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A promoção da área da saúde nas redes sociais

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cnec

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A promoção da área da saúde nas redes sociais

  1. 1. Faculdade Cenecista de Bento Gonçalves A promoção da área da saúde nas redes sociais MSc. Aline Corso e MSc. Vicente Lovera
  2. 2. Aline Corso Mestra em Processos e Manifestações Culturais (FEEVALE) e Bacharela em Tecnologias Digitais (UCS). Áreas de interesse: cultura digital e redes sociais na internet, economia criativa e arte computacional. Vicente Lovera Mestre em Letras, Cultura e Regionalidade (UCS) e publicitário (CNEC Bento). Áreas de interesse: planejamento de comunicação, pesquisa mercadológica, big data e ciência dos dados.
  3. 3. O homem tem necessidade de se comunicar e é a partir da comunicação que ele se inseriu em uma sociedade. O ato comunicacional é realizado com dois agentes: o emissor e o receptor, que se relacionam para entender uma mensagem.
  4. 4. Esta primeira relação, inicialmente entendida como simples, passou a trilhar novas dimensões, a criar novos laços e a ligar novas culturas, com o desenvolvimento dos meios de comunicação, em especial a implantação das tecnologias digitais. Ao mesmo tempo em que os meios de comunicação contribuíram de forma a facilitar a comunicação entre os indivíduos, também alteraram as formas como as pessoas se relacionam, criando, dessa forma, novas formas de sociabilidade.
  5. 5. Interligar a comunicação à saúde é atuar no sentido de garantir que este direito seja atendido e que a saúde, como provedora de qualidade de vida e cidadania, alcance toda a população. É unir, como afirmam Guareschi e Biz (2005), três direitos básicos do cidadão: o direito à saúde, à informação e à comunicação.
  6. 6. O Brasil é reconhecido como um dos países mais sociáveis do mundo e reflete isso sendo uma grande potência nas redes sociais na internet.
  7. 7. 58% da população brasileira é usuária das redes sociais!
  8. 8. Na internet = sociabilidade desterritorializada. ● DEMOCRACIA ● TROCA ● EDUCAÇÃO ● IDENTIDADE ● TOLERÂNCIA
  9. 9. As redes sociais Rede social é formada por gente, com interação, uma troca social. A cada nova pessoa com quem interagimos, criamos novos laços (RECUERO, 2009). Rede social é uma estrutura social composta por pessoas ou organizações, conectadas por um ou vários tipos de relações, que compartilham valores e objetivos comuns.
  10. 10. As redes sociais na internet O fenômeno atual que mais colabora para as novas formas de sociabilidade e de comunicação são as redes sociais digitais. RSD: espaço (digital) onde as pessoas se encontram para conversar sobre assuntos de seu interesse comum, criando ou reforçando ligações e compartilhando conteúdo.
  11. 11. Se analisarmos as redes sociais mais utilizadas no Brasil, que são Facebook e Instagram, teríamos ao todo mais de 135 milhões de usuários ativos nas plataformas, isso representa mais que a metade do país. Todos esses, sem exceção, necessitam e buscam por informação e saúde. E é aqui que entra o crescimento repentino da área da saúde dentro das mídias sociais. De acordo com uma pesquisa publicada no Globo Extra, foi constatado que 94% das pessoas pesquisam sobre assuntos relacionados à saúde na internet. Contudo, muitas plataformas oferecem informações que não têm embasamento científico, não são explicadas de forma clara ou ainda são baseadas em relatos particulares, ou seja, não são fontes seguras.
  12. 12. Algumas redes sociais com foco na saúde
  13. 13. PATIENTS LIKE ME: rede de pacientes para fins lucrativos e uma plataforma de pesquisa em tempo real. Através da rede, os pacientes se conectam com outras pessoas que têm a mesma doença ou condição e acompanham e compartilham suas próprias experiências com o objetivo de melhorar os resultados.
  14. 14. HEALFIES: Na rede, os usuários podem armazenar seu histórico médico, físico e alimentar. possibilita ao usuário manter sua própria timeline de saúde, em que pode armazenar, por exemplo, notas sobre o uso de medicamentos, exames (laboratoriais e de imagem), atividades físicas, prescrições, dieta, além de gerenciar suas consultas médicas. A ferramenta possibilita também que o usuário compartilhe informações com médicos e outros profissionais responsáveis pela sua saúde.
  15. 15. OLOGY: rede profissional exclusiva para médicos.
  16. 16. Ministério da Saúde https://novo.atencaobasica.org.br
  17. 17. Você já ouviu coisas assim por aí?
  18. 18. Todas elas falam da importância da colaboração!
  19. 19. O que é inteligência coletiva? “É uma inteligência distribuída por toda parte, incessantemente valorizada, coordenada em tempo real, que resulta em uma mobilização efetiva das competências”. (LÉVY, 2007)
  20. 20. Quando compartilhamos as experiências da vida cotidiana por meio da interação, temos a possibilidade de construir processos colaborativos de aprendizagem entre os trabalhadores da saúde.
  21. 21. Comunidade de Práticas e inteligência coletiva As redes não possuem centro. A plataforma Comunidade de Práticas possui uma presença digital central, que permite aproximar os trabalhadores do SUS, fomentar a comunicação e a aprendizagem a partir do compartilhamento das experiências nessa construção de inteligência coletiva.
  22. 22. Como começou
  23. 23. Conversas entre equipes de Atenção Básica, mostras e eventos com experiências do cotidiano, seminários de discussão sobre modelos de gestão, etc. A produção e a troca de conhecimentos e práticas sobre saúde são tão antigas quanto o desejo de garantir cuidado integral à saúde da população brasileira, concordam?
  24. 24. Novas Tecnologias de Comunicação
  25. 25. Concordamos que as novas Tecnologias de Informação e Comunicação ampliam as possibilidades de conversa, de trocas, de reflexão, de visibilidade e de construção coletiva entre os trabalhadores do SUS que estão presentes em todos os municípios desse gigantesco País?
  26. 26. A colaboração acontece quando os participantes se sentem provocados a expressarem seu entendimento do significado que está sendo construído no processo de interação. Colaboração Colaborar com outros na tentativa de resolver um problema permite [...] confrontar o seu repertório de estratégias cognitivas com os demais, possibilitando o enriquecimento mútuo (Tractenberg & Struchiner, 2010, p. 73). ” “
  27. 27. A aprendizagem colaborativa problematiza as relações verticais entre quem ensina e quem aprende, colocadas pelas perspectivas tradicionais de educação.
  28. 28. Há a necessidade do desenvolvimento de um processo de interação, que reconhece os saberes de todos os envolvidos no processo educativo e a potência do encontro desses saberes para produzir novos conhecimentos.
  29. 29. Em uma comunidade de prática os membros trocam informações e experiências sobre o domínio da comunidade, envolvem-se em reflexões e discussões, ajudam-se. Desenvolvem assim um relacionamento, que permite que aprendam uns com os outros. Por essa característica essencial, Wenger (2008) afirma que a interação é fundamental para que as pessoas aprendam umas com as outras em uma comunidade de práticas. Aprendizagem Colaborativa e Comunidade de Práticas
  30. 30. Aprendizagem Colaborativa e Comunidade de Práticas As novas tecnologias da informação permitem formas de acessar e produzir conhecimentos que tem ampliado a capacidade humana de se comunicar, gerar, armazenar e operar conteúdos colaborativamente. As comunidades de práticas oferecem diferentes ferramentas para facilitar a colaboração: Comentários Curtidas Postagens Chats Etc...
  31. 31. Não basta que essas ferramentas tecnológicas existam, é preciso que elas sejam utilizadas com a intenção de construir situações que possibilitem uma aprendizagem colaborativa. Para isso precisamos nos sentir parte de um grupo! Por que uma CdP para o SUS?
  32. 32. Neste sentido, a Comunidade de Práticas elaborou um ambiente específico de cursos de Educação à Distância (EAD), cuja modelagem se baseia nos paradigmas da Inteligência Coletiva e da Educação Permanente em Saúde. Deste modo, o ambiente virtual de aprendizagem proposto valoriza a interação entre os participantes, permitindo colocar em contato práticas e modos no exercício da profissão na Atenção Básica, de maneira a favorecer a troca de afetos, experiências e conhecimentos que realmente incidam nas formas de produção do cuidado. Ainda, os Relatos de Experiência são espaço para empoderamento dos usuários.
  33. 33. Neste ambiente, a proposta é que o curso seja coinstrucional. O aluno é o sujeito de sua aprendizagem e cria redes com outros alunos e o próprio ambiente.
  34. 34. HUMANIZA SUS: rede social das pessoas interessadas e/ou já envolvidas em processos de humanização da gestão e do cuidado no SUS. O objetivo é criar uma rede de colaboração, que permita o encontro, a troca, a afetação recíproca, o afeto, o conhecimento, o aprendizado, a expressão livre, a escuta sensível, a polifonia, a arte da composição, o acolhimento, a multiplicidade de visões, a arte da conversa, a participação de qualquer um.
  35. 35. SUSCONECTA: Conecta o AVASUS, o Portal Saúde Baseada em Evidências (PSBE) e a Comunidade de Práticas (CdP).
  36. 36. Papel das redes sociais na saúde ● Difundir informação; ● Promover políticas de prevenção; ● Ser mais um canal de relacionamento com o público; ● Tratar de assuntos relacionados à saúde de forma ética e responsável. É notório percebermos a oportunidade de negócio e a importância dos profissionais da área de saúde como meio informativo.
  37. 37. Referências Parte do material sobre inteligência coletiva cedido por: Comunidade de Práticas/Aline Corso Adaptado por: Aline Corso LÉVY, Pierre. A Inteligência Coletiva: por uma antropologia do ciberespaço. São Paulo, Edições Loyola, 2007. http://www.intercom.org.br/papers/regionais/sul2012/resumos/R30-1239-1.pdf http://www.slideshare.net/mldoliveira/sociabilidade?qid=d5e456d1-f624-4d09-a978-eeeece5a07cd&v=&b=&from_search=21 http://biblio.ual.pt/Downloads/REDE.pdf https://wsidm.com.br/blog/midias-sociais-saude-medicos/ https://marketingdeconteudo.com/redes-sociais-mais-usadas-no-brasil/

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