Aula 10 log reversa

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Logística reversa

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Aula 10 log reversa

  1. 1. 17/10/2014 1 Introdução à Logística Aula 10 1 Escola de Ciências Sociais Aplicadas Curso: Logística Apresentação 10 Julio Loureiro 2 Logística reversa e meio ambiente Em função da falta de recursos, à disposição de resíduos, congestionamentos e poluição, governo e empresas têm priorizado a solução destes e de outros problemas correlatos. 3 Atualmente vem assumindo papel determinante na logística a correta destinação dos produtos e resíduos, mas existem também as devoluções por não atendimento de exigências (satisfação do cliente). Logística reversa e meio ambiente 4 Logística reversa e meio ambiente 5 As empresas vem buscando operar de forma mais harmônica com o ambiente. Esta é uma tendência global ou um modismo? Estariam as indústrias e prestadores de serviço realmente engajados ou apenas aproveitando a carona para lucrar mais? Logística reversa e meio ambiente 6
  2. 2. 17/10/2014 2 7 Logística reversa com sucesso As empresas devem responder algumas questões importantes para obter sucesso com a logística reversa. As devoluções fazem parte de nossa competência central? Estamos adequadamente equipados para lidar com as devoluções? Qual o impacto financeiro para lidar com os produtos novamente? 8 Logística reversa – conceito 1 Segundo Leite (2000) é a nova área da logística empresarial preocupada com o equacionamento dos vários aspectos logísticos do retorno ao ciclo produtivo dos diversos tipos de bens (industriais)... 9 Logística reversa – conceito 1 ... suas matérias primas e dos resíduos industriais, por meio da reutilização controlada do bem e de seus componentes ou da reciclagem das matérias-primas que os constituem, dando origem à matérias-primas secundárias que se reintegrarão ao processo produtivo. 10 Logística reversa - esquema 11 Logística reversa – conceito 2 Representa todos os assuntos relacionados com as atividades logísticas cumpridas com o objetivo de redução, reciclagem, substituição, reuso de materiais e a disposição final. Os aspectos ambientais assumem papel decisivo na modelagem do processo logístico. 12 Logística reversa Os canais de distribuição reversos representam o ciclo que vai desde a captação dos bens pós-consumo até os resíduos, independente da forma que essa se der até a sua reutilização.
  3. 3. 17/10/2014 3 13 Logística reversa Os bens de consumo apresentam uma vida útil determinada, sendo descartados após este período. Engenharia da obsolescência. 14 Logística reversa Com o aumento de produtos com uma vida útil menor, aumenta-se o número de resíduos gerados. Esgotamento da capacidade dos sistemas tradicionais de disposição de resíduos, necessidade de criação de uma alternativa viável para mitigar o impacto ambiental potencial. 15 Logística reversa Assume papel importante na discussão e importância dos transportes, atividades de reciclagem e disposição de resíduos. 16 Logística reversa Transportes: -Roteirização; -Programação horária de veículos; -Planejamento de tráfego; -Localização dos Centros de Distribuição (CD); -Escolha do modal; -Opção entre transporte público e privado; etc... 17 Logística reversa Transportes: -O custo dos transportes na atividade de reciclagem representa 25% do seu custo. Oportunidade de abertura de um novo negócio lucrativo para a empresa. 18 Logística reversa Esse esgotamento é decisivo para o planejamento estratégico das empresas. Serve como motivação para: - Surgimento de programas e regras de gestão de resíduos sólidos; - Melhoria significativa para os canais reversos; - Redução dos impactos negativos dos produtos e processos no meio ambiente.
  4. 4. 17/10/2014 4 19 Canais de Distribuição Reversos Para solucionar os problemas que vão desde a captação de bens pós consumo até a destinação de resíduos, faz-se necessário o desenvolvimento da rede reversa. 20 Canais de Distribuição Reversos Distinção entre os canais de distribuição reversa, quanto à: -Disponibilidade do bem (urnas de votação); -Forma de aproveitamento dos bens ou de materiais constituintes (carros); 21 Canais de Distribuição Reversos Distinção entre os canais de distribuição reversa, quanto ao ciclo que representam: -aberto – visa a reintegração do produto ao ciclo produtivo, substituindo o uso de matérias- primas (carros, navios, bicicletas); -fechado – os materiais servem para fabricação de outros similares (baterias de carro, óleo); 22 Canais de Distribuição Reversos Distinção entre os canais de distribuição reversa, quanto ao nível de integração da empresa: -integrada – responsável por todas as etapas do canal de distribuição reverso; -não integrada – se ela participar de algumas etapas do processo. 23 Canais de Distribuição Reversos Distinção entre os canais de distribuição reversa, quanto aos objetivos: -Econômicos (obter lucros pela atividade reversa); -Mercadológicos (diferenciação de produtos pós vendas); -Legislativos (para poder contribuir com a elaboração das normas); -Prevenção de riscos (minimizar os impactos pós consumo de seus produtos – pneus lâmpadas); -Ganhos de imagem corporativa (selo verde), etc... 24 O papel do governo -Padronização de produtos; -Controle de emissão de poluentes; -Índice de ruídos; -Reciclagem no âmbito municipal, estadual e federal;
  5. 5. 17/10/2014 5 25 O papel do governo -Financiamento de pesquisas; -Linhas de crédito especiais de bancos oficiais; -Incentivo às empresas que se adequam às legislações ambientais; -Regulamentação e infra-estrutura de transportes (novos aeroportos, ferrovias de alta velocidade, pró álcool); 26 O papel do governo -Volume de compra no mercado nacional e internacional; -Pode usar esta prerrogativa para adquirir produtos verdes. E o que falar da China? 27 Política nacional de resíduos sólidos -Criada no governo Lula, a Lei 12.305 de 2 de agosto de 2010, altera a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, uma das principais impulsionadoras para o crescimento das atividades da logística reversa no país. -De acordo com a política, fabricantes, importadores, vendedores e distribuidores devem recolher as embalagens usadas (agrotóxicos, pilhas, baterias, pneus, lubrificantes, lâmpadas e eletrônicos). 28 Política nacional de resíduos sólidos 29 Sistemas logísticos com adequação ambiental Criação de diferencial no mercado através da busca de soluções racionais para o desenvolvimento sustentado. Implantação de planejamento estratégico ligado à preocupação ambiental (imagem, preço das ações, maior margem nos produtos verdes). 30 Sistemas de Gerenciamento Ambiental - SGA Endereçamento imediato, de médio e logo prazos de seus produtos, serviços e processos no meio ambiente. Muitos processos industriais “sujos” são enviados para países mais “flexíveis”. Há a busca por locais onde a mão-de-obra é mais barata e menos sindicalizada que nos países de origem.
  6. 6. 17/10/2014 6 31 Componentes do SGA 32 Normas ISO 14000 Enquanto as normas ISO 9000 buscavam a qualidade total, a série 14000 avança e ajudará a empresa a não destruir o meio ambiente. Ecologia e produtividade de mãos dadas. Fornecem à administração uma estrutura para gerenciar os impactos ambientais. 33 Normas ISO 14000 É um conjunto de normas técnicas referentes a métodos e análises que possibilitam certificar determinado produto na sua produção, distribuição e descarte, através de um processo gerencial que quando não elimina, reduz ao máximo os impactos ambientais, em conformidade com a legislação ambiental. 34 Normas ISO 14000 Incluem ampla variedade de disciplinas ambientais: -sistema de gestão básico; -auditoria; -avaliação de desempenho; -selos; -avaliação do ciclo de vida; -aspectos ambientais de normas de produto. 35 Normas ISO 14000 Esse conjunto de normas possui abrangência internacional,sendo validada por diversos países. Permite saber no Brasil as condições de análise a que foram submetidos produtos e processos em seus países de origem. 36 Normas ISO 14000 NBR ISO 14001 – sistemas de gestão ambiental, especificação e diretrizes para uso; NBR ISO 14004 – sistemas de gestão ambiental, diretrizes gerais sobre princípios, sistemas e técnicas de apoio; NBR ISO 14010 – diretrizes para auditoria ambiental, princípios gerais; NBR ISO 14011 – diretrizes para auditoria ambiental, procedimentos de auditoria – auditoria de sistemas; NBR ISO 14012 – diretrizes para auditoria ambiental, critérios de qualificação para auditores ambientais.

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