Logística Internacional - 02

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Logística Internacional - 02

  1. 1. INTERNACIONALIZAÇÃO
  2. 2. • São inúmeros os aspectos de internacionalização. Durante todo processo, o exportador irá deparar com questões como: diferentes legislações, nos variados países, normas alfandegárias, vários níveis de tecnologia, mercados com maiore (ou menores) exigências, cambio variável. • Devera lidar com varias diferenças culturais, tendo de adaptar sua comunicaçã linguagem utilizada nos países em que esta fazendo negócios, e enfrentar desa decorrentes da globalização: • Vida útil do produto mas curta; •Maior volume de informações para gerenciar;promoção mais agressiva; •Concorrentes novos e mais fortes; •Novas formas de presença nos mercados; •Logística mais complexa; •Elevada disponibilidade de mão de obra de baixo custo em diversos países
  3. 3. • Para obter sucesso significativo na internacionalização , precisamos mudar n forma de atuação. • Mas quais seriam essas mudanças? • Sabendo quais são, como podemos colocá-las em prática? • No cenário atual as maiorias das empresas de sucesso no mercado internacio tem atuado em quatro frentes: 1. Desenvolvimento de tecnologias de informação; 2. Busca constante e novos nichos de mercado; 3. Gerenciamento da presença no exterior de maneira direta e constante; 4. Foco em inovação de produtos, processos e na organização interna
  4. 4. POR QUE EXPORTAR? • São vários os motivos que levam milhares de empresas a enfrentar o me internacional. • Os principais motivos para exportar estão descritos no check-list a seguir: 1. Por uma estratégia de desenvolvimento da empresa 2. Para utilizar melhor as instalações, melhorar a produtividade e otimizar os c de produção 3. Para superar possíveis dificuldades de vendas no mercado interno 4. Pela possibilidade de obter preços mais competitivos em outros mercados 5. Para prolongar o ciclo de vida do produto 6. Para minimizar os riscos, que deixam de se concentrar apenas em um me de atuação da empresa 7. Para diversificar os mercados, com conseqüente redução da dependênc mercado interno 8. Para aperfeiçoar os recursos humanos, pois normalmente há mais treinamen 9. Para um maior desenvolvimento tecnológico e aumento de rentabilidade 10. Para melhorar a qualidade do produto, pois a empresa poderá ser força adaptar a qualidade às exigências de mercado externo 11. para uma possível diminuição da carga tributaria por meio da utilizaçã incentivos fiscais
  5. 5. QUEM PODE EXPORTAR? • Pessoas jurídicas, desde que estejam habilitadas pela Receita Federal do Bra RFB para operar no comércio exterior • Pessoas físicas (artesãos autônomos, fazendeiros, artistas plásticos, entre out também devem ser registradas como exportadores, providenciando o respec cadastramento diretamente ao Departamento de Operações de Comércio Exteri DECEX
  6. 6. PARA ONDE EXPORTAR? • não se pode considerar o mercado externo como extensão do mercado interno acreditando “O QUE É BOM PARA O BRASIL É BOM PARA O MUNDO”, • Não devemos ,portanto exportar para qualquer pais o que vendemos aqui. • É necessário identificar,dentro da linha de produtos , quais maiores vantagens competitivas e atendem às necessidades e preferências dos consumidores dos mercados estrangeiros que serão explorados • Uma grande ferramenta para conseguir mais informações a respeito das necessidades, costumes e preferências desses consumidores é a internet. • As feiras internacionais podem ser um grande fonte para medir a competitividade no setor que a empresa atua. • O Ministério das Relações Exteriores (MRE), o Departamento de Promoção Comercial (DPR) e a Divisão de Informação Comercial (DIC) elaboram uma coleç de estudos e documentos de comercio exterior nas quais você encontra informações praticas e atualizadas a respeito das características principais da economia
  7. 7. • Normalmente as empresas começam quase sempre respondendo a pedidos das variadas procedências ou participando de feiras . Geralmente , elas exportam para mercados: 1. Mais próximos; 2. Em rápido crescimento; 3. Com uma cultura similar àquela do mercado em que já atua; 4. Onde a concorrência è menos agressiva; 5. Em marcados grandes ( Estados Unidos, China, Índia etc.)
  8. 8. QUANDO EXPORTAR? • Quando a empresa tiver capacidade competitiva no mercado internacional no mercado internacional e estiver preparada para enfrentar as variáveis desse mercado, o que requer planejamento e profissionalismo • você pode buscar mais informações nos seguintes sites: • www.apexbrasil.com.br •www.brasilglobalnet.gov.br •www.mre.gov.br •www.mdic.gov.br
  9. 9. COMO EXPORTAR? • Devemos tomar por bases três parâmetros: 1. Criar uma empresa em condições de competir; 2. Preocupar-se em transportar o produto de forma mais competitiva possível ( cuidando da logística, da embalagem, dos aspectos legislativos etc.) 3. Gerenciar os mercados ( selecionar os mercados, os parceiros, a modalidade entrada, comunicação, a política de distribuição etc.)
  10. 10. PRINCIPAIS ETAPAS DE EXPORTAÇÃO • Avaliar a capacidade exportadora; •Distinguir os produtos com os quais somos mais competitivos; •Selecionar poucos mercados; •Identificar o segmento de mercado mais adequado ( com quem você quer comp qual será seu público-alvo) •Descobrir uma maneira de entrar no mercado ( com um agente, um distribuido filial etc.) •Fazer promoção • Selecionar possíveis candidatos a parceiros (importadores, compradores, distribuidores etc.) •Encontrar seu parceiro
  11. 11. COMO NÃO EXPORTAR? • Assim como temos etapas a seguir para uma exportação bem-sucedida, devemos também conhecer alguns erros a serem evitados pela empresa que está começando no comercio exterior. Erros comuns: 1. Falta de política de marca (monitoramento,pesquisa e registro) 2. Falta de pesquisa de mercado 3. Falta de seleção de mercado 4. falta de planejamento de serviço pós-venda 5. Não avaliar sua própria capacidade de internacionalização 6. Não difundir na empresa a cultura da internacionalização 7. Não conhecer a legislação internacional 8. Não monitorar a atividade dos concorrentes
  12. 12. OPERAÇÃO E PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS E LOGÍSTICOS DE EXPORTAÇÃO DIRETA E INDIRETA
  13. 13. TIPOS DE EXPORTAÇÃO 1 – Exportação DIRETA: realizada diretamente pela própria produtora da mercadoria. 2 – Exportação INDIRETA: realizada por outra empresa não-produtora. Produtora Exportadora Importadora no exterior Produtora Intermediária Exportadora Importadora no exterior
  14. 14. TIPOS DE EXPORTAÇÃO 1 – Exportação DIRETA: realizada diretamente pela própria produtora da mercadoria. 2 – Exportação INDIRETA: realizada por outra empresa não-produtora. Produtora Exportadora Importadora no exterior Produtora Intermediária Exportadora Importadora no exterior
  15. 15. Exportação Direta (definição) A exportação DIRETA consiste na operação em que a mercadoria exportada é faturada pelo próprio COMERCIANTE ao IMPORTADOR. A exportação DIRETA ocorre quando a própria empresa faz a exportação, sem a utilização de intermediários no processo de introdução do produto no mercado-alvo. Esse tipo de operação exige da empresa exportadora o conhecimento do processo de exportação em toda a sua extensão.
  16. 16. Exportação Direta: isenção de impostos A utilização de um agente comercial pela empresa produtora/exportadora não deixa de caracterizar a operação como exportação direta. Nessa modalidade, a mercadoria exportada é isenta de  IPI - Imposto sobre Produtos Industrializados  ICMS - Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços  Impostos fiscais incidentes sobre os insumos utilizados no processo produtivo.
  17. 17. Exportação Indireta (definição) Exportação indireta trata-se de uma alternativa disponível para empresas que desejam iniciar seu processo de internacionalização, porém não possuem experiência suficiente para fazê-lo de forma independente. Esta forma de provimento do mercado internacional é adotada normalmente por companhias de pequeno ou médio porte.
  18. 18. Exportação Indireta (opções) A exportação indireta é aquela realizada por intermédio de empresas estabelecidas no Brasil, que adquirem produtos para exportá-los, tais como:  Trading companies  Comercial Exportadora (exclusivamente exportadora)  Cooperativa (setor rural)  Consórcio de exportação  Outro estabelecimento da empresa produtora - neste caso a venda a este tipo de empresa é considerada equivalente a uma exportação direta, assegurando os mesmos benefícios fiscais – IPI e ICMS.
  19. 19. Exportação Indireta por uma Trading Company Uma Trading Company é uma sociedade anônima (SA), com capital mínimo integralizado de 1 milhão de Reais, que desempenha os seguintes papéis: comprar produtos para exportar assessorar uma empresa que deseja exportar seus produtos, mediante pagamento de comissão. A venda da mercadoria pela empresa produtora para uma trading que atua no mercado interno é equiparada a uma operação de exportação, em termos fiscais.
  20. 20. Exportação Indireta por um Consórcio de Exportação Um Consórcio de exportação é uma espécie de cooperativa que pressupõe a criação de uma marca sob a qual o produto será comercializado no(s) mercado(s)-alvo, não sendo necessário a criação de uma nova personalidade jurídica. As condições são oficializadas em uma reunião, cuja ata deve ser registrada em cartório. Os custos são rateados entre as empresas participantes.
  21. 21. Exportação Indireta por um Consórcio de Exportação Apesar de bem sucedidos em vários países, os consórcios de exportação ainda são pouco utilizados no Brasil. Trata-se de associações de empresas, juridicamente constituídas, que conjugam esforços e/ou estabelecem uma divisão interna de trabalho, com vistas à redução de custos, aumento da oferta de produtos destinados ao mercado externo e ampliação das exportações. Os consórcios podem ser formados por empresas que ofereçam produtos complementares ou mesmo concorrentes.
  22. 22. Tipos de Consórcios de Exportação 1 - Consórcio de Promoção de Exportações – esta forma de consórcio é mais recomendável para empresas que já possuem experiência em comércio exterior. As vendas no mercado externo são realizadas diretamente pelas empresas que integram o consórcio. Sua finalidade é desenvolver atividades de promoção de negócios, capacitação e treinamento, e melhoria dos produtos a serem exportados; 2 - Consórcio de Vendas – a formação deste tipo de consórcio é recomendada quando as empresas que dele pretendem participar não possuem experiência em comércio exterior. As exportações são realizadas pelo consórcio, por intermédio de uma empresa comercial exportadora; 3 - Consórcio de Área ou País – reúne empresas que pretendem concentrar suas vendas em um único país ou em uma região determinada. O consórcio pode ser de promoção de exportações ou de vendas. Pode ainda ser: Consórcio Monossetorial – agrega empresas do mesmo setor; Consórcio Multissetorial - os produtos fabricados pelas empresas podem ser complementares (produtos de diferentes segmentos da mesma cadeia produtiva) ou heterogêneos (produtos de diferentes setores), e destinados ou não a um mesmo cliente.
  23. 23. INCENTIVO À EXPORTAÇÃO: REDUÇÃO DA CARGA TRIBUTÁRIA a) IPI - os produtos exportados não sofrem a incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI); b) ICMS - o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) tampouco incide sobre operações de exportação de produtos industrializados, produtos semi-elaborados, produtos primários ou prestação de serviço; c) COFINS - na determinação da base de cálculo da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (COFINS), são excluídas as receitas decorrentes da exportação; d) PIS/PASEP - as receitas decorrentes da exportação são também isentas da contribuição para o Programa de Integração Social (PIS) e para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP); e e) IOF - o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) aplicado às operações de câmbio vinculadas à exportação de bens e serviços tem alíquota zero.
  24. 24. MODALIDADES ESPECIAIS DE EXPORTAÇÃO Exportações temporárias – As empresas poderão enviar para o exterior mercadorias para exibição em exposições ou em feiras. O exportador é obrigado a comprovar o retorno da mercadoria no prazo máximo de 180 dias, contados a partir da data de embarque ou, no caso de venda, do ingresso da moeda estrangeira. Exportações em consignação – As empresas poderão realizar vendas com prazo máximo de 180 dias, a contar da data do embarque, prorrogável por até 180 dias. Até o vencimento, as empresas deverão providenciar a liquidação das cambiais. Caso não ocorra a venda, a empresa deverá comprovar o retorno da mercadoria, contado a partir do término do prazo estipulado.
  25. 25. 1 REGISTRO DE EXPORTADORES E IMPORTADORES (REI) Para se realizar operações de exportação ou importação, a pessoa deve registrar-se no Registro de Exportadores e Importadores (REI), efetuado em qualquer repartição da Secretaria da Receita Federal, diretamente no Siscomex. Para que sejam efetuados tais registros, são necessários os seguintes documentos: Contrato social Alteração do contrato social (última) Procurações, nomeando as pessoas autorizadas.
  26. 26. BUSCAR PARCEIROS NO EXTERIOR CONTATOS PRELIMINARES – A partir disso, inicia-se a busca de contatos preliminares com os futuros parceiros no exterior. Esses contatos são feitos para que o cliente conheça a empresa e o produto. CONTATO COMERCIAL – Feito isso e havendo interesse mútuo, inicia-se verdadeiramente o contato comercial, onde serão realizadas a cotação de preços e posteriormente a remessa da fatura proforma, que deverá conter todas as condições e particularidades que o exportador precisa cumprir para a venda de um produto no exterior.
  27. 27. CÁLCULO DO PREÇO DA MERCADORIA .
  28. 28. DOCUMENTOS EXIGIDOS NA EXPORTAÇÃO Documentos referentes ao exportador Inscrição no Registro de Exportadores e Importadores (REI) da SECEX/MDIC Documentos referentes ao Contrato de Exportação Fatura Pro Forma Carta de Crédito Letra de Câmbio Contrato de Câmbio Documentos referentes a mercadoria Registro de Exportação no SISCOMEX Registro de Operação de Crédito (RC) Registro de Venda (RV) Nota Fiscal Conhecimento de Embarque (Bill of Lading) Fatura Comercial (Commercial Invoice) Romaneio (Packing List) Outros documentos: Certificado de Origem, Legalização Consular, Certificado ou Apólice de Seguro, Borderô ou Carta de Entrega
  29. 29. Doc. 1: Pro Forma Invoice ou Fatura Proforma É o primeiro documento oficial do processo de exportação. Esse documento é enviado ao importador quando existir uma manifestação de interesse por parte deste importador pelo produto que o vendedor está oferecendo. Portanto, esse documento é a base do contrato preliminar, quando houver interesse de ambas as partes. (invoice = fatura)
  30. 30. Fatura Proforma (modelo)  Denominação: FATURA PROFORMA  Caracterização adequada do possível comprador ou destinatário  Descrição do produto  Modalidade de venda (Incoterms)  Condições de pagamento  Quantidade do produto  Preço do produto  Embalagem de apresent. e de transporte  Volumes, caixas  Transporte internacional  Seguro internacional  Prazo de entrega  Prazo ou validade da cotação
  31. 31. Doc. 2: Contrato Para que o produto seja bem aceito pelos consumidores e/ou empresas no exterior, será preciso que o parceiro escolhido conheça bem e saiba tudo sobre ele, caso contrário, só conseguirá fazer uma única exportação. Após tudo isso feito e o importador estar ciente do produto a ser adquirido, devemos fazer um contrato bem claro para que não haja surpresas futuras. Tudo isso porque as Leis de Defesa do Consumidor em alguns países são muito rígidas, principalmente quando for o caso de um produto importado, que necessita de assistência técnica.
  32. 32. Doc. 3: Pedido de Compras ou Pedido de Carta de Crédito Outra fase para a exportação de bens e serviços é o recebimento do pedido e sua análise. A análise do Pedido e/ou da Carta de Crédito (L/C), quando solicitada, requer outras providências a serem tomadas tanto pelo importador quanto pelo exportador, com vistas ao total respeito às condições gerais de compra/aquisição. A primeira análise a ser feita é a comparação entre a Fatura Proforma e o Pedido de Compras ou a Carta de Crédito (L/C).
  33. 33. 11.7.3.1 Preparação da mercadoria e documentação Após verificação e análise documental, inicia-se a fase dos ATOS e FATOS administrativos, ou seja, a preparação da mercadoria e documentação necessária à execução da encomenda, tanto para fins de transporte da mercadoria, como da negociação junto aos bancos. As fases de preparação das mercadorias e documentos de maneira geral (dependendo da empresa) desenvolvem-se como no slide seguinte:
  34. 34. 11.7.3.2 Conferência de documentos Após o envio da fatura proforma ao importador, o exportador receberá do importador, caso se confirme seu interesse, um Pedido de Compra ou uma Carta de Crédito de um banco de primeira linha (geralmente um banco que tenha atuação internacional). Tais documentos confirmam a aquisição da mercadoria. Por sua vez, o exportador deve conferir os dados contidos na Carta de Crédito ou no Pedido de Compra enviado pelo importador, confrontando-os com as informações contidas na Fatura Proforma ou contrato de compra e venda.
  35. 35. Atos e fatos administrativos Após verificação e análise documental, inicia-se a fase dos ATOS e FATOS administrativos, ou seja, a preparação da mercadoria e documentação necessária à execução da encomenda, tanto para fins de transporte da mercadoria, como da negociação junto aos bancos. As fases de preparação das mercadorias e documentos de maneira geral (dependendo da empresa) desenvolvem-se como no slide seguinte:
  36. 36. Conferência de documentos Após o envio da fatura proforma ao importador, o exportador receberá do importador, caso se confirme seu interesse, um Pedido de Compra ou uma Carta de Crédito de um banco de primeira linha (geralmente um banco que tenha atuação internacional). Tais documentos confirmam a aquisição da mercadoria. Por sua vez, o exportador deve conferir os dados contidos na Carta de Crédito ou no Pedido de Compra enviado pelo importador, confrontando-os com as informações contidas na Fatura Proforma ou contrato de compra e venda.
  37. 37. Doc. 4: Letra de Câmbio A letra de câmbio, semelhante à duplicata emitida nas vendas internas, representa um título de crédito, emitido pelo exportador e sacado contra o importador. O valor da letra de câmbio deve ser igual ao total de divisas registradas na fatura comercial. Contém os seguintes elementos: número, praça e datas de emissão e de vencimento; beneficiário; nome e endereço do emitente e sua assinatura; instrumento que gerou o saque Carta de crédito, Fatura comercial, etc.
  38. 38. 11.7.5 Doc. 5: Contrato de Câmbio É um instrumento firmado para troca de moedas, entre o exportador (vendedor de divisas) e um banco, autorizado pelo Banco Central do Brasil a operar com câmbio.
  39. 39. Documentos emitidos durante a preparação das mercadorias  Packing list ou romaneio, listagem das mercadorias por embalagem  Registro de Exportação – RE (Siscomex)  Nota Fiscal  Fatura Comercial (Commercial Invoice)  Registro de Operações de Crédito – RC  Registro de Venda – RV  Registro de Exportação Simplificado – RES  Declaração Simplificada de Exportação – DSE  Averbação do embarque  Reserva de praça ou espaço da carga no transporte internacional  Conhecimento de embarque  Certificados (de origem, fitossanitários etc.)
  40. 40. Embalagens A preparação das mercadorias a serem exportadas: Embalagem PRIMÁRIA – a que apresenta o produto aos consumidores Embalagem FINAL – depende do tipo de transporte que será utilizado e da distância que percorrer.
  41. 41. Embalagens primárias (exemplos) .
  42. 42. Doc. 6: Packing List (Romaneio) Da preparação da embalagem, vai resultar a listagem das mercadorias (Packing List ou Romaneio). É a identificação da mercadoria: Quantidade Volume Referência Peso bruto e líquido Marca etc., por volume/embalagem.
  43. 43. Itens do Packing List Número do documento Nome e endereço do exportador e do importador Data de emissão Descrição da mercadoria: quantidade, unidade, peso bruto e líquido Local de embarque e desembarque Nome da transportadora e data de embarque Número de volumes, identificação dos volumes por ordem numérica, tipo de embalagem, peso bruto e líquido por volume, e dimensões de metros cúbicos.
  44. 44. 11.7. 6.2 Packing List (finalidades) O Packing List (Romaneio) é um documento necessário para  verificação da mercadoria que está se comercializando,  desembaraço aduaneiro, tanto na origem quanto no destino final, pois serve de orientação para o fiscal da alfândega, o importador, ou qualquer fase do processo, no caso de conferência física da mercadoria.
  45. 45. 11.7.7 Doc. 7: Registro de Exportação (RE) De posse do Packing List, inicia-se a fase de preenchimento do RE. O RE é um conjunto de informações de natureza comercial, financeira, cambial e fiscal que caracteriza a operação de uma mercadoria e define seu enquadramento legal. Entre outras informações, a empresa deverá fornecer a classificação de seu produto segundo a NCM (Nomemclatura Comum do Mercosul) e a Naladi/SH (Nomemclatura Aduaneira da Associação Latino-Americana de Integração/Sistema Harmonizado)
  46. 46. 11.7.7.1 Modelo de RE .
  47. 47. Quando utilizar o RES ou a DSE No caso de operações de exportação no valor de até US$ 50,000.00 poderá ser utilizado, no lugar do RE, o RES (Registro de Exportação Simplificado) ou a DSE (Declaração Simplificada de Exportação).
  48. 48. Finalidade do RE O RE é um documento onde se registram os dados de uma exportação, dados esses que são transferidos dos documentos que foram preparados anteriormente, tanto internos (exportador) quanto externos, de seus parceiros (agentes de carga, companhias aéreas etc.), para o SISCOMEX, e que servirão para o desembaraço aduaneiro da mercadoria nos portos, aeroportos, fronteiras; os agentes financeiros efetuarem o fechamento de câmbio e o pagamento das exportações.
  49. 49. 11.7.8 Doc. 8: Nota Fiscal A Nota Fiscal acompanhará a mercadoria desde a saída do estabelecimento exportador até o local onde será desembaraçada para seguir para o exterior. A Nota Fiscal deve ser emitida em moeda nacional, com base na conversão do preço FOB em reais, pela taxa do dólar no fechamento de câmbio. No caso de exportação DIRETA, a Nota Fiscal deve ser emitida em nome da empresa produtora/exportadora. Na exportação INDIRETA, a nota será emitida em nome da empresa que efetuará a operação de exportação (trading company, por exemplo.
  50. 50. 11.7.8.1 Modelos de Nota Fiscal .
  51. 51. 11.7.9 Doc. 9: Commercial Invoice (Fatura Comercial) A Fatura Comercial é necessária para o desembaraço da mercadoria pelo importador. Contém todos os elementos relacionados com a operação de exportação. Por isso é considerada como um dos documentos mais importantes no comércio internacional de mercadorias. Deve ser emitida pelo exportador no idioma do importador ou em inglês, segundo a praxe internacional.
  52. 52. Commercial Invoice (modelo) .
  53. 53. Commercial Invoice (itens)  Modalidade de pagamento  Modalidade de transporte  Local de embarque e desembarque  Nome da empresa de transporte  Número e data do conhecimento de embarque  Nome da empresa de transporte  Descrição da mercadoria  Peso bruto e líquido  Tipo de embalagem, número e marca de volumes  Preço unitário e total  Valor total da mercadoria
  54. 54. Doc. 10: Registro de Operações de Crédito (RC) Nesse registro devem constar as informações de caráter cambial e financeiro referentes às exportações com PRAZO DE PAGAMENTO SUPERIOR A 180 DIAS (exportações financiadas), contados a partir da data de embarque. O preenchimento do RC deve ser feito antes do preenchimento do RE. A validação do RC cabe ao Banco do Brasil, e então o Siscomex fornece automaticamente ao exportador um número para cada RC emitido.
  55. 55. Doc. 11: Registro de Venda (RV) O RV é o registro que deve ser preenchido nos casos de produtos negociados em bolsas internacionais de mercadorias ou de produtos primários. O Siscomex fornece automaticamente ao exportador um número para cada RV emitido.
  56. 56. 11.7.12 Doc. 12: Averbação do Embarque O sistema averbará automaticamente os despachos aduaneiros. A averbação é o ato final do despacho de exportação e consiste na confirmação, pela fiscalização aduaneira, do embarque da mercadoria. A averbação será feita, no Sistema, após a confirmação do efetivo embarque da mercadoria e do registro dos dados pertinentes pelo transportador.
  57. 57. Conferência da Alfândega Quando do registro dos dados de embarque, se os dados informados pelo transportador coincidirem com os registrados no desembaraço da DDE (Declaração de Despacho de Exportação) ou DSE (Declaração Simplificada de Exportação), haverá averbação automática do embarque pelo Sistema. Caso contrário, a Alfândega irá analisar a documentação apresentada, confrontando-a com os dados relativos ao desembaraço e ao embarque, efetuando-se a chamada averbação manual, com ou sem divergência.
  58. 58. Doc. 13: Reserva de Praça A reserva de praça, ou seja, a reserva de espaço para o embarque da mercadoria, consiste em conseguir um espaço suficiente no meio de transporte internacional mais adequado que levará a carga para o exterior. É necessário conhecer bem o fluxo de meios de transporte que costumeiramente se utiliza para que os produtos e mercadorias cheguem ao seu destino final (importador), de acordo com o desejado/combinado: Tempo Local certo Mercadorias em bom estado
  59. 59. Doc. 14: Conhecimento Internacional de Embarque (CIE) Tão logo fique confirmado o espaço desejado na empresa transportadora internacional, esta emitirá o Conhecimento Internacional de Embarque (CIE). O CIE é um documento essencial para a negociação junto aos bancos com os quais estarão sendo feitos a operação e o fechamento de câmbio. A empresa de transporte emite, em língua inglesa, o Conhecimento ou Certificado de Embarque, que comprova ter a mercadoria sido colocada a bordo do meio de transporte. Esse documento é aceito pelos bancos como garantia de que a mercadoria foi embarcada para o exterior.
  60. 60. CIE (dados)  Nome e endereço do exportador e do importador  Local de embarque e desembarque  Quantidade, marca e espécie de volumes  Tipo de embalagem  Descrição da mercadoria e códigos  Peso bruto e líquido  Valor da mercadoria  Dimensão e cubagem dos volumes  Valor do frete
  61. 61. 11.7.14.2 Conhecimento de Embarque Marítimo (Bill of Lading B/L) O conhecimento de embarque, conhecimento de transporte ou bill of lading, é o documento mais importante da navegação e um dos mais importantes do comércio exterior. É um documento de emissão do armador, podendo ser assinado pelo comandante do navio, bem como pela agência marítima representante do armador, em seu nome.
  62. 62. Conhecimento de Embarque Aéreo (Airway Bill - AWB) Trata-se do conhecimento da companhia aérea, emitido diretamente por ela ou por seu agente para o exportador.
  63. 63. 11.7.14.4 Conhecimento de Transporte Rodoviário (CRT) Funciona como contrato de transporte rodoviário, como recibo de entrega da carga e como título de crédito. Emitido em 3 vias originais, sendo a primeira via negociável e destinada ao exportador.
  64. 64. 11.7.14.5 Conhecimento de Transporte Ferroviário (TIF/DTA) Exerce funções de contrato de transporte, recibo de carga e título de crédito.
  65. 65. Conhecimentos de Embarque (formalidades)  Forma de pagamento do frete: Frete pré-pago (freight prepaid) e Frete a pagar (freight collect);  Condições da mercadoria embarcada: embarque sem restrições ou ressalvas à mercadoria (clean on board) ou mercadoria recebida aparentemente em boas condições (received in apparent good order and conditions).
  66. 66. 11.7.15 Doc. 15: Certificados Dependendo dos países e das mercadorias que se estão exportando, é preciso emitir algum tipo de certificado que ateste: Qualidade Fitossanitário Certas especificações do produto Índice de nacionalização Legalização consular Apólice ou certificado de seguros Outros certificados
  67. 67. Emissão dos Certificados Esses certificados são normalmente imposições de legislação brasileira ou países com os quais comercializamos os produtos, ou provenientes de acordos bi ou multilaterais. Esses certificados precisam ter o AVAL e a responsabilidade de uma entidade pública ou privada, previamente aprovada pelas partes (países signatários desses acordos).
  68. 68. 11.7.5.2 Certificado de Origem É o documento que atesta oficialmente a origem da mercadoria do país de exportação. O certificado de origem costuma ser exigido pelo importador para a obtenção da redução ou isenção do imposto de importação, pela aduana do país importador, em conformidade com o acordo vigente.
  69. 69. 11.8 ÓRGÃOS COM ATUAÇÃO NO COMEX 1. Conselho Monetário Nacional (CMN) 2. Câmara de Comércio Exterior (CAMEX) 3. Ministério das Relações Exteriores (MRE) 4. Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) 5. Ministério da Fazenda (MF) Banco Central do Brasil (BACEN) Secretaria da Receita Federal (SRF) Banco do Brasil S.A. (BB)
  70. 70. ÓRGÃOS COM ATUAÇÃO NO COMEX 6. Ministério das Comunicações (MC) Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) Programa Exporta Fácil 7. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) 8. Agência de Promoção de Exportações e Investimentos do Brasil (APEX-Brasil) 9. Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) 10. Seguradora Brasileira de Crédito à Exportação S.A. (SBCE)
  71. 71. ÓRGÃOS COM ATUAÇÃO NO COMEX 11. Confederação Nacional da Indústria (CNI) 12. Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) 13. Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (FUNCEX) 14. Federações Estaduais 15. Câmaras de Comércio
  72. 72. EXERCICIO 01 – Calcule o valor de uma Exportação • Preço total da mercadoria no mercado interno (sem IPI) • COMPONENTES DO PREÇO NO MERCADO INTERNO 1. ICMS 2. COFINS 3. PIS 4. Lucro de mercado interno 5. Embalagem de mercado interno 6. Comissão de vendedor no mercado interno 7. Despesas de propaganda no mercado interno 8. Despesas de distribuição no mercado interno 9. Despesas de propaganda no mercado interno • COMPONENTES DO PREÇO NA EXPORTAÇÃO 1. Embalagem 2. Carregamento 3. Desembaraço aduaneiro na exportação 4. Transporte interno 5. Despesas portuárias 6. Despesas aeroportuárias
  73. 73. •LUCRO DESEJADO NA EXPORTAÇÃO (%) •TAXA CAMBIAL (Banco Central) - R$ Preço FCA em moeda NACIONAL ESTRANGEIRA http://simuladordepreco.mdic.gov.br/#this

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