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Mediunidade
Mocidade Espírita Joanna de Ângelis
Dia 03/05/15
159. Toda pessoa que sente a influência dos Espíritos, em qualquer grau de
intensidade, é médium. Essa faculdade é inerente ao homem. Por isso mesmo
não constitui privilégio e são raras as pessoas que não a possuem pelo menos em
estado rudimentar. Pode-se dizer, pois, que todos são mais ou menos médiuns.
Usualmente, porém, essa qualificação se aplica somente aos que possuem uma
faculdade mediúnica bem caracterizada, que se traduz por efeitos patentes de
certa intensidade, o que depende de uma organização mais ou menos sensitiva.
Deve-se notar, ainda, que essa faculdade não se revela em todos da mesma
maneira. Os médiuns têm, geralmente, aptidão especial para esta ou aquela
ordem de fenômenos, o que os divide em tantas variedades quantas são as
espécies de manifestações. As principais são: médiuns de efeitos físicos, médiuns
sensitivos ou impressionáveis, auditivos, falantes, videntes, sonâmbulos,
curadores, pneumatógrafos, escreventes ou psicógrafos.(1)
Médium, do latim : Meio; intermediário;
medianeiro. Dicionário Aurélio
: FACULDADE PARTICULAR DO SER HUMANO
QUE PERMITE A COMUNICAÇÃO COM OS ESPÍRITOS;
- MEDIUNIDADE
(ANDRÉ LUIZ)
- FACULDADE INERENTE A TODOS OS SERES
HUMANOS, QUE UM DIA SE TORNARÁ OSTENSIVA MAIS DO
QUE OCORRE NO PRESENTE MOMENTO.
A mediunidade ao longo da História
A mediunidade como faculdade inerente ao ser
humano sempre esteve presente na história da
humanidade e, de acordo com a época, foi tratada
de diferentes formas:
Homem primitivo
• Práticas ritualistas
Índia -Vedas
• Crença na existência dos Espíritos
China
Evocação dos Espíritos dos ancestrais
Egito
Magos dos faraós realizavam prodígios
Hebreus – Proibiçao de Moisés
Grécia
Pitonisas evocavam os deuses
Roma
Sibilas interrogavam os Espíritos
Por desconhecimento das leis divinas esses fenômenos foram
considerados, por muito tempo, como sobrenaturais e demoníacos
Na Idade Média acreditava-se
que a mediunidade era sintoma
de loucura ou bruxaria
Algumas religiões chegam a proibir seu uso invocando o texto
bíblico como apoio a essa proibição ( Deuteronômio 18:9-13)
Com Allan Kardec…
Foi no séc. XIX que a relação da mediunidade com o
ser humano mudou.
O fenômeno das mesas girantes, que
inundaram os salões da Europa, chamaram à
atenção de vários intelectuais, entre eles,
Hippolyte L. D. Rivail, que passou a estudar os
fenômenos com critérios científicos
Inicia-se,assim, uma nova fase que resultou
numa melhor compreensão da mediunidade
Médium
“O bom médium não é portanto,
aquele que tem facilidade de
comunicação, mas o que é simpático
aos Bons Espíritos e só por eles é
assistido.” (O E.S.E – Cap. XXIV:12)
“(...) Usualmente, porém, essa qualificação se aplica somente aos que
possuem uma faculdade mediúnica bem caracterizada, que se traduz por
efeitos patentes de certa intensidade, o que depende de uma organização
mais ou menos sensitiva.” LM
O médium é exatamente aquele indivíduo que tem a possibilidade de propiciar a comunicação dos
mortos com os vivos. Não se trata de alguém dotado de poderes milagrosos, não! Nem de alguém
atuado pelo demônio! Tampouco alguém que sofra das faculdades mentais. Não, nada disto. Apenas tem
a condição de permitir o intercâmbio entre a Humanidade desencarnada e a encarnada.
Na acepção mais ampla do termo, todos somos médiuns, pois todos estamos sujeitos à
influência dos Espíritos. Uns mais, outros menos. No entanto, há pessoas que
apresentam esta faculdade em grau mais acentuado; nelas o fenômeno se faz mais
patente mais evidenciado. São aquelas pessoas que vêem os Espíritos, ouvem as suas
vozes, dando-nos os seus recados e mensagens. (A Obsessão e seu Tratamento
Espírita - Celso Martins - Pág. 39)
Espontânea: Não causa maiores desconfortos,
desconfortos, quer físicos quer emocionais,
desabrochando naturalmente.
Provacional: O médium apresenta descompassos emocionais que
atingem a sua organização física, podendo ocorrer perturbações
espirituais, como espirituais, como alterações alterações
emocionais súbitas; Acentuada sensibilidade emotiva; Vidências;
Necessidade compulsiva e inoportuna de escrever ideias que não
lhe são próprias; Calafrios, sensação formigamento nas mãos;
Mal-estar em determinados ambientes ou em presença certas
pessoas; Sensações de enfermidades inexistentes.
O surgimento da faculdade mediúnica não depende de lugar, idade,
condição social ou sexo.
Pode surgir na infância, adolescência ou juventude, na idade madura
ou na velhice.
Pode revelar-se no Centro Espírita, em casa, em templos de quaisquer
denominações religiosas, no materialista.
Reações emocionais insólitas.
Sensação de enfermidade, só aparente.
Calafrios e mal-estar.
Irritações estranhas.
Algumas vezes, aparece sem qualquer sintoma, espontânea, exuberante.
Um botão de rosa (a figura é de Emmanuel) que desabrocha para, no encanto e no
perfume de uma rosa, embelezar a vida.
Desabrochando, naturalmente, a mediunidade é esse botão, tendo por jardineiro o
Espiritismo, que cuidará de seu crescimento. (Mediunidade e Evolução - Martins
Peralva - Cap. 3)
Demonstrar a continuidade da vida após a morte
-Esclarecimento do ser humano
-Desenvolvimento moral e espiritual do homem
-Desenvolvimento da sensibilidade psíquica
Os médiuns, em sua generalidade, não são missionários na acepção comum do termo; são almas que fracassaram
desastradamente, que contrariaram, sobremaneira, o curso das leis divinas, e que resgatam, sob o peso de severos
compromissos e ilimitadas responsabilidades, o passado obscuro e delituoso. O seu pretérito, muitas vezes, se encontra
enodoado de graves deslizes e de erros clamorosos. Quase sempre, são espíritos que tombaram dos cumes sociais,
pelos abusos do poder, da autoridade, da fortuna e da inteligência, e que regressam ao orbe terráqueo para se
sacrificarem em favor do grande número de almas que desviaram das sendas luminosas da fé, da caridade e da virtude.
São almas arrependidas, que procuram arrebanhar todas as felicidades que perderam, reorganizando, com sacrifícios,
tudo quanto esfacelaram nos seus instantes de criminosas arbitrariedades e de condenável insânia. (Pérolas do Além -
Chico Xavier - FEB - Pág. 155)
A faculdade se exterioriza de duas formas
distintas:
• Combinação dos fluidos do
médium com os fluidos do
Espírito comunicante
alterando as condições do
ambiente, influindo nas
propriedades físicas da
matéria
• Mesmo com a ligação
perispiritual, ocorrem na
intimidade da mente do
médium
• “No exercício mediúnico de qualquer modalidade, a epífise [glândula pineal] desempenha o papel mais
importante. Através de suas forças equilibradas, a mente humana intensifica o poder de emissão e recepção
de raios peculiares à nossa esfera.”
Alexandre- Missionários da Luz- André Luiz
• “A faculdade mediúnica se mostra bem caracterizada e se traduz por efeitos patentes, de certa intensidade, o
que então depende de uma organização mais organização mais ou menos sensitiva. sensitiva.”
L.M. Cap. 14, ítem 159.
• 226. L.M — Não.A faculdade propriamente dita é orgânica, e portanto independente da moral.
Mas já não acontece o mesmo com o seu uso, que pode ser bom ou mau, segundo as qualidades do
médium.
"O Livro dos Médiuns", item 75:
"Em algumas pessoas há uma espécie de emanação desse fluido, em conseqüência de condições especiais
de sua organização, e é disso propriamente falando que resultam os médiuns de efeitos físicos."
Dr. Nubor Facure, professor titular de Neurologia na Unicamp, examinando o papel do cérebro no
fenômeno, esclarece: "O fenômeno mediúnico se processa no cérebro do médium e sempre com a
participação deste. É um processo de automatismo complexo, realizado através do cérebro sob a
atuação de entidades espirituais que sintonizam com o médium. Dispomos no nosso cérebro de centros
de atividades automáticas para as diversas atividades motoras que nos permitem, por exemplo, falar
fluentemente, escrever rapidamente, pintar ou dedilhar um instrumento musical. Essas áreas expressam
suas atividades com pouca participação da consciência. Desde que o médium possa destacar seu foco de
consciência, o Espírito comunicante pode se ocupar dos núcleos de atividade automática do cérebro do
médium e fazer transcorrer por ali conceitos da sua mensagem."
André Luiz observa:
"Reconheci que a glândula pineal do médium expelia luminosidade cada vez mais intensa... a glândula minúscula
transformara-se em núcleo radiante e ao redor seus raios formavam um lótus de pétalas sublimes. Examinei
atentamente os demais encarnados e observei que em todos a pineal apresentava notas de luminosidade, mas em
nenhum brilhava como no médium em serviço. Alexandre esclarece: é na pineal que reside o sentido novo dos
homens, entretanto, na grande maioria, a potência divina dorme embrionária."
Em "Evolução em Dois Mundos", o autor explica a evolução da pineal, que deixou de ser olho exterior, como era nos
lacertídeos na Nova Zelândia, para fazer parte do cérebro, relacionada à emoções mais sutis.
• Denominações comuns:
órgão pineal,
epífise neural,
ou simplesmente pineal
• Estrutura única e muito pequena localizada no cérebro
• Participa na regulação endócrina da reprodução, do sistema imunológico e da organização dos ritmos
biológicos, atuando como mediadora entre o ciclo claro/escuro ambiental e processos fisiológicos tais como
sono/vigília, atividade/repouso, entre outros.
• Visível em radiografias; por isso, até recentemente muitos afirmavam que a glândula estava calcificada e era
uma estrutura em involução.
• Atualmente, foi demonstrado que ela não se calcifica; e, sim, forma cristais de apatita: um mineral incolor
composto por fosfato de cálcio que contém urânio em seu interior e, que tem sido muito estudado no Instituto
de Física da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).
Estudo 107– Questão 225 – Conclusão 1
Iniciando as conclusões sobre os estudos do capítulo XIX, transcrevemos mensagem
dos Espíritos Erasto eTimóteo:
“Qualquer que seja a natureza dos médiuns escreventes, mecânicos,
semimecânicos ou simplesmente intuitivos, nossos processos de comunicação por meio
deles não variam na essência. Com efeito, nossas comunicações com os Espíritos
encarnados, diretamente, ou com os Espíritos propriamente ditos, se realizam
unicamente pela irradiação do nosso pensamento”.
“Apresentada a mediunidade, é lícito educá-la, da mesma forma que em se notando
uma faculdade de natureza intelectual ou artística, a pessoa passa a desenvolver essa
aptidão, para daí, canalizando as suas energias, sacar os melhores resultados
possíveis”. Divaldo Pereira Franco
“O estudo e a prática do Espiritismo constituem um antídoto eficaz para tais perturbações, pelas
orientações que proporcionam, esclarecendo-lhe o mecanismo do intercâmbio e, ao mesmo tempo
dando-lhe sentido e direção”
(Qualidade na Prática Mediúnica)
• PREPARO FÍSICO: Alimentação; Higiene; Repouso, Abolição
de vícios
• PREPARO INTELECTUAL: meditação estudo
• PREPARO MORAL: Reforma íntima
“ O médium O médium tem obrigação de estudar muito, observar
intensamente e trabalhar todos os instantes pela sua própria iluminação
iluminação.
Somente desse modo poderá habilitar-se para o desempenho da tarefa que lhe
foi confiada, cooperando eficazmente com os Espíritos Espíritos sinceros e
devotados ao bem e a verdade.”
(O Consolador, P. 392)
2. Sempre se disse à mediunidade é um dom de Deus, uma graça, um favor divino. Porque, então, não é um
privilégio dos homens de bem? E porque há criaturas indignas que a possuem no mais alto grau e a empregam
no mau sentido?
—Todas as nossas faculdades são favores que devemos agradecer a Deus, pois há criaturas que não as
possuem. Podias perguntar porque Deus concede boa visão a malfeitores, destreza aos larápios, eloqüência
aos que só a utilizam para o mal. Acontece o mesmo com a mediunidade. Criaturas indignas a possuem porque
dela necessitam mais do que as outras, para se melhorarem. Pensas que Deus recusa os meios de salvação dos
culpados? Ele os multiplica nos seus passos, coloca-os nas suas próprias mãos. Cabe a eles aproveitá-los. Judas,
o traidor, não fez milagres e não curou doentes, como apóstolo? Deus lhe permitiu esse dom para que mais
odiosa lhe parecesse à traição.
3. Os médiuns que empregam mal as suas faculdades, que
não as utilizam para o bem ou que não as aproveitam para a
sua própria instrução, sofrerão as consequências disso?
— Se as usarem mal, serão duplamente punidos, pois
perdem a oportunidade de aproveitar um meio a mais de se
esclarecerem. Aquele que vê claramente e tropeça é mais
censurável que o cego que cai na valeta.
7. Por que os Espíritos superiores permitem que pessoas dotadas de grande
mediunidade, e que poderiam fazer muito bem, se tornem instrumentos do erro?
— Eles procuram influenciá-las, mas quando elas se deixam arrastar por um
mau caminho, não as impedem. É por isso que delas se servem com repugnância,
porque a verdade não pode ser interpretada pela mentira.(1)
9. Qual seria o médium que poderíamos considerar perfeito?
— Perfeito? É pena, mas bem sabes que não há perfeição sobre aTerra. Se
não fosse assim, não estarias nela. Digamos antes bom médium, e já é muito, pois
são raros. O médium perfeito seria aquele que os maus Espíritos jamais ousassem
fazer uma tentativa de enganar. O melhor é o que, simpatizando com os bons
Espíritos, tem sido enganado menos vezes.
11. Quais as condições necessárias para que a palavra dos Espíritos superiores nos chegue sem qualquer alteração?
— Desejar o bem e repelir o egoísmo e o orgulho: ambos são necessários.
Elos
Grupo Bem
Entre vivos e vivos
Entre mundos e planos
Entre nós e os que foram
E que ainda amamos
Há um tipo de intérprete
Nos trazendo mensagens
Do que nos espera
Na real realidade
São enfermeiros
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Mediunidade _ Estudo para Mocidade

  • 1. Mediunidade Mocidade Espírita Joanna de Ângelis Dia 03/05/15
  • 2.
  • 3. 159. Toda pessoa que sente a influência dos Espíritos, em qualquer grau de intensidade, é médium. Essa faculdade é inerente ao homem. Por isso mesmo não constitui privilégio e são raras as pessoas que não a possuem pelo menos em estado rudimentar. Pode-se dizer, pois, que todos são mais ou menos médiuns. Usualmente, porém, essa qualificação se aplica somente aos que possuem uma faculdade mediúnica bem caracterizada, que se traduz por efeitos patentes de certa intensidade, o que depende de uma organização mais ou menos sensitiva. Deve-se notar, ainda, que essa faculdade não se revela em todos da mesma maneira. Os médiuns têm, geralmente, aptidão especial para esta ou aquela ordem de fenômenos, o que os divide em tantas variedades quantas são as espécies de manifestações. As principais são: médiuns de efeitos físicos, médiuns sensitivos ou impressionáveis, auditivos, falantes, videntes, sonâmbulos, curadores, pneumatógrafos, escreventes ou psicógrafos.(1) Médium, do latim : Meio; intermediário; medianeiro. Dicionário Aurélio
  • 4.
  • 5. : FACULDADE PARTICULAR DO SER HUMANO QUE PERMITE A COMUNICAÇÃO COM OS ESPÍRITOS; - MEDIUNIDADE (ANDRÉ LUIZ) - FACULDADE INERENTE A TODOS OS SERES HUMANOS, QUE UM DIA SE TORNARÁ OSTENSIVA MAIS DO QUE OCORRE NO PRESENTE MOMENTO.
  • 6.
  • 7. A mediunidade ao longo da História A mediunidade como faculdade inerente ao ser humano sempre esteve presente na história da humanidade e, de acordo com a época, foi tratada de diferentes formas: Homem primitivo • Práticas ritualistas Índia -Vedas • Crença na existência dos Espíritos
  • 8. China Evocação dos Espíritos dos ancestrais Egito Magos dos faraós realizavam prodígios Hebreus – Proibiçao de Moisés Grécia Pitonisas evocavam os deuses Roma Sibilas interrogavam os Espíritos
  • 9. Por desconhecimento das leis divinas esses fenômenos foram considerados, por muito tempo, como sobrenaturais e demoníacos Na Idade Média acreditava-se que a mediunidade era sintoma de loucura ou bruxaria Algumas religiões chegam a proibir seu uso invocando o texto bíblico como apoio a essa proibição ( Deuteronômio 18:9-13)
  • 10. Com Allan Kardec… Foi no séc. XIX que a relação da mediunidade com o ser humano mudou. O fenômeno das mesas girantes, que inundaram os salões da Europa, chamaram à atenção de vários intelectuais, entre eles, Hippolyte L. D. Rivail, que passou a estudar os fenômenos com critérios científicos Inicia-se,assim, uma nova fase que resultou numa melhor compreensão da mediunidade
  • 11. Médium “O bom médium não é portanto, aquele que tem facilidade de comunicação, mas o que é simpático aos Bons Espíritos e só por eles é assistido.” (O E.S.E – Cap. XXIV:12)
  • 12. “(...) Usualmente, porém, essa qualificação se aplica somente aos que possuem uma faculdade mediúnica bem caracterizada, que se traduz por efeitos patentes de certa intensidade, o que depende de uma organização mais ou menos sensitiva.” LM
  • 13. O médium é exatamente aquele indivíduo que tem a possibilidade de propiciar a comunicação dos mortos com os vivos. Não se trata de alguém dotado de poderes milagrosos, não! Nem de alguém atuado pelo demônio! Tampouco alguém que sofra das faculdades mentais. Não, nada disto. Apenas tem a condição de permitir o intercâmbio entre a Humanidade desencarnada e a encarnada. Na acepção mais ampla do termo, todos somos médiuns, pois todos estamos sujeitos à influência dos Espíritos. Uns mais, outros menos. No entanto, há pessoas que apresentam esta faculdade em grau mais acentuado; nelas o fenômeno se faz mais patente mais evidenciado. São aquelas pessoas que vêem os Espíritos, ouvem as suas vozes, dando-nos os seus recados e mensagens. (A Obsessão e seu Tratamento Espírita - Celso Martins - Pág. 39)
  • 14. Espontânea: Não causa maiores desconfortos, desconfortos, quer físicos quer emocionais, desabrochando naturalmente. Provacional: O médium apresenta descompassos emocionais que atingem a sua organização física, podendo ocorrer perturbações espirituais, como espirituais, como alterações alterações emocionais súbitas; Acentuada sensibilidade emotiva; Vidências; Necessidade compulsiva e inoportuna de escrever ideias que não lhe são próprias; Calafrios, sensação formigamento nas mãos; Mal-estar em determinados ambientes ou em presença certas pessoas; Sensações de enfermidades inexistentes. O surgimento da faculdade mediúnica não depende de lugar, idade, condição social ou sexo. Pode surgir na infância, adolescência ou juventude, na idade madura ou na velhice. Pode revelar-se no Centro Espírita, em casa, em templos de quaisquer denominações religiosas, no materialista.
  • 15. Reações emocionais insólitas. Sensação de enfermidade, só aparente. Calafrios e mal-estar. Irritações estranhas. Algumas vezes, aparece sem qualquer sintoma, espontânea, exuberante. Um botão de rosa (a figura é de Emmanuel) que desabrocha para, no encanto e no perfume de uma rosa, embelezar a vida. Desabrochando, naturalmente, a mediunidade é esse botão, tendo por jardineiro o Espiritismo, que cuidará de seu crescimento. (Mediunidade e Evolução - Martins Peralva - Cap. 3)
  • 16. Demonstrar a continuidade da vida após a morte -Esclarecimento do ser humano -Desenvolvimento moral e espiritual do homem -Desenvolvimento da sensibilidade psíquica Os médiuns, em sua generalidade, não são missionários na acepção comum do termo; são almas que fracassaram desastradamente, que contrariaram, sobremaneira, o curso das leis divinas, e que resgatam, sob o peso de severos compromissos e ilimitadas responsabilidades, o passado obscuro e delituoso. O seu pretérito, muitas vezes, se encontra enodoado de graves deslizes e de erros clamorosos. Quase sempre, são espíritos que tombaram dos cumes sociais, pelos abusos do poder, da autoridade, da fortuna e da inteligência, e que regressam ao orbe terráqueo para se sacrificarem em favor do grande número de almas que desviaram das sendas luminosas da fé, da caridade e da virtude. São almas arrependidas, que procuram arrebanhar todas as felicidades que perderam, reorganizando, com sacrifícios, tudo quanto esfacelaram nos seus instantes de criminosas arbitrariedades e de condenável insânia. (Pérolas do Além - Chico Xavier - FEB - Pág. 155)
  • 17. A faculdade se exterioriza de duas formas distintas: • Combinação dos fluidos do médium com os fluidos do Espírito comunicante alterando as condições do ambiente, influindo nas propriedades físicas da matéria • Mesmo com a ligação perispiritual, ocorrem na intimidade da mente do médium
  • 18. • “No exercício mediúnico de qualquer modalidade, a epífise [glândula pineal] desempenha o papel mais importante. Através de suas forças equilibradas, a mente humana intensifica o poder de emissão e recepção de raios peculiares à nossa esfera.” Alexandre- Missionários da Luz- André Luiz • “A faculdade mediúnica se mostra bem caracterizada e se traduz por efeitos patentes, de certa intensidade, o que então depende de uma organização mais organização mais ou menos sensitiva. sensitiva.” L.M. Cap. 14, ítem 159. • 226. L.M — Não.A faculdade propriamente dita é orgânica, e portanto independente da moral. Mas já não acontece o mesmo com o seu uso, que pode ser bom ou mau, segundo as qualidades do médium. "O Livro dos Médiuns", item 75: "Em algumas pessoas há uma espécie de emanação desse fluido, em conseqüência de condições especiais de sua organização, e é disso propriamente falando que resultam os médiuns de efeitos físicos."
  • 19. Dr. Nubor Facure, professor titular de Neurologia na Unicamp, examinando o papel do cérebro no fenômeno, esclarece: "O fenômeno mediúnico se processa no cérebro do médium e sempre com a participação deste. É um processo de automatismo complexo, realizado através do cérebro sob a atuação de entidades espirituais que sintonizam com o médium. Dispomos no nosso cérebro de centros de atividades automáticas para as diversas atividades motoras que nos permitem, por exemplo, falar fluentemente, escrever rapidamente, pintar ou dedilhar um instrumento musical. Essas áreas expressam suas atividades com pouca participação da consciência. Desde que o médium possa destacar seu foco de consciência, o Espírito comunicante pode se ocupar dos núcleos de atividade automática do cérebro do médium e fazer transcorrer por ali conceitos da sua mensagem." André Luiz observa: "Reconheci que a glândula pineal do médium expelia luminosidade cada vez mais intensa... a glândula minúscula transformara-se em núcleo radiante e ao redor seus raios formavam um lótus de pétalas sublimes. Examinei atentamente os demais encarnados e observei que em todos a pineal apresentava notas de luminosidade, mas em nenhum brilhava como no médium em serviço. Alexandre esclarece: é na pineal que reside o sentido novo dos homens, entretanto, na grande maioria, a potência divina dorme embrionária." Em "Evolução em Dois Mundos", o autor explica a evolução da pineal, que deixou de ser olho exterior, como era nos lacertídeos na Nova Zelândia, para fazer parte do cérebro, relacionada à emoções mais sutis.
  • 20.
  • 21. • Denominações comuns: órgão pineal, epífise neural, ou simplesmente pineal • Estrutura única e muito pequena localizada no cérebro • Participa na regulação endócrina da reprodução, do sistema imunológico e da organização dos ritmos biológicos, atuando como mediadora entre o ciclo claro/escuro ambiental e processos fisiológicos tais como sono/vigília, atividade/repouso, entre outros. • Visível em radiografias; por isso, até recentemente muitos afirmavam que a glândula estava calcificada e era uma estrutura em involução. • Atualmente, foi demonstrado que ela não se calcifica; e, sim, forma cristais de apatita: um mineral incolor composto por fosfato de cálcio que contém urânio em seu interior e, que tem sido muito estudado no Instituto de Física da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).
  • 22.
  • 23. Estudo 107– Questão 225 – Conclusão 1 Iniciando as conclusões sobre os estudos do capítulo XIX, transcrevemos mensagem dos Espíritos Erasto eTimóteo: “Qualquer que seja a natureza dos médiuns escreventes, mecânicos, semimecânicos ou simplesmente intuitivos, nossos processos de comunicação por meio deles não variam na essência. Com efeito, nossas comunicações com os Espíritos encarnados, diretamente, ou com os Espíritos propriamente ditos, se realizam unicamente pela irradiação do nosso pensamento”.
  • 24. “Apresentada a mediunidade, é lícito educá-la, da mesma forma que em se notando uma faculdade de natureza intelectual ou artística, a pessoa passa a desenvolver essa aptidão, para daí, canalizando as suas energias, sacar os melhores resultados possíveis”. Divaldo Pereira Franco
  • 25. “O estudo e a prática do Espiritismo constituem um antídoto eficaz para tais perturbações, pelas orientações que proporcionam, esclarecendo-lhe o mecanismo do intercâmbio e, ao mesmo tempo dando-lhe sentido e direção” (Qualidade na Prática Mediúnica) • PREPARO FÍSICO: Alimentação; Higiene; Repouso, Abolição de vícios • PREPARO INTELECTUAL: meditação estudo • PREPARO MORAL: Reforma íntima
  • 26.
  • 27. “ O médium O médium tem obrigação de estudar muito, observar intensamente e trabalhar todos os instantes pela sua própria iluminação iluminação. Somente desse modo poderá habilitar-se para o desempenho da tarefa que lhe foi confiada, cooperando eficazmente com os Espíritos Espíritos sinceros e devotados ao bem e a verdade.” (O Consolador, P. 392)
  • 28. 2. Sempre se disse à mediunidade é um dom de Deus, uma graça, um favor divino. Porque, então, não é um privilégio dos homens de bem? E porque há criaturas indignas que a possuem no mais alto grau e a empregam no mau sentido? —Todas as nossas faculdades são favores que devemos agradecer a Deus, pois há criaturas que não as possuem. Podias perguntar porque Deus concede boa visão a malfeitores, destreza aos larápios, eloqüência aos que só a utilizam para o mal. Acontece o mesmo com a mediunidade. Criaturas indignas a possuem porque dela necessitam mais do que as outras, para se melhorarem. Pensas que Deus recusa os meios de salvação dos culpados? Ele os multiplica nos seus passos, coloca-os nas suas próprias mãos. Cabe a eles aproveitá-los. Judas, o traidor, não fez milagres e não curou doentes, como apóstolo? Deus lhe permitiu esse dom para que mais odiosa lhe parecesse à traição.
  • 29. 3. Os médiuns que empregam mal as suas faculdades, que não as utilizam para o bem ou que não as aproveitam para a sua própria instrução, sofrerão as consequências disso? — Se as usarem mal, serão duplamente punidos, pois perdem a oportunidade de aproveitar um meio a mais de se esclarecerem. Aquele que vê claramente e tropeça é mais censurável que o cego que cai na valeta.
  • 30. 7. Por que os Espíritos superiores permitem que pessoas dotadas de grande mediunidade, e que poderiam fazer muito bem, se tornem instrumentos do erro? — Eles procuram influenciá-las, mas quando elas se deixam arrastar por um mau caminho, não as impedem. É por isso que delas se servem com repugnância, porque a verdade não pode ser interpretada pela mentira.(1)
  • 31. 9. Qual seria o médium que poderíamos considerar perfeito? — Perfeito? É pena, mas bem sabes que não há perfeição sobre aTerra. Se não fosse assim, não estarias nela. Digamos antes bom médium, e já é muito, pois são raros. O médium perfeito seria aquele que os maus Espíritos jamais ousassem fazer uma tentativa de enganar. O melhor é o que, simpatizando com os bons Espíritos, tem sido enganado menos vezes. 11. Quais as condições necessárias para que a palavra dos Espíritos superiores nos chegue sem qualquer alteração? — Desejar o bem e repelir o egoísmo e o orgulho: ambos são necessários.
  • 32. Elos Grupo Bem Entre vivos e vivos Entre mundos e planos Entre nós e os que foram E que ainda amamos Há um tipo de intérprete Nos trazendo mensagens Do que nos espera Na real realidade São enfermeiros São carteiros Que se doam O tempo inteiro Conselheiros São videntes, audientes São pessoas como a gente Se dedicando a ajudar alguém São ombros de amigos Também vozes e ouvidos Dos habitam o infinito São pessoas que acreditam