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  1. 1. O Dragão de fogo Era uma vez um dragão de fogo que era gigante etinha um amigo gnomo que parecia um robot. O dragão vivianuma gruta. Certo dia, o dragão foi à floresta e encontrou umamenina que era fada. Ela transformou uma casa num casarão. Odragão ficou espantado e cuspiu um pouco de fogo. Depois, fugiue foi parar ao castelo. Mas no castelo vivia uma bruxaassustadora que tinha um cão. Quando alguém entrava nocastelo, o cão começava a ladrar. E também havia lá umaprincesa e uma rainha mas elas estavam sempre a chorar. Derepente, o dragão começou a desenhar um castelo com areia, ummar e um Sol radiante.
  2. 2. A bruxa perguntou: - O que é que estás a desenhar? - Estou a desenhar o castelo. A bruxa queria ser amiga do dragão. Então,ela pediu ao dragão para ele ser amigo dela. O dragãopensou e … aceitou. E assim ficaram amigos parasempre. Sofia, David, Bernardo Sousa, Francisco, João OUT2
  3. 3. O golfinho doente Era uma vez um golfinho que vivia no mar com a sua família. Num dia de tempestade, o golfinho andou no mar até tarde e, quando chegou acasa, decidiu ir logo para a cama porque não se estava a sentir muito bem. No dia seguinte, ele acordou doente e a sua família ficou preocupadíssima porque elenão conseguia manter-se de pé. Então, os amigos dele que eram muito queridos e simpáticos, fizeram-lhe uma sopade cenoura, a preferida dele. O golfinho deliciou-se com a sopa e rapidamente ficoucurado. Para festejar a sua cura, os seus amigos fizeram-lhe uma enorme festa e convidarama sua família e até a sua namorada. Não faltaram os peixes-palhaços para fazerem umaspiadas. A partir desse dia, o golfinho ganhou uma nova receita para as suas doenças e assimnunca mais ficou doente. Guilherme Lemos 2.º ano OUT3
  4. 4. James, perdido no mar Numa bela manhã de verão do dia 28 de Julho, um meninochamado James foi à praia do Furadouro. James era inteligente e amigo da Natureza pois foi lá, paraajudar uma baleia branca que tinha ficado presa na areia,encalhada na praia. A baleia gemia porque queria sair dali. Recorreu aos salva vidas para que o viessem ajudar, pois abaleia não aguentava viva por muito mais tempo. Esperou alguns minutos e os salva-vidas apareceram com oequipamento necessário para salvar a baleia. Esta, toda feliz, agradeceu batendo as barbatanas. James, como estava no Furadouro, aproveitou e foi dar umpasseio de barco pelo mar fora. Mas a viagem correu mal, poisficou perdido sem saber como voltar. Aflito disse: - Calma James, calma! Olhou para o fundo do mar e ficou extasiado com o que viu,pois a beleza que encontrou entontecia-o: golfinhosbrincalhões, baleias enormes, tartarugas lentas mas boasnadadoras, anémonas bailarinas, corais brancos, amarelos…
  5. 5. Caiu na realidade e começou a pensarcomo conseguiria voltar. Com tanta belezamas também com muita tristezaadormeceu e, quando acordou, estava nosAçores. Quase a anoitecer, dirigiu-se a umhotel na praia da Vitória, assim se chamao local onde foi parar, e explicou o que lhetinha acontecido. Os donos ficaramsensibilizados com o que ouviram,alimentaram-no e deixaram-no dormir lá. Gostou muito desse dia, das pessoasque conheceu, dos lugares que visitou e,por isso, ficou para sempre a gozar abeleza dessas ilhas. Escrito e ilustrado Diogo Miguel Vaz Out4
  6. 6. O cientista Gervásio Era uma noite, muito escura, de tempestade. Os raios pareciam cair nolaboratório, estrambólico, do cientista louco e muito desastrado. Osrelâmpagos estalavam, estrondosamente, eriçando os cabelos, horripilantes,de Gervásio.Ele tinha pavor a estas noites. Então, pôs os seus neurónios a funcionar a todoo gás. Poderia ele inventar uma máquina que controlasse as tempestades? De repente, surgiu-lhe uma ideia genial. Então começou a projetar a suainvenção. Com a ajuda de uma régua e um compasso, desenhou numa folha depapel próprio, o modelo da sua máquina. Demorou muito tempo a traçar todasas peças que constituíam a sua engenhoca: parafusos, porcas, fios de váriascores, botões, alavancas, metal, tubos de aspirador… e uma poção mágica decor verde mar. Exausto adormeceu num sono profundo. No dia seguinte, despertou sobressaltado. Ao olhar para cima, através dacobertura transparente do seu laboratório, verificou que o sol brilhava, noexterior, mas ele estava a tremer de frio gélido e molhado dos pés até à pontados cabelos! Confuso, olhou a seu redor, e detetou, no chão, pequeninaspegadas que, por certo, seriam as do seu despertador tão esquisito quanto ele!Ficou muito zangado e enfurecido! É que Gervásio tinha um coração demanteiga mas, quando lhe pregavam alguma partida, ele ficavacompletamente desorientado! O despertador tinha-lhe atirado com um baldede água fria mas, fugiu a sete pés não fosse o seu dono dar cabo dele!
  7. 7. Convencido que a tempestade voltaria decidiu concretizar o seu projeto e dirigiu-se, no seumonociclo, à cidade. Entrou em dezenas de lojas de material e comprou tudo o que eranecessário. De regresso ao seu laboratório, pacientemente, ordenou e montou os milhares de peças, queconstituíam a sua maquineta, e colocou a poção mágica dentro dos tubos de aspirador. Quandoconcluiu o seu trabalho, já fumegava pelas orelhas! Não sabia se aquela engenhoca iria mesmofuncionar. Teria que aguardar por uma nova tempestade. Embora ficasse aterrorizado com aideia de o mau tempo voltar, estava ansioso por pôr à prova a sua “tempestade-inator”. Não teve muito que esperar. Nessa mesma noite, quando se preparava para dormir, otemporal voltou. Gervásio tinha um duplo sentimento: por um lado, sentia muito medo; poroutro, queria, ansiosamente, pôr o seu invento à prova. No momento em que um raio se aproximava acionou a sua máquina, que projetou a poçãomágica verde mar, anulando a sua força. Nesse instante, a tempestade estacou! Gervásio ficouradiante! A persistência do cientista possibilitou a realização do seu projeto. A sua audácia permitiuque ele enfrentasse os seus medos. Ele foi muito corajoso! O medo originou a coragem que vence sempre o pessimismo.
  8. 8. Amaral o ponto final Pobre Amaral, o grande ponto final, nunca soube interrogar nem exclamar. Émuito preocupado, irá ser delegado? Isso talvez não, porque tem cabeça debalão. Bom, vamos à história… Ocorreu numa sexta-feira quando entrou para a escola e, qual não foi o seuespanto, quando sujou a camisola. Bem, sinceramente, eu não sei porque nãoestava lá. O nosso personagem ficou novamente preocupado, quando viu o ponto deexclamação Irmão e o ponto de interrogação Amigão. Nesse instante lembrou-se: - Se eu puser uma placa nas minhas costas e amarrar um pano à volta dela,vou conseguir exclamar. Se eu puser uma folha de papel e fizer mais ou menosa forma de um “S” talvez possa interrogar. No dia seguinte, a professora mandou a turma ler um texto com muitasinterrogações e exclamações e, usando a sua nova estratégia, Amaral tiroumuito bom na leitura e ficou orgulhoso por ser o único a consegui-lo uma vezque os seus colegas cometiam erros a ler. A professora deu-lhe um prémio que foi uma Viagem a Paris. Como aindanão tinha carro, a viagem será só daqui a um ano. E o pior, é que ele está decastigo durante dois anos por ter dado um pontapé e uma joelhada na cabeçade um menino com a alegria dos festejos! Pediu desculpa mas, mesmo assim, foi castigado: - Coitado de mim! – Lamentou o Amaral… - Oh, céus!! André Costa OUT6

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