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Tópicos Especiais em Logística - 04

  1. 1. Manuseio de Resíduos Sólidos no Brasil O N L I N E UNIGRANRIO O N L I N E
  2. 2. Manuseio de Resíduos Sólidos no Brasil UNIGRANRIO O N L I N E Tópicos Especiais em Logística UNIDADE04 37 Olá, seja bem-vindo (a) unidade 4. Hoje falaremos sobre: Manuseio de Resíduos Sólidos no Brasil . Vamos começar nossos estudos? Boa aula!
  3. 3. Manuseio de Resíduos Sólidos no Brasil UNIGRANRIO O N L I N E Tópicos Especiais em Logística OBJETIVOS TÓPICOS ABORDADOS UNIDADE04 38 Apresentar os conceitos iniciais de como devem ser manuseados os resíduos sólidos no Brasil, passando pela classificação de periculosidade dos resíduos sólidos, a movimentação destes resíduos e a armazenagem correta destes materiais. I. Classificação da periculosidade dos resíduos sólidos no Brasil; II. Treinamento de pessoas envolvidas no manuseio de resíduos sólidos; III. Processo de segregação de resíduos sólidos; IV. Acondicionamento dos resíduos sólidos; V. Transporte interno nas organizações de resíduos sólidos; VI. e Armazenamento de resíduos sólidos nas organizações. A importância da implementação e controle do correto fluxo de manuseio dos resíduos sólidos na cadeia logística reversa é essencial para o sucesso do processo reverso nas organizações empresariais. Diante disto, é necessário descrever os processos pelos quais qualquer resíduo sólido deve percorrer ao longo do canal reverso de pós-consumo.
  4. 4. Manuseio de Resíduos Sólidos no Brasil UNIGRANRIO O N L I N E Tópicos Especiais em Logística UNIDADE04 39 Dissertação Manuseio de Resíduos Sólidos no Brasil Classificação da periculosidade dos resíduos sólidos no Brasil; De acordo com Bacchi & Caixeta-Filho (2011), são considerados resíduos sólidos os que estão em estado sólido e semissólidos, resultantes das atividades industriais, incluindo o lodo proveniente do tratamento das águas residuais industriais que não podem ser lançados em redes públicas de esgotos ou escoados nas hidrovias devido ao seu poder poluidor. As decisões técnicas e econômicas relacionadas ao tratamento do resíduo no que diz respeito ao: Manuseio Armazenagem Acondicionamento Transporte SeparaçãoColeta Destinação Tem como referência a classificação baseada em cada processo de tratamento. Por meio de uma classificação definida, de acordo com Bacchi & Caixeta-Filho (2011), as medidas de proteção necessárias a fim de inibir o risco de acidente em todas as fazes de manipulação do resíduo e os aspectos econômicos foram elaborados pela ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas - para padronizar a nível nacional a classificação dos resíduos.
  5. 5. Manuseio de Resíduos Sólidos no Brasil UNIGRANRIO O N L I N E Tópicos Especiais em Logística UNIDADE04 40 ANBR10004 (norma brasileira 10004) que informa sobre os resíduos sólidos, classifica os resíduos quanto a seus riscos em relação ao meio ambiente e a saúde pública, informando os tipos de tratamento e cuidados para cada tipo de resíduos, segundo cada uma de suas características contidas na lista de resíduos, sua periculosidade e capacidade de poluição. A classificação para o gerenciamento de resíduos segundo a NBR 10004 (Norma Brasileira 10004) estabelece dois grupos. Quanto à periculosidade, as classes de resíduos adotadas no Brasil são as seguintes: a) Resíduos classe I (Perigosos): b) Resíduos classe II (Não-inertes): c) Resíduos classe III (Inertes): Apresentampericulosidadeouumadasseguintes características: inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade e patogenicidade. Ex: baterias, produtos químicos; Não se enquadram como resíduos classe I - Perigosos ou resíduos classe III - Inertes e podem ter as seguintes propriedades: combustibilidade, biodegradabilidade ou solubilidade em água. Ex: matéria orgânica e papel; Não têm constituinte algum solubilizado em concentração superior ao padrão de portabilidade de águas. Ex: rochas, tijolos, vidros, certos plásticos e borrachas que não são decompostos prontamente.
  6. 6. Manuseio de Resíduos Sólidos no Brasil UNIGRANRIO O N L I N E Tópicos Especiais em Logística UNIDADE04 41 Fonte: Classificação e Simbologia das Classes de Risco. Adaptado de Ecoservambiental Além dos resíduos se dividirem por várias características e graus de periculosidade, há ainda processos diferentes de tratamento e disposição final para o resíduo urbano e os resíduos sólidos industriais, de acordo com Bacchi & Caixeta-Filho (2011). No caso do primeiro, as técnicas mais apresentadas como soluções são: a) Aterro sanitário: Compactação e aterramento do lixo com tratamento dos afluentes líquidos e gasosos decorrentes; b) Compostagem Nas diversas formas possíveis, que constitui- se na decomposição aeróbica do lixo orgânico – separado em casa ou em usina – para servir de adubo na agricultura; Subclasse 2.1 Gases inflamáveis Subclasse 2.2 Gases não-inflamáveis, não tóxicos Subclasse 2.2 Gases tóxicos Subclasse 4.1 Sólidos inflamáveis Subclasse 4.2 Substâncias sujeitas a combustão espontânea Subclasse 4.3 Substâncias que em contato com a àgua emitem gases inflamáveis Subclasse 6.1 Substâncias tóxicas Subclasse 6.2 Substâncias Infecciosas Classe 9 Substâncias Perigosas diversas Classe 8 Corrosivos Classe 7 Materiais Radioativos Classe 6 Classe 5 Classe 4 Classe 3 Liquídos Inflamáveis Classe 2 Gases Classe 1 Explosivos Subclasse 5.1 Substâncias oxidantes Subclasse 5.2 Peróxidos orgânicos
  7. 7. Manuseio de Resíduos Sólidos no Brasil UNIGRANRIO O N L I N E Tópicos Especiais em Logística UNIDADE04 42 c) Reciclagem: Reaproveitamento do material orgânico do lixo destinado à venda para setores da indústria; d) Incineração: Queima do lixo em alta temperatura, indicado principalmente para o lixo hospitalar; e) Coleta seletiva: Triagem domiciliar ou empresarial do lixo destinado à reciclagem e compostagem. Fonte: Adaptado de Leite (2009) Residências Indústrias Hospitais Varrição e posa Produção Per cápita Composição Chorume Localiz. aterro Tecnologia Cooperativas Material de Construção Artesanato RECICLAGEM DIAGNÓSTICO RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS DESTINO MANUSEIO Incineração Compostagem Aterros sanitários Lixo tecnológico Pilhas e baterias Agrotôxicos Mercúrio Lixo tóxico Segurança Reduzir Reciclar Reutilizar Políticas Educação Ambiental Vetores, doenças, fuligem e dioxinas Perfuro - cortantes EPIs
  8. 8. Manuseio de Resíduos Sólidos no Brasil UNIGRANRIO O N L I N E Tópicos Especiais em Logística UNIDADE04 43 De acordo com Moura (2002), grande parte dos resíduos geridos nas indústrias principalmente os considerados perigosos são geralmente tratados longe do seu ponto de origem. Estes locais de tratamento podem estar localizados próximos às áreas industriais ou a vários quilômetros de distâncias. Toda empresa que possui um plano para coletar, manusear e armazenar seus resíduos devem considerar os seguintes quesitos conforme abaixo, de acordo com Leite (2009): Treinamento de pessoas Segregação dos resíduos Acondicionamento dos resíduos Armazenamento Transporte interno
  9. 9. Manuseio de Resíduos Sólidos no Brasil UNIGRANRIO O N L I N E Tópicos Especiais em Logística UNIDADE04 44 4.1. Treinamento de pessoas Em algumas situações, a movimentação dos resíduos gerados nas empresas é realizada por pessoas completamente desqualificadas e sem o conhecimento necessário, expondo-se assim aos riscos que cada tipo de resíduo pode oferecer, dependendo do processo produtivo e do tipo do produto fabricado. Muita das vezes a exposição do resíduo não tem consequência imediata como, por exemplo, intoxicações ou queimaduras. Porém, de acordo com Bacchi & Caixeta-Filho (2011), esta exposição pode ocasionar doenças no longo prazo e, até mesmo, em casos mais raros, alterações genéticas nos descendentes dos operários, como por exemplo, os causados pela exposição radioativa. Os envolvidos no manuseio dos resíduos devem obter informações relacionadas aos riscos que o resíduo oferece e a correta forma de manuseá-lo. Para Leite (2009), os envolvidos devem receber treinamento quanto à utilização de máquinas e equipamentos de proteção individual (EPI), não esquecendo também dos procedimentos de emergência em caso de acidente ou contaminação.
  10. 10. Manuseio de Resíduos Sólidos no Brasil UNIGRANRIO O N L I N E Tópicos Especiais em Logística UNIDADE04 45 4.2. Segregação dos resíduos sólidos A separação dos resíduos no local de origem ou de tratamento é de suma importância para o bom gerenciamento do resíduo sólido, de acordo com Bacchi & Caixeta-Filho (2011), pois evita a mistura de resíduos incompatíveis, contribui para a qualidade e aproveitamento dos resíduos e minimiza o volume de resíduos perigosos. A mistura de dois ou mais resíduos incompatíveis pode ocasionar grandes acidentes e, consequentemente, danos ao homem e ao meio ambiente. Os resíduos apresentam incompatibilidade entre si dependendo da sua característica e quantidade. De acordo com Bacchi & Caixeta-Filho (2011), podem apresentar diversas reações como calor, fumaça, fogo, explosão e outros considerados causadores de reações invisíveis e inodoros. No processamento de fabricação industrial, muitos resíduos poderiam ser aproveitados, retornando para a cadeia produtiva ou serem comercializados como matéria-prima para as outras empresas, gerando desta forma receita pela venda de um subproduto e, além disto, possibilidade de isenção ou redução dos custos para disposição final do mesmo (Moura, 2002). 4.3. Acondicionamento de resíduos sólidos Os recipientes utilizados para acondicionar resíduos sólidos devem apresentar confiabilidade na retenção do mesmo, ou seja, ter capacidade retenção no seu interior e seu material deve ser compatível com o do resíduo a ser armazenado no seu interior e ainda apresentar a capacidade de suportar pequenos choques e em termos de transporte ser compatível com o equipamento usado para o fim. A escolha do recipiente mais adequado deve depender basicamente das características do resíduo com relação ao seu tipo, volume ou quantidade, e ainda se necessário tratamento ou não. As empresas utilizam dois tipos de recipiente, um menor próximo ao local de origem, geralmente um tambor de 200 litros, ou cortados pela metade, outros para maiores quantidades como contêineres.
  11. 11. Manuseio de Resíduos Sólidos no Brasil UNIGRANRIO O N L I N E Tópicos Especiais em Logística UNIDADE04 46 4.4. Transporte interno de resíduo sólido A elaboração de um bom sistema de transporte interno é muito importante, segundo Donato (2008), pois o transporte interno apresenta um risco para toda a instalação industrial. A análise deste risco deve considerar os equipamentos compatíveis com o resíduo e rotas pré-estabelecidas, não descartando a determinação de área de risco para trânsito de pessoas ou equipamentos especiais, além de identificar e preparar pessoas capacitadas em operar esses equipamentos de transporte. Atualmente,deve-selevaremconsideraçãoqueexistemdiversostiposdeequipamento de transporte sendo utilizados nas indústrias (desde carinhos de mão a caminhões poli guindaste). Em geral, estes equipamentos de transportes são operados pelos próprios colaboradores internos. Desta característica, provém a necessidade de intenso, constante e criterioso treinamento nas organizações que movimentam resíduos sólidos. 4.5. Armazenamento de resíduos sólidos De acordo com Moura (2002), o armazenamento de resíduos tem como meta a contenção do mesmo por um determinado período em uma área autorizada pelos órgãos ambientais. Este armazenagem durará o tempo necessário pela definição da espera de tratamento ou destinação e descarte correto, obedecendo às normas de segurança. A localização para armazenagem do resíduo sólido deve obedecer às condições de segurança como sinalização, isolamento, tipo de operação, formas de separação e acondicionamento do resíduo da instalação. Os aspectos como impacto ambiental, aceitação externa e mudanças climáticas, devem ser considerados na hora de planejar o local para armazenagem. Além disto, de acordo com Bacchi & Caixeta-Filho (2011), os locais devem respeitar as condições básicas segundo as informações de características do resíduo. Segundo Bacchi & Caixeta-Filho (2011), ainda relacionado aos mesmos aspectos, deve-se verificar a necessidade de instalações de cobertura, de impermeabilização do local, de sistema para monitoramento do resíduo e em torno dele, considerando o risco de contaminação.
  12. 12. Manuseio de Resíduos Sólidos no Brasil UNIGRANRIO O N L I N E Tópicos Especiais em Logística UNIDADE04 47 Nesta unidade de estudo foram indicados quais os pontos principais a serem observados nas práticas de manuseio de resíduos sólidos. São descritos, de maneira sucinta, quais são as atividades que devem ser observadas pelo gestor de logística durante o procedimento de manuseio dos resíduos sólidos, levando em consideração as condições de cada resíduo. Artigo–Gerenciamentodosresíduosdeserviçosdesaúde:umaquestãodebiossegurança. Garcia, L.P. e Zanetti-Ramos, B. 2004. http://www.scielo.br/pdf/csp/v20n3/11.pdf Artigo – Gestão de resíduos sólidos em São Paulo: desafios da sustentabilidade. Jacobi, P.R. e Besen, G.R. 2011. http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-40142011000100010&script=sci_arttext Vídeo – Política Nacional de Resíduos Sólidos https://www.youtube.com/watch?v=JCmzYgDPPoo Vídeo – Cidades & Soluções – Usina para reciclagem de entulho https://www.youtube.com/watch?v=o3ZolIrN17w DONATO, Vitório. Logística Verde: Uma abordagem sócio-ambiental. São Paulo. Ed. Ciência Moderna. 2008. LEITE, Paulo Roberto. Logística Reversa: Meio ambiente e competitividade. 2ª edição. São Paulo. Ed. Pearson. 2009. MOURA, Luiz Antônio Abdalla de. Qualidade e Gestão Ambiental: sugestão para implantação das normas ISO 14.000 nas empresas. 3ª edição. São Paulo. Ed. Juarez de Oliveira. 2002.

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