Aula 3 - M

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Aula 3 - M

  1. 1. Preparação, Acondicionamento e Controle dos Meios de Cultura<br />
  2. 2. Exigências Inerentes<br />pH – apropriado e não ácido<br />Temperatura – antes = frio<br />Pressão Osmótica<br />Grau de Umidade<br />Tensão de Oxigênio – aeróbias, anaeróbias, facultativas e microaerófilas<br />
  3. 3. Exigências Nutritivas<br /> Fonte de Carbono<br />Fonte de Nitrogênio<br />Fonte de Energia<br />Fonte de Sais Minerais<br />Vitaminas e Aminoácidos<br />
  4. 4. Preparo do Meio<br />Sólido – em placa<br />Tubo – (1)horizontal e (2) inclinado <br />1<br />2<br />
  5. 5. Classificação dos Meios de Cultura<br />Quanto à Consistência<br /><ul><li>Líquido: Nutrientes em solução aquosa e inexistência de ágar;
  6. 6. Semi-Sólido: Presença de nutrientes e Ágar em [ ] menor que 15g/1000ml;
  7. 7. Sólido: Presença de nutrientes e Ágar em [ ] maior que15g/1000ml.</li></li></ul><li>Classificação dos Meios de Cultura<br />Quanto à Função<br /><ul><li>Enriquecedor: Permite o crescimento de microrganismos que necessitam de fatores de crescimento, mas não inibem o crescimento de outros;
  8. 8. Seletivos: É aquele que inibe o crescimento de microrganismos, porém permitem o crescimento de outros;</li></li></ul><li>Classificação dos Meios de Cultura<br />Quanto à Função<br /><ul><li>Diferenciador: Possui substâncias que evidenciam uma característica que permite separar um grupo ou uma espécie de microrganismos;
  9. 9. Manutenção: Permite a viabilidade e manutenção de características fisiológicas de um microrganismo.</li></li></ul><li>Exemplificando os Meios de Cultura<br />Quanto à Consistência<br /><ul><li>Líquido: (THIO-Thiglycollatemedium, BHI-BrainHeartInfusion)
  10. 10. Semi-Sólido:(SIM -Sulfeto IdolMotilidade)
  11. 11. Sólido: (MSA - Manitol SaltÁgar, AS – Ágar Sangue)</li></ul>Quanto à Função<br /><ul><li>Enriquecedor :(BHI, AS)
  12. 12. Seletivos :(MSA, MC – MacConkey)
  13. 13. Diferenciador: (MC, AS)
  14. 14. Manutenção: (NA- Nutriente Ágar)</li></li></ul><li>Composição dos Meios<br /> BHI - meio enriquecido e líquido<br /><ul><li>Infusão de cérebro e coração
  15. 15. Peptona
  16. 16. Dextrose
  17. 17. Cloreto e Fosfato de Sódio
  18. 18. Água destilada</li></ul> MC-MacConkey – meio seletivo e sólido em placa<br /><ul><li>Sais biliares
  19. 19. Peptona
  20. 20. Lactose
  21. 21. Cloreto de Sódio
  22. 22. Ágar
  23. 23. Vermelho Neutro
  24. 24. Cristal Violeta
  25. 25. Água destilada</li></ul> NA– meio de manutenção e sólido em tubo<br /><ul><li>Peptona
  26. 26. Extrato de Carne
  27. 27. Ágar
  28. 28. Água destilada</li></li></ul><li>Recomendações<br />Evitar usar meios vencidos<br />Não usar meios prontos ressecados.<br />Recomenda-se o uso de tubos com tampa de rosca, pois evitam o ressecamento rápido do meio<br />Todos os meios confeccionados devem ser devidamente identificados com o nome, data de fabricação, data de validade e tipo de armazenamento.<br />Todos os meios de placa devem ser embalados em filme plástico PVC transparente<br />
  29. 29. Controle e Armazenamento<br /> Autoclavagem – 121 C por 30 min<br /> Refrigeração – <br /> contínua<br />
  30. 30. Armazenamento dos Meios<br />Inicialmente devem ser guardados na geladeira dentro de plásticos para evitar a desidratação;<br />Os tubos isolados com rolhas e alumínio na geladeira;<br />Após a inoculação deve ser incubado em estufa a temperatura ambiente;<br />Identificação do conteúdo, data de preparação e vencimento.<br />
  31. 31. Controle de Qualidade<br /> Uma amostra do lote deve ser inoculada e observada para testar viabilidade dos nutrientes e certeza de resultados.<br />Ex: Estreptococos grupo A em ágar sangue – observar bom crescimento e beta-hemólise.<br />
  32. 32. Crescimento Bacteriano<br />Crescimento<br />Fase Estacionária<br />LOG<br />Declínio<br />LAG<br />Tempo<br />Lag = Latência Log = Exponencial Estacionária = Stop Declínio = Decaímento por competição<br />
  33. 33. Crescimento Bacteriano <br /> Depende de:<br />Exigências Nutritivas<br />Exigências Inerentes<br />
  34. 34. Inoculação<br />
  35. 35. Inoculação<br />Placa <br /> Estriagem <br /> Esgotamento<br /><ul><li>Tubo de Ensaio</li></ul> - Líquido - Semear<br /> - Horizontal – picagem profunda (2/3)<br /> - Inclinado - estriagem<br />
  36. 36. Acondicionamento X Crescimento<br />Identificação no fundo da placa e tubo;<br />Temperatura e tensão de oxigênio ideais;<br /> Período : entre 18 e 24 horas <br />Observa-se macroscopicamente a multiplicação bacteriana (Fase LOG)<br />
  37. 37. MEIO DE CULTURA<br />COLÔNIAS<br />
  38. 38. Resultados e Interpretação<br />Quantidade de Crescimento: escassa, moderada ou abundante;<br />Margem: uniforme ou irregular;<br />Forma: circular, irregular ou rizóides;<br />Distribuição de crescimento no meio de cultura: - uniformemente distribuído, <br /> - confinado à superfície do meio como um filme ou película, <br /> - acumulado como sedimento que pode ser granuloso ou viscoso.<br />
  39. 39. Resultados e Interpretação<br />Cromogênese: opaca, translúcida ou com pigmento;<br />Odor: pútrido, aromático ou despresível;<br />
  40. 40. Isolamento de Cultura Pura<br /><ul><li> Isolar a colônia de interesse e reinocular
  41. 41. Cor, Aspecto, Muco, Delimitação e Tamanho</li></li></ul><li>Técnicas de semeadura<br />ANA CLAUDIA SOUZA RODRIGUES<br />
  42. 42. Finalidade:<br />A partir de uma dada amostra, obter a multiplicação de determinado(s) microorganismo(s), ali contido(s), com fins de identificação, seleção e/ou, estimar a densidade de sua população.<br />
  43. 43. Semeando microrganismos... alguns utensílios<br />Alça para esfregaço (Drigalsky)<br />Bicos de bunsen<br />Capelas de fluxo laminar<br />Meios de cultura<br />Alça bacteriológica (“alça de platina”)<br />
  44. 44. Método de Esgotamento<br />
  45. 45. Pour plate e Espalhamento em placa <br />
  46. 46. Semeadura em profundidade, em tubos:<br />Semeadura em profundidade, em tubos: semeie o material contido em uma agulha fazendo picadas até o fundo do tubo, com isso haverá o crescimento de microorganismos anaerobicos. <br />
  47. 47. Diluição seriada e contagem em placa<br />
  48. 48.
  49. 49.
  50. 50. SECREÇÕES/LÍQUIDOS/FEZES<br />
  51. 51. Técnica quantitativa<br />Urina<br />BAL (lavado bronco alveolar)<br />Aspirado traqueal<br />Biópsia de tecido<br />Líquido de diálise<br />Secreção prostática<br />Cateter (técnica de Maki e outras)<br />
  52. 52. Técnica quantitativa Asp. Traqueal<br />Homogeneizar bem a amostra<br />Misturar 1 mL da amostra com 1 ml de N-acetilcisteína 1% (Diluição ½)<br />Da mistura anterior (Diluição ½), adicionar 100 µl mais 900 µl de solução fisiológica estéril e homogeneizar bem (1/10)- Diluição final 1/20.<br />Inocular 1 µl e semear pela técnica de esteira. (Diluição final: 1/20.000)<br />
  53. 53. VAMOS VER NA PRÁTICA?<br />

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