Rinite Alérgica

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Assistência farmacêutica: Rinite Alérgica

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Rinite Alérgica

  1. 1. Rinite alérgica<br />1<br />
  2. 2. 2<br />
  3. 3. A rinite alérgica é uma inflamação da mucosa nasal causada pela exposição a alguma substância que provoca alergia (alérgeno). <br />3<br />
  4. 4. Quando exposto a algum alérgeno, o corpo produz uma reação de defesa exagerada com o objetivo de impedir que a substância estranha chegue aos pulmões. Esse excesso de resposta do sistema imunológico gera muito mais muco, provocando espirros, coriza e obstrução do nariz. Em alguns casos também há coceira nos olhos e nos ouvidos e irritação na garganta.<br />4<br />
  5. 5. A repetição dos sintomas nasais se deve à inflamação persistente da mucosa nasal. Com o passar do tempo, esta inflamação atinge outros setores, gerando problemas: em olhos (conjuntivite) nos seios da face (sinusite), em ouvidos (otites), na garganta (amigdalites, faringites, laringites), nos pulmões (tosse, asma, bronquite). Além disso os sintomas da rinite perturbam o sono, o apetite, influenciam no humor, prejudicam as atividades diárias e interferem na qualidade de vida, seja na criança como no adulto.<br />5<br />
  6. 6. Classificação da rinite alérgica <br /> segundo a AllergicRhinitisand its ImpactonAsthma<br />Intermitente<br />Duração dos sintomas: <br /><4 dias por semana ou <4 semanas <br />Leve<br />Sono normal <br />Atividades diárias, esportivas e de recreação normais <br />Atividades normais na escola e no trabalho <br />Sem sintomas incômodos <br />Persistente<br />Duração dos sintomas: <br />≥4 dias por semana e ≥4 semanas <br />Moderada a grave<br />Um ou mais dos critérios abaixo: <br />Sono anormal <br />Interferência em atividades diárias, <br />esportivas e de recreação <br />Dificuldades na escola e no trabalho <br />Sintomas incômodos <br />6<br />
  7. 7. TRATAMENTO<br />Tratar a rinite é fundamental. E, tratar não se limita a tomar remédios. <br />O tratamento da rinite engloba:<br />  1) controle dos fatores ambientais, em especial dos ácaros da poeira. <br /> 2) pesquisa e controle dos fatores agravantes da doença (variam em cada pessoa) <br /> 3) uso de medicamentos, seja nas crises, seja para controle e prevenção das crises e, <br /> 4) imunoterapia específica (vacina para alergia). <br />7<br />
  8. 8. HIGIENE AMBIENTAL<br />A casa e, principalmente , o quarto onde o doente dorme devem ser limpos com bastante frequência. <br />O ideal é que não existam carpetes, cortinas, tapetes, bichos de pelúcia, almofadas, e outros utensílios que possam acumular poeira nos ambientes em que os portadores de rinite vivem.<br />O uso de pano úmido na limpeza é uma forma bastante eficaz para remover a poeira.<br />A utilização de capas protegendo os colchões e travesseiros, assim como o uso de substâncias para eliminar os ácaros do ambiente apresentam eficácia. . Outro ponto importante a considerar é a existência de boa ventilação na casa e no quarto. Em ambientes ensolarados, é mais difícil o bolor (fungo) se desenvolver.<br />8<br />
  9. 9. HIGIENE AMBIENTAL<br /> Outra medida fundamental é evitar o contato com substâncias capazes de irritar o nariz. Perfumes, produtos de limpeza, produtos para deixar os ambientes com odor agradável, fumaça de cigarro, tintas, inseticidas e poluição, são alguns exemplos de substâncias capazes de irritar o nariz, e desencadear sintomas.<br /> Outros fatores inespecíficos como as mudanças bruscas de temperatura, frio e umidade do ar são igualmente prejudiciais aos doentes com rinite alérgica.Evitar animais . Caso seja impossível evitar os mascotes, eles devem tomar banho, pelo menos, uma vez por semana e não podem, de forma alguma, permanecer no quarto de dormir. <br />Verificar periodicamente as áreas úmidas da casa, como banheiro (cortinas plásticas do chuveiro, embaixo das pias etc.), cozinha e porões para evitar o aparecimento do mofo.<br /> Dar preferência à vida ao ar livre.<br /> Esportes podem e devem ser praticados. <br />9<br />
  10. 10. TRATAMENTO MEDICAMENTOSO<br />Existem dois grandes grupos de drogas que podem ser usadas. Um tipo funciona preventivamente e outro apenas alivia os sintomas. Do ponto de vista farmacológico, dispomos de descongestionantes, anti-histamínicos, estabilizadores de membranas, e corticosteroides.<br />Cada uma dessas drogas atua de forma diferente, e nenhuma é isenta de efeitos colaterais que, algumas vezes, podem ser graves. Por isso, o ideal, é não realizar automedicação e procurar seu médico.<br />10<br />
  11. 11. TRATAMENTO MEDICAMENTOSO<br />DESCONGESTIONANTES NASAIS:<br />A sensação de entupimento no nariz não é causado pelo catarro . Estar resfriado, gripado ou em crise alérgica causa dilatação dos vasos sanguíneos, ou seja, aumenta a quantidade do sangue que irriga o nariz. Aí, os cornetos, que são projeções de osso e mucosa (órgãos esponjosos) que ficam dentro das narinas, incham causando uma obstrução da passagem de ar.<br /> O inchamento é uma forma de defesa para tentar matar os germes que estão causando a doença. Na rinite alérgica, há esse mesmo processo, só que, nesse caso, o organismo reage a coisas como o pólen e a poeira.<br />11<br />
  12. 12. TRATAMENTO MEDICAMENTOSO<br />Os descongestionantes nasais possuem em sua fórmula, componentes capazes de contrair os vasos sanguíneos e isso diminui o inchaço. O descongestionante tópico tem ação que simula o efeito da adrenalina no corpo, desobstruindo as vias orais e dando uma sensação de bem-estar instantâneo.Normalmente são compostos contendo cloreto de sódio, cloreto de benzacônio, cloridrato de oximetazolina e cloridrato de fenoxazolina.<br />12<br />
  13. 13. TRATAMENTO MEDICAMENTOSO<br />Segundo os especialistas, os descongestionantes não devem ser usados por mais de três dias seguidos. Com o passar do tempo, a mucosa nasal passa a absorver pequenas quantidades da substância vasoconstritora e isso vai parar na corrente sanguínea, causando complicações cardíacas. Outra razão para evitar o uso indevido é que ao repetir esse mecanismo diversas vezes, a musculatura começa a não funcionar mais como deveria e o usuário precisa usar cada vez mais gotinhas para manter o conforto nasal.<br />13<br />
  14. 14. TRATAMENTO MEDICAMENTOSO<br />O s descongestionantes para uso oral (xaropes ou comprimidos) não causam dependência química. Contudo, podem acarretar alguns sintomas como ansiedade, insônia, aumento da frequência cardíaca , aumento da pressão arterial e retenção urinária.<br />14<br />
  15. 15. Tratamento medicamentoso<br />CORTICÓIDES PARA USO NASAL* São medicamentos eficazes para tratar a rinite alérgica* Têm um bom perfil de segurança, podendo ser utilizados por tempo prolongado.* Estes medicamentos não têm os efeitos colaterais dos corticóides usados sob a forma de comprimidos, xaropes ou de injeções. * Não viciam e não engordam.* Devem ser usados diariamente, mesmo que os sintomas estejam controlados.<br />Mas, é importante que sejam aplicados com técnica adequada. O jato do spray não deve ser aplicado em direção ao septo nasal, mas sim para as às asas laterais das narinas. Desta forma o medicamento se distribuirá melhor e com menor risco de efeitos colaterais como por exemplo: ardência, irritação e sangramento local.<br />15<br />
  16. 16. TRATAMENTO MEDICAMENTOSO<br />Como usar o spray nasal1) Antes do uso, lave as narinas com solução fisiológica e assoe suavemente2) Agite o frasco e remova a tampa3) Segure o frasco na posição vertical, mantendo o polegar na sua base e colocando os dedos médio e indicador em torno do bico aplicador.4) Se estiver usando pela primeira vez, dispare a válvula até que ocorra a liberação uniforme do medicamento.5) Incline levemente a cabeça para baixo, como se estivesse lendo um livro. 6) Introduza  a ponta do aplicador na narina  e pressione para disparar o jato<br />Tenha o cuidado de aplicar com a mão esquerda na narina direita. Depois, utilize a mão direita para aplicar na narina esquerda. Assim, o jato disparado não atingirá o septo nasal.7) Repetir o procedimento na outra narina8) Limpe  o aplicador e guarde tampado a fim de proteger o aplicador.<br />16<br />
  17. 17. TRATAMENTO MEDICAMENTOSO<br />Os corticosteróides disponíveis para uso nasal, no Brasil, incluem a beclometasona, triancinolona, budesonida, fluticasona e mometasona, sendo esses dois últimos eficazes em regime de dose única diária. A forma aquosa é melhor tolerada por causar menos irritação na mucosa, além de fixar melhor e não ter propelentes. É necessário ressaltar que corticosteróides de primeira geração, como a dexametasona e a betametasona, apresentam efeitos sistêmicos quando administrados de forma intranasal e, portanto, são contra-indicados. <br />17<br />
  18. 18. TRATAMENTO MEDICAMENTOSO<br />Buscar individualizar a menor dose eficaz, visando diminuir os prováveis efeitos adversos.* Não exceder duas aplicações em cada narina em crianças de 4 a 11 anos.<br />18<br />
  19. 19. TRATAMENTO MEDICAMENTOSO<br />Corticosteróides sistêmicosSão reservados para casos severos de RA refratária ao tratamento com corticosteróides intranasais, especialmente se associados à polipose nasal. As doses e o tempo de uso devem ser limitados, em especial pelo risco de efeitos adversos graves nas crianças (inibição do crescimento, supressão do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal e alterações de comportamento).A aplicação de corticosteróides injetáveis de efeito prolongado deve ser evitada, principalmente quando não se tem indicação ou supervisão médica. O uso de corticosteróides por via oral por poucos dias é seguro para o adulto e também para a criança. O risco ou a possibilidade de efeitos indesejáveis deve ser bem analisado quando existe necessidade frequente de corticosteróides. <br />19<br />
  20. 20. TRATA,MENTO MEDICAMENTOSO<br />ANTIHISTAMINICOS<br />A rinite alérgica, como toda reação alérgica, pode apresentar duas fases. A primeira, chamada imediata, ocorre minutos após o estímulo antigênico, e a segunda ocorre quatro a oito horas após o estímulo, sendo denominada fase tardia ou inflamatória. Ambas apresentam liberação de mediadores químicos, sendo a histamina o principal mediador liberado através da degranulação de mastócitos e basófilos.<br />. Os anti-histamínicos ,os chamados de primeira geração têm como principal efeito adverso, a sonolência. Estão disponíveis no mercado e, dentre aqueles fornecidos pelo Sistema Único de Saúde, estão o hidroxizine, derivado das piperazinas, e a dextroclorfeniramina, derivada das alquilaminas.<br />A partir da década de 70, pesquisas levaram à descoberta de novos anti-histamínicos que provocassem menos efeitos colaterais, como a loratadina, cetirizina, levocabastina, azelastina, epinastina, ebastina, fexofenadina, e outros.<br />20<br />
  21. 21. TRATAMENTO MEDICAMENTOSO<br />Os anti-H1 podem ser divididos em anti-H1 clássicos, de primeira geração ou sedantes, e anti-H1 não-clássicos, de segunda geração ou pouco sedantes. A diferença entre eles reside no fato de os anti-H1 sedantes possuírem uma estrutura química mais simples, serem lipossolúveis, e atravessarem a barreira hematoencefálica, vindo a provocar sonolência, fadiga, dificuldade de aprendizado, confusão mental e alterações do apetite.<br />Isto já ocorre com menor intensidade com os anti-H1 de segunda geração, que têm estrutura química mais complexa, e atravessam pouco a barreira hematoencefálica, provocando menos sono. Os de segunda geração são os preferenciais, pela relação mais favorável entre eficácia e segurança.<br />21<br />
  22. 22. TRATAMENTO MEDICAMENTOSO<br />22<br />
  23. 23. TRATAMENTO MEDICAMENTOSO<br />Estabilizadores da membrana do mastócito<br />O cromoglicato dissódico é um estabilizador da membrana dos mastócitos, inibindo sua degranulação. Útil para aliviar o prurido nasal e os espirros, porém tem efeito limitado sobre a congestão nasal. É menos eficaz do que os AH sistêmicos e corticosteróides nasais no tratamento das crises agudas de RA. Sua principal indicação é a profilaxia das crises de rinite.Uma limitação ao uso do cromoglicato é a curta duração de ação, que torna necessária a aplicação do medicamento (um jato/narina) quatro vezes ao dia para obtenção do efeito pleno, e isso diminui a adesão ao tratamento. É uma substância usada de forma preventiva, ou seja, antes da exposição aos alérgenos, agindo na estabilização da parede dos mastócitos. Não tem ação na crise aguda. <br />23<br />
  24. 24. TRATAMENTO MEDICAMENTOSO<br />Antagonistas dos receptores de leucotrienos<br />Bloqueiam a ação dos leucotrienos liberados pelos mastócitos, granulócitos, macrófagos e monócitos em resposta ao estímulo antigênico.Os estudos clínicos realizados até o momento mostram que a eficácia dos antileucotrienos no tratamento da RA é similar a dos AH e inferior a dos corticosteróides intranasais.Possivelmente os pacientes mais beneficiados com este tratamento são os que apresentam RA associada à asma e polipose nasal, uma vez que os antileucotrienos são úteis na prevenção da recidiva dos pólipos nasais.O montelucaste sódico está disponível com indicação em bula para crianças maiores de dois anos de idade. A posologia recomendada é 4 mg/dia para as crianças de 2 a 5 anos, e 5 mg/dia para crianças de 6 a 14 anos. O medicamento é apresentado em comprimidos mastigáveis.<br />24<br />
  25. 25. NOVAS OPÇÕES<br />- Em 2006 foi lançado um novo AH, a levocetirizina, um metabólito efetivo da cetirizina.<br /> - Outro lançamento é um fitomedicamento, o extrato das folhas de Petasiteshybridus ZE 339, apresentado na forma de comprimidos. Apresenta ação antagonista de leucotrienos e anti-histamínica. Apesar da segurança e da melhor metabolização dos medicamentos de base vegetal, ainda não há estudos suficientes para a indicação em crianças menores de 12 anos. <br /> - NASALEZE é composto pela celulose natural inerte que age formando uma camada de gel incolor que simula o muco nasal e atua como um filtro para poeira e microorganismos criando uma barreira entre as substâncias alérgenas e a mucosa nasal.<br />Com isso, o sistema imunológico não libera a histamina e outras substâncias responsáveis pelos sintomas da reação alérgica, evitando-se os sintomas da rinite, principalmente a coriza e o prurido nasal. Segundo a bula não é absorvido pelo organismo e é facilmente eliminado junto com o muco nasal. Não possui efeito adverso conhecido, não causa sonolência, é inodoro e sem sabor. Não há registros de toxicidade com celulose natural inerte. Usar antes de entrar em ambientes que habitualmente causam reações alérgicas,<br /> como lugares fechados, aviões, bibliotecas, jardins, ou antes de fazer limpezas.<br />25<br />
  26. 26. TRATAMENTO MEDICAMENTOSO<br />26<br />
  27. 27. IMUNOTERAPIA ESPECÍFICA<br /> Reações à imunoterapia:<br />  - Locais: dor, irritação, edema, avermelhamento e coceira no local da aplicação.<br /> - Reações no organismo: piora transitória dos sintomas alérgicos, minutos ou horas após aplicar a vacina. Urticária. Anafilaxia (rara). <br />Contra-indicações:<br />  A imunoterapia não deve ser feita nos seguintes casos:<br />- Portadores de asma grave<br />- Pacientes em uso de betabloqueador<br />- Doenças do sistema imunológico (autoimunes)<br />- Doenças psiquiátricas<br />- A vacina não pode ser iniciada na gravidez, mas pode ser mantida nas mulheres que já estavam em tratamento quando engravidaram. <br /> <br /> <br />27<br />
  28. 28. IMUNOTERAPIA ESPECÍFICA<br /> A aplicação de vacinas para alergia é chamada de imunoterapia específica. Consiste na introdução de mínimas porções da substância a que a pessoa é alérgica, de modo contínuo, até o organismo não reagir mais de forma anormal àquela substância (antígeno). <br />O ideal é conhecer quais os alérgenos causadores de sensibilização. O médico realiza a pesquisa de fatores envolvidos, analisa os dados clínicos do paciente e realiza testes cutâneos alérgicos.<br /> A imunoterapia deve ser feita com antígenos padronizados, de boa qualidade. Devem ser neutros, estéreis, não irritantes e com os alérgenos adequados para o paciente.<br />O tempo de tratamento varia de 2 a 4 anos, mas a melhora já aparece nas primeiras séries. Mas, a interrupção precoce do tratamento provoca o retorno dos sintomas.<br />28<br />
  29. 29. IMUNOTERIA ESPECÍFICA<br />VIAS DE ADMINISTRAÇÃO:<br />INJETÁVEL: a vacina é aplicada por via subcutânea profunda (na gordura que fica sob a pele), na parte posterior do braço, nádegas ou coxas. É a forma tradicional e mais utilizada. <br />SUB LINGUAL: utilizam-se vacinas sob forma de gotas que são pingadas embaixo da língua, de preferência em jejum ou fora de refeições. Imunoterapia sublingual é efetiva para adultos e crianças, porém em altas doses.<br />A imunoterapia sub lingual é portanto um método alternativo eficaz para tratar a alergia em crianças, com mais conforto em comparação às injeções subcutâneas, facilitando a adesão ao tratamento.<br />29<br />
  30. 30. IMUNOTERAPIA ESPECÍFICA<br /> <br />O tratamento com vacinas para alergia é eficaz, diminuindo sintomas e melhorando a qualidade de vida dos alérgicos. Muitas vezes, a imunoterapia faz com que a pessoa consiga diminuir ou até mesmo não necessitar mais de medicamentos.<br /> É o único tratamento capaz de modificar a história natural da doença proporcionando o controle da doença. No caso da rinite, por exemplo, o tratamento é capaz de evitar a evolução para asma.<br />30<br />
  31. 31. FONTES<br />http://drauziovarella.com.br/doencas-e-sintomas/rinite-alergica/<br />http://www.terra.com.br/istoe-temp/edicoes/2064/artigo140039-1.htm<br />http://blogdalergia.blogspot.com/2011/01/vacina-sub-lingual-para-tratar-rinite.html<br />http://www.moreirajr.com.br/revistas.asp?id_materia=2860&fase=imprime<br />http://www.moreirajr.com.br/revistas.asp?fase=r003&id_materia=3379<br />31<br />
  32. 32. COMPILAÇÃO<br />Aline Maria Sá Nascimento<br />Farmacêutica- bioquímica<br /> Pós graduanda em Farmácia<br /> Em 7 de julho de 2011.<br />32<br />

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