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  2. 2. 2 UNIVERSIDADE DO GRANDE RIO - PROFESSOR JOSÉ DE SOUZA HERDY CSA - ESCOLA DE CIÊNCIAS SOCIAIS E APLICADAS LOG 004 – GESTÃO DE ESTOQUES 1 ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS “Dimensionar e controlar os estoques” é um tema importante e preocupante. Descobrir fórmulas para reduzir estoques sem afetar o processo produtivo e sem o crescimento dos custos é um dos maiores desafios que os empresários estão encontrando numa época de escassez de recursos. Devemos analisar todos os fatores envolvidos, juntamente com a definição da política da empresa, e definir o quanto e quando comprar. A Administração de Materiais é um conjunto de atividades interligadas e interdependentes regidas por diretrizes, normas e procedimentos, cuja finalidade é suprir as necessidades de material de uma empresa. O objetivo do gerenciamento de estoques é otimizar o investimento, maximizando o uso eficiente dos meios da empresa e minimizando as necessidades de capital investido. Vital no composto logístico, podendo absorver de 25 a 40% dos custos totais, pois exige investimentos. Uma das principais dificuldades da gestão de estoques é conciliar os diferentes objetivos de cada departamento da empresa sem prejudicar a sua operacionalidade. Essas necessidades de suprimento de materiais deverão obedecer condições técnicas e econômicas adequadas aos objetivos fundamentais de cada empresa. Com adequação desses recursos à realidade operacional, certamente sua otimização renderá maiores lucros face a sua utilização dentro de uma racionalidade gerencial e operacional. A Administração de Material conta com três segmentos básicos que são: Planejamento • Também Conhecido como Gestão de Estoques, é o segmento da Administração de Material que indica o quê, quando e quanto comprar. Compras • É o segmento da Administração de Material que indica onde e como comprar. Armazenamento • É o segmento da administração de material, responsável pelas atividades de movimentação e estocagem dos materiais da empresa.
  3. 3. 3 1.1 ÁREAS DA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS Cada uma dessas grandes áreas de abrangência possui suas ramificações que podem ser observadas no organograma a seguir: Planejamento Classificação de Material: É o conjunto de subatividades de identificação, codificação e catalogação de materiais e seus respectivos fabricantes, com o objetivo de caracterizar e individualizar materiais e fabricantes, a fim de divulgá-los seletivamente entre os mais variados usuários do sistema de suprimento de material da empresa. Previsão de Estoques: É o conjunto de atividades que objetiva definir modelos necessários à formação de estoques, através de técnicas estatísticas a fim de estabelecer parâmetros para controle e acompanhamento desses estoques. Refere-se, portanto, ao quando e quanto comprar, para atender às necessidades, nos tempos e nas quantidades requeridas. Controle de Estoques: É um conjunto de atividades responsável pelo registro, atualização e controle dos itens passíveis de estoque na empresa, zelando pela qualidade das informações sobre a movimentação de materiais. O Controle de Estoques é, portanto, a etapa executiva da Gerência de Estoques. Refere-se, também, ao quando e quanto comprar, para atender às necessidades, nos tempos e nas quantidades requeridas, tendo, portanto, como meta principal, essa determinação (quando e quanto comprar)
  4. 4. 4 Compras ou Aquisição de Material Cadastro de Fornecedores: É um conjunto de informações referentes a cada firma fornecedora de materiais à empresa, seja ela industrial, comercial, física ou jurídica. Todo fornecedor deve ser qualificado, técnica e/ou comercialmente a fim de que possa trabalhar utilizando-se a trilogia: qualidade, preço e prazo de entrega, sempre de acordo com a conveniência da empresa compradora. Tais qualificações visam garantir, mutuamente, a parceria mercadológica sem, no entanto, dificultar essa parceria. É um tipo de cadastro que refere-se ao onde comprar, uma vez que detém as informações sobre determinado fabricante/fornecedor. Contratação: É a decisão após seleção do fabricante/fornecedor, considerando-se a melhor proposta procurando a obtenção de melhores resultados à empresa compradora. Nessa atividade, a ordem ou autorização da compra deve estar direcionada ao pleno atendimento às necessidades da empresa por meio de condições técnicas e econômicas viáveis. Deve ser observada a legislação vigente e/ou normas e procedimentos definidos pela direção da empresa compradora. Refere- se ao como comprar, ou seja, é a metodologia a ser pré-estabelecida para o perfeito diligenciamento, também conhecido como gerência do contrato, com base em cláusulas contratuais previamente definidas sobre a negociação. Diligenciamento ou Gerência do Contrato: O diligenciamento, também denominado gerência do contrato, é o acompanhamento, passo-a-passo, desde a colocação da compra (autorização/contratação) até o recebimento do material pela empresa compradora. Essa atividade relaciona-se às inspeções, antes, durante e após a fabricação, exigindo- se o cumprimento das cláusulas previamente contratadas. Trata-se de uma atividade fiscalizadora e de suma importância para que a empresa não sofra solução de continuidade por falta de material. Transporte: É a atividade responsável pelas providências necessárias à remessa do material ao local de destino, indicado na ordem de compra. Essa atividade administra os contratos firmados com as empresas transportadoras. Nas ordens de compra devem constar o tipo/modal de transporte (aéreo, rodoviário, ferroviário, etc), bem como a condição de entrega: CIF ou FOB (CIF - transportadora, CIF - empresa compradora, CIF - terceiros, FOB - fornecedor, FOB - porto, FOB - aeroporto, etc).
  5. 5. 5 Armazenamento ou Armazenagem Movimentação de Material: É a atividade do segmento de Armazenamento voltada para o Recebimento e a Expedição dos materiais. Representa, portanto, a mudança de posse entre detentores dos materiais. Observa-se, então, que, suas subatividades são o recebimento e a expedição dos materiais. Recebimento de Material: É a subatividade de movimentação de material que trata da recepção, conferência entre o que for solicitado e contratado através de confronto físico do material com o documental. Após conferido o material recebido, este é enviado para a estocagem ou diretamente para o usuário, conforme for definido previamente. Em seguida, a documentação é liberada ao órgão contábil, para o devido pagamento ao fornecedor, conforme definido em cláusula contratual. Deve-se observar os prazos de pagamento para se evitar multas contratuais por atraso de pagamento ao fornecedor. Expedição de Material: É a subatividade de movimentação de material que cuida do envio dos materiais de um local para outro. Nessa subatividade, podem ocorrer expedições para o estoque ou do estoque para outros destinos. É, portanto, uma subatividade que trata do fornecimento ou da transferência de determinado material, conforme o caso. Estocagem de Material: É a atividade do segmento de armazenamento que está diretamente ligada às subatividades de guarda, localização, preservação e segurança dos materiais estocados e sob a responsabilidade do(s) almoxarifado(s) correspondente(s) . Observa-se, então, que suas subatividades são a guarda, a localização, a preservação e a segurança dos materiais estocados. Guarda do Material: É a subatividade de estocagem de material que cuida da proteção do material armazenado sob a responsabilidade do(s) almoxarifado(s) correspondente(s). Localização do Material: É a subatividade de estocagem de material destinada a determinar o local a ser armazenado o material, bem como a manter sistemas que facilitem a sua rápida localização para eventuais fornecimentos aos órgãos requisitantes. Preservação do Material: É a subatividade de estocagem de material que observa normas de movimentação e estocagem com a finalidade de resguardar o material contra avarias ou ocorrências similares. Trata-se, portanto, de subatividade responsável pela manutenção dos materiais estocados em perfeitas condições de utilização. Segurança do Material: É a subatividade de estocagem de material que engloba cuidados contra extravios, avarias, perdas, roubo, incêndio ou furto dos materiais estocados, tendo relação direta com a subatividade de preservação de material.
  6. 6. 6 Nossos estudos se concentrarão mais fortemente nas atividades de Planejamento e Armazenagem. Em outra vertente mais simples Se analisarmos pela ótica do fluxo de movimentação dos materiais, os principais passos do gerenciamento de estoques são: 1.2 RAZÕES PARA MANUTENÇÃO DE ESTOQUES As principais razões para manutenção de estoques são as seguintes: 1. Apoio ao MARKETING e VENDAS, ao suprir os PDV’s com quantidades adequadas, ajustando o tempo de reabastecimento em função da demanda. 2. Ação REGULADORA do Estoque ao agir como amortecedores entre oferta e demanda, possibilitando uma produção mais constante, sem oscilação com as flutuações de vendas. 3. Adequar o nível de estoque ideal, uma vez que estoques têm custos elevados. 4. Garantir a disponibilidade de produtos ao manter estoque adicional, servindo de segurança contra contingências (greve, incêndio etc.), assegurando fornecimento normal. 5. Compra de grandes lotes equivalentes a capacidade dos veículos, o que pode gerar redução no custo dos fretes e estes lotes podem ser utilizados para atender demandas imediatas. 6. Gerenciamento das demandas e análises dos mercados, permitem antecipar compras em função de aumento de preço. Controle de recebimento; Controle de qualidade de recebimento; Controle de estocagem; Alocação no endereço; Controle de quebra; Montagem do picking para embarque;
  7. 7. 7 1.3 ESTOQUES AO LONGO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS A rede de elementos produtivos que interagem e agregam valor a um produto desde o seu estado bruto (matéria-prima) até a sua disponibilidade para o consumidor final (produto acabado) recebe o nome de Cadeia de Suprimentos. Estoque parado significa dinheiro parado, mas em contrapartida, a falta de estoque pode significar a perda de negócios importantes ou mesmo trazer prejuízos à imagem da empresa. Compreender e gerenciar a formação de estoques ao longo da cadeia de suprimentos pode ocasionar diferenciais competitivos muito interessantes paras as empresas, tendo em vista que a gestão dos níveis de estoques, evita a alocação desnecessária de recursos financeiros e, por outro lado, garante a disponibilidade os itens dentro do fluxo necessário para o abastecimento e atendimento da demanda. Figura 3 – A Cadeia de Suprimentos e os Estoques. Vá além da sala de aula... Aprofunde seus conhecimentos sobre a Administração de Materiais acesse: http://teclog.wordpress.com/2012/05/20/introducao-a- logistica-parte-12-administracao-de-materiais/ Tipos de Estoques nas Empresas
  8. 8. 8 REFERÊNCIAS BALLOU, Ronald H.. Marketing Empresarial: transporte, administração de materiais e distribuição física. São Paulo: Atlas, 2001. BERTAGLIA, Paulo Roberto. Marketing e Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento. 1. ed. São Paulo: Saraiva, 2000. BOWERSOX, Donald J.; Closs, David J.. Marketing Empresarial: o processo de integração da cadeia de suprimento. São Paulo: Atlas, 2001. FLEURY, Paulo Fernando; Wanke, Peter,; Figueiredo, Kleber Fossati. Marketing Empresarial: a perspectiva brasileira. São Paulo: Atlas, 2000. FOSSATI, Kleber/Paulo Fernando Fleury/Peter Wenk. Marketing e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2003. AGRADECIMENTOS: Aos Professores Luiz Moura e Pablo de Barros que cederam parte desse material.

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