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Zoologia dos Vertebrados

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Zoologia dos Vertebrados

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Nessa aula abordamos o tema Zoologia dos Vertebrados, Cladística, e as características do filo Chordata e subfilo Vertebrata com suas classes : Ascidiacea, Myxini, Cephalaspidomorphi, Chondrichthyes, Osteichthyes, Amphibia, Reptilia, aves e Mammalia de forma resumida.

Nessa aula abordamos o tema Zoologia dos Vertebrados, Cladística, e as características do filo Chordata e subfilo Vertebrata com suas classes : Ascidiacea, Myxini, Cephalaspidomorphi, Chondrichthyes, Osteichthyes, Amphibia, Reptilia, aves e Mammalia de forma resumida.

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Zoologia dos Vertebrados

  1. 1. Zoologia do Vertebrados
  2. 2. Introdução á Zoologia: evolução, taxonomia e cladística
  3. 3. Há cerca de três mil e quinhentos anos, Aristoteles (384 a.C.) foi o primeiro a registrar e classificar diferentes tipos de seres vivos, e após seus trabalhos, é possível verificar diversas outras ciências de classificação ao longo da história, culminando na mais célebre de todas, desenvolvida por Carl Von Linné (1700) no século XVIII, chamada taxonomia.
  4. 4. O sistema de Linnaeus para nomear espécies é chamado de nomenclatura binomial. Cada espécie apresenta um nome latinizado, composto de duas palavras (daí binomial) grafado em itálico (ou sublinhado, se for escrito à mão).
  5. 5. A primeira palavra é o nome do Gênero, coma primeira letra maiúscula; a segunda palavra representa o epíteto específico, que é particular para a espécie dentro do gênero, e é grafado com todas as letras minúsculas.
  6. 6. Em 1982, Ernst Mayr (1963) definiu o conceito biológico de espécie da seguinte maneira: “Uma espécie é uma comunidade reprodutiva de populações (isoladas reprodutivamente de outras) que ocupa um nicho específico na natureza”.
  7. 7. Para classificar as espécies, aceita-se a teoria da mutação animal de acordo com o mais apto, proposta por Charles Robert Darwin (1882)
  8. 8. Em seu mais célebre trabalho, A Origem das espécies, Darwin propôs que toda espécie advém de espécies ascendentes, caracterizando ancestrais comuns, que transmitem boa parte de suas características à novas espécies ao longo do tempo geológico
  9. 9. No caminho evolutivo, é necessário destacar quais são os caracteres ancestrais e quais são derivados. O método utilizado para examinar a polaridade de um caráter variado é chamado cladística.
  10. 10. Hoje em dia, a filogenia nos dá as pistas que precisamos sobre o caminho percorrido pelas espécies ao longo do tempo, sendo a atual base para a cladística, não mais simplesmente a anatomia e comportamento animal, como ocorria antigamente
  11. 11. Sem o estudo da filogenética dos animais, seria muito difícil propôs os conceitos de Homologia, que é a similaridade de caracteres que resulta de descendência em comum, e a Homoplasia, que é a similaridade de caracteres que erroneamente representa descendência em comum
  12. 12. Apesar de não terem membros, as cecílias e serpentes são tetrápodes, pois fazem parte desse sistema de descendência em comum; outros caracteres moleculares e morfológicos agrupam-nos, respectivamente, com anfíbios e lagartos
  13. 13. Organismos ou espécies que compartilham estados de caráter derivados formam subgrupos dentro do grupo de estudo denominados clados
  14. 14. Apomorfia (do grego, απο, "longe de" e μορφη, "forma") características atuais que são derivadas de características primitivas de uma espécie ancestral. sinapomorfia (Gr. synapsis, agrupado, + morphe, forma) o prefixo "sin" indica que uma determinada apomorfia é compartilhada por um determinado grupo. Ex.: as mamas nos mamíferos.
  15. 15. Autapomorfia nada mais é do que uma apomorfia, ou seja, um caracter atual presente em apenas um táxon dentro de um grande agrupamento. Ex.: Asas nos morcegos. A existência de asa é compartilhada entre os morcegos (autapomorfia) mas, não entre os morcegos e os mamíferos, apesar dele ser um mamífero.
  16. 16. Plesiomorfia (do grego, πλησιος, "próximo a" e μορφη, "forma") são características primitivas. Ex.: a ausência de coluna vertebral nos vertebrados é uma característica plesiomórfica, enquanto que a presença é uma característica apomórfica.
  17. 17. Filo Chordata
  18. 18. Características principais • Notocorda; • Cordão nervoso dorsal; • Fendas faríngeas; • Cauda pós anal.
  19. 19. Outras características • Possuem simetria bilateral; • São triblásticos celomados e deuterostômios; • Possuem sistema circulatório fechado; • Respiração branquial ou pulmonar; • São dioico (maioria) com dimorfismo sexual;
  20. 20. Compartilham com organismos invertebrados: • Simetria bilateral; • Eixo ântero-posterior; • Celoma; • Metamerismo; • Cefalização.
  21. 21. Filo: Chordata Subfilo:Urochordata Classe: Ascidiacea
  22. 22. Urochordatas • As características diagnósticas dos cordados aparecem nas larvas / adultos são altamente especializados. Ascídias
  23. 23. Cephalochordata • Apresentam as 4 características diagnósticas dos cordados: notocorda; cordão nervoso dorsal; fendas faríngeas; cauda pós anal. Anfioxo
  24. 24. Filo: Chordata Subfilo: Vertebrata Intrafilo: Agnata Classe Myxini (feiticeiras) & Classe Cephalaspidomorphi
  25. 25. Agnatha • Não possuem maxilas e nem ossificação interna, • Não possuem escamas e nem nadadeiras pares. • Seu sistema digestivo não apresenta estômago • Aberturas branquiais (forma de poros) e corpo em forma de enguia.
  26. 26. Feiticeiras Lampreias
  27. 27. Filo: Chordata Subfilo: Vertebrata Classe: Chondrichthyes
  28. 28. Chondrichthyes • Apresentam esqueleto cartilaginoso e nadadeiras peitorais e pélvicas pareadas • Nos machos as nadadeiras pélvicas são modificadas em clásperes. • Apresentam fecundação interna • Aparecimento de mandíbula • O intestino apresenta uma válvula espiral (retarda a passagem do alimento e aumenta a área de absorção) • Não apresentam bexiga natatória ou pulmões
  29. 29. EX: Os Tubarões • Apresentam corpo fusiforme, boca ventral; • A coluna termina no lobo superior da cauda (heterocerca) – ajuda na flutuabilidade; • Escamas placóides; • Linha lateral; • Coração bicavitário. • Audição e olfato desevolvidos.
  30. 30. Filo: Chordata Subfilo: Vertebrata Classe: Osteichthyes
  31. 31. Características : • Ossos operculares e peitorais; • Osso endocondral; • Pulmões e bexiga natatória • Esqueleto ósseo. • Escamas do tipo cicloide ou ctenoide. • Opérculo ósseo – abertura cria pressão negativa e impulsiona água através das brânquias / protege; • Bomba bucal – empurra água para as brânquias; • Bexiga natatória – trocas gasosas em água com pouco O2 e flutuação neutra
  32. 32. Diferentes caudas
  33. 33. Tipos de escamas
  34. 34. Comparação fisiológica entre as duas classes
  35. 35. O que são anfíbios, afinal? Filo: Chordata Subfilo: Vertebrata Classe: Amphibia
  36. 36. Trêsordens Ápodes Anuros Urodelos Cecílias ou cobra-cega
  37. 37. Trêsordens Ápodes Anuros Urodelos Sapo, perereca e rã
  38. 38. Trêsordens Ápodes Anuros Urodelos Salamandras
  39. 39. Filo: Chordata Subfilo: Vertebrata Classe:Reptilia
  40. 40. • Foram descritas mais de 10 mil espécies de viventes de répteis, que incluem serpentes, tartarugas e jacarés, além de muitos grupos extintos como os dinossauros. • Originados há mais de 350 milhões de anos.
  41. 41. Classificação • Quelônios: São as tartarugas, os jabutis e os cágados. • Crocodilianos: São os crocodilos e os jacarés. • Escamados: São os lagartos e as serpentes.
  42. 42. • São os primeiros vertebrados totalmente adaptados à vida terrestre. • O surgimento de novas adaptações tornou os repteis mais independentes da água do que os anfíbios. • A principal modificação ocorreu no modo de reprodução. • Nos répteis, os embriões se desenvolvem no interior de um ovo dotado de casca impermeável.
  43. 43. • O corpo dos répteis é coberto por uma pele seca, resistente e impermeável. • São formadas por duas camadas: a derme e a epiderme. Cobertura Corporal
  44. 44. Derme • Camada interna, espessa e bem desenvolvida. • Células pigmentares presentes nas dermes, são responsáveis pelo padrão colorido de lagartos e serpentes.
  45. 45. Epiderme • Camada externa que originou escamas (serpentes), placas (jacarés, crocodilos) ou carapaças (tartarugas) formadas principalmente por queratina. • Alguns répteis, como as serpentes e lagartos realizam trocas de pele na qual escamas antigas são abandonadas quando uma nova camada é formada. • Jacarés e crocodilos não realizam trocas de pele, mas suas placas crescem à medida que vão se desgastando. • Nas tartarugas, novas camadas queratinizadas são acrescentadas sob as mais antigas formando carapaças.
  46. 46. Escamas
  47. 47. Placas
  48. 48. Carapaças
  49. 49. Respiração • A respiração é pulmonar, com pulmões mais desenvolvidos que os dos anfíbios. • Apresenta dobras internas que aumentam a capacidade respiratória. • Os pulmões fornecem uma quantidade suficiente de oxigênio, o que torna "dispensável" a respiração por meio da pele.
  50. 50. • O coração dos répteis apresentam três cavidades: dois átrios (um direito e um esquerdo) e um ventrículo. Circulação
  51. 51. • O coração dos répteis crocodilianos apresentam quatro cavidades: dois átrios e dois ventrículos. • Mesmo nos crocodilianos observa- se mistura dos tipos de sangue (venoso e arterial) que passam pelo coração. • Circulação dupla e incompleta, os animais desse grupo são pecilotérmicos, adaptam a temperatura do corpo a temperatura do ambiente.
  52. 52. Alimentação e digestão • Possuem um sistema digestório completo. Os répteis também têm como anexos o fígado e o pâncreas. • O alimento passa da boca para a faringe, segue para o esôfago, o estômago, depois para o intestino delgado, e por fim a cloaca. • A cloaca desses animais é a saída dos sistemas digestivo, excretor e reprodutor. • Digestão lenta, o tempo do processo é resultado de uma menor capacidade metabólica e da incapacidade de mastigar os alimentos.
  53. 53. Reprodução • A maioria das espécies tem um órgão copulatório e fecundação interna. • Fecundação interna foi muito importante para a evolução dos vertebrados, impedindo a morte dos gametas e embriões por desidratação. • Além disso produzem ovos amnióticos.
  54. 54. • Esse tipo de ovo é dotado de casca e três membranas que formam bolsas: o âmnio, o alantoide e o cório. • O embrião se desenvolve no interior do âmnio. • O alantoide é uma bolsa membranosa que recebe os resíduos nitrogenados. • Alantoide e o cório ricamente vascularizados, permitindo as trocas gasosas.
  55. 55. Filo: Chordata Subfilo: Vertebrata Classe: Aves
  56. 56. • Vivem e reproduzem-se em praticamente todos os habitats terrestres e em todos os continentes. • As aves são animais endotérmicos e mantêm uma temperatura de aproximadamente 41 °C. • As penas e, em algumas espécies, a gordura subcutânea, oferecem isolamento térmico. • Membros anteriores → asas • Membros posteriores → andar, nadar, empoleirar-se.
  57. 57. • As aves possuem diversas adaptações evolutivas destinadas ao voo, entre as quais ossos pneumáticos e leves e dois grandes músculos peitorais destinados ao voo.
  58. 58. As aves têm um dos mais complexos e eficientes sistemas respiratórios de todos os animais. A ventilação é assegurada em grande parte por sacos aéreos ligados aos pulmões. Embora as paredes dos sacos aéreos não façam trocas gasosas, têm a função de fazer circular o ar pelo sistema respiratório.
  59. 59. Sistema digestório das aves O esôfago desses animais possui uma região dilatada chamada de papo. É no papo que o alimento ingerido pelo animal será armazenado e amolecido. . O estômago das aves é dividido em proventrículo e moela. Após serem amolecidos no papo, os alimentos vão para o proventrículo, também chamado de estômago químico. No proventrículo, o alimento é misturado a enzimas digestivas e encaminhado para o estômago mecânico, muito conhecido como moela.
  60. 60. • Bico córneo → perda dos dentes
  61. 61. Circulação nas Aves Por possuir circulação dupla e completa, a ave apresenta uma maior disponibilidade de oxigênio e, consequentemente, uma maior disponibilidade de energia para conseguir manter a temperatura do corpo constante.
  62. 62. Troca de calor contracorrente A artéria que percorre a perna carrega sangue aquecido do corpo. O sangue quente descendente troca seu calor com o sangue frio ascendente, por condução. Isso significa que menos calor será perdido no pé devido à redução na diferença de temperatura entre o sangue mais frio e os seus arredores e que o sangue que retorna à área central do corpo esteja relativamente aquecido, prevenindo o centro do corpo de esfriar
  63. 63. A glândula uropigiana secreta uma substância oleosa utilizada como impermeabilizante para as penas, lubrificante para o bico, de modo que não fique quebradiço, e auxilia também na termorregulação . O espalhamento do óleo pelo corpo é feito pela própria ave, que o faz com o bico, por isso vemos aves passando o bico em si mesmas, principalmente patos em lagoas.
  64. 64. Filo: Chordata Subfilo: Vertebrata Classe: Mammalia
  65. 65. Algumas características exclusivas dos mamíferos: • glândulas mamárias; • corpo total ou parcialmente coberto por pelos; • dentes diferenciados com incisivos, caninos, pré-molares e molares; • diafragma, uma membrana muscular que separa o tórax do abdome e que auxilia na ventilação dos pulmões.
  66. 66. • Alguns mamíferos apresentam garras, unhas, chifres e cascos. • As glândulas sudoríparas presentes em alguns mamíferos produzem suor e, com isso, ajudam a baixar a temperatura corporal.
  67. 67. O coração dos mamíferos apresenta quatro câmaras, sendo a circulação dupla e completa.
  68. 68. Monotremados: Ordem de mamíferos que põem ovos.
  69. 69. Marsupiais: Caracterizam-se pela presença de uma bolsa central, situada na região abdominal (marsúpio).
  70. 70. Placentários: todo o desenvolvimento das crias acontece no interior do útero, onde o feto é alimentado a partir da placenta.
  71. 71. Referências bibliográficas Hickman, C.P.; Roberts, L.S. & Larson, A. 2004 Princípios Integrados de Zoologia. Editora Guanabara Koogan S.A., Rio de Janeiro. 846 p. Lourenço, S.O. 2013. HILDEBRAND, Milton; GOSLOW JR., G. E. Análise da estrutura dos vertebrados. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 2006. 637 p. ISBN 8574540889. POUGH, F. Harvey; JANIS, Chrisitine M. HEISER, John B. A vida dos vertebrados. 4.ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 684 p. ISBN 9788574540955.
  72. 72. Criadores do conteúdo: • Alline Souza • Amanda Rodrigues • Dayane Santana • Gabriel Nardy • Paolla Zuliani • Alunos da Universidade Cruzeiro do Sul • Curso: Ciências Biológicas Turma de 2017

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