguel.  Ouvir registo sonoro recolhido no Fontinhas, Terceira.  Ouvir registo sonoro recolhido no Fajãzinha, Flores. MADEIRENSE  Ouvir registo sonoro recolhido em Câmara de Lobos.  Ouvir registo sonoro recolhido no Porto Santo.  Ouvir registo sonoro recolhido no Porto da Cruz.  Ouvir registo sonoro recolhido no Caniçal.  Ouvir ALENTEJANO  Ouvir ALGARVIO (há um pequeno dialeto na parte ocidental)  Ouvir ALTO-MINHOTO - Norte de Braga (interior)  Ouvir BAIXO-BEIRÃO; ALTO-ALENTEJANO | CENTRO DE PORTUGAL (interior)  Ouvir BEIRÃO - centro de Portugal  Ouvir ESTREMENHO - Regiões de Coimbra e Lisboa (pode ser subdividido em lisboeta e coimbrão)  Ouvir BAIXO MINHOTO-DURIENSE - Regiões de Braga e Porto  Ouvir TRANSMONTANO Ana Lúcia Água
  • 19. FALARES REGIONAIS são as maneiras algo peculiares que os falantes de determinadas regiões dum país usam para comunicarem entre si, utilizando a mas introduzindo-lhe com alguma regularidade certas palavras, expressões e modos de dizer ou de pronunciar exclusivos de cada uma dessas mesmas regiões ou, de algum modo, aí mais habituais que nas outras. São logicamente predominantes nas e mais intensamente nas . Ana Lúcia Água
  • 20. VARIEDADES DO PORTUGUÊS Língua portuguesa no mundo Variedade europeia A variedade europeia consiste no português falado em Portugal continental e nos arquipélagos da Madeira e dos Açores. Características Exemplos Colocação do pronome pessoal Ele disse-me a verdade. depois do verbo Uso da preposição "a" + infinitivo Ela está a ler um livro. Uso de preposições O João foi ao médico. Uso da 2.ª pessoa do singular Tu queres lanchar cá? ("tu") em registo informal Vocabulário e expressões autocarro próprios Ortografia cómico
  • 21. VARIEDADES DO PORTUGUÊS VARIEDADE BRASILEIRA A variedade brasileira consiste no português falado no Brasil. Apresenta muitas influências de outras línguas. Características Exemplos Colocação do pronome Ele me disse a verdade. pessoal antes do verbo Uso frequente do gerúndio Ela está lendo um livro. Uso de preposições O João foi no médico. Uso da 3.ª pessoa do singular Você quer lanchar cá? ("você") em registo informal Vocabulário e expressões ônibus (= autocarro) próprios Ortografia cômico Ana Lúcia Água
  • 22. VARIEDADES DO PORTUGUÊS VARIEDADES AFRICANAS As variedades africanas correspondem ao português falado em África. Destacam-se duas variedades, o português falado em Moçambique e o português falado em Luanda (Angola). Características Exemplos Colocação do pronome pessoal Ele me disse a verdade. antes do verbo Não concordância do sujeito Você foste sozinha? com predicado Uso de preposições O João foi no médico. Pronome pessoal "lhe" como A avó viu-lhe na praça. complemento direto Marca do plural nos Ele magoou os pé. determinantes Vocabulário e expressões machimbombo (= autocarro) próprios Ana Lúcia Água
  • 23. ASPETOS DA VARIAÇÃO DE UMA LÍNGUA - CONCLUSÃO “O termo " ", que cobre as variedades sociolectais, dialectais e nacionais que convivem em Portugal, no Brasil e nos países onde é , deve ser entendido como importante instrumento de coesão entre povos e como afirmação política e económica num contexto nacional e transnacional. Este é um dos mais fortes motivos para que conservemos a denominação de Língua Portuguesa cobrindo todas as suas naturais variantes.” A pronúncia do Português europeu Ana Lúcia Água