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CAP. 2 – A GEOGRAFIA DAS REDES MUNDIAIS DIGITAIS                      Os     processos     históricos    que HISTORICIDADE...
1969   19701971   1972
1973       1977
CAP. 3 – CONTEXTOS GEOGRÁFICOS DA SOCIEDADE          DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO                            EMPRESAS E PRI...
ConclusãoA comunicação e o espaço são dimensões que se interpõem ecompletam uma visão de todo no meio geográfico. A aparen...
Informação               e    Mobilidade              e    Proximidade            eGeografia, os SIGs            Localizaç...
DIMENSÃO GEOGRAFICA DA INTERNET
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MESTRADO APRESENTAÇÃO - BANCA
tese completa disponivel em: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8136/tde-24112009-144158/pt-br.php
ou http://pt.scribd.com/doc/33260383/A-dimensao-geografica-da-Internet-Mundo-Brasil

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DIMENSÃO GEOGRAFICA DA INTERNET

  1. 1. MOTIVAÇÕES Uma percepção da afinidade eINICIAIS da proximidade das discussões a respeito das tecnologias da informação e da comunicação com as teorias e os movimentos próprios da geografia Um incômodo com os usos do termo virtual e com as teses que o opunham a existência de um REAL ou simplesmente com o desaparecimento ou perda da importância da materialidade que constituí a superfície terrestre A necessidade de atualização da Geografia diante da intensa renovação e aprofundamento da integração espacial do mundo a partir do desenvolvimento das redes digitais
  2. 2. OBJETIVOS Buscar uma atualização do conceito de redes, seguindo uma epistemologia de seu uso em geografia a partir da noção de redes urbanas, e da categoria região para sua atualização como redes digitais mundiais. Evidenciar os contextos geográficos propiciados pelo desenvolvimento e difusão destas redes digitais pelo mundo, associadas a um processo de mundialização da economia e de intensas inovações técnicas aplicadas a uma ocupação do território e gestão de novos sistemas de produção, além de sua propria difusão cultural. Demonstrar a indissociabilidade do meio material daquele chamado de imaterial (ou de sua característica, a virtualidade), entendendo a geografia do mundo como um complexo de camadas que se interpõem: sociedade- natureza-fluxos informacionais. O virtual assim como uma extensão do mundo denominado genericamente como realidade.
  3. 3. OBJETIVOS Expressar através de um conjunto de mapas e dados a infraestrutura da rede, bem como a multiplicidade de investimentos e políticas públicas e/ou corporativas que dão forma e existência REAL ao chamado imaterial. Realizar uma crítica da chamada sociedade da Informação, demonstrando o seu caráter incompleto diante da ausência de políticas que ativem uma redução das disparidades sócio econômicas entre países e classes sociais, além da fragilidade da construção de uma sociedade “incluída digitalmente” sem uma real preparação educativa e fora dos imperativos e lógicas e uma economia de mercado.
  4. 4. AUTORES QUE FUNDAMENTAM ESTE TRABALHO Pelas características do chamadoMILTON SANTOS período técnico científico informacional, além de suas reflexões a respeito das redes e de sua crítica às formas perversas como os processos de globalização se desenvolvem no mundo.RUY MOREIRA Pela sua clareza metodológica na expressão dos princípios lógicos espaciais que resultam na afirmação de uma geograficidade dos fenômenos, além da própria forma como caracteriza a força do conceito de rede como expressão de uma geografia do atual.CLAUDE RAFFESTIN Pela sua construção teórica que relaciona a importância do par comunicação-circulação com a geografia bem como por sua expressão política através dos conceitos de centralidade e marginalidade, abrindo possibilidades para ações não hegemônicas neste contexto.
  5. 5. AUTORES QUE FUNDAMENTAM ESTE TRABALHOLEILA C. DIAS Geógrafos que já trabalham em um contexto de redes eletrônicasALEXANDER S. EVASO e já desenvolvem uma produçãoHINDENBURGO PIRES crítica em Geografia com relação à Internet. Pela sua ampla pesquisa em torno de uma sociedade em rede,MANUEL CASTELLS bem como sua defesa pela importância de uma geografia no contexto das redes Pela riqueza e inédita obra deMARCELO SAVIO CARVALHO historização do fenômeno da Internet no Brasil e no Mundo em língua portuguesa Pela visão crítica com que tratamMARCOS DANTAS a constituição de uma sociedade da informação, demonstrandoARMAND MATTELART suas contradições e interesses políticos e econômicos.
  6. 6. AUTORES QUE FUNDAMENTAM ESTE TRABALHOANTONIO NEGRI, Autores das áreas da semiótica,MICHAEL HARDT, psicanálise e das comunicões queANDRE PARENTE, trabalham numa perspectiva tambémGILES DELEUZE, espacial do tema, no entanto, pensado aMARC GUILLAUME partir do exercício de uma subjetividade em sua relação com o mundo, na perspectiva geográfia uma coexistência que se atualiza no espaço do vivido. Revistas, forúns e publicações doCONVERGE COM, Estado, de ONGs e empresas deCOMITÊ GESTOR DA comunicações especializadas no setorINTERNET, RNP, das telecomunicações que garantiramMINISTÉRIOS, FNDC uma atualização de dados e um de contexto econômico e político dos principais atores dentro do que a tese tratava.
  7. 7. CAP. 1 AS MÚLTIPLAS DIMENSÕES DA REDEGênese e Filosofia fundamentar as relações da rede com ado Conceito Geografia, assim como a pluralidade de suas definições e usos.Redes como normatizadores Redes digitais como a expressão de umatécnicos no território através evolução das redes pré-existentes, ampliandode sua capacidade de as escalas de sua extensão ao mundo todo.dispersão e integração Uma ampliação de seu poder de troca, maisespacial. complexa e rápida, uma convergência de tecnologiais num padrão unificável tecnologicamente.
  8. 8. integração de mercados em escalas globais Redes digitais (FDTs) sob o comando de determinadas centralidades estabelecendo relações de poder entre diferentes lugares do mundo.Reafirmação dos lugares fortalecimento do sentido de localização nae das cidades no contexto atualidade.mundial e histórico
  9. 9. CAP. 2 – A GEOGRAFIA DAS REDES MUNDIAIS DIGITAIS Os processos históricos que HISTORICIDADE constituíram a estruturação, difusão e expansão da Internet no Brasil e no mundo, destacando seus principais atores e não uniformidade ou seu caráter plural. A tecnologia das redes em sua GEOGRAFICIDADE extrema relação com aspectos geográficos, ou seja, a forma como ele implanta-se acaba por criar contextos que expressam uma distribuição de localizações que podem ser sintetizadas através de suas topologias ou dos mapas de rede.
  10. 10. 1969 19701971 1972
  11. 11. 1973 1977
  12. 12. CAP. 3 – CONTEXTOS GEOGRÁFICOS DA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO EMPRESAS E PRIVATIZAÇÕES PRINCIPAIS GRUPOS ATUANTES NO BRASIL MAPAS DOS BACKBONES OU INFOVIAS CAPILARIDADE E TIPOS DE CONEXÃO DADOS SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO CRÍTICA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO A GOVERNANÇA NA INCLUSÃO DIGITAL OU INTERNET APROPRIAÇÃO TÉCNICA E SOCIAL O USO DOS RECURSOS NA ECONOMIA DO IMATERIAL
  13. 13. ConclusãoA comunicação e o espaço são dimensões que se interpõem ecompletam uma visão de todo no meio geográfico. A aparente separaçãodo meio informacional ou imaterial, de sua espacialidade material, físicanão permitem a compreensão de uma totalidade contemporânea.E ainda, a comunicação e o espaço devem ser compreendidos dentro deuma esfera pública, de participação aberta e não restrita a umaorganização de mercado que limita as formas de uso e apropriação dosmesmos.A compreensão geográfica da ordem e dos processos de funcionamentoda rede permite o domínio deste fenômeno em diferentes escalasgeográficas. A rede possui domínio local (acesso), está distribuída peloterritório país-mundo adquirindo extensão e portanto conferindopossibilidades de trocas e conexões em todas as escalas espaciais.
  14. 14. Informação e Mobilidade e Proximidade eGeografia, os SIGs Localização Afastamentoa cartografia do O compartilhamento O meio virtual, assim,território real e a simultâneo de vários constitui-se como umlocalização geográfica lugares ao mesmo prolongamento dascombinam-se com a tempo, uma possibilidades do lugar.abstração do tratamento continuidade temporal A tentativa de aproximarinformacional, um do vínculo o remoto forjada paratratamento sintético comunicacional a uma designar o uso localinformatizado, que se plurilocalização através de um meiotorna um orgão de instantânea, uma global (Internet). Acompreensão e de ubiquidade possibilidade deorganização comunicacional, extensão das ações egeoestratégica, uma constituindo espaços de decisões do Homem.forma de sumários topo- territorialidades e fluxosinformacionais, um comunicativosrevelador carto- associados.semântico.

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