Saudade que nos faz pensar!
Eu ja tive milhares de companheiros e colegas.
Dentre eles, fiz centenas de bons amigos.
Mas nem todas as amizades duraram
Algumas par eciam sólidas como r ochas,
mas não r esistir am ao tempo e ás cir cunstâncias
assim sobr ar am poucos amigos ...
E pensar que a gente brincava todos os dias,
via-se todos os dias e não saía da casa um
do outro...
De repente,outros afet...
Agora não sei onde andam e os que vejo aqui e acolá
são amigos de “bom dia”... Mas nada acontece.
A gente se respeita e se...
Mudaram eles ou mudei eu?
O u fo i a v i d a q u e n o s m u d o u a t o d o s ?
Re s t a m a l g u m a s a m i z a d e s ...
O que sei é que fiz muitos amigos e não
c o n s e r ve i a q u e l a s a m i z a d e s .
De bons amigos que éramos, somos ...
Crescemos e nossa amizade ficou
l á n o p a s s a d o.
E eu digo para eu mesmo:
“ fe l i z o h o m e m q u e s a b e c u l...
Apresentação e montagens:
Maria Salete Elizio de Car valho
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Saudade que nos faz pensar

  1. 1. Saudade que nos faz pensar!
  2. 2. Eu ja tive milhares de companheiros e colegas. Dentre eles, fiz centenas de bons amigos. Mas nem todas as amizades duraram
  3. 3. Algumas par eciam sólidas como r ochas, mas não r esistir am ao tempo e ás cir cunstâncias assim sobr ar am poucos amigos de infância, pouquíssimos amigos de escola, poucos amigos de adolescencia, Poucos amigos de juventude.
  4. 4. E pensar que a gente brincava todos os dias, via-se todos os dias e não saía da casa um do outro... De repente,outros afetos, outros amigos, outros intereses, outro tipo de vida, longos anos de distância e mil preocupações da vida nos afastaram totalmente.
  5. 5. Agora não sei onde andam e os que vejo aqui e acolá são amigos de “bom dia”... Mas nada acontece. A gente se respeita e se admira, mas a amizade de infância, de juventude não volta.
  6. 6. Mudaram eles ou mudei eu? O u fo i a v i d a q u e n o s m u d o u a t o d o s ? Re s t a m a l g u m a s a m i z a d e s f i é i s q u e r e s i s t e m a t u d o. . .
  7. 7. O que sei é que fiz muitos amigos e não c o n s e r ve i a q u e l a s a m i z a d e s . De bons amigos que éramos, somos hoje bons conhecidos que se saúdam de passagem e se respeitam. A s ve z e s n e m i s s o.
  8. 8. Crescemos e nossa amizade ficou l á n o p a s s a d o. E eu digo para eu mesmo: “ fe l i z o h o m e m q u e s a b e c u l t i v a r sua roseira! Ta l ve z n ã o s e j a t a r d e . . . Ro s e i r a s ve l h a s t a m b é m p r o d u ze m rosas lindas e viçosas. Basta cultiv ál a. . .!
  9. 9. Apresentação e montagens: Maria Salete Elizio de Car valho C a c o a l / RO.
  10. 10. Apresentação e montagens: Maria Salete Elizio de Car valho C a c o a l / RO.

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