Planejamento de Transportes - 03

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Planejamento de Transportes

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Planejamento de Transportes - 03

  1. 1. Escola de Ciências Sociais Aplicadas Curso: Logística 1 PLANEJAMENTO E SEQUENCIAMENTO Disciplina: Planejamento de Transporte
  2. 2. Escola de Ciências Sociais Aplicadas Curso: Logística 2 • O Trabalho Administrativo necessita de grande planejamento e controle para se tornar produtivo • Planejamento – Entende-se a maneira pela qual as organizações estabelecem as metas e objetivos assim como os recursos e estratégias necessárias para atingi-los • Controle – Entende-se acompanhar a execução do planejamento e interferir, se for o caso, para que ele seja cumprido. Algumas vezes pode-se inclusive mudá-lo para atingir metas ou se adaptar a novas condições ou eventos • Planejar e controlar são ferramentas fundamentais para os administradores. • O planejamento permite traçar caminhos a serem seguidos e as metas a serem atingidas , enquanto o controle garante que o planejamento será cumprido. Disciplina: Planejamento de Transporte
  3. 3. Escola de Ciências Sociais Aplicadas Curso: Logística 3 • Exemplo: Um avião tem como objetivo uma viagem de São Paulo a Manaus. O planejamento é a rota de vôo, enquanto o controle é feito pelo aeroporto e seus instrumentos para que, caso o avião saia da rota, ela possa ser corrigida. • O planejamento e controle do trabalho podem ser divididos em basicamente, quatro atividades: • Carregamento • Sequenciamento • Programação • Controle Disciplina: Planejamento de Transporte
  4. 4. Escola de Ciências Sociais Aplicadas Curso: Logística 4 CARREGAMENTO •É a quantidade de trabalho alocado para um determinado centro de produção. •Este centro de trabalho pode ser um maquina, uma pessoa ou um conjunto de maquinas e pessoas . •Exemplo: •Uma maquina teoricamente está disponível durante 168 horas por semana (7 dias x 24 horas), porém, seu tempo efetivo de operação é menor: Disciplina: Planejamento de Transporte
  5. 5. Escola de Ciências Sociais Aplicadas Curso: Logística 5 TEMPO TOTAL TEÓRICO DISPONIVEL = 168 HORAS (7 DIAS X 24 HORAS) (-) FINS DE SEMANA = 48 horas (2 DIAS X 24 HORAS) (-) TEMPO DE PREPARAÇÃO = 10 HORAS (-) TEMPO DE LIMPEZA = 5 HORAS (-) TEMPO DE MANUTENÇÃO PREVENTIVA = 5 HORAS TOTAL EFETIVO DE OPERAÇÃO = 100 HORAS Disciplina: Planejamento de Transporte
  6. 6. Escola de Ciências Sociais Aplicadas Curso: Logística 6 • Carregamento Finito - Somente aloca trabalho até um limite específico • No caso anterior, até 100 horas por semana • Quando é possível limitar a carga: • Exemplo: Consulta médica, cabeleireiro • Quando é necessário limitar a carga: • Exemplo: Aviões permitem determinada quantidade de carga e passageiros por questões de segurança Disciplina: Planejamento de Transporte
  7. 7. Escola de Ciências Sociais Aplicadas Curso: Logística 7 • Carregamento Infinito – Aloca trabalho para o centro de produção sem um limite específico, ao contrário, tentando de alguma forma se adequar à variação: • Quando não é possível limitar a carga: • Exemplo: Um departamento de emergência em um hospital não pode recusar paciente. • Quando não é necessário limitar a carga: • Exemplo: Lanchonetes de fast-food, em seu horário de pico, não perdem clientes que ficam na fila até certo limite de tempo Disciplina: Planejamento de Transporte
  8. 8. Escola de Ciências Sociais Aplicadas Curso: Logística 8 SEQUENCIAMENTO •Tanto na abordagem de carregamento finito quanto infinito, decisões devem ser tomadas sobre a ordem em que as tarefas serão executadas. Essa atividade é chamada sequenciamento. •Restrições físicas •Prioridade ao consumidor •Data Prometida. Disciplina: Planejamento de Transporte
  9. 9. Escola de Ciências Sociais Aplicadas Curso: Logística 9 • Restrições Físicas: As características físicas dos materiais processados podem determinar a prioridade do trabalho. • Exemplo: Em uma operação que utiliza tintas para pintura, os tons mais claros devem ser colocados primeiro. Assim, os lotes serão pintados cada vez em tons mais escuros até cumprir a programação, pois as cores só podem ser escurecidas, nunca clareadas. • Prioridade ao Consumidor: As operações, algumas vezes, permitem que um consumidor importante, ou temporariamente ofendido, seja atendido antes dos outros. • Exemplo: Os serviços de emergência, normalmente, precisam usar um método para julgar a prioridade de atendimento, por meio de um sistema que prioriza as situações consideradas mais graves. Disciplina: Planejamento de Transporte
  10. 10. Escola de Ciências Sociais Aplicadas Curso: Logística 10 PROGRAMAÇÃO •Após a definição , a programação é uma declaração e horários a serem cumpridos. •Exemplo: •Pode ser a programação de ônibus, onde as empresas informam à população a rota, horários e volume de ônibus em circulação. Disciplina: Planejamento de Transporte
  11. 11. Escola de Ciências Sociais Aplicadas Curso: Logística 11 CONTROLE •Caracteriza-se pela intervenção periódica nas atividades da operação. •Um decisão importante diz respeito a como realizar esta intervenção •Controle empurrado •Controle Puxado Disciplina: Planejamento de Transporte
  12. 12. Escola de Ciências Sociais Aplicadas Curso: Logística 12 LOCALIZAÇÃO EMPRESARIAL: Considerando apenas os custos de transportes. •O método do centro de gravidade é utilizado para controlar a localização que minimiza os custos de transporte, considerando-se apenas este fator de custo como relevante. A melhor localização é, justamente, a que minimiza tais custos. Neste caso há uma analogia com a física, na qual o centro de gravidade é a localização para onde todos os bens/serviços são transportados: Disciplina: Planejamento de Transporte
  13. 13. Escola de Ciências Sociais Aplicadas Curso: Logística 13 Fatores a serem considerados na decisão de localização empresarial: •Proximidade de fornecedores; •Proximidade de clientes e mercados; •Proximidade/distância dos competidores; •Acesso à infraestrutura; •Incentivos fiscais Disciplina: Planejamento de Transporte
  14. 14. Escola de Ciências Sociais Aplicadas Curso: Logística 14 LOCALIZAÇÃO EMPRESARIAL: CONSIDERANDO CUSTOS DE TRANSPORTE • O metodo do centro de gravidade é utilizado para encontrar a localização que minimiza os custos de transporte, considerando-se apenas este fator de custo com relevante. • A melhor localização é, justamente, a que minimiza tais custos. Neste caso há uma analogia com a fisica, na qual o centro de gravidade é a localização para onde todos os bens/serviços são transportados Disciplina: Planejamento de Transporte
  15. 15. Escola de Ciências Sociais Aplicadas Curso: Logística 15 Exemplo: Um rede de departamento esta decidindo a melhor localização para o seu armazém geral.Tal rede tem loja em três cidades e todos os pedidos serão entregues pelo armazém. As cidades são: São Paulo, Campinas e Sumaré. A distancia entre São Paulo e Campinas é de 100 Km, entre Campinas e Sumaré é de 200 Km e entre São Paulo e Sumaré de 120 km. Sabendo-se que o transporte custa R$ 20 por Km por tonelada e sabendo-se que São Paulo vende 100 toneladas por mês, Campinas 80 toneladas e Sumaré 40 toneladas, qual a melhor cidade para localizar o armazém? a)Armazém ficar em São Paulo: 1.Custo de transporte para São Paulo = 0 2.Custo de transporte para Campinas = R$ 20 x 80t x 100 Km = R$ 160.000,00 3.Custo de transporte para Sumaré = R$ 20 x 40t x 120 Km – R$ 96.000,00 4.Custo total de transporte = 0 + 160.000, + 96.000, = R$ 256.000,00 Disciplina: Planejamento de Transporte
  16. 16. Escola de Ciências Sociais Aplicadas Curso: Logística 16 b) Armazém ficar em Campinas: 1.Custo de transporte para Campinas = 0 2.Custo de transporte para São Paulo = R$ 20 x 100t x 100 Km = R$ 200.000,00 3.Custo de transporte para Sumaré = R$ 20 x 40t x 20 Km – R$ 16.000,00 4.Custo total de transporte = 0 + 200.000, + 16.000, = R$ 216.000,00 c) Armazém ficar em Sumaré: 1.Custo de transporte para Sumaré = 0 2.Custo de transporte para São Paulo = R$ 20 x 100t x 120 Km = R$ 240.000,00 3.Custo de transporte para Campinas = R$ 20 x 80t x 20 Km – R$ 32.000,00 4.Custo total de transporte = 0 + 240.000, + 32.000, = R$ 272.000,00 Disciplina: Planejamento de Transporte
  17. 17. Escola de Ciências Sociais Aplicadas Curso: Logística 17 • A localização ideal seria Campinas, pois minimiza os custos (R$ 216 mil) . A segunda opção seria São Paulo (R$ 256 mil) e, por ultimo, Sumaré (R$ 272 mil) Disciplina: Planejamento de Transporte
  18. 18. Escola de Ciências Sociais Aplicadas Curso: Logística 18 Fatores a serem considerados na decisão de localização empresarial: •Proximidade de fornecedores; •Proximidade de clientes e mercados; •Proximidade/distância dos competidores; •Acesso à infraestrutura; •Incentivos fiscais Disciplina: Planejamento de Transporte
  19. 19. Escola de Ciências Sociais Aplicadas Curso: Logística TRANSPORTE FERRÓVIARIO Planejamento de Transportes 3º Período – LOG012 19Disciplina: Planejamento de Transporte
  20. 20. Escola de Ciências Sociais Aplicadas Curso: Logística PIGGY BACK Piggy Back é o termo em inglês equivalente à “levar no cangote”, literalmente é “ lombo do porco”, nos transporte refere-se às operações multimodais onde contêineres (figura 1) e semi-reboques são colocados sobre um vagão ferroviário prancha ou porta- contêiner. 20Disciplina: Planejamento de Transporte
  21. 21. Escola de Ciências Sociais Aplicadas Curso: Logística 21Disciplina: Planejamento de Transporte
  22. 22. Escola de Ciências Sociais Aplicadas Curso: Logística Planejamento de Transportes e Economia • Mello (1984) em seu livro Transporte e desenvolvimento econômico, cada sistema de transporte possui qualidades intrínsecas que o tornam mais eficaz em uma das situações, ou seja, não existe um sistema que seja capaz de atender, em condições satisfatórias, a todas as necessidades de demanda existentes. 22Disciplina: Planejamento de Transporte
  23. 23. Escola de Ciências Sociais Aplicadas Curso: Logística FUNÇÃO DO TRANSPORTE DE PASSAGEIROS • Investimento no transporte público contribui para mudar a qualidade de vida da população. • O transporte aumenta a oferta de empregos e as trocas comerciais; • No lado ambiental, o transporte adequado ajuda a reorganizar o espaço urbano e regional • Investimentos nos transportes públicos poderão reduzir os custos econômicos dos deslocamentos, mesmo com uma crescente crescente de veículos particulares 23Disciplina: Planejamento de Transporte
  24. 24. Escola de Ciências Sociais Aplicadas Curso: Logística FUNÇÃO DO SETOR Oferta Transporte Aumento da Acessibilidade Utilização de Benefício Maior Cidadania Qualidade Baixo Custo Moradia Emprego Saúde Lazer Educação 24Disciplina: Planejamento de Transporte
  25. 25. Escola de Ciências Sociais Aplicadas Curso: Logística FRETE FERROVIÁRIO • A participação do transporte ferroviário no Brasil com os países latino-americanos é pequena, sendo a diferença de bitola dos trilhos um dos principais entraves, além da baixa quantidade de vias férreas. • 1 - O frete ferroviário é baseado em dois fatores: 1.1 quilometragem percorrida: 1.2 distância entre as estações de embarque e desembarque; 1.3 peso da mercadoria. 25Disciplina: Planejamento de Transporte
  26. 26. Escola de Ciências Sociais Aplicadas Curso: Logística Composição do Frete • O frete ferroviário é calculado por meio da multiplicação da tarifa ferroviária pelo peso ou volume, utilizando-se aquele que proporcionar maior valor. Não incidem taxas de armazenagem, manuseio ou qualquer outra. •Taxa Ad Valorem: adicional cobrado sobre o valor FOB da mercadoria. •Taxa de Expediente: pode ser cobrada para cobrir as despesas de emissão de documentos e taxa administrativa pelo transbordo Obs.:FOB, o remetente da mercadoria é responsável pelos custos de transporte e seguro da carga somente até que esta seja embarcada no navio. O comprador torna-se responsável pelo pagamento do transporte e do seguro a partir daí. 26Disciplina: Planejamento de Transporte
  27. 27. Escola de Ciências Sociais Aplicadas Curso: Logística Tabela Fórmula de Cálculo: 1) Para distância de transporte de até 500 Km: Tmax = Pfix + Dist x Pvar1 2) Para distância de transporte de 501 Km a 1.000 Km: Tmax= Pfix + 500 x Pvar1 + (Dist - 500) x Pvar2 3) Para distância de transporte de 1.001 Km a 2.000 Km: Tmax = Pfix + 500 x Pvar1 + 500 x Pvar2 + (Dist - 1000) x Pvar3 4) Para distância de transporte acima de 2000 Km: Tmax = Pfix + 500 x Pvar1 + 500 x Pvar2 + 1.000 x Pvar3 + (Dist - 2.000) x Pvar4 27Disciplina: Planejamento de Transporte
  28. 28. Escola de Ciências Sociais Aplicadas Curso: Logística Tmáx = tarifa máxima a ser cobrada pelo transporte de uma unidade de carga da estação de origem à estação de destino; Pfix = parcela fixa, em R$ por unidade de carga; Pvar1 = parcela variável, em R$ por unidade de carga para a faixa 1 (0-500Km); Pvar2 = parcela variável, em R$ por unidade de carga para a faixa 2 (501-1.000Km); Pvar3 = parcela variável, em R$ por unidade de carga para a faixa 3 (1001-2.000Km); Pvar4 = parcela variável, em R$ por unidade de carga para a faixa 4 (acima de2.000Km); Dist = distância em quilômetros, da estação de origem à estação de destino. Onde: 28Disciplina: Planejamento de Transporte
  29. 29. Escola de Ciências Sociais Aplicadas Curso: Logística ICMS - Valor do Frete + Seguro + Taxas = R$ 80,00 - Alíquota do ICMS = 18% - (100% (valor do produto) – 18(alíquota) = 82 Base de cálculo = R$ 80,00 : 82 = R$ 97,56 x 18% = 17,56 ICMS devido = R$ 17,56 A divisão por 82 aplica-se nos casos em que estejamos calculando o ICMS "por dentro" considerando a alíquota de 18%, ou seja, é a divisão por (1,00 - 0,18). Caso a alíquota fosse 12%, a divisão seria por 88 e assim sucessivamente. 29Disciplina: Planejamento de Transporte
  30. 30. Escola de Ciências Sociais Aplicadas Curso: Logística Seguro Transporte Nacional Rodoviário e Ferroviário (Embarcador) •Cobre a mercadoria durante o transporte em território nacional, através das Coberturas Básicas (Acidentes e Roubo da Mercadoria) e as Adicionais (Operações de Carga e Descarga, Quebra, Amassamento, Incêndio em Armazéns, etc.). Além do Transporte Rodoviário, existem também as modalidades de Transporte Ferroviário, Fluvial e Cabotagem. 30Disciplina: Planejamento de Transporte
  31. 31. Escola de Ciências Sociais Aplicadas Curso: Logística FRETE MARITIMO 31Disciplina: Planejamento de Transporte
  32. 32. Escola de Ciências Sociais Aplicadas Curso: Logística 32 Frete Marítimo •Representa o montante recebido pelo armador como remuneração pelo transporte de carga •O frete marítimo é o valor consignado no “BILL of Lading – B/L, não se confunde com a tarifa de frete, que é um valor registrado, pelo armador, em tarifário . •Em geral, a tarifa de frete é representada por um valor em dólares norte-americanos acompanhado da cotação, que pode ser em tonelada, em metro cubico. Disciplina: Planejamento de Transporte
  33. 33. Escola de Ciências Sociais Aplicadas Curso: Logística 33 TAXAS •Frete Básico: É o valor cobrado segundo o peso ou volume da mercadoria, de acordo com a opção do armador, sendo normalmente aplicado o que contribuir com maior receita. O frete também pode ser definido como o resultado da multiplicação da tarifa de frete pela tonelagem ou metragem cúbica. • Ad – Valorem – Percentual que incide sobre o valor no local de embarque da mercadoria. Aplicado normalmente quando o o valor no local de embarque corresponder a mias de U$ 1.000,00 por tonelada. Pode substituir o frete básico ou complementar seu valor. •Sobretaxa de Combustível (“Bunker Surcharge”) – Percentual aplicado sobre o frete básico. Destina-se a cobrir os custos com combustível. Varia por tráfego internacional Disciplina: Planejamento de Transporte
  34. 34. Escola de Ciências Sociais Aplicadas Curso: Logística 34 • Taxa para volumes pesados (“Heavy Lift Charge”) – É o valor de moeda atribuído às cargas cujos volumes individuais, excessivamente pesados, exijam condições especiais para embarque/desembarque ou acomodação no navio.. Em geral a referência é quando a carga tem mais de 10 toneladas. • Taxa para volumes com grandes dimensões (‘ Extra Lenght Charge”) – Aplicada geralmente a mercadorias com comprimento superior a 12 metros. • Adicional de porto – Essa taxa é cobrada quando a carga tem como origem ou destino algum porto secundário ou fora de rota. Vale ressaltar que a classificação de porto em principal ou secundário varia por tráfego internacional e a lista é previamente fixada. • Fator de ajuste Cambial – CAF: Taxa aplicada quando a cotação do frete não é em dólar norte-americano • Sobretaxa de Congestionamento no Porto: Aplicada sobre o frete básico. Tem caráter temporário e varia de porto por porto. No Brasil, a cobrança pelo armador somente é possível com autorização do Ministério dos Transportes Disciplina: Planejamento de Transporte
  35. 35. Escola de Ciências Sociais Aplicadas Curso: Logística 35 Bibliografia Básica: BALLOU, Ronald H. Logística empresarial: transportes, administração de materiais e distribuição física. São Paulo: Atlas, 1993. CHOPRA, Sunil; MEINDL, Peter. Gestão da Cadeia de Suprimentos: estratégia, planejamento e operação. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011. VALENTE, Amir Mattar. Gerenciamento de transporte e frotas. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2008. Bibliografia Complementar: ALVARENGA, Antônio Carlos; NOVAES, Antônio Galvão N.. Logística aplicada: suprimento e distribuição física. São Paulo: E. Blücher, 2000. CAIXETA-FILHO, José Vicente Filho; GAMEIRO, Augusto Hauber. Sistemas de Gerenciamento de Transportes: modelagem matemática. São Paulo: Atlas, 2001. CAIXETA-FILHO, José Vicente Filho; MARTINS, Ricardo Silveira; FONTANA, Adriana Monteiro. Gestão logística do transporte de cargas. São Paulo: Atlas, 2001. FIGUEIREDO, Kleber Fossatti; FLEURY, Paulo Fernando; WANKE, Peter. Logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos: planejamento do fluxo de produtos e dos recursos. São Paulo: Atlas, 2003. VALENTE, Amir Mattar et al. Qualidade e Produtividade nos Transportes. São Paulo: Cengage Learning, 2008. Disciplina: Planejamento de Transporte

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