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BIOLOGIA E GEOLOGIA AULAS DE APOIO - Ciclos de vida
CICLOS DE VIDA
1 - O plâncton, base da alimentação de ecossistemas
aquáticos, é composto por um número elevado de
organismos de dimensões e formas diversas, pertencentes
aos mais variados grupos taxonómicos. No zooplâncton,
predominam protozoários, rotíferos e crustáceos. Nas
cadeias alimentares, os rotíferos servem de alimento às crias
de inúmeras espécies de peixes. Os rotíferos são omnívoros e
apresentam um sistema digestivo completo. Estes
organismos não possuem nem sistema circulatório, nem
sistema respiratório e controlam a osmolaridade do seu
meio interno através de uma bexiga pulsátil.
O ciclo de vida dos rotíferos, representado na Figura ao lado,
inclui reprodução assexuada e reprodução sexuada. As
fêmeas produzem geralmente dois tipos de óvulos, ambos de
casca fina: óvulos de «Verão» e óvulos de «Inverno». Os
primeiros desenvolvem-se rapidamente, sem fecundação
prévia, produzindo somente fêmeas. Perante alterações
ambientais, como, por exemplo, a escassez de alimento,
produz-se uma geração cujas fêmeas põem óvulos de
«Inverno» que, se não forem previamente fecundados, se
desenvolvem em machos de reduzidas dimensões e férteis.
Os ovos formados, denominados ovos de dormência, apresentam uma casca resistente e espessa, podendo
permanecer em repouso por longos períodos de tempo e sobreviver à dessecação e ao congelamento. Ao eclodirem,
esses ovos originam fêmeas.
1.1. Seleccione a única opção que contém os termos que preenchem, sequencialmente, os espaços seguintes,
de modo a obter uma afirmação correcta.
No ciclo de vida esquematizado na Figura, a letra X representa o processo em que cada óvulo apresenta ______
número de cromossomas da fêmea, e a letra _____ representa o processo que assegura a variabilidade genética
através do crossing-over.
(A) o mesmo … Y (B) o mesmo … Z (C) metade do … Y (D) metade do … Z
1.2. Seleccione a única opção que permite obter uma afirmação correcta.
As fêmeas que resultam de ovos de dormência são…
(A) haplontes e originam fêmeas por partenogénese.
(B) diplontes e originam fêmeas por gemulação.
(C) haplontes e originam fêmeas por gemulação.
(D) diplontes e originam fêmeas por partenogénese.
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aquáticos, é composto por um número elevado de
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predominam protozoários, rotíferos e crustáceos. Nas
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apresentam um sistema digestivo completo. Estes
organismos não possuem nem sistema circulatório, nem
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fêmeas produzem geralmente dois tipos de óvulos, ambos de
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prévia, produzindo somente fêmeas. Perante alterações
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produz-se uma geração cujas fêmeas põem óvulos de
«Inverno» que, se não forem previamente fecundados, se
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esses ovos originam fêmeas.
1.1. Seleccione a única opção que contém os termos que preenchem, sequencialmente, os espaços seguintes,
de modo a obter uma afirmação correcta.
No ciclo de vida esquematizado na Figura, a letra X representa o processo em que cada óvulo apresenta ______
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As fêmeas que resultam de ovos de dormência são…
(A) haplontes e originam fêmeas por partenogénese.
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1.1. Seleccione a única opção que contém os termos que preenchem, sequencialmente, os espaços seguintes,
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1.2. Seleccione a única opção que permite obter uma afirmação correcta.
As fêmeas que resultam de ovos de dormência são…
(A) haplontes e originam fêmeas por partenogénese.
(B) diplontes e originam fêmeas por gemulação.
(C) haplontes e originam fêmeas por gemulação.
(D) diplontes e originam fêmeas por partenogénese.
2 - As Feófitas são algas castanhas macroscópicas, que
apresentam dimensões muito variadas, podendo atingir
cerca de cem metros de comprimento. Sendo um grupo
maioritariamente marinho, com cerca de 1500 espécies,
encontra-se geralmente próximo da superfície do mar.
O talo das Feófitas diferencia-se em três partes: o disco
de fixação, que lhes permite fixarem-se a um substrato,
o estipe, cilíndrico e alongado, e a lâmina, que encima o
estipe. Possuem como pigmentos fotossintéticos as
clorofilas a e c, associadas a carotenóides, que lhes
conferem a cor castanha. A parede celular contém
fundamentalmente celulose, apresentando outras
substâncias como a algina, utilizada no fabrico de
doces, gelados e na indústria farmacêutica, tendo a
laminarina como substância de reserva.
A maior das algas castanhas, Macrocystis, também
denominada «sequóia dos mares», pode ultrapassar
cem metros de comprimento. O crescimento de
Macrocystis é assegurado pela actividade de uma
região meristemática, localizada na junção do estipe
com a lâmina. Esta alga não necessita de um mecanismo para o transporte interno de água. Contudo, precisa de
conduzir glícidos das zonas superiores do talo, mais bem iluminadas, para as zonas mais profundas. O estipe possui
cordões de células alongadas, que se assemelham ao floema, por apresentarem placas crivosas.
No ciclo de vida de outra Feófita, a Laminaria, representado na Figura acima, as fases haplóide e diplóide são
perfeitamente distintas. A alga é o esporófito e, na sua superfície, desenvolvem-se esporângios, produtores de
esporos. Estes originam gametófitos filamentosos e microscópicos, que produzem gâmetas, oosferas e anterozóides.
Após a sua união, os zigotos desenvolvem-se em novas algas de Laminaria.
2.1. Seleccione a única opção que permite obter uma afirmação correcta.
Macrocystis e Laminaria têm em comum com os organismos do reino Plantae...
(A) a nutrição por absorção com digestão extracorporal.
(B) a substância de reserva e a organização celular.
(C) a presença de clorofila e o polissacarídeo estrutural.
(D) a produção de energia química através da quimioautotrofia.
2.2. Seleccione a única opção que permite obter uma afirmação correcta.
Na região meristemática do estipe de Macrocystis, encontra-se um grande número de células em divisão...
(A) meiótica, responsável pela sobrevivência em condições desfavoráveis.
(B) meiótica, responsável pelo crescimento e pela renovação celular.
(C) mitótica, responsável pelo crescimento e pela renovação celular.
(D) mitótica, responsável pela sobrevivência em condições desfavoráveis.
2.3. Relacione a existência de algas castanhas de grandes dimensões, como Macrocystis, com a presença de um
estipe com células semelhantes às de um tecido de transporte presente nas plantas.
2.4. Seleccione a única opção que contém os termos que preenchem, sequencialmente, os espaços seguintes,
de modo a obter uma afirmação correcta.
No ciclo de vida de Laminaria, esquematizado na Figura da página anterior, o processo que origina a variabilidade
genética da descendência, através do crossing-over, ocorre na formação de _______, originando estes
entidades ____ e pluricelulares.
(A) gâmetas … diplóides
(B) esporos … haplóides
(C) esporos … diplóides
(D) gâmetas … haplóides
2.5. Seleccione a única opção que contém os termos que preenchem, sequencialmente, os espaços seguintes,
de modo a obter uma afirmação correcta.
As células do esporófito, no ciclo de vida de Laminaria, são geneticamente idênticas ao _______ e as células
dos gametófitos ________ pares de cromossomas homólogos.
(A) esporo … apresentam
(B) zigoto … apresentam
(C) esporo … não apresentam
(D) zigoto … não apresentam
2.6. Seleccione a única opção que permite obter uma afirmação correcta.
Na fase haplóide do ciclo de vida de Laminaria,...
(A) os gametófitos resultam da germinação de esporos diferentes.
(B) os gametófitos são entidades unicelulares que participam na fecundação.
(C) o esporófito é uma entidade pluricelular que forma esporângios.
(D) o esporófito origina esporos morfologicamente diferentes.
3 - Em determinadas condições ambientais, no seu ciclo de vida, a alga Vaucheria produz zigotos. Explique de que
modo este processo de reprodução confere vantagem evolutiva a esta alga.
CORREÇÃO
1.1 – Opção B
1.2 – Opção D
2.1 – Opção C
2.2 – Opção C
2.3 – Tópico 1: as algas de grandes dimensões, de que Macrocystis é um exemplo, atingem grandeprofundidade, pelo
que a taxa fotossintética varia ao longo do talo;
Tópico 2: nestas algas, torna-se fundamental o transporte de substâncias orgânicas das zonassuperficiais para as
zonas mais profundas;
Tópico 3: a presença de (um estipe com) células condutoras permite um transporte eficaz de substâncias orgânicas
ao longo do talo / alga.
2.4 – Opção B
2.5 – Opção D
2.6 – Opção A
3 – Tópico 1: o processo responsável pela formação dos zigotos (célula resultante da fusão dos dois gâmetas) é a reprodução sexuada;
Tópico 2: este tipo de reprodução possibilita o aumento da variabilidade genética já que está associado a fenómenos de meiose (onde
existe crossing over / disposição aleatória de cromossomas homólogos em metafase I) e fecundação; Tópico 3: a variabilidade genética
aumenta a capacidade de adaptação/sobrevivência das algas a alterações ambientais e, por isso, possibilita uma vantagem evolutiva.

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Ciclos de vida - exercícios

  • 1. BIOLOGIA E GEOLOGIA AULAS DE APOIO - Ciclos de vida CICLOS DE VIDA 1 - O plâncton, base da alimentação de ecossistemas aquáticos, é composto por um número elevado de organismos de dimensões e formas diversas, pertencentes aos mais variados grupos taxonómicos. No zooplâncton, predominam protozoários, rotíferos e crustáceos. Nas cadeias alimentares, os rotíferos servem de alimento às crias de inúmeras espécies de peixes. Os rotíferos são omnívoros e apresentam um sistema digestivo completo. Estes organismos não possuem nem sistema circulatório, nem sistema respiratório e controlam a osmolaridade do seu meio interno através de uma bexiga pulsátil. O ciclo de vida dos rotíferos, representado na Figura ao lado, inclui reprodução assexuada e reprodução sexuada. As fêmeas produzem geralmente dois tipos de óvulos, ambos de casca fina: óvulos de «Verão» e óvulos de «Inverno». Os primeiros desenvolvem-se rapidamente, sem fecundação prévia, produzindo somente fêmeas. Perante alterações ambientais, como, por exemplo, a escassez de alimento, produz-se uma geração cujas fêmeas põem óvulos de «Inverno» que, se não forem previamente fecundados, se desenvolvem em machos de reduzidas dimensões e férteis. Os ovos formados, denominados ovos de dormência, apresentam uma casca resistente e espessa, podendo permanecer em repouso por longos períodos de tempo e sobreviver à dessecação e ao congelamento. Ao eclodirem, esses ovos originam fêmeas. 1.1. Seleccione a única opção que contém os termos que preenchem, sequencialmente, os espaços seguintes, de modo a obter uma afirmação correcta. No ciclo de vida esquematizado na Figura, a letra X representa o processo em que cada óvulo apresenta ______ número de cromossomas da fêmea, e a letra _____ representa o processo que assegura a variabilidade genética através do crossing-over. (A) o mesmo … Y (B) o mesmo … Z (C) metade do … Y (D) metade do … Z 1.2. Seleccione a única opção que permite obter uma afirmação correcta. As fêmeas que resultam de ovos de dormência são… (A) haplontes e originam fêmeas por partenogénese. (B) diplontes e originam fêmeas por gemulação. (C) haplontes e originam fêmeas por gemulação. (D) diplontes e originam fêmeas por partenogénese. BIOLOGIA E GEOLOGIA AULAS DE APOIO - Ciclos de vida CICLOS DE VIDA 1 - O plâncton, base da alimentação de ecossistemas aquáticos, é composto por um número elevado de organismos de dimensões e formas diversas, pertencentes aos mais variados grupos taxonómicos. No zooplâncton, predominam protozoários, rotíferos e crustáceos. Nas cadeias alimentares, os rotíferos servem de alimento às crias de inúmeras espécies de peixes. Os rotíferos são omnívoros e apresentam um sistema digestivo completo. Estes organismos não possuem nem sistema circulatório, nem sistema respiratório e controlam a osmolaridade do seu meio interno através de uma bexiga pulsátil. O ciclo de vida dos rotíferos, representado na Figura ao lado, inclui reprodução assexuada e reprodução sexuada. As fêmeas produzem geralmente dois tipos de óvulos, ambos de casca fina: óvulos de «Verão» e óvulos de «Inverno». Os primeiros desenvolvem-se rapidamente, sem fecundação prévia, produzindo somente fêmeas. Perante alterações ambientais, como, por exemplo, a escassez de alimento, produz-se uma geração cujas fêmeas põem óvulos de «Inverno» que, se não forem previamente fecundados, se desenvolvem em machos de reduzidas dimensões e férteis. Os ovos formados, denominados ovos de dormência, apresentam uma casca resistente e espessa, podendo permanecer em repouso por longos períodos de tempo e sobreviver à dessecação e ao congelamento. Ao eclodirem, esses ovos originam fêmeas. 1.1. Seleccione a única opção que contém os termos que preenchem, sequencialmente, os espaços seguintes, de modo a obter uma afirmação correcta. No ciclo de vida esquematizado na Figura, a letra X representa o processo em que cada óvulo apresenta ______ número de cromossomas da fêmea, e a letra _____ representa o processo que assegura a variabilidade genética através do crossing-over. (A) o mesmo … Y (B) o mesmo … Z (C) metade do … Y (D) metade do … Z 1.2. Seleccione a única opção que permite obter uma afirmação correcta. As fêmeas que resultam de ovos de dormência são… (A) haplontes e originam fêmeas por partenogénese. (B) diplontes e originam fêmeas por gemulação. (C) haplontes e originam fêmeas por gemulação. (D) diplontes e originam fêmeas por partenogénese. BIOLOGIA E GEOLOGIA AULAS DE APOIO - Ciclos de vida CICLOS DE VIDA 1 - O plâncton, base da alimentação de ecossistemas aquáticos, é composto por um número elevado de organismos de dimensões e formas diversas, pertencentes aos mais variados grupos taxonómicos. No zooplâncton, predominam protozoários, rotíferos e crustáceos. Nas cadeias alimentares, os rotíferos servem de alimento às crias de inúmeras espécies de peixes. Os rotíferos são omnívoros e apresentam um sistema digestivo completo. Estes organismos não possuem nem sistema circulatório, nem sistema respiratório e controlam a osmolaridade do seu meio interno através de uma bexiga pulsátil. O ciclo de vida dos rotíferos, representado na Figura ao lado, inclui reprodução assexuada e reprodução sexuada. As fêmeas produzem geralmente dois tipos de óvulos, ambos de casca fina: óvulos de «Verão» e óvulos de «Inverno». Os primeiros desenvolvem-se rapidamente, sem fecundação prévia, produzindo somente fêmeas. Perante alterações ambientais, como, por exemplo, a escassez de alimento, produz-se uma geração cujas fêmeas põem óvulos de «Inverno» que, se não forem previamente fecundados, se desenvolvem em machos de reduzidas dimensões e férteis. Os ovos formados, denominados ovos de dormência, apresentam uma casca resistente e espessa, podendo permanecer em repouso por longos períodos de tempo e sobreviver à dessecação e ao congelamento. Ao eclodirem, esses ovos originam fêmeas. 1.1. Seleccione a única opção que contém os termos que preenchem, sequencialmente, os espaços seguintes, de modo a obter uma afirmação correcta. No ciclo de vida esquematizado na Figura, a letra X representa o processo em que cada óvulo apresenta ______ número de cromossomas da fêmea, e a letra _____ representa o processo que assegura a variabilidade genética através do crossing-over. (A) o mesmo … Y (B) o mesmo … Z (C) metade do … Y (D) metade do … Z 1.2. Seleccione a única opção que permite obter uma afirmação correcta. As fêmeas que resultam de ovos de dormência são… (A) haplontes e originam fêmeas por partenogénese. (B) diplontes e originam fêmeas por gemulação. (C) haplontes e originam fêmeas por gemulação. (D) diplontes e originam fêmeas por partenogénese.
  • 2. 2 - As Feófitas são algas castanhas macroscópicas, que apresentam dimensões muito variadas, podendo atingir cerca de cem metros de comprimento. Sendo um grupo maioritariamente marinho, com cerca de 1500 espécies, encontra-se geralmente próximo da superfície do mar. O talo das Feófitas diferencia-se em três partes: o disco de fixação, que lhes permite fixarem-se a um substrato, o estipe, cilíndrico e alongado, e a lâmina, que encima o estipe. Possuem como pigmentos fotossintéticos as clorofilas a e c, associadas a carotenóides, que lhes conferem a cor castanha. A parede celular contém fundamentalmente celulose, apresentando outras substâncias como a algina, utilizada no fabrico de doces, gelados e na indústria farmacêutica, tendo a laminarina como substância de reserva. A maior das algas castanhas, Macrocystis, também denominada «sequóia dos mares», pode ultrapassar cem metros de comprimento. O crescimento de Macrocystis é assegurado pela actividade de uma região meristemática, localizada na junção do estipe com a lâmina. Esta alga não necessita de um mecanismo para o transporte interno de água. Contudo, precisa de conduzir glícidos das zonas superiores do talo, mais bem iluminadas, para as zonas mais profundas. O estipe possui cordões de células alongadas, que se assemelham ao floema, por apresentarem placas crivosas. No ciclo de vida de outra Feófita, a Laminaria, representado na Figura acima, as fases haplóide e diplóide são perfeitamente distintas. A alga é o esporófito e, na sua superfície, desenvolvem-se esporângios, produtores de esporos. Estes originam gametófitos filamentosos e microscópicos, que produzem gâmetas, oosferas e anterozóides. Após a sua união, os zigotos desenvolvem-se em novas algas de Laminaria. 2.1. Seleccione a única opção que permite obter uma afirmação correcta. Macrocystis e Laminaria têm em comum com os organismos do reino Plantae... (A) a nutrição por absorção com digestão extracorporal. (B) a substância de reserva e a organização celular. (C) a presença de clorofila e o polissacarídeo estrutural. (D) a produção de energia química através da quimioautotrofia. 2.2. Seleccione a única opção que permite obter uma afirmação correcta. Na região meristemática do estipe de Macrocystis, encontra-se um grande número de células em divisão... (A) meiótica, responsável pela sobrevivência em condições desfavoráveis. (B) meiótica, responsável pelo crescimento e pela renovação celular. (C) mitótica, responsável pelo crescimento e pela renovação celular. (D) mitótica, responsável pela sobrevivência em condições desfavoráveis.
  • 3. 2.3. Relacione a existência de algas castanhas de grandes dimensões, como Macrocystis, com a presença de um estipe com células semelhantes às de um tecido de transporte presente nas plantas. 2.4. Seleccione a única opção que contém os termos que preenchem, sequencialmente, os espaços seguintes, de modo a obter uma afirmação correcta. No ciclo de vida de Laminaria, esquematizado na Figura da página anterior, o processo que origina a variabilidade genética da descendência, através do crossing-over, ocorre na formação de _______, originando estes entidades ____ e pluricelulares. (A) gâmetas … diplóides (B) esporos … haplóides (C) esporos … diplóides (D) gâmetas … haplóides 2.5. Seleccione a única opção que contém os termos que preenchem, sequencialmente, os espaços seguintes, de modo a obter uma afirmação correcta. As células do esporófito, no ciclo de vida de Laminaria, são geneticamente idênticas ao _______ e as células dos gametófitos ________ pares de cromossomas homólogos. (A) esporo … apresentam (B) zigoto … apresentam (C) esporo … não apresentam (D) zigoto … não apresentam 2.6. Seleccione a única opção que permite obter uma afirmação correcta. Na fase haplóide do ciclo de vida de Laminaria,... (A) os gametófitos resultam da germinação de esporos diferentes. (B) os gametófitos são entidades unicelulares que participam na fecundação. (C) o esporófito é uma entidade pluricelular que forma esporângios. (D) o esporófito origina esporos morfologicamente diferentes. 3 - Em determinadas condições ambientais, no seu ciclo de vida, a alga Vaucheria produz zigotos. Explique de que modo este processo de reprodução confere vantagem evolutiva a esta alga.
  • 4. CORREÇÃO 1.1 – Opção B 1.2 – Opção D 2.1 – Opção C 2.2 – Opção C 2.3 – Tópico 1: as algas de grandes dimensões, de que Macrocystis é um exemplo, atingem grandeprofundidade, pelo que a taxa fotossintética varia ao longo do talo; Tópico 2: nestas algas, torna-se fundamental o transporte de substâncias orgânicas das zonassuperficiais para as zonas mais profundas; Tópico 3: a presença de (um estipe com) células condutoras permite um transporte eficaz de substâncias orgânicas ao longo do talo / alga. 2.4 – Opção B 2.5 – Opção D 2.6 – Opção A 3 – Tópico 1: o processo responsável pela formação dos zigotos (célula resultante da fusão dos dois gâmetas) é a reprodução sexuada; Tópico 2: este tipo de reprodução possibilita o aumento da variabilidade genética já que está associado a fenómenos de meiose (onde existe crossing over / disposição aleatória de cromossomas homólogos em metafase I) e fecundação; Tópico 3: a variabilidade genética aumenta a capacidade de adaptação/sobrevivência das algas a alterações ambientais e, por isso, possibilita uma vantagem evolutiva.