Ligação espiritual atividade de verão

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Ligação espiritual atividade de verão

  1. 1. Atividade de verão<br />DIJ - 29º. CEU<br />Mediunidade<br /> na Infância e na Adolescência<br />
  2. 2. Ligações Espirituais<br /> O Livro dos Médiuns Capítulo XXDA INFLUÊNCIA MORAL DO MÉDIUM<br />Questões diversas. - Dissertação de um Espírito sobre a influência moral.<br />
  3. 3. O L.M pergunta 226<br />226.1ª O desenvolvimento da mediunidade guarda relação com o desenvolvimento moral dos médiuns?"Não; a faculdade propriamente dita se radica no organismo; independe do moral. O mesmo, porém, não se dá com o seu uso, que pode ser bom, ou mau, conforme as qualidades do médium."<br />
  4. 4. O L.M. Continuação da pergunta 226<br />2ª Sempre se há dito que a mediunidade é um dom de Deus, uma graça, um favor. Por que, então, não constitui privilégio dos homens de bem e por que se veem pessoas indignas que a possuem no mais alto grau e que dela usam mal?"Todas as faculdades são favores pelos quais deve a criatura render graças a Deus, pois que homens há privados delas. Poderias igualmente perguntar por que concede Deus vista magnífica a malfeitores, destreza a gatunos, eloqüência aos que dela se<br />servem para dizer coisas nocivas. O mesmo se dá com a mediunidade. Se há pessoas indignas que a possuem, é que disso precisam mais do que as outras, para se melhorarem. Pensas que Deus recusa meios de salvação aos culpados? Ao contrário,<br />multiplica-os no caminho que eles percorrem; põe-nos nas mãos deles. Cabe-lhes aproveitá-los. (...)<br />
  5. 5. O L.M. Continuação da pergunta 226<br />6ª Visto que as qualidades morais do médium afastam os Espíritos imperfeitos, como é que um médium dotado de boas qualidades transmite respostas falsas, ou grosseiras?<br />"Conheces, porventura, todos os escaninhos da alma humana? Demais, pode a criatura ser leviana e frívola, sem que seja viciosa. ele necessita de uma lição, a fim de manter-se em guarda.“(...)<br />
  6. 6. Ligações EspirituaisO Livro dos Médiuns:questão 232, cap. XXI - A influência do meio<br />Ana Cláudia M. Leal<br />
  7. 7. Mediunidade X Ligação Espiritual<br />"A presença dos Espíritos ao nosso redor não depende da mediunidade, nem de qualquer espécie de evocação, da mesma maneira que as mensagens radiofônicas estão sempre no ar, mesmo que não tenhamos um rádio ou não o liguemos. Quando Kardec diz que a mediunidade nada tem com isso, pois é apenas um meio de comunicação, esclarece que a presença dos Espíritos não é um fato mediúnico, porque este implica a percepção dessa presença e a comunicação com os Espíritos."<br />Nota do tradutor Herculano Pires, para a questão 232 do capítulo XXI de O Livro dos Médiuns, de Allan Kardec. <br />
  8. 8. O L. M. pergunta 232<br />232. Fora erro acreditar alguém que precisa ser médium, para atrair a si os seres do mundo invisível. Eles povoam o espaço; temo-los incessantemente em tomo de nós, ao nosso lado, vendo-nos, observando-nos, intervindo em nossas reuniões, seguindonos, ou evitando-nos, conforme os atraímos ou repelimos.A faculdade mediúnica em nada influi para isto: ela mais não é do que um meio de comunicação. De acordo com o que dissemos acerca das causas de simpatia ou antipatia dos Espíritos, facilmente se compreenderá que devemos estar cercados daqueles que têm afinidade com o nosso próprio Espírito, conforme é este graduado, ou degradado. <br />
  9. 9. O L.M. continuação pergunta 232<br />Consideremos agora o estado moral do nosso planeta e compreenderemos de que gênero devem ser os que predominam entre os Espíritos errantes. Se tomarmos cada povo em particular,<br />poderemos, pelo caráter dominante dos habitantes, pelas suas preocupações, seus sentimentos mais ou menos morais e humanitários, dizer de que ordem são os Espíritos que de preferência se reúnem no seio dele.<br />Partindo deste princípio, suponhamos uma reunião de homens levianos, inconsequentes, ocupados com seus prazeres; quais serão os Espíritos que preferentemente os cercarão? Não serão de certo Espíritos superiores, do mesmo modo que não seriam os nossos sábios e filósofos os que iriam passar o seu tempo em semelhante lugar. Assim, onde quer que haja uma reunião de homens, há igualmente em torno deles uma assembleia oculta, que simpatiza com suas qualidades ou com seus defeitos (...)<br />
  10. 10. O que mais importa destacar aqui, é que seja qual for a situação, o vínculo espiritual nasce e se fortalece como resultado de nossos pensamentos, Espíritos que somos.<br />
  11. 11. Ligação Espiritual<br /> A ligação com os Espíritos não é um fato mediúnico, salienta Herculano Pires, pois um fato mediúnico só se caracteriza se houver a percepção da presença dos Espíritos que já estão ligados conosco e/ou a comunicação com eles, quer dizer, o entendimento do que pensam e sentem e até o diálogo. Mas a ligação, a sintonia, é sempre fruto de como pensamos e sentimos, pois somos também, Espíritos.<br /> É natural, normal, que haja Espíritos ao nosso redor, pois eles estão em toda parte e vão para onde desejam. Sendo dotados de livre arbítrio, podem ir, ficar, sair, sendo seu único limite a capacidade que tenham de uso do livre arbítrio. Mas conta muito, a nossa forma de ser que abre ou fecha atrações e interesses para que Espíritos afinizados com as qualidades e as imperfeições que temos, fiquem conosco e interfiram em nossas decisões.<br />
  12. 12. O L. M. CAPÍTULO XVIIIDOS INCONVENIENTES E PERIGOS DAMEDIUNIDADE<br />Influência do exercício da mediunidade sobre a saúde. - Idem sobre o cérebro.<br /> - Idem sobre as crianças.<br />
  13. 13. O L. M. Pergunta 221<br />(...)6ª Haverá inconveniente em desenvolver-se a mediunidade nas crianças?<br />"Certamente e sustento mesmo que é muito perigoso, pois que esses organismos débeis e delicados sofreriam por essa forma grandes abalos, e as respectivas imaginações excessiva sobre excitação. Assim, os pais prudentes devem afastá-las dessas ideias, ou, quando nada, não lhes falar do assunto, senão do ponto de vista das consequências morais."<br />
  14. 14. O L. M. continuação da pergunta 221<br />7ª Há, no entanto, crianças que são médiuns naturalmente, quer de efeitos físicos, quer de escrita e de visões. Apresenta isto o mesmo inconveniente?<br />"Não; quando numa criança a faculdade se mostra espontânea, é que está na sua natureza e que a sua constituição se presta a isso O mesmo não acontece, quando é provocada e sobre excitada. Nota que a criança, que tem visões, geralmente não se impressiona com estas, que lhe parecem coisa naturalíssima, a que dá muito pouca atenção e quase sempre esquece. Mais tarde, o fato lhe volta à memória e ela o explica facilmente, se conhece o Espiritismo."<br />
  15. 15. O L. M. continuação da pergunta 221<br />8ª Em que idade se pode ocupar, sem inconvenientes, de mediunidade?<br />"Não há idade precisa, tudo dependendo inteiramente do desenvolvimento físico e, ainda mais, do desenvolvimento moral. Há crianças de doze anos a quem tal coisa afetará menos do que a algumas pessoas já feitas. Falo da mediunidade, em geral; porém, a de efeitos físicos é mais fatigante para o corpo; a da escrita tem outro inconveniente, derivado da inexperiência da criança, dado o caso de ela querer entregar se a sós ao exercício da sua faculdade e fazer disso um brinquedo."<br />
  16. 16. O L. M. Pergunta 222<br />A prática do Espiritismo, como veremos mais adiante, demanda muito tato, para a inutilização das tramas dos Espíritos enganadores. Se estes iludem a homens feitos, claro é que a infância e a juventude mais expostas se acham a ser vítimas deles.<br /> Sabe-se, além disso, que o recolhimento é uma condição sem a qual não se pode lidar com Espíritos sérios. As evocações feitas estouvadamente e por gracejo constituem verdadeira profanação, que facilita o acesso aos Espíritos zombeteiros, ou malfazejos. Ora, não se podendo esperar de uma criança a gravidade necessária a semelhante ato, muito de temer é que ela faça disso um brinquedo, se ficar entregue a si mesma. <br />
  17. 17. L. M. Continuação da pergunta 222<br /> Ainda nas condições mais favoráveis, é de desejar que uma criança dotada de faculdade mediúnica não a exercite, senão sob a vigilância de pessoas experientes, que lhe ensinem, pelo exemplo, o respeito devido às almas dos que viveram no mundo. Por aí se vê que a questão de idade está subordinada às circunstâncias, assim de temperamento, como de caráter. <br /> Todavia, o que ressalta com clareza das respostas acima é que não se deve forçar o desenvolvimento dessas faculdades nas crianças, quando não é es pontânea, e que, em todos os casos, se deve proceder com grande circunspeção, não convindo nem excitá-las, nem animá-las nas pessoas débeis. <br />
  18. 18. O L. M. Continuação da pergunta 222<br /> Do seu exercício cumpre afastar, por todos os meios possíveis, as que apresentem sintomas, ainda que mínimos, de excentricidade nas idéias, ou de enfraquecimento das faculdades mentais, porquanto,<br />nessas pessoas, há predisposição evidente para a loucura, que se pode manifestar por efeito de qualquer sobreexcitação. As idéias espíritas não têm, a esse respeito, maior influência do que outras, mas, vindo a loucura a declarar-se, tomará o caráter de preocupação dominante, como tomaria o caráter religioso, se a pessoa se entregasse em excesso às práticas de devoção, e a responsabilidade seria lançada ao Espiritismo. O que de melhor se tem a fazer com todo indivíduo que mostre tendência à idéia fixa é dar outra diretriz às suas preocupações, a fim de lhe proporcionar repouso aos órgãos enfraquecidos. <br /> Chamamos, a propósito deste assunto, a atenção dos nossos leitores para o parágrafo XII da "Introdução" de O Livro dos Espíritos.<br />
  19. 19. Referencias Bibliográficas<br /> O Livro dos Médiuns<br />Jornal do CEM . Mediunidade x ligação espiritual Cristina Helena Sarraf http://www.oocities.com/jornalcem/textos99_10.html<br />

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