VALOR ENERGÉTICO DOS ALIMENTOS

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VALOR ENERGÉTICO DOS ALIMENTOS

  1. 1. 08/08/2013 1
  2. 2. CARBOIDRATOS 08/08/2013 2
  3. 3. 08/08/2013 3
  4. 4. 08/08/2013 4
  5. 5. 08/08/2013 5
  6. 6. 08/08/2013 6
  7. 7. – Gliconeogênese: • Síntese de glicose, principalmente no fígado, apartir de resíduos de carbono de outros compostos(aminoácido, Piruvato lactato) – Após a absorção a glicose pode: • Se tornar energia para fonte metabolismo celular; • Formar glicogênio para ser armazenado no fígado ou musculo; • Se transformar em gordura (triacilglicerol) estoque de energia. 08/08/2013 7
  8. 8. 08/08/2013 8
  9. 9. – Oligossacarídeos → poucos de 2 a 10 monossacarídeos • Dissacarídeos ou açucares duplos – Sacarose → glicose + frutose → ocorre naturalmente na maioria dos alimentos → cana-de- açucar, beterraba, açúcar mascavo e mel. – Lactose → glicose + galactose → existe na forma natural no leite quando processado individualmente é muito calórico. – Maltose → glicose + glicose → açúcar do malte→ beterraba, cereais para o desjejum, semente em germinação. 08/08/2013 9
  10. 10. • Açucares complexo: Polissacarídeos – União de milhares de moléculas de açúcar. – Formado a partir da síntese por desidratação uma reação com perda de água forma uma molécula mais complexa. – Polissacarídeos vegetais: amido e fibras 08/08/2013 10
  11. 11. 08/08/2013 11
  12. 12. – Amido: • Armazenado nas plantas • Ocorre nas sementes → milho, grão do pão, cereais, massas e produtos de pastelarias • Existem em grande quantidade nas ervilhas, feijões, batatas e raízes • Funciona como reserva de energia para futuras utilizações • Existem em duas formas: – Amilose – cadeia espiral helicoidal – absorção lenta - – Amilopectina – cadeia ramificada – absorção rápida – 08/08/2013 12
  13. 13. • Fibras – Celulose: plantas, folhas, caules, sementes e cascas. • Mais abundante na terra • Resistente ao fracionamento químico por partes das nossas enzimas digestivas. • Uma parte pequena é fermentada por bactérias intestinais e acaba participando de reações metabólicas. – Deficiência de fibras: • Está associada á ocorrência de obesidade, diabetes, distúrbios digestivos incluindo canceres de boca, faringe, esôfago e estomago • Ajudam na raspagem das paredes intestinais • Fixam substancias químicas que prejudicam nosso organismo 08/08/2013 13
  14. 14. – Polissacarídeo animal: • Glicogênio – Armazenamento peculiar (reserva) nos músculos e fígado. – Formado como um grande polímero polissacarídico a partir de um processo de glicogênese (enzima glicogênio sintase) aproximadamente 30.000 moléculas de glicose unidas. – Glicogênio intramuscular – principal fonte de energética na forma de carboidrato; o hepático que transformado rapidamente em glicose e é lançado no sangue (Glicogenólise) 08/08/2013 14
  15. 15. 08/08/2013 15 79% 20% 1% Carboidratos totais pessoa 80kg (503g / 2012kcal) Glicogênio Muscular 400g/1.600kcal Glicogênio Hépatico 100g/400kcal Glicose plasmática 3g/12kcal
  16. 16. • PAPEL DOS CARBOIDRATOS – Fonte de energia – principal combustível energético principalmente em exercícios de alta intensidade – Preservação das proteínas – sua preservação é essencial para: • Manutenção tecidual no reparo e crescimento; – Ativador metabólico – funciona com um substrato ativador no metabolismo das gorduras. – Combustível para o SNC. 08/08/2013 16
  17. 17. • Dinâmica dos carboidratos: – Fatores como intensidade, aptidão, estado nutricional determinam a mistura dos combustíveis utilizados durante a exercícios. – Fígado libera glicose afim de ativar o músculo a medida que o exercício progride de baixa para alta intensidade; – O glicogênio muscular representa a fonte energética predominante, na forma de carboidrato nos estágios iniciais a quando A intensidade aumenta; 08/08/2013 17
  18. 18. – Nos exercícios aeróbicos de alta intensidade os carboidratos tem preferencia na utilização pois fornecem ATP rapidamente graças ao processo oxidativo. – Nos exercícios anaeróbicos o carboidrato constitui o único macronutrientes que contribui com ATP. – A concentração sanguínea de glicose funciona como feedback para produção no fígado. – A disponibilidade de carboidrato durante o exercício ajuda a regular a mobilização de gordura. Ex: ingerir carboidrato de alto índice glicêmico inibe a oxidação de AG de cadeia longa e a liberação de AGL do tecido adiposo. 08/08/2013 18
  19. 19. – Exercício intenso • Nos exercícios vigorosos fatores neuro- humorais aumenta a produção de adrenalina, noradrenalina e glucagon e reduzem a liberação de insulina. (ativa enzima Glicogênio fosfotilase) • Facilita da conversão glicogênio-glicose (Glicogenólise) no fígado e músculos ativos. • O glicogênio muscular fornece energia sem oxigênio importante nos minutos iniciais do exercício quando o oxigênio não consegue atender a demanda. • A medida que o exercício vigoroso prossegue a glicose carreada aumenta sua contribuição. 08/08/2013 19
  20. 20. 08/08/2013 20
  21. 21. –Exercício Moderado e prolongado • O glicogênio armazenado fornece energia da transição do repouso para o exercício moderado. • Durante 20 minutos iniciais o glicogênio hepático supre 40 a 50% da demanda energética o restante é proporcionado pelo metabolismo das gorduras e sua utilização limitada pela proteína. 08/08/2013 21
  22. 22. – No exercício leve a gordura é o principal substrato energético. – A mistura dos nutrientes (CHO e lipídios) depende da intensidade relativa do exercício. – Com prosseguimento do exercício leve e a diminuição do glicogênio muscular a glicose sanguínea passa a ser a principal fonte de energia derivada dos CHO enquanto o catabolismo das gorduras fornece um percentual cada vez maior de energia 08/08/2013 22
  23. 23. LÍPIDIOS 08/08/2013 23
  24. 24. FÓRMULA → CHO, mais especificamente a relação de H e O ultrapassa consideravelmente o C. Carboidratos Lipídios glicose 𝐶6 𝐻12 𝑂6 → (𝐶𝐻20) 𝑛 → relação H:O = 2:1 Amido 𝐶6 𝐻10 𝑂5 Frutose 𝐶6 𝐻12 𝑂6 Lactose 𝐶12 𝐻22 𝑂11 ESTEARINA (ÁCIDO ESTEÁRICO) Lipídio comum, componente de alguns sabonetes 𝐶57 𝐻110 𝑂6→ relação H:O = 18,3:1 TRIAGLICERÍDEO – glicerol + 3 ácidos graxos 𝐶55 𝐻98 𝑂6 → relação H:O = 16,3:1 08/08/2013 24
  25. 25. • TIPOS E FONTES - – TIPOS: Simples • Triacilglicerol → glicerol + 3 ácidos graxos • Ácidos graxos saturados → contem ligações covalentes simples → estão associados as doenças cardiovasculares → carne bovina, de porco, gema de ovo, manteiga • Ácidos graxos insaturados → contem ligações duplas ou nas ligações da cadeia (monoinsaturados e poliinsaturados) – são mais saudáveis → óleo de soja, canola, girassol, milho 08/08/2013 25
  26. 26. 26 Ácido graxo saturado Ácido graxo insaturado
  27. 27. Esterificação 08/08/2013 27
  28. 28. – Formação → chamado de esterificação → ácido graxo + Coezima A forma a acil-CoA adiposa é transferida ao glicerol, em seguida mais 2 Acil-CoA se unem formando o triacilglicerol. – Fracionamento do triacilglicerol → lipólise →catabolismo do triacilglicerol e produz glicerol e ácidos graxo esse se predomina em condições: • Exercício baixo a moderado; • Dieta pobre em calorias; • Estresse induzido pelo frio; - (inverno e emagrecimento) • E exercícios prolongados que depledam as reservas de glicogênio. 08/08/2013 28
  29. 29. –Tanto a esterificação quanto a lipólise ocorrem no citosol do adipócito. –Os ácidos graxos liberados na lipólise podem: • 1. Serem reesterificados, • 2. Sair do adipócito, combinar com a albumina e e circular pelo corpo na forma de Acido graxo livre. Fica claro uma das funções da albumina no emagrecimento. 08/08/2013 30
  30. 30. • COMPOSTOS – Fosfolipídios – membranas celulares, coagulação sanguinea e isolante das fibras nervosas – Glicolipídios – ácidos graxos ligados com CHO e nitrogênio. – Lipoproteínas • HDL – colesterol bom • LDL – colesterol ruim • VLDL – produtor de LDL 08/08/2013 31
  31. 31. • DERIVADOS – Colesterol • Construção das membranas celulares • Precursor da síntese de vitamina D e hormônios sexuais estrogênio, androgênio e progesterona • Emulsificar os lipídios na digestão • Formação de tecidos • Formação fetal 08/08/2013 32
  32. 32. • PAPEL DOS LIPIDIOS – Fontes e reservas de energia – Proteção dos órgão vitais – Isolante térmico – Carreador de vitaminas lipossolúveis – Depressor da fome. 08/08/2013 33
  33. 33. • DINAMICA NO EXERCICIO – AGL + triacilglicerol intramuscular e plasmático (VLDL) supre de 30 a 80% de energia da atividade física dependendo do estado nutricional, aptidão, intensidade e duração do exercício. 08/08/2013 34
  34. 34. Proteínas • Combinação de aminoácidos; • Adulto → 10 a 12 kg → 60 a 75% do músculo; • Ser humano ingere 10 a 15% de proteína; • Na digestão a proteína é hidrolisada em aminoácidos afim e serem absorvidos no intestino. • Conteúdo proteico é estável não existindo “reservas” de aminoácidos. • O conteúdo não utilizado na síntese proteica ou hormônios são utilizado no metabolismo energético (gliconeogênese) ou na forma triacilglicerol para armazenamento no adipócitos.
  35. 35. Proteínas Estrutura Grupo Amina Ácido orgânico → grupo carboxila → COOH Grupo R – cadeia lateral } 20 aminoácidos permite um grande numero de combinações Ex: Combinações com 3 aminoácidos 203 = 8000 proteínas
  36. 36. Proteínas • Tipos aminoácidos: – Essenciais – organismo NÃO consegue sintetizar • Ex: Leucina, Isoleucina e Valina - BCAA – Não essenciais – crescimento e reparo.
  37. 37. Proteínas • Tipos proteínas: – Proteína completa – alta qualidade com todos os aminoácidos essenciais – Proteína incompleta – baixa qualidade que pode levar à desnutrição proteica. • Fontes: ovos, leite, carnes, peixe e aves.
  38. 38. Proteínas • Alta qualidade: soro do leite, colostro, caseína, proteína do leite e ovos → representam a mistura ideal de aminoácidos essenciais. VALOR BIOLÓGICO Animais ALTO VALOR BIOLÓGICO Vegetais BAIXO VALOR BIOLÓGICO Feijão, lentilha, ervilha e cereais.
  39. 39. Ingesta recomendada Massa muscular não aumenta apenas pela ingesta excessiva de proteína.(MCARDLE,2008) 44% 24% 19% 13% Carne, peixe, aves e ovos Laticínios Cereais Frutas, vegetais, feijões, gorduras e óleos
  40. 40. Ingesta recomendada • Atletas (endurance ou resistência) – ↑ 2 a 3 x na ingesta • Proteína excessiva → após a desaminação pode → energia ou gordura
  41. 41. Papel das proteínas • Fontes corporais – Plasma – Tecido visceral – Músculos
  42. 42. Papel das proteínas • Estrutura tecidual • Componentes do metabolismo, transporte e hormonal • Conteúdo proteico no músculo • Componentes sanguíneo: plasma, coagulação e carreador de oxigênio. • Hormônios → adrenalina, serotonina, etc • Ativador de vitaminas reguladoras do metabolismo e fisiológicos • Crescimento • Reparo tecidual • Componentes da membrana celular e núcleo (RNA, DNA) • Controle do pH → tamponamento → Ex: exercício vigoroso.
  43. 43. Hemácia Oxihemoglobina – HbO2 Carboxihemoglobina – HbCO2 08/08/2013 Fisiologia Respiratória - Profº Amarildo César 45
  44. 44. CO2 𝐶𝑂2 + 𝐻𝑏𝑂2 − 𝑁𝐻2 O2  Hb − NHCOO− + O2 + H+ 𝐶𝑂2 + 𝐻2 𝑂  H2CO3  HCO3 + H+ ANIDRASE CARBÔNICA HCO3 HbO2 → HHB + 02 H2O H2O Hematose – Troca gasosa 08/08/2013 Fisiologia Respiratória - Profº Amarildo César 46
  45. 45. Dinâmica das proteínas • No catabolismo – Proteína é degradada – Aminoácido → desaminação no fígado (NH2)→ ureia – Novo aminoácido • Energia → carboidrato → glicose • Gordura → ácido graxo
  46. 46. Proteínas no exercício EXERCÍCIO ↑ INTENSIDADE ↑CO2 → PROVENIENTE AMINOÁCIDOS. ↑ URÉIA PLASMÁTICA ↑ N → SUOR ↓ RESERVAS DE GLICOGÊNIO GLICONEOGÊNESE – FÍGADO MANUTENÇÃO GLICOSE SANGUINEA.
  47. 47. Glicogênio ↓ ↓ Glicose ↓ Piruvato ↓ ↑ Aminoácido NH2 → ↑ PiruvatoNH2  ↓ URÉIA ↑ Glicose Glicogênio

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