Arterite Equina

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Arterite Equina

  1. 1. UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA ALUNA: Pollyana Rennó Campos Braga ORIENTADOR: Prof. Dr. Alexandre Secorun Borges CO-ORIENTADOR: Prof. Dr. Márcio Garcia Ribeiro OCORRÊNCIA DE ANTICORPOS PARA O VÍRUS DA ARTERITE EQÜINA EM CAVALOS CRIADOS NAS MESORREGIÕES MACRO METROPOLITANA PAULISTA E CAMPINAS
  2. 2. <ul><li>ORDEM: Nidovirales </li></ul><ul><li>FAMÍLIA: Arteriviridae </li></ul><ul><li>GÊNERO: Arterivirus </li></ul><ul><li>Vírus da Síndrome Respiratória e Reprodutiva dos suínos, Vírus elevador da Lactato Desidrogenase, Vírus da Febre Hemorrágica dos Símios </li></ul>SNIJDER, E.J.; MEULENBERG, J.J.M.; The molecular biology of arterivirus. J.G. Virology, v.79, p.961-979, 1998. ARTERITE VIRAL EQUINA
  3. 3. ARTERITE VIRAL EQUINA DISTRIBUIÇÃO MUNDIAL : 1953-2006 Fonte: OIE 2006
  4. 4. ARTERITE VIRAL EQUINA 27% GOLNIK, et al Polônia 2008 0,79% GONZÁLES, et al Argentina 2003 1,9% (residentes) 18,6% (importados) HULLINGER, et al Califórnia- EUA 2001 1995: 2,0% 1996: 0,52% NEWTON, et al Reino Unido 1999 Vacinados: 23% Não vacinados: 2% NAHMS, USDA EUA 1998 Standardbred: 23,9% PSI: 4,5%, Warmblood: 3,6%, Quarto de Milha: 0,6% NAHMS, USDA EUA 1998 2,30% GLASER, et al Inglaterra 1996 20% EICHHORN et al., Alemanha 1995 10,90% KÖLBL, et al Áustria 1991 Standardbred: 36% PSI: 3% MACKENZIE J. Nova Zelândia 1990 Standardbred: 73% PSI: 8% HUNTINGTON ,et al Austrália 1990 9,20% NOSETTO et al Argentina 1984 Standardbred: > 9 anos (37%). PSI: > 9 anos (20,6%). LANG, G et al Ontario- Canadá 1984 11,3% BOER, et al Suíça 1979 14,0% DE BOER, et al Holanda 1979 18,50% MORAILLON e MORAILLON França 1978 8,60% AKASHI, et al Japão 1975 % positivos Autor Local Ano
  5. 5. ARTERITE VIRAL EQUINA 27% GOLNIK, et al Polônia 2008 0,79% GONZÁLES, et al Argentina 2003 1,9% (residentes) 18,6% (importados) HULLINGER, et al Califórnia- EUA 2001 1995: 2,0% 1996: 0,52% NEWTON, et al Reino Unido 1999 Vacinados: 23% Não vacinados: 2% NAHMS, USDA EUA 1998 Standardbred: 23,9% PSI: 4,5%, Warmblood: 3,6%, Quarto de Milha: 0,6% NAHMS, USDA EUA 1998 2,30% GLASER, et al Inglaterra 1996 20% EICHHORN et al., Alemanha 1995 10,90% KÖLBL, et al Áustria 1991 Standardbred: 36% PSI: 3% MACKENZIE J. Nova Zelândia 1990 Standardbred: 73% PSI: 8% HUNTINGTON ,et al Austrália 1990 9,20% NOSETTO et al Argentina 1984 Standardbred: > 9 anos (37%). PSI: > 9 anos (20,6%). LANG, G et al Ontario- Canadá 1984 11,3% BOER, et al Suíça 1979 14% DE BOER, et al Holanda 1979 18,50% MORAILLON e MORAILLON França 1978 8,60% AKASHI, et al Japão 1975 % positivos Autor Local Ano
  6. 6. Estudos de soroprevalência no Brasil ARTERITE VIRAL EQUINA 0% CUNHA, et al Sul do Estado de São Paulo 163 2009 0% AGUIAR, et al Monte Negro/RO 176 2008 0,85% BELLO, et al Estado de Minas Gerais 826 2007 0% LARA, et al Curitiba/PR 97 2006 2,20% DIEL, et al Estado do Rio Grande do Sul 1.506 2006 2,90% LARA, et al Curitiba/PR 70 2003 0,30% LARA, et al Araçatuba/SP 1.341 2003 18,20% LARA, et al Estado de São Paulo 659 2002 0% HEINEMANN, et al Uruará/PA 96 2002 c/abortamento: 10,34% c/s.respiratório: 23,52% s/sintomas: 19,33% FERNANDES, W.R e LARA, M.C.C.S Estado de São Paulo 259 1999 % positivos Autor Local Nº Animais Ano
  7. 7. ARTERITE VIRAL EQUINA <ul><li>TRANSMISSÃO: Aerógena e venérea </li></ul><ul><li>GARANHÃO PORTADOR: reservatório </li></ul><ul><li>SINAIS CLÍNICOS: </li></ul><ul><li> - assintomáticos </li></ul><ul><li> - abortamento </li></ul><ul><li> - sinais respiratórios </li></ul><ul><li> - alterações oculares </li></ul><ul><li> - alterações vasculares </li></ul>
  8. 8. Equine Ophtalmology. Uveitis, 2005 Uveíte BELL et al., 2006 ARTERITE VIRAL EQUINA Urticária
  9. 9. BELL et al., 2006 www.ivis.org ARTERITE VIRAL EQUINA - Edema de glândula mamária - Edema de escroto e prepúcio - Edema de membros posteriores
  10. 10. <ul><li>DIAGNÓSTICO </li></ul><ul><li>Sinais Clínicos +Testes laboratoriais: </li></ul><ul><ul><li>● Isolamento viral: (cultura celular RK-13) </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Sêmen </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Placenta </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Tecidos e fluídos fetais </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Secreções nasais e conjuntivais </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Sangue (não heparinizado) , urina </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>● Detecção de anticorpos: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Soroneutralização (padrão- OIE) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Fixação complemento, IFI, ELISA </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>● Técnicas moleculares: </li></ul></ul><ul><ul><li>● RT-PCR </li></ul></ul>ARTERITE VIRAL EQUINA
  11. 11. OBJETIVOS 1. Avaliar a ocorrência de anticorpos soroneutralizantes para o vírus da arterite eqüina em cavalos criados nas Mesorregiões Macro Metropolitana Paulista e Campinas 2. Avaliar as diferenças na freqüência de animais soropositivos entre as regiões e municípios amostrados 3. Comparar a freqüência de animais soropositivos segundo sexo, faixa etária e raças
  12. 12. MATERIAL E MÉTODOS <ul><li>REGIÃO E PROPRIEDADES AMOSTRADAS : </li></ul><ul><li>- Estado de São Paulo </li></ul><ul><li>- Fonte: IBGE 2005 (Pesquisa Pecuária Municipal) </li></ul><ul><li>- Classificação: </li></ul><ul><li>15 Mesorregiões Geográficas </li></ul><ul><li>63 Microrregiões Geográficas </li></ul><ul><li>2 Mesorregiões Geográficas </li></ul><ul><li>5 Microrregiões Geográficas </li></ul>ESTUDO
  13. 13. MATERIAL E MÉTODOS 47.356   Total população estudada 9.821 Bragança Paulista 1.410 Jundiaí 19.330 Sorocaba 7.607 Piedade Macro Metropolitana Paulista 10.210 Amparo 13.965 Campinas 12.105 Mogi Mirim 8.070 São João da Boa Vista 2.263 Pirassununga Campinas Total de animais Microrregião Geográfica Mesorregião Geográfica Efetivo da população eqüina nas Mesorregiões e Microrregiões estudadas. IBGE, 2005.
  14. 14. <ul><li>População disponível: 47.356 eqüinos </li></ul><ul><li>Prevalência estimada: 6% (+-2%) </li></ul><ul><li>Efeito de delineamento: 2 </li></ul><ul><li>Intervalo de confiança: 95% </li></ul><ul><li>Número de animais: 1.069 </li></ul><ul><li>População estudada: 1.400 </li></ul><ul><li>Excedente: 331 amostras </li></ul><ul><li>CÁLCULO DO TAMANHO AMOSTRAL: </li></ul>MATERIAL E MÉTODOS Fonte: DEAN e SULLIVAN, 2007
  15. 15. MATERIAL E MÉTODOS <ul><li>REGIÃO AMOSTRADA: </li></ul>5,8 1.400 42 238   Total 5,1 67 3 13 Jundiaí Macro Metropolitana Paulista 4,4 401 11 90 Bragança Paulista Macro Metropolitana Paulista 5,5 145 7 26 Mogi Mirim Campinas 8,6 682 13 79 Campinas Campinas 3,5 105 8 30 Amparo Campinas Média animais/ propriedade Nº Animais Nº Municípios Nº propriedades Microrregião Geográfica Mesorregião Geográfica Número de propriedades, municípios, animais e média de animais por propriedade colhidos nas Mesorregiões Macro Metropolitana Paulista e Campinas, para o diagnóstico sorológico da arterite viral dos eqüinos. Botucatu, SP, 2010
  16. 16. MATERIAL E MÉTODOS <ul><li>MUNICÍPIOS AMOSTRADOS: </li></ul>
  17. 17. MATERIAL E MÉTODOS <ul><li>CONSTITUIÇÃO DOS GRUPOS EXPERIMENTAIS: </li></ul><ul><li>As 1.400 amostras colhidas foram classificadas: </li></ul><ul><li>- Localização geográfica </li></ul><ul><li>- Sexo (masculino e feminino) </li></ul><ul><li>- Faixa etária (até 6m, 6 a 24m, 24 a 72m, 72 a 120m, acima 120m) </li></ul><ul><li>- Raça (Salto, Apaloosa, Árabe, Bretão, Campolina, Lusitano,PSI, SRD, Mangalarga, Paint Horse, Quarto de Milha e American Troter) </li></ul>Salto: West Falen, Sela Francesa, Sela Holandesa, Sela Argentina, KWPN, Holstainer, Hanoveriano, Brasileiro de Hipismo
  18. 18. MATERIAL E MÉTODOS <ul><li>COLHEITA DE MATERIAL: </li></ul><ul><li>Período: 2007 e 2008 </li></ul><ul><li>Sistema Vacutainer ® </li></ul><ul><li>Retração do coágulo </li></ul><ul><li>Aliquotado em 3 microtubos </li></ul><ul><li>Armazenamento: -20ºC </li></ul><ul><li>Processamento: </li></ul><ul><li>Laboratório de Raiva e Encefalites virais do Instituto Biológico de São Paulo </li></ul>
  19. 19. <ul><li>DETECÇÃO DE ANTICORPOS SORONEUTRALIZANTES: </li></ul><ul><li>TESTE DE SORONEUTRALIZAÇÃO </li></ul><ul><li>Soroneutralização é o que mais se assemelha às interações entre anticorpos e vírus que ocorrem in vivo </li></ul><ul><li>Elevada especificidade e sensibilidade </li></ul><ul><li>Técnica padrão- ouro preconizada pela OIE: </li></ul>- Estudos de soroprevalência - Diagnóstico de infecção - Identificação de animais portadores - Testes de cavalos para exportação MATERIAL E MÉTODOS
  20. 20. MATERIAL E MÉTODOS Controle de células 100 DICT 50 0,1 DICT 50 10 DICT 50 1 DICT 50 Controle soro negativo Controle soro positivo Soros testes Controle de Vírus - Técnica descrita por SEENE et al., 1985           1:512 +  -  -  -  +  +    H           1:256 +  -  -  -  +  +    G           1:128 +  -  -  -  +  +    F           1:64 +  -  -  - +  +    E           1:32 +  -  -  +  +  +    D           1:16 +  -  -  +  +  +    C           1:8 +  -  -  +  +  +    B           1:4 + - - + + +   A 12 11 10 9 8 7 6 5 4 3 2 1
  21. 21. MATERIAL E MÉTODOS Câmara de fluxo contínuo onde foram preparadas as microplacas para o teste de soroneutralização para o diagnóstico da Arterite viral dos equinos (A). Microplaca preparada contendo mistura soro-vírus-células após a última incubação e antes da realização da leitura dos resultados (B).
  22. 22. MATERIAL E MÉTODOS <ul><li>DETECÇÃO DE ANTICORPOS SORONEUTRALIZANTES: </li></ul><ul><li>TESTE DE SORONEUTRALIZAÇÃO : </li></ul><ul><li>Leitura da Microplaca </li></ul><ul><li>- Utiliza-se microscópio invertido </li></ul><ul><li>- A presença de anticorpos soroneutralizantes previne a produção de efeito citopático pelo vírus nos cultivos </li></ul><ul><li>- A ocorrência de efeito citopático indica ausência de anticorpos soroneutralizantes suficiente para neutralizar o vírus </li></ul>O título de anticorpos soroneutralizantes é expresso como a recíproca da maior diluição do soro que inibiu 50% do efeito citopático do vírus (SEENE et al., 1985)
  23. 23. MATERIAL E MÉTODOS Orifício da microplaca do teste de soroneutralização sem a presença do efeito citopático do vírus da Arterite dos eqüinos em células RK-13 (A). Orifício da microplaca de teste de soroneutralização evidenciando o efeito citopático em células RK-13 (B). Fotos gentilmente cedidas pelas Dras. Maria do Carmo Custódio de Souza Hunold Lara e Elenice Maria Sequetin Cunha, Instituto Biológico/SP P N
  24. 24. RESULTADOS <ul><li>RESULTADOS GERAIS: </li></ul><ul><li>Das 1.400 amostras analisadas: </li></ul><ul><li>- 80 positivos: 5,71% </li></ul><ul><li>- 1.320 negativas: 94,29% </li></ul>
  25. 25. <ul><li>AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS SEGUNDO LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA: </li></ul><ul><li>Os resultados para ambas as Mesorregiões Geográficas foram semelhantes </li></ul>Porcentagem de animais reagentes para o vírus da Arterite eqüina pela técnica de soroneutralização segundo sua distribuição por Mesorregiões Geográficas. Botucatu, SP, 2010 RESULTADOS 5,71% 80 1.400 42 Total 5,34% 25 468 14 Macro Metropolitana Paulista 5,90% 55 932 28 Campinas % animais positivos/ nº animais colhidos por mesorregião nº animais positivos nº animais colhidos Nº Municípios colhidos Mesorregião Geográfica
  26. 26. <ul><li>AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS SEGUNDO LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA: </li></ul><ul><li>15 cidades (35,7%) apresentaram ao menos 1 animais positivo </li></ul><ul><li>Mesorregião de Campinas : 5 municípios </li></ul><ul><li>Mesorregião Macro Metropolitana Paulista: 10 municípios </li></ul><ul><li>As cidades com maiores ocorrências de animais positivos: </li></ul><ul><li>Sumaré (28,6%), Nazaré Paulista (25%), Vargem (14,3%), Campinas (13,8%), Morungaba (13,3%), Valinhos (12,12%), Socorro (11,76%), Jundiaí (8,3%), Atibaia (7,0%), Piracaia (6,8%), Joanópolis (6,3%), B. J. dos Perdões (5,3%), Bragança Paulista (5,0%), S. A. da Posse (3,6%) e Jaguariúna (1,4%). </li></ul>RESULTADOS
  27. 27. RESULTADOS Mapa do estado de São Paulo representando os municípios amostrados no estudo e classificados segundo a presença (15 municípios) ou ausência (27 municípios) de animais positivos para o vírus da Arterite dos eqüinos pela técnica de soroneutralização.
  28. 28. RESULTADOS <ul><li>O título mais freqüente e com maior distribuição entre as cidades: 4 </li></ul>1 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 0 Vargem (7) 80 1 2 1 2 2 1 3 7 1 6 54 Total 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1        S. A.da Posse (28) 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1        Nazaré Paulista (4) 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1        Joanópolis (16) 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1        B. J. dos Perdões (19) 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2        Sumaré (7) 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2        Socorro (17) 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2        Morungaba (15) 2 0 0 0 0 0 0 0 1 0 0 1        Jundiaí (24) 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 1        Jaguariúna (143) 4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 3        Valinhos (33) 5 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 4        Piracaia (73) 5 0 0 0 1 1 0 0 0 0 0 3        Atibaia (71) 7 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 6        Bragança Paulista (141) 44 1 2 1 0 1 1 3 6 0 3 26        Campinas (320) Total 4096 2048 1024 512 256 128 64 32 16 8 4   Título Regiões Distribuição da freqüência de títulos de anticorpos anti vírus da Arterite eqüina em soros sangüíneos de cavalos criados nas Mesorregiões Macro Metropolitana Paulista e de Campinas agrupados segundo a sua localização geográfica
  29. 29. RESULTADOS 5,8 41 238 Total 1,4 1 5       Vargem 3,4 1 5       Socorro 9,3 1 3       Santo Antônio da Posse 8,1 1 9       Piracaia 2 1 2       Nazaré Paulista 5 1 3       Morungaba 4 1 4       Joanópolis 9,5 1 2 Bom Jesus dos Perdões 8,3 2 4       Valinhos 2,3 2 3       Sumaré 3 2 8       Jundiaí 10,2 2 14       Jaguariúna 3,4 2 21       Atibaia 3,8 5 37       Bragança Paulista 12,3 18 26       Campinas nº médio de animais coletados por propriedade Nº Propriedades positivas por cidade Nº Propriedades coletadas por cidade Cidade Número de propriedades coletadas por cidade, número de propriedades por cidade com animais positivos para o vírus da Arterite dos Eqüinos
  30. 30. <ul><li>As 41 propriedades que possuíram ao menos um animal positivo foram assim classificadas segundo raça de criação: </li></ul>- Salto: 10 propriedades - Quarto de Milha: 10 propriedades - Criação mista: 6 propriedades - Mangalarga e Árabe : 5 propriedades - PSI: 3 propriedades - Crioulo e Lusitano: 1 propriedade RESULTADOS
  31. 31. <ul><li>A cidade de Campinas apresentou: </li></ul><ul><li>Maior número de animais positivos: 44 animais </li></ul><ul><li>Maior número de animais com titulações elevadas </li></ul><ul><li>Maior número de propriedades positivas: 18 propriedades </li></ul><ul><li>Maior número de propriedades positivas de diferentes raças: Salto, Quarto de Milha, PSI, Criação Mista, Árabe, Mangalarga, Lusitano, Crioulo </li></ul><ul><li>AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS SEGUNDO LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA: </li></ul>RESULTADOS
  32. 32. <ul><li>AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS SEGUNDO SEXO: </li></ul><ul><li>Os resultados para ambos os sexos foram semelhantes </li></ul>Prevalência de animais positivos para o vírus da Arterite dos Eqüinos criados nas Mesorregiões Macro Metropolitana Paulista e de Campinas agrupados segundo sexo. Botucatu, SP, 2010 RESULTADOS 11 1.400 94,29 1.320 5,71 80 Total 5,4 735 49,64 695 2,86 40 Feminino 6,0 665 44,64 625 2,86 40 Masculino % animais positivos/ nº animais colhidos por sexo Total % Não Reagentes % Reagentes Sexo   Resultados  
  33. 33. RESULTADOS <ul><li>AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS SEGUNDO SEXO: </li></ul>80 1 2 1 2 2 1 3 7 1 6 54 Total 40 1 1 0 0 1 1 3 3 0 2 28 MAS 40 0 1 1 2 1 0 0 4 1 4 26 FEM Tota l 4096 2048 1024 512 256 128 64 32 16 8 4   Título Sexo Distribuição da freqüência de títulos de anticorpos anti Vírus da Arterite Viral dos Eqüinos em soro sangüíneo de cavalos criados nas Mesorregiões Macro Metropolitana Paulista e de Campinas, agrupados segundo o sexo.
  34. 34. <ul><li>AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS SEGUNDO RAÇA: </li></ul>RESULTADOS   1.400 94,29 1.320 5,71 80 Total 0 16 1,14 16 0 0 Paint Horse 0 5 0,36 5 0,07 0 American Troter 0 12 0,86 12 0 0 Bretão 0 17 1,21 17 0 0 Apaloosa 1,3 232 16,36 229 0,21 3 PSI 2,2 45 3,14 44 0,07 1 Campolina 3,4 326 22,5 315 0,79 11 Mangalarga 3,5 114 0 0 0,29 4 Lusitano 6,1 165 11,07 155 0,71 10 SRD (mestiço) 6,7 15 1 14 0,07 1 Crioulo 6,7 193 12,86 180 0,86 13 Árabe 10,0 120 7,71 108 0,86 12 Quarto de Milha 17,9 140 8,21 115 1,79 25 Salto % animais Positivos em relação ao total de animais colhidos Total de animais colhidos por raça % Não Reagentes % Reagentes Raça Resultados   Ocorrência da Arterite Viral Equina, determinada pela reação de soroneutralização, em soros sangüíneos de cavalos criados nas Mesorregiões Macro Metropolitana Paulista e de Campinas, agrupados segundo a raça. Botucatu, SP, 2010.
  35. 35. <ul><li>AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS SEGUNDO RAÇA: </li></ul>RESULTADOS 80 1 2 1 2 2 1 3 7 1 6 54 Total 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Paint Horse 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Bretão 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Apaloosa 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 Outras Raças 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 Crioulo 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 Campolina 3 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 2 PSI 4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4 Lusitano 10 0 0 0 0 0 0 0 1 0 1 8 SRD 11 0 0 0 1 0 0 0 1 0 1 8 Mangalarga 12 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 11 Quarto de Milha 12 0 0 0 0 0 0 1 0 0 0 11 Árabe 25 1 2 1 1 2 1 2 5 0 2 8 Salto Total 4096 2048 1024 512 256 128 64 32 16 8 4   Título Raça Distribuição da freqüência de títulos de anticorpos para o vírus da Arterite dos equinos em soro de cavalos criados nas Mesorregiões Macro Metropolitana Paulista e de Campinas.
  36. 36. <ul><li>AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS SEGUNDO FAIXA ETÁRIA: </li></ul><ul><li>Maior número de animais positivos acima de 24 meses de idade </li></ul>RESULTADOS 1400 94,29 1320 5,71 80 Total 280 18,71 262 1,29 18 (6,4%) > 120 365 24,36 341 1,71 24 (6,5%) 72 - 120 483 32,29 452 2,21 31 (6,4%) 24 - 72 239 16,64 233 0,43 6 (2,5%) 6- 24 33 2,29 32 0,07 1 (3%) 0-6 Total % Não Reagentes % Reagentes Em meses Resultado Faixa etária Ocorrência da infecção pelo vírus da Arterite dos Eqüinos, detectada através da reação de soroneutralização, em soros sangüíneos de cavalos criados nas Mesorregiões Macro Metropolitana Paulista e Campinas, agrupados segundo a faixa etária. Botucatu, SP, 2010
  37. 37. RESULTADOS <ul><li>AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS SEGUNDO FAIXA ETÁRIA: </li></ul>80 1 2 1 2 2 1 3 7 1 6 54 Total 18 0 0 1 1 0 0 0 1 0 2 13 > 120 24 0 1 0 0 0 0 0 2 0 1 20 72 -120 31 1 1 0 1 2 1 2 4 0 3 16 24 – 72 6 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 5 6- 24 1 0 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0-6 Total 4096 2048 1024 512 256 128 64 32 16 8 4 Em meses Título Faixa etária Distribuição da freqüência de títulos de anticorpos anti Vírus da Arterite dos Eqüinos, em soros sangüíneos de cavalos criados nas Mesorregiões Macro Metropolitana Paulista e Campinas, agrupados segundo a faixa etária. Botucatu, SP, 2010
  38. 38. CONSIDERAÇÕES FINAIS <ul><li>5,71% de animais soropositivos: sinalizam circulação do vírus </li></ul><ul><li>A ocorrência de anticorpos contra o vírus da arterite eqüina foi semelhante entre as duas Mesorregiões estudadas </li></ul><ul><li>A cidade com maior ocorrência de anticorpos foi Sumaré (28,6%) </li></ul><ul><li>A cidade de Campinas: </li></ul><ul><li>- maior nº de animais positivos (44) - maior diversidade racial (8) </li></ul><ul><li>- maior nº de propriedades positivas (18) </li></ul><ul><li>- animais com titulação mais elevadas </li></ul>
  39. 39. - Não houve diferença na ocorrência de anticorpos contra o vírus da arterite dos eqüinos segundo sexo - Maior ocorrência de anticorpos em animais das raças de Salto (17,9%) - Maior ocorrência de anticorpos em animais acima de 24 meses CONSIDERAÇÕES FINAIS SUGEREM A CIRCULAÇÃO DO VÍRUS NA POPULAÇÃO DAS MESSOREGIÕES PAULISTAS ESTUDADAS
  40. 40. Muito obrigada

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