ÉDIPO, A GRANDE VÍTIMA DE UMA MALDIÇÃO                   FAMILIAR...O MITO: Seu pai, Laio, abandonara Tebas e refugiara-se...
Em Tebas reina o medo. Um monstro metade mulher,metade leão, com patas de boi e asas de águia,chamado Esfinge, sentado sob...
O ENIGMA DA ESFINGE
:   RESPOSTA:
O MONSTRO, derrotado, se atira do alto da rocha,despedaçando-se nas pedra. Tebas está livre de seumal. Édipo, o decifrador...
Retrato Eu não tinha este rosto de hoje,Assim calmo, assim triste, assim magro,Nem estes olhos tão vazios,Nem o lábio amar...
O LÁPISA  mãe da Daniela, depois de afiar muito bem o lápis, começou a fazer desenhos num bloco para entreter a menina, qu...
PINTO & CHINTO. Contos parameninos que adormecem logo aseguir.  Trad. Elisabete Ramos. Matosinhos, Kalandraka Editora Port...
A HISTÓRIA DUMA MULHER     QUE FAZIA UM PLANO PARA TUDOEra uma vez uma mulher que fazia um plano para tudo. Apontava-o num...
Alejandro    Jodorowsky-   dramaturgo,    cineasta,       escritor,   poeta,psicólogo (psicomago), chileno, vive na França...
Em sua revolução de maio de 1968, os franceses ordenaram:“É proibido proibir!”.Neste jogo imaginando que você tem o poder,...
A HISTÓRIA DA LEBRE ORELHUDAEra  uma  vez  uma  lebre  que  tinha  umas  orelhas enormes.  As  outras  lebres  gozavam:  "...
1. PERSONAGENS DA SUA HISTÓRIADE LEITOR2. TEMAS/ENREDOS/ASSUNTO DASUA HISTÓRIA DE LEITOR3. CONFLITOS DA SUA HISTÓRIA DELEI...
ORGANIZAR UM PEQUENO ROTEIRO(INTRODUÇÃO, DESENVOLVIMENTO,CLÍMAX, CONCLUSÃO)ESCREVÊ-LO NA FORMA DE UMPEQUENO CONTO.
Sempre quis ser a Emília do Lobato. Sem papas na língua, sem freios na imaginação, com suas perversõezinhas caseiras. Se e...
CAPÍTULO V                    Os conselhos do Senhor LagartaA Lagarta e Alice olharam-se durante um bom momento, sem dizer...
- Não é nem um pouco – disse o Senhor Lagarta.- Talvez, mas quando o senhor tiver que se transformar em crisálida edepois ...
Celso Sisto
QUEM TEM TETO DE LIVROS  NÃO JOGA PALAVRAS        SOLTAS  NA CARA DO VIZINHO!                  celso sisto
UM SÓ LIVRO NÃO FAZ DE UM   LEITORANDORINHA!       celso sisto
EM LIVROFECHADONÃO ENTRA   celso sistoLEITOR!
DIGA­ME O QUE LÊS E EU TE DIREI QUEM         ÉS!    celso sisto
QUEM SEMEIA    LIVROS              celso sistoCOLHE GENTE-EM-
A CARAVANA PASSA MAS BONS LIVROS     FICAM!    celso sisto
C                        E                        L                        S                        O                     ...
QUEM CONTA UM CONTO  PROLONGA A VIDA!                celso sisto
PARA UM BOM LEITOR,  TODO BOM LIVRO   É UMA FESTA!              celso sisto
PARA UM BOM LEITOR,   LER MEIO LIVRO     NÃO BASTA!              celso sisto
E-mail: csisto@hotmail.com oucelsosisto@yahoo.com.brBlogs:http://celsosisto.blogspot.com ehttp://ceudebelerofonte.blogspot...
Tessituras 3ª edição: Se eu me decifro, ninguém me devora... palestra com Celso Sisto
Tessituras 3ª edição: Se eu me decifro, ninguém me devora... palestra com Celso Sisto
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Tessituras 3ª edição: Se eu me decifro, ninguém me devora... palestra com Celso Sisto

  1. 1. ÉDIPO, A GRANDE VÍTIMA DE UMA MALDIÇÃO FAMILIAR...O MITO: Seu pai, Laio, abandonara Tebas e refugiara-se na Élida,junto ao rei Pélope. O filho deste, Crisipo, apaixona-se pelohóspede, sendo inteiramente correspondido. O idílio, porém, éproibido. Num ato de desespero, Laio rapta o amado. MasCrisipo, temeroso da reação paterna, suicida-se. Ao tomarconhecimento da notícia, Pélope amaldiçoa Laio e todos os seusdescendentes.Laio volta para Tebas, casa-se com a bela Jocasta. Nasce Édipo,que segundo o oráculo de Apolo, matará seu pai e desposará suamãe. Laio entrega o filho a um pastor e manda matá-lo. O pastornão o mata, entrega-o Pólibo, rei de Corinto.Édipo cresce e um dia fica sabendo que uma profecia dizia queele mataria seu pai e se casaria com sua mãe. Para evitar isso,foge para Tebas. No caminho se envolve numa briga e mata ococheiro e o seu senhor. Depois segue. Sem saber, tinha matadoseu verdadeiro pai.
  2. 2. Em Tebas reina o medo. Um monstro metade mulher,metade leão, com patas de boi e asas de águia,chamado Esfinge, sentado sobre uma rocha propõeenigmas aos passantes. E, como ninguém sabe decifrá-los, a todos ele devora. Muitos morreram. Creonte, ogovernante de Tebas, oferece um duplo prêmio aohomem que conseguisse livrar a cidade dessemonstro: o trono tebano e a mão da rainha viúva,Jocasta.
  3. 3. O ENIGMA DA ESFINGE
  4. 4. : RESPOSTA:
  5. 5. O MONSTRO, derrotado, se atira do alto da rocha,despedaçando-se nas pedra. Tebas está livre de seumal. Édipo, o decifrador do enigma, recebe o duploprêmio: a coroa e a rainha.Nascem 4 filhos.A cidade prospera, até que uma peste misteriosa seabate sobre Tebas, dizimando animais e gente...Para saber a causa da ira divina, Édipo envia seucunhado, Creonte, ao oráculo de Apolo.O oráculo diz: A peste é um castigo divino, porque acidade abriga em seu seio um criminoso – oassassino de Laio.
  6. 6. Retrato Eu não tinha este rosto de hoje,Assim calmo, assim triste, assim magro,Nem estes olhos tão vazios,Nem o lábio amargo. Eu não tinha estas mãos sem força,Tão paradas e frias e mortas;Eu não tinha este coraçãoQue nem se mostra. Eu não dei por esta mudança,Tão simples, tão certa, tão fácil:- Em que espelho ficou perdidaA minha face?  (Cecília Meireles)
  7. 7. O LÁPISA  mãe da Daniela, depois de afiar muito bem o lápis, começou a fazer desenhos num bloco para entreter a menina, que estava sentada ao seu lado. A mãe da Daniela desenhou um leão, e depois desenhou uma borboleta, e depois desenhou um crocodilo, e depois desenhou um cavalo, e depois uma avestruz, e depois um cão, e depois desenhou um gato.A pequena Daniela pensou: “Este lápis está cheio de animais por dentro!”.E num momento em que a mãe se ausentou, decidiu abrir o lápis para ver os animais que estavam lá dentro. Conseguiu partir a madeira do lápis e deixou a descoberto a mina, cinzenta e comprida. A pequena Daniela disse:- Ena. Dentro do lápis já só estava uma minhoca. 
  8. 8. PINTO & CHINTO. Contos parameninos que adormecem logo aseguir.  Trad. Elisabete Ramos. Matosinhos, Kalandraka Editora Portugal, 2010.  David  Pintor,  o  “Pinto”,  e  Carlos  López, o “Chinto”, são dois autores  galegos dedicados à escrita (Pinto)  e à ilustração humorística (Chinto),  e  a  escrever  desde  2001  para  crianças.  Hoje  em  dia,  Pinto  &  Chinto estão entre os autores mais  galardoados da Galiza. 
  9. 9. A HISTÓRIA DUMA MULHER QUE FAZIA UM PLANO PARA TUDOEra uma vez uma mulher que fazia um plano para tudo. Apontava-o num pedaço de papel e tinha que fazer logo tudo segundo o plano.Um domingo à tarde estavam para chegar uns convidados. A mulher apontou num papel: “1º por a mesa, 2º vestir o vestido dos domingos, 3º enfeitar o bolo, 4º dar o biberão ao pequeno, 5º fechar o cão na casa de banho, 6º ir buscar os convidados à paragem do elétrico”. Assim, pôs logo a mesa e depois foi vestir-se. Mal tinha começado a vestir-se, quando chegaram os convidados. A mulher ficou completamente baralhada pois o seu plano não tinha previsto aquilo. Então, vestiu o seu vestido dos domingos e por cima o sutiã. Deu ao pequeno a manga de pasteleiro e meteu o biberão na boca do cão. Depois fechou os convidados na casa de banho e foi à paragem do elétrico. 
  10. 10. Alejandro Jodorowsky- dramaturgo, cineasta, escritor, poeta,psicólogo (psicomago), chileno, vive na França. Criou um importantemovimento teatral chamado Movimento Pânico (1962, junto comFernando Arrabal e o pintor francês Roland Topor), que procurava umacorrente de pensamento e expressão artística concebida emhomenagem ao deus grego Pan.A partir de três elementos básicos – terror, humor e simultaneidade-, omovimento postulava transcender os limites impostos pela sociedadee buscava rechaçar a seriedade artística com uma explosão criativasem regras. Nas palavras de Fernando Arrabal: “O pânico é a crítica darazão pura, é o convívio sem leis e sem mando, é a ode ao talentolouco, é o antimovimento, é a arte de viver (que leva em conta aconfusão e o azar)”. Peças como “Cabaret Trágico” foram inspiradasnos mandamentos preconizados pelo movimento.  
  11. 11. Em sua revolução de maio de 1968, os franceses ordenaram:“É proibido proibir!”.Neste jogo imaginando que você tem o poder, proíbe... 1. É proibido não amar com intensidade por medo delastimar-se depois.2. É proibido os grampeadores sem grampos.3. É proibido não ver mais além do que não queremos ver.4. É proibido arrepender-se de haver feito algo que semprese quis fazer.5. É proibido render-se porque falhou-se na primeira vez.6. É proibido não sonhar só porque um dia nos disseram quetudo não passava de sonhos.7. É proibido ocultar-se detrás de uma máscara paraaparentar o que não somos.8. É proibido viver com uma pessoa a nosso lado só para nãoestar só.9. É proibido que nossa mão direita não saiba o que faznossa mão esquerda.10. É proibido responsabilizar os outros por aquilo que nósmesmos fazemos a nós.
  12. 12. A HISTÓRIA DA LEBRE ORELHUDAEra  uma  vez  uma  lebre  que  tinha  umas  orelhas enormes.  As  outras  lebres  gozavam:  "Tens  orelhas de  elefante!  São  horríveis!",  e  a  lebre  ficava  triste. Dizia: "Mas eu vou crescer e pode ser que as minhas orelhas  não  cresçam.  Assim  não  vão  parecer  tão grandes". A lebre cresceu e as orelhas...também!As outras lebres diziam-lhe: "Continuas a ser horrível lebre  orelhuda!".  A  lebre  continuava  triste  porque crescer  não  a  tinha  ajudado.  Contudo,  graças  às suas  orelhas,  conseguia  ouvir  muito  melhor  do  que as  outras  lebres.  Conseguia  sentir  as  pisadas  dos escaravelhos, os ruídos dos vermes debaixo da terra e até era capaz de ouvir cair a pena de um pássaro!Um dia, estavam as lebres todas no campo de trevos e chegou o caçador com o cão. Ainda estavam longe mas  a lebre  orelhuda  sentiu-os.  Mexeu com  rapidez as  orelhas  e  fê-las  girar  como  uma  ventoinha.  Ao verem  isto,  as  outras  lebres  começaram  a  correr para o bosque e o caçador não as encontrou. Então as  outras  lebres  disseram-lhe:  "Ainda  bem  que  tens umas  orelhas  tão  grandes!  Não  são  assim  tão horríveis!". A lebre orelhuda ficou toda contente.
  13. 13. 1. PERSONAGENS DA SUA HISTÓRIADE LEITOR2. TEMAS/ENREDOS/ASSUNTO DASUA HISTÓRIA DE LEITOR3. CONFLITOS DA SUA HISTÓRIA DELEITOR4. ESPAÇOS DA SUA HISTÓRIA DELEITOR5. TEMPOS DA SUA HISTÓRIA DELEITOR
  14. 14. ORGANIZAR UM PEQUENO ROTEIRO(INTRODUÇÃO, DESENVOLVIMENTO,CLÍMAX, CONCLUSÃO)ESCREVÊ-LO NA FORMA DE UMPEQUENO CONTO.
  15. 15. Sempre quis ser a Emília do Lobato. Sem papas na língua, sem freios na imaginação, com suas perversõezinhas caseiras. Se era de dizer, era mais de fazer. E fez da vida um grande sítio amarelo, onde tudo e todos chegavam e partiam, atraídos pelo exercício do imaginário. E de tanto poder tudo, inclusive ser gente, entrou para sempre no livro da infância eterna. 
  16. 16. CAPÍTULO V Os conselhos do Senhor LagartaA Lagarta e Alice olharam-se durante um bom momento, sem dizer nada.Por fim, a Lagarta tirou o cachimbo da boca e se dirigiu a Alice, com vozsonolenta:-Quem é você?Não era um começo muito encorajador para uma conversa. Alicerespondeu com certa hesitação:-Eu... Eu no momento não sei bem, meu sonhor (Como a Lagarta estavafumando cachimbo, Alice imaginou que era um senhor lagarta e não seenganava: era mesmo), Eu sei quem eu era quando me levantei estamanhã. Mas passei por uma porção de transformações, depois disso.- O que é que você quer dizer com isso? Explique-se! – ordenou o SenhorLagarta, severamente.- Não se explicar nem a mim mesma, senhor, porque eu não sou eu,compreende?- Não compreendo nada.- Receio não poder me explicar mais claramente – disse Alice, com muitadelicadeza. – Primeiro que tudo porque eu mesma não compreendo. Edepois porque ter tantos tamanhos diferentes num só dia, é uma coisabem desconcertante.
  17. 17. - Não é nem um pouco – disse o Senhor Lagarta.- Talvez, mas quando o senhor tiver que se transformar em crisálida edepois em borboleta, estou convencida de que achará isso um poucoestranho, não concorda?- Não concordo, não.- Certo, talvez os seus pontos de vista sejam diferentes dos meus. O queposso dizer é que para mim isso pareceria muito estranho.- Mim? Quem é mim? – perguntou o Senhor Lagarta, com desprezo.-Isso fazia a conversa voltar ao princípio. Alice já estava irritada com asrespostas curtas do Senhor Lagarta, de modo que esticou-se em toda asua altura e disse num tom severo:- Acho que o senhor deveria ser o primeiro a me dizer que é!- Por quê? – perguntou o Senhor Lagarta.-Essa pergunta era embaraçosa e Alice não conseguiu encontrar umarazão. Como o Senhor Lagarta parecia estar de muito má disposição, deumeia-volta e foi embora.-Volte! – gritou ele. – Tenho um coisa da maior importância para lhe dizer.Isso despertou a curiosidade de Alice e ela voltou.-Mantenha sempre o seu bom humor – aconselhou o Senhor Lagarta.- Isto é tudo o que o senhor tem para me dizer? – perguntou Alice,engolindo a raiva.- Não.
  18. 18. Celso Sisto
  19. 19. QUEM TEM TETO DE LIVROS NÃO JOGA PALAVRAS SOLTAS NA CARA DO VIZINHO! celso sisto
  20. 20. UM SÓ LIVRO NÃO FAZ DE UM LEITORANDORINHA! celso sisto
  21. 21. EM LIVROFECHADONÃO ENTRA celso sistoLEITOR!
  22. 22. DIGA­ME O QUE LÊS E EU TE DIREI QUEM  ÉS! celso sisto
  23. 23. QUEM SEMEIA LIVROS celso sistoCOLHE GENTE-EM-
  24. 24. A CARAVANA PASSA MAS BONS LIVROS FICAM! celso sisto
  25. 25. C E L S O S I S T EM TERRA DE SÁBIO OEM QUE TEM BIBLIOTECA TODO MUNDO É REI!
  26. 26. QUEM CONTA UM CONTO PROLONGA A VIDA! celso sisto
  27. 27. PARA UM BOM LEITOR, TODO BOM LIVRO É UMA FESTA! celso sisto
  28. 28. PARA UM BOM LEITOR, LER MEIO LIVRO NÃO BASTA! celso sisto
  29. 29. E-mail: csisto@hotmail.com oucelsosisto@yahoo.com.brBlogs:http://celsosisto.blogspot.com ehttp://ceudebelerofonte.blogspot.comSite: www.celsosisto.comTwitter: @celsosistoFacebook:https://www.facebook.com/celsosisto

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