Trabalho realizado por:   -Marta Lucas, nº23  -Marta Páscoa, nº25          7ºF
   Os amonites também chamadas de amonóides, constituem um grupo    extinto de moluscos cafalódes.   As amonites eram an...
   As trilobites são artrópodes característicos do Paleozóico, conhecidos apenas do registro fóssil. O grupo, classificad...
   Os corais são os membros da classe Anthozoa que constroem um exoesqueleto que pode    ser de matéria orgânica ou de ca...
   Os rudistas foram moluscos bivalves marinhos    de tamanho e morfologia bastante variados.    Eles possuiam uma concha...
   Archaeopteryx lithographica é uma espécie fóssil de dinossauro terópode    emplumado. É a única espécie reconhecida do...
Martas
Martas
Martas
Martas
Martas
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Martas

354 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
354
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
87
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
2
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Martas

  1. 1. Trabalho realizado por: -Marta Lucas, nº23 -Marta Páscoa, nº25 7ºF
  2. 2.  Os amonites também chamadas de amonóides, constituem um grupo extinto de moluscos cafalódes. As amonites eram animais marinhos, que ocupavam o nicho ecológico das actuais lulas. Tinham dimensões muito variáveis, desde alguns centímetros a um metro de diâmetro. O animal vivia dentro de uma concha espiralada de natureza carbonatada. As conchas de amonite são um tipo comum de fósseis em formações marinhas do Mesozóico. Em estratigrafia, as amonites são consideradas excelentes fósseis de idade. As amonites viviam no meio aquático e eram carnivoras, usavam os seus tentáculos como pés para se deslocarem Há evidências de dimorfismo sexual nos fósseis de amonites, sendo as conchas dos machos, em geral, menores e mais ornamentadas que a das fêmeas. Estes exemplos foram classificados de início como espécies e mesmo géneros diferentes, mas a inexistência de formas intermédias, a sobreposição espacio-temporal dos achados e a proporção entre formas macho e formas fêmea, suportam a hipótese de dimorfismo sexual.
  3. 3.  As trilobites são artrópodes característicos do Paleozóico, conhecidos apenas do registro fóssil. O grupo, classificado na classe Trilobital, é exclusivo de ambientes marinhos. As trilobites possuíam um exoesqueleto de natureza quitinosa que, na zona dorsal, era impregnado de carbonato de cálcio, o que lhes permitiu deixar abundantes fósseis. O seu nome é devido a presença de três lobos que podem ser visualizados em sua região dorsal. Seu esqueleto era dividido em três partes: Cefalão, Tórax Pigídio Ao longo do crescimento, as trilobites sofriam várias mudanças, descartando sucessivos exosqueletos, tal como sucede com muitos artrópodes atuais. Desta forma, um único organismo pode ter dado origem a vários somatofósseis. Em média, os trilobites atingiam entre 3 a 10 cm de comprimento, mas em alguns casos poderiam chegar a cerca de 80 cm de comprimento. Os trilobites eram, em sua maioria, animais marinhos bentônicos, que viviam junto do fundo em profundidades variáveis entre os 300 metros e zonas pouco profundas, perto da costa, contudo, havia também formas planctônicas.. A sua alimentação poderia ser detritívora, filtradora ou carnívora. Os trilobites existiram do Cambriano até ao Permiano. No Cambriano ocuparam o topo da cadeia alimentar. O seu sentido da visão era extremamente apurado e foram os primeiros animais a desenvolver olhos complexos. Havia dois tipos principais de olhos de Trilobites, cada um composto por lentes frágeis que eram formadas por cristais de calcita; muitos tinham olhos holocroidais, semelhantes aos compostos dos insetos de hoje; estes olhos formavam imagens difusas de qualquer coisa em movimento. Já alguns trilobites possuíam olhos esquizocroidais, que tinham lentes amplas e arredondadas, estes sim produziam imagens muito bem definidas de coisas e objetos. No esquizocroidal cada lente ampla possuía a sua própria córnea que a encobria e estava isolada por uma esclerótica, que agem como uma pele espessa entre todas as lentes. Já no holocroidal as lentes tocavam-se, pois não há esclerótica, e a córnea é uma cobertura transparente na frente das lentes, sendo que as lentes não possuíam a sua própria; estas lentes transmitiam luz para os receptores nos olhos permitindo que o trilobite enxergasse. As pistas deixadas pelo deslocamento dos trilobites sobre o fundo mole, são conhecidas como Cruziana, Rusophycus e Diplichnites, sendo que a primeira foi produzida quando o animal se deslocava mais lentamente, alimentando-se revolvendo o sedimento, a segunda foi gerada pelo repouso temporário deste sobre o fundo marinho e a última em deslocamento mais rápido, sem se arrastar no sedimento, sendo que alguns achados mostram-se juntamente com seus produtores e são muito importantes para a icnologia. Os trilobites surgiram no início do Paleozóico, no Período Cambriano, e desapareceram no fim, no Período Permiano, na extinção permo-triásica. O grupo tem importância estratigráfica como fósseis de idade no Cambriano.
  4. 4.  Os corais são os membros da classe Anthozoa que constroem um exoesqueleto que pode ser de matéria orgânica ou de carbonato de cálcio. Quase todos os antozoários formam colônias, que podem chegar a tamanhos consideráveis , mas existem muitas espécies em que os pólipos vivem solitários, presos ao substrato. Os pólipos têm a forma de um saco e uma coroa de tentáculos com células urticantes na abertura, que se chama arquêntero. Os antozoários não têm verdadeiros sistemas de órgãos: nem sistema digestivo nem sistema circulatório, nem sistema excretor, uma vez que todas as trocas de gases e fluidos se dão no celêntero, uma vez que a água entra e sai do corpo do animal através de correntes provocadas pelos cílios das células da parede da faringe. No entanto, esta classe de celenterados tem algumas particularidades na sua anatomia: Uma faringe, denominada neste grupo actinofaringe que liga a "boca" ao celêntero e que, muitas vezes, contem divertículos chamados sifonoglifos, com células flageladas, em posições diametralmente opostas, dando à anatomia do pólipo uma simetria bilateral. O grupo inclui os importantes construtores de recifes conhecidos como corais hermatípicos, encontrados nos oceanos tropicais. A palavra coral é muito ambígua porque pode designar organismos marinhos coloniais pertencentes todos ao filo Cnidaria, mas a famílias muito diferentes, cujas exigências ecológicas são, desta maneira, muito diferentes.
  5. 5.  Os rudistas foram moluscos bivalves marinhos de tamanho e morfologia bastante variados. Eles possuiam uma concha fixa ao substrato e eram bem adaptados ao modo de vida séssil. Os rudistas alcançaram uma grande população na segunda metade do período Cretáceo habitando principalmente o mar de Tetis. Deixaram de existir, entretanto, quando ao fim do Cretáceo ocorreu a extinção K-T.
  6. 6.  Archaeopteryx lithographica é uma espécie fóssil de dinossauro terópode emplumado. É a única espécie reconhecida do gênero Archaeopteryx. O gênero pode ser aportuguesado como arqueopterix ou arqueópterix. Algumas vezes é referido pela palavra alemã Urvögel, que significa "primeira ave" ou "ave original". Viveu durante o período Jurássico em torno de 150-148 milhões de anos atrás, no que agora é do sul da Alemanha, quando a Europa era um arquipélago num mar raso tropical quente, muito mais perto do equador do que é agora. O primeiro espécie completo de Archaeopteryx foi anunciado em 1861, apenas dois anos após Charles Darwin publicar "A Origem das Espécies", e tornou-se uma peça chave de evidência no debate sobre a evolução. Ao longo dos anos, outros nove espécies de Archaeopteryx foram descobertos. Apesar da variação entre estes fósseis, a maioria dos especialistas consideram todos os restos fósseis que foram descobertos como pertencentes a uma única espécie, embora isso ainda é debatido. Muitos desses fósseis incluem impressões de penas, entre as mais antigas evidências diretas dessas estruturas.

×