Literatura Juvenil

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Apresentação da profª Drª Diana Marchi na programação do Tessituras.

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  • O currículo só se constitui em ação. Atualiza-se a partir de questões relevantes para a comunidade escolar.
    Uma aula viabilizará aprendizagens significativas apenas quando se articular às condições culturais e históricas que transformam a escola em uma oportunidade social concreta, que tem sentido para os que a frequentam, respondendo a demandas que lhes são reconhecíveis.
    O texto é o elemento organizador central das unidades didáticas de Língua Portuguesa e Literatura propostas no livro.
    Em torno de textos a ler e a produzir, realizam-se práticas de leitura e reflexão sobre literatura ou língua, de produção oral e escrita.
    A centralidade do texto não elimina, entretanto, a necessidade de progressão curricular, de seleção de leituras ou de proposta contextualizada de escrita.
  • A maior complexidade dos textos e, portanto, das competências de linguagem envolvidas no ensino, está correlacionada não a fatias ou fragmentos da língua e seu funcionamento, mas ao fato de que os alunos, à medida que amadurecem, estarão diante de inquietações e desafios mais amplos.
    Em termos práticos, os estudantes fazem inferências de leitura desde os anos iniciais, mas, no ensino médio, esta habilidade será exercitada em textos literários, mais complexos.
    As esferas de atividade nas quais os alunos se engajam ou podem se engajar são conhecidas apenas na interação situada. Entretanto, os temas relevantes para os jovens são bons elementos sinalizadores dessas esferas: De que falam os jovens, do que podem falar? O que teria significado para eles, em termos de debates, novos conhecimentos, reflexões sobre si mesmos?
    Perguntas desse tipo podem ser boas portas de entrada para pensar nas condições de uso da língua que seriam, ao mesmo tempo, acessíveis e desafiadoras.

    Mais adiante, os gêneros do discurso relacionam as perguntas importantes e os conteúdos da disciplina: Considerando as temáticas que podem interessar ao aluno e levá-lo adiante, que gêneros do discurso seria produtivo trabalhar?

    Essas conexões entre conteúdos temáticos e gêneros que os tornam dizíveis podem oferecer um bom modo de estabelecer relações entre objetivos educativos transversais e objetivos disciplinares.
    No caso específico da literatura, é comum encontrar-se a temática submetida à obra e ao sistema literário de determinada comunidade leitora.
    Não é demais ressaltar a necessidade de o professor fazer um esforço no sentido de, primeiro, em contato com o universo extraescolar, com a mídia, com a vida dos jovens (e não dos alunos), seus desejos, dúvidas e anseios, sugerir e selecionar temas, para somente depois buscar obras e relações possíveis (quer temáticas, quer de gênero).
    Para isso, é fundamental a formação continuada do professor, atualizando-se como leitor de obras, contemporâneas e clássicas, de suas críticas, de releituras, etc., constituindo-se como um observador atento da produção circulante que tem o potencial de interagir com jovens.
  • Literatura Juvenil

    1. 1. www.gipeonline.com.br 1 A FORMAÇÃO DO LEITOR JOVEM TEMAS E GÊNEROS DA LITERATURA
    2. 2. https://www.facebook.com/photo.php?fbid=3334630454942&set=o.2 84792741541178&type=1&theater
    3. 3. https://www.facebook.com/photo.php?fbid=181997865244554&set=o.28 4792741541178&type=1&theater
    4. 4. https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1933447395376&set=o. 284792741541178&type=1&theater
    5. 5. O q vcs pensam sobre isso: os jovens reclamam que não leem, pq as escolas...? os obrigam a ler livros chatos e antigos. ''Praqueeu vouler EçadeQueirós??FazMIL anosqueele escreveu estelivro?'‘ ''Échato.'‘Eupessoalmente amoMachadodeAssiseEçadeQueirós,masvou confessareu somenteos li realmente qdosaidaescola e nãofuiobrigadaa terminá-losem 15diase fazerresumo. Aí os jovens dizem: ''Porque,seeles qrem qa gente leia, eles nãomandamler livroslegais, atuais,que a gente goste?TipoHarryPotter,Eragon,Crepúsculo...''' Evc achaoq disso?Queseria umaboaidéia? Ou aíeles sesentiriam obrigadosaler estes tbmenãoos leriam? Nãovou entrarnomérito aquisobreo ensino daliteratura.Porqueissoeu acreditoq poderiaser adaptado. Se estamosestudandoo romantismo,poderíamoscitarum livro românticoatual.O realismo tbm tem livros atuais. Tofalandosódeestimular aleitura. O qvcs acham?? beijos Doce_Menina
    6. 6. Melhor resposta - Escolhida pelo autor da pergunta euacho q na verdade não ehpreguiça, nempq os livros são chatos ehmais falta de interesse mesmo a escola ñ os motiva a ter curiosidade pelos livros clássicos molecada dessa idade só se motiva a fazerqualquer coisa porcuriosidade, e esses livros comerciais não fazem nada alem deinstigar a curiosidade deles! eehnesse ponto q as escolas falham, não instigam a curiosidade do aluno esses livros são complicados mesmodese entender, eu canso de ler as vzsMachado,e algumas passagens de suas obras ainda ñ estão claras... os clássicos são livros q cada vzq vcle podeinterpretar demodo diferente, porisso são clássicos, pqexigem um certoconhecimento da língua e interesse em entende-los, só obrigação ñajuda emnada porisso q esses livros são mto melhor degustados qdo estamos fora da escola, sem a pressão da porcaria do resumo! 4ur34
    7. 7. AVALIAÇÃO DO AUTOR DA PERGUNTA: o q eu acho eh q essas obras clássicas temisso mesmo delegal: cada vez q vc lê, interpreta algo diferentepq ñ eh umahistória boba e óbvia. mas eu acho q mesmo q obrigassem jovens a ler Twilight [Crepúsculo] em 15 dias e resumir...eles não leriam, leriam depois, por gosto. Obrigar eh q pega.
    8. 8. www.gipeonline.com.br 10 Grafite realizado pelo artista Alexandre Orion em túnel de São Paulo. Foto: Alexandre Orion
    9. 9. Uma aula viabilizará aprendizagens significativas apenas quando se articular às condições culturais e históricas que transformam a escola em uma oportunidade social concreta, que tem sentido para os que a frequentam, respondendo a demandas que lhes são reconhecíveis.
    10. 10. PONTO DE PARTIDA O que inquieta os jovens nessa etapa de sua socialização? Em que âmbitos os jovens já têm condições de refletir acerca de determinado tema?temas De que falam os jovens, do que podem falar? O que teria significado para eles em termos de debates, novos conhecimentos, reflexões sobre si mesmos?grupos de interesse Que temáticas são fundamentais para a vida social dos jovens? Que gêneros viabilizam o tratamento das temáticas importantes para sua formação? Em que situações de interação eles aparecem? Em que contextos? cidadania
    11. 11. Que competências estão envolvidas na leitura, escrita e resolução de problemas no âmbito desses textos, considerando as interações concretas que poderão suscitar em sala de aula?competências Que conteúdos estão envolvidos, ou seja, os textos viabilizam um trabalho significativo de que conteúdos disciplinares? Que conteúdos são importantes para a leitura e produção do gênero? Dentre os que são viabilizados pela leitura e escrita dos textos, quais serão focalizados na unidade?
    12. 12. www.gipeonline.com.br 14Clichetes, Philadelpho Menezes.
    13. 13. O LUGAR SOCIAL DA ARTE Objetivos – definidos no âmbito das competências de ler, escrever e resolver problemas objetivos.pptx Habilidades – estabelecidas na intersecção das competências e dos conteúdos habilidades.pptx Conteúdos – seleção e recorte de textos, gêneros e tópicos específicos da disciplina conteúdos.pptx Duração prevista – distribuir no tempo da sala de aula Materiais necessários – identificação dos recursos
    14. 14. ESTRUTURA O que é arte? Pra que serve a arte? 1.pptx Cabe no poema 2.pptx Arte na Onda Jovem 3.pptx Arte na rua 4.pptx O valor artístico e cultural do grafite 5.pptx
    15. 15. ESTRATÉGIA: TRABALHO EM GRUPO  Dividir a turma em pequenos grupos de professores/mediadores para elaboração dos Planos de Trabalho.  O Plano deverá corresponder a uma unidade de trabalho.  O grupo deverá identificar :  objetivos  competências e habilidades que propõem desenvolver,  situações apresentadas que identificam a contextualização do conteúdo   Material: Livro. Folhas de ofício para elaboração do Plano.   Apresentação e discussão das propostas dos Planos de Trabalho pelos grupos   Comentário
    16. 16. AVALIAÇÃO O sucesso do ensino e da aprendizagem está vinculado à coerência entre  a abordagem de ensino,  o planejamento das atividades,  a escolha e/ou elaboração de materiais didáticos e  a avaliação. O sistema de avaliação reflete a visão da escola/instituição e do professor/mediador em relação ao que seja “saber determinados conteúdos” e o que envolve “aprender e ensinar competências e habilidades que favoreçam a aprendizagem desses conteúdos”.
    17. 17. A avaliação sinaliza ao jovem, ao professor e à comunidade o que está sendo valorizado, o que está sendo alcançado e o que é preciso melhorar. A avaliação deve propor aos jovens tarefas que sirvam de índices das suas competências desenvolvidas ao longo do trabalho, pois a aprendizagem será avaliada em termos dessas competências, e não em termos de informações explícitas que ele tenha conseguido memorizar de forma mecânica.
    18. 18. Dominar o conhecimento a ser construído Formular hipóteses sobre o modo como se aprende e escolher alternativas adequadas para ensinar, partindo do que os jovens já sabem Fazer recortes numa área de conhecimento, conforme a relevância, a pertinência e o significado para o desenvolvimento das competências a serem constituídas Relacionar o conhecimento em questão com as demais áreas do currículo e saber como contextualizá- lo na realidade do jovem Dominar estratégias eficazes e implementar situações de aprendizagem que efetivamente favoreçam o desenvolvimento de competências TAREFAS DO PROFESSOR/ MEDIADOR
    19. 19. Grafite rural de Stephan Doitschinoff, Chapada Diamantina, Bahia. Foto: Stephan Doitschinoff
    20. 20. www.gipeonline.com.br www.facebook.com/GipeGestaoEInovacaoEmProjetosEducativos

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