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O SIAB MUNICIPAL

Ferramenta de gestão da
Atenção Básica
Roteiro de discussão
Apresentação
Rotinas do SIAB – município
Informações complementares – possibilidades
de integração dos sistemas de informação.
Procedimentos mais importantes para
atualização do SIAB
Exercício prático
Utilização do TabWin
Encerramento
SIAB- Sistema de Informação da
                Atenção Básica
                    INFORMAÇÃO




ATENÇÃO BÁSICA
SIAB- Sistema de Informação da
                     Atenção Básica

  Constitui-se um dos principais instrumentos nacionais de
  avaliação e acompanhamento da Atenção Básica à
  Saúde.
  Ferramenta de gestão para as equipes de saúde da
  família (ESF), municípios e Estado.
  Deve ser processado com o maior cuidado e atenção
  com o propósito deste representar a real informação da
  situação de saúde do local avaliado.

A informação é essencial ao planejamento, programação e
         avaliação de ações e serviços de saúde.
FLUXO DO SIAB - MUNICIPAL
     NAS EQUIPES DE PACS E PSF
     COLETA DE DADOS     fichas A, B, C, D e de integração 3A e 3B
     CONSOLIDAÇÃO DOS DADOS         PMA2 e SSA2
     CRÍTICA DOS DADOS     Reunião mensal da equipe
     ENVIO DOS DADOS     último dia do mês ou 1º do próximo
     ANÁLISE DOS DADOS    Relatórios do SIAB


     NA COORDENAÇÃO DA ATENÇÃO BÁSICA MUNICIPAL
     COLETA DE DADOS     fichas A, SSA2, PMA2, integração (3A e3B)
     CONSOLIDAÇÃO DOS DADOS         PMA2 e SSA2 municipal
     CRÍTICA DOS DADOS     Relatórios do SIAB
     ENVIO DOS DADOS     5º dia do mês
     ANÁLISE DOS DADOS    Relatórios e indicadores do SIAB
Rotinas do SIAB –
municipal

Coleta de Dados
COLETA DE DADOS – equipes PACS/PSF
Calendário Modelo:
DOM SEG     TER   QUA   QUI   SEX   SAB   INSTRUMENTOS
      1     2     3     4     5     6
 7    8     9     10    11    12    13
                                          Ficha A
14    15    16    17    18    19    20    Fichas B (GES, DIA, HA, TB, HAN)
21    22    23    24    25    26    27
                                          Ficha C – cartão criança
28    29    30    31
                                          Ficha D – produção de todos os
                                               profissionais
                                          Fichas de integração - 3A e 3B

                        MAPA
                                              CONSOLIDAÇÃO
                                              Relatório SSA2 e PMA2
                                              Fichas A
                                              Fichas de integração 3A1, 3A2 e
                                              3B - Instrutor
COLETA DE DADOS – equipes PACS/PSF

  CADASTRAMENTO FAMILIAR

     Relatórios da equipe de SSA2 dos últimos 12 meses, retirados do SIAB.
     Relatório de famílias por micro-área da equipe (retirado do SIAB).


Nº de famílias dos ACS informado na Ficha “A” X dado do mês
  anterior no SIAB.

     Se menor      a exclusão das famílias que já saíram da microárea no
     SIAB, encaminhando a ficha “A” ou o(s) numero(s) das famílias
     Se maior     providenciar a atualização cadastral das famílias que já
     estão sendo acompanhadas e não foram inseridas no sistema, enviando
     as Fichas “A” das novas famílias, para o técnico de informática que
     opera o SIAB.
COLETA DE DADOS – equipes PACS/PSF
SITUAÇÃO DE SAÚDE

  Ocorrência de óbitos, nascidos vivos, gestantes, notificação
  e acompanhamento de agravos, hospitalizações, melhorias
  sanitárias e outras.

  Investigar e Registrar nos devidos sistemas:SINAN,
  HIPERDIA, SISVAN, SIS-PRÉNATAL, PNI, SIM, SINASC.

  No caso de óbito e nascimento recomenda-se usar as fichas
  de integração SIM/SINASC/SIAB
COLETA DE DADOS – equipes PACS/PSF
 Atenção!!

 Caso o município não tenha providenciado a
 atualização antes do envio dos dados para a
 Regional deverá:

   Manter o número de famílias acompanhadas no
   relatório SSA2, de acordo com o existente no
   cadastro (Ficha A) de cada microárea e enviar para a
   regional.
   Atualiza o cadastro (ficha A) da(s) microárea(s), e o
   relatório de produção dos ACS (SSA2), que deixaram
   de ser informados no(s) mês (es) anterior (es).
PROCESSAMENTO DE DADOS


Na Coordenação Municipal da Atenção Básica
  Controlar e acompanhar dos dados enviados pelas
  equipes de saúde.
  Checar se os relatórios necessários foram enviados, se
  estão preenchidos corretamente (atentar para campos em
  branco, com números discordantes da freqüência normal,
  etc)
  Verificar se há atualizações a serem realizadas
PROCESSAMENTO DE DADOS
 No Setor de informática

    Os dados deverão ser digitados no SIAB entre o
    período do 1º ao 5º dia do mês subseqüente.
    Imprimir e enviar para a coordenação da atenção
    básica os seguintes relatórios:

   1.   Relatórios por equipe dos últimos 12 meses do SSA2 e
        PMA2.
   2.   Cadastro familiar.
   3.   E, quando ocorrer alterações de profissionais, o cadastro de
        profissionais, por equipe.
PROCESSAMENTO DE DADOS - Crítica

Coordenação Municipal da atenção básica
municipal. Atentar para:

  Nº de famílias cadastradas
  Nº de famílias acompanhadas (verificar a média dos últimos 12 meses).
  Nº de agravos referidos/acompanhados
  Nº de óbitos ocorridos nas áreas.
  Nº de crianças < 1 ano no SSA2/ população < 1 ano no cadastrado
  Profissionais ativos/inativos.
  Mudanças de modelo de atenção de equipes PACS para PSF.
  Mudança e transferências de profissionais nas equipes PACS e/ou PSF
   Inclusão de modalidade de equipes de saúde bucal (tipo I ou II)
PROCESSAMENTO DE DADOS - Crítica
  Mudança de profissionais nas equipes:
     Manter ativo até a próxima competência, evitando redução
     do incentivo no número de equipes no mês em curso. No mês
     seguinte o profissional deverá ser inativado com a data que
     ocorreu a saída no mês anterior


   ATENÇÃO!!

Conforme portaria 750 de 10 de outubro de 2006, o cadastro dos
profissionais das equipes de PACS/PSF e Saúde bucal deverá ser
realizada também no CNES a partir de outubro/06. Em março de
2007, com a implantação da nova versão do SIAB, o cadastro de
profissionais e equipes será exclusivamente via CNES
PROCESSAMENTO DE DADOS - Crítica
Incentivo financeiro para as equipes de saúde bucal só será pago:
   ESB qualificadas, vinculadas a uma equipe de saúde da família
   completa (com o médico, o enfermeiro e o auxiliar de
   enfermagem) e identificada a modalidade de cada equipe de
   saúde bucal (I ou II).

Incentivo financeiro para as equipes de saúde da família só será
pago:
   ESF Confirmação do número de equipes completas.

Mensalmente, além dos dados referentes ao mês de competência,
poderão ser enviados aqueles acumulados até a data de envio.
Caso haja alterações e correções em meses anteriores, o município
deverá informar através de ofício as correções dos meses anteriores
a serem feitas para a Regional.
PROCESSAMENTO DE DADOS - envio
O setor de informática deverá:
  Gerar o disquete para ser enviado à Regional de Saúde.
  Enviar no prazo (dia 5 do mês) o disquete ou e-mail.
  Se por Disquete:
   • Acompanhado por ofício informando o período de
     referência dos dados
   • Disquete identificado com: nome do município/ período
     de referência dos dados;
   • Sugere-se que o técnico do município que entregar o
     disquete aguarde a confirmação da leitura dos dados do
     município na regional de saúde.
PROCESSAMENTO DE DADOS - envio

    Se por e-mail:

         Enviar para o e-mail definido pela regional de saúde com a
         identificação do município, o período de referência dos dados e a
         solicitação da confirmação da leitura deste.
     •   O arquivo contendo os dados deverá ser compactado (Winzip) e
         anexado ao e-mail a ser enviado
     •   A confirmação de leitura pela regional deverá ser feita por e-mail


O setor de informática deverá realizar uma cópia de segurança dos dados
municipais, pois na perda destes e não tendo uma cópia, todos os dados
cadastrais deverão ser novamente digitados. Na regional de saúde, não há
possibilidade de resgates de todos os dados, apenas os consolidados.
PROCESSAMENTO DE DADOS - prazos
       Calendário Modelo:
       DOM SEG            TER      QUA        QUI        SEX    SAB
                1         2        3          4          5      6
         7      8         9        10         11         12     13
         14     15        16       17         18         19     20
         21     22        23       24         25         26     27
         28     29        30       31


     LEGENDA:
          Equipes PACS/PSF enviam para Coordenação municipal da Atenção Básica
          Coordenação municipal envia dados para DIRES
          DIRES envia dados para COAPRO/DAB
          COAPRO/DAB envia dados para Ministério da Saúde/DATASUS
ANÁLISE DOS DADOS
A Coordenação da
Atenção Básica Municipal
é responsável pelo
acompanhamento,
monitoramento e a
avaliação das informações
do SIAB enviadas pelas
equipes.
ANÁLISE DOS DADOS

  Relatórios importantes do SIAB
  Relatório de consolidado das famílias cadastradas e
  de saúde
  Série histórica das informações –SSA2
  (acompanhamento de grupos, área geral, por
  município, etc)
  Relatório de Produção PMA2 para acompanhar a
  produção no SIAB comparando com as informações
  do SIA-SUS
ANÁLISE DOS DADOS – construindo
indicadores
Avaliação de programas, projetos e situação de
saúde
Norteia o gestor sobre investimentos realizados e
os futuros
Estão sempre relacionados a uma pergunta de
avaliação:
  As ações de saúde desenvolvidas pelo município tem
  melhorado as condições de saúde da população
  assistida?
  Em que medida o Saúde da Família tem contribuído na
  melhoria da saúde dos munícipes?
  A atuação dos ACS tem contribuído para redução de
  casos de diarréia?
ANÁLISE DOS DADOS – construindo
indicadores
Exemplo: Qual a qualidade dos dados no SIAB
municipal?

  Indicador I - Cobertura das famílias cadastradas
  pelas acompanhadas na média anual num mesmo
  local e período
  Indicador II - Percentual das crianças < de 1 ano
  cadastradas pelas acompanhadas num mesmo local
  e período
ANÁLISE DOS DADOS – construindo
indicadores
Pergunta de análise
Nome do indicador
Fórmula de cálculo
Fonte de verificação
Freqüência de análise
Interpretação
Encaminhamentos após a análise
Exercício

Calcular e preencher a ficha dos
indicadores
Responder o questionário de avaliação da
situação de saúde e de cadastro de
família
Famílias cadastradas x acompanhadas
No acompanhamento da cobertura de famílias cadastradas no município,
deverá ser observado o percentual acima de 96% de famílias acompanhadas
das cadastradas, segundo áreas de cobertura PACS e PSF.

Forma do cálculo da cobertura de famílias acompanhadas das cadastradas:

Total de famílias cadastradas/ Média dos últimos 12 meses x 100


  Jun    Jul    Ago    Set      Out    Nov    Dez    Jan    Fev    Mar      Abr    Mai    Média
  2004                                                                             2005
  8670   8750   8800   8760     8750   8750   8600   8760   8960   100254   8606   8860   15.623




 Onde:
           7800 = total de famílias cadastradas no mês de referência (consolidado ficha A)
           15.623 = média dos últimos 12 meses


                             7800 /15623 x 100 = 49.92%
Percentual  de     famílias    cadastradas               pelas
acompanhadas, 31ªDIRES , 2006.
  DIRES

                                    Ago    Set    Out
                   MUNICIPIO
                                    FA M   FA M   FA M
  31      CABACEIRAS DO PARAGUACU   116     114 124,0
  31      CACHOEIRA                 103     100 110,4
  31      CONCEICAO DA FEIRA        102     103 112,1
  31      CONCEICAO DO ALMEIDA      100    98,7 107,8
  31      CRUZ DAS ALMAS            101     102 111,8
  31      GOVERNADOR MANGABEIRA      95    98,6 108,9
  31      MARAGOGIPE                112     111 120,6
  31      MURITIBA                   95    99,7 107,7
  31      SAO FELIPE                100     102 109,3
  31      SAO FELIX                 979    1075 1277,4
  31      SAPEACU                   113     113 122,5
  31      SAUBARA                   100     100 109,3
Percentual  de     famílias    cadastradas           pelas
acompanhadas, 14ªDIRES , 2006.
 DIRES


                   MUNICIPIO   Ago    Set    Out
                               FA M   FA M   FA M
 14      CAATIBA                94 96,6      107,0
 14      FIRMINO ALVES         102 102       111,0
 14      IBICUI                104 103       112,7
 14      IGUAI                 105 106       115,9
 14      ITAMBE                105 107       115,4
 14      ITAPETINGA            101 102       111,8
 14      ITARANTIM             114 106       116,2
 14      ITORORO               104 105       114,7
 14      MACARANI              100   99      107,8
 14      MAIQUINIQUE            97 94,8      103,4
 14      NOVA CANAA             97 98,2      107,2
 14      POTIRAGUA             104 104       114,1
 14      RIBEIRAO DO LARGO     105 105       114,4
Percentual  de     famílias    cadastradas                     pelas
acompanhadas, 20ªDIRES , 2006.

      DIRES            MUNICIPIO         Ago    Set    Out
                                         FA M   FA M   FA M
      20      ANAGE                      102 102       111,3
      20      BARRA DO CHOCA             100 101       111,6
      20      BELO CAMPO                 105 105       114,4
      20      BOM JESUS DA SERRA         101 101       111,1
      20      CAETANOS                   105 104       119,7
      20      CANDIDO SALES              102 103       113,7
      20      CARAIBAS                   110 110       120,6
      20      CONDEUBA                   122 121       130,7
      20      CORDEIROS                  101 101       109,7
      20      ENCRUZILHADA                99   99      107,8
      20      MAETINGA                   105 105       106,9
      20      PIRIPA                     102 102       112,4
      20      PLANALTO                   104 103       111,6
      20      POCOES                     100 100       109,3
      20      PRESIDENTE JANIO QUADROS   100 97,7      108,1
      20      TREMEDAL                    95   96      105,1
      20      VITORIA DA CONQUISTA       107 107       110,8
Percentual  de     famílias   cadastradas        pelas
acompanhadas, 1ªDIRES , 2006.
 DIRES


                  MUNICIPIO       Ago    Set    Out
                                  FA M   FA M   FA M
    1    CAMACARI                 105    101    111,5
    1    CANDEIAS                 102    102    110,7
    1    DIAS D'AVILA             107    105    113,9
    1    ITAPARICA                110    111    122,1
    1    LAURO DE FREITAS         135    130    140,5
    1    MADRE DE DEUS            104    103    115,4
    1    SALVADOR                  97    101    109,1
    1    SANTO AMARO              101    101    109,8
    1    SAO FRANCISCO DO CONDE   102    102    111,7
    1    SIMOES FILHO             104    105    114,3
    1    VERA CRUZ                105    105    114,2
Percentual de crianças < 1 ano cadastradas pelas
acompanhadas, 31ªDIRES , 2006.
DIRES

                                  Ago   Set    Out
                 MUNICIPIO
                                  <1A   <1A     <1A
 31     CABACEIRAS DO PARAGUACU    78   79,5    79,7
 31     CACHOEIRA                  57   21,2    28,8
 31     CONCEICAO DA FEIRA         57   59,7    56,6
 31     CONCEICAO DO ALMEIDA       73   79,9    82,1
 31     CRUZ DAS ALMAS             55     63    61,7
 31     GOVERNADOR MANGABEIRA      46   46,2    44,6
 31     MARAGOGIPE                 13   13,6    10,9
 31     MURITIBA                   28   41,1    40,4
 31     SAO FELIPE                 81    102    74,3
 31     SAO FELIX                 741    781   860,0
 31     SAPEACU                    44   27,4    33,9
 31     SAUBARA                    63   58,8    58,9
Percentual de crianças < 1 ano cadastradas pelas
acompanhadas, 14ªDIRES , 2006.
 DIRES


                   MUNICIPIO   Ago   Set    Out
                               <1A   <1A     <1A
 14      CAATIBA                54   76,5    86,1
 14      FIRMINO ALVES          78   85,3    88,2
 14      IBICUI                 98   96,6   102,6
 14      IGUAI                  47   54,7    58,1
 14      ITAMBE                 52   60,7    61,8
 14      ITAPETINGA             72   71,2    77,4
 14      ITARANTIM              23   24,1    22,1
 14      ITORORO                26   38,6    43,5
 14      MACARANI               74     72    77,1
 14      MAIQUINIQUE            37   39,7    45,6
 14      NOVA CANAA             78   85,3    87,7
 14      POTIRAGUA             5,3    6,8    12,6
 14      RIBEIRAO DO LARGO      54   57,2    51,2
Percentual de crianças < 1 ano cadastradas pelas
acompanhadas, 20ªDIRES , 2006.

      DIRES
                                         Ago   Set    Out
                       MUNICIPIO
                                         <1A   <1A     <1A
       20     ANAGE                       88   86,3   108,6
       20     BARRA DO CHOCA              96   96,3    97,5
       20     BELO CAMPO                 100    108   103,5
       20     BOM JESUS DA SERRA          77   79,7    81,2
       20     CAETANOS                    24   21,7    32,2
       20     CANDIDO SALES               98   98,9    98,7
       20     CARAIBAS                    82   83,1    90,9
       20     CONDEUBA                    45   76,7    61,1
       20     CORDEIROS                   97   97,9    92,5
       20     ENCRUZILHADA               9,7   9,13    10,0
       20     MAETINGA                    94   89,8    92,7
       20     PIRIPA                      95   97,4    95,1
       20     PLANALTO                    51   52,3    50,8
       20     POCOES                      86   80,4    83,2
       20     PRESIDENTE JANIO QUADROS    94    102    99,4
       20     TREMEDAL                    31   23,7    24,5
       20     VITORIA DA CONQUISTA        53   53,5    48,4
Percentual de crianças < 1 ano cadastradas pelas
acompanhadas, 1ªDIRES , 2006.
DIRES


                                 Ago   Set    Out
                 MUNICIPIO
                                 <1A   <1A    <1A
   1    CAMACARI                  12   10,9   10,8
   1    CANDEIAS                  10   11,5   11,7
   1    DIAS D'AVILA             9,7   7,76    5,4
   1    ITAPARICA                  0      0    0,5
   1    LAURO DE FREITAS          37   34,8   33,0
   1    MADRE DE DEUS             52     44   62,6
   1    SALVADOR                  31   35,8   35,8
   1    SANTO AMARO               10   7,05    6,0
   1    SAO FRANCISCO DO CONDE    24   25,9   21,3
   1    SIMOES FILHO             8,2   7,33    5,9
   1    VERA CRUZ                 15     11   12,6
ANÁLISE DOS DADOS - rotinas

Avaliar trimestralmente as informações do SIAB
frente a realidade das áreas e informações com
outros sistemas de informação (SINAN, SIM,
SINASC, HIPERDIA, SIS-pré-natal, PNI, SIA –
SUS, SIH, etc)
Realizar relatórios e encontros municipais para
a discussão destas avaliações
Informar ao Conselho de Saúde sobre os
avanços da Atenção Básica
SIAB: Informações
complementares
Integração com SIM e
SINASC
Integração SIAB com outros sistemas

SIAB um sistema de registro mensal de dados
de:
  Produção de serviços da atenção básica (consultas
  médicas, cobertura vacinal, consultas de pré-natal,
  procedimentos de enfermagem, visitas domiciliares,
  etc)
  Situação de saúde (notificação e acompanhamento
  de alguns agravos, óbitos, nascimentos e
  internações)
  Condições demográficas e sócio-sanitárias
Tipo de fichas utilizadas para a integração dos
sistemas SIM, SINASC e SIAB, Bahia, 2006.
             Tipos de fichas                  Evento notificado
3A - ACS                                            Óbito

3A - Enfermeiro (1 - menores de 1 ano e 2 –         Óbito
maiores de 1 ano)
3B - ACS                                         Nascimento
3B - Enfermeiro                                  Nascimento




 A portaria GM/MS nº 1172, 17 de junho de 2004,
 regulamenta que a vigilância epidemiológica e
 monitoramento da mortalidade infantil e materna
 passaram a ser uma das atribuições do município.
Integração SIAB com outros sistemas



ACS –
3A óbitos
                     Equipe –
3B nascimentos
                     3A1 óbitos infantis
                     3A2 óbitos > 1 ano
                     3B nascimentos
                                            SMS
                                            Atualização
                                            SINASC/SIAB
                                            SIM - DO


                            DIRES e DIS
  Casos outro município da sua área de abrangência

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  • 1. O SIAB MUNICIPAL Ferramenta de gestão da Atenção Básica
  • 2. Roteiro de discussão Apresentação Rotinas do SIAB – município Informações complementares – possibilidades de integração dos sistemas de informação. Procedimentos mais importantes para atualização do SIAB Exercício prático Utilização do TabWin Encerramento
  • 3. SIAB- Sistema de Informação da Atenção Básica INFORMAÇÃO ATENÇÃO BÁSICA
  • 4. SIAB- Sistema de Informação da Atenção Básica Constitui-se um dos principais instrumentos nacionais de avaliação e acompanhamento da Atenção Básica à Saúde. Ferramenta de gestão para as equipes de saúde da família (ESF), municípios e Estado. Deve ser processado com o maior cuidado e atenção com o propósito deste representar a real informação da situação de saúde do local avaliado. A informação é essencial ao planejamento, programação e avaliação de ações e serviços de saúde.
  • 5. FLUXO DO SIAB - MUNICIPAL NAS EQUIPES DE PACS E PSF COLETA DE DADOS fichas A, B, C, D e de integração 3A e 3B CONSOLIDAÇÃO DOS DADOS PMA2 e SSA2 CRÍTICA DOS DADOS Reunião mensal da equipe ENVIO DOS DADOS último dia do mês ou 1º do próximo ANÁLISE DOS DADOS Relatórios do SIAB NA COORDENAÇÃO DA ATENÇÃO BÁSICA MUNICIPAL COLETA DE DADOS fichas A, SSA2, PMA2, integração (3A e3B) CONSOLIDAÇÃO DOS DADOS PMA2 e SSA2 municipal CRÍTICA DOS DADOS Relatórios do SIAB ENVIO DOS DADOS 5º dia do mês ANÁLISE DOS DADOS Relatórios e indicadores do SIAB
  • 6. Rotinas do SIAB – municipal Coleta de Dados
  • 7. COLETA DE DADOS – equipes PACS/PSF Calendário Modelo: DOM SEG TER QUA QUI SEX SAB INSTRUMENTOS 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 Ficha A 14 15 16 17 18 19 20 Fichas B (GES, DIA, HA, TB, HAN) 21 22 23 24 25 26 27 Ficha C – cartão criança 28 29 30 31 Ficha D – produção de todos os profissionais Fichas de integração - 3A e 3B MAPA CONSOLIDAÇÃO Relatório SSA2 e PMA2 Fichas A Fichas de integração 3A1, 3A2 e 3B - Instrutor
  • 8. COLETA DE DADOS – equipes PACS/PSF CADASTRAMENTO FAMILIAR Relatórios da equipe de SSA2 dos últimos 12 meses, retirados do SIAB. Relatório de famílias por micro-área da equipe (retirado do SIAB). Nº de famílias dos ACS informado na Ficha “A” X dado do mês anterior no SIAB. Se menor a exclusão das famílias que já saíram da microárea no SIAB, encaminhando a ficha “A” ou o(s) numero(s) das famílias Se maior providenciar a atualização cadastral das famílias que já estão sendo acompanhadas e não foram inseridas no sistema, enviando as Fichas “A” das novas famílias, para o técnico de informática que opera o SIAB.
  • 9. COLETA DE DADOS – equipes PACS/PSF SITUAÇÃO DE SAÚDE Ocorrência de óbitos, nascidos vivos, gestantes, notificação e acompanhamento de agravos, hospitalizações, melhorias sanitárias e outras. Investigar e Registrar nos devidos sistemas:SINAN, HIPERDIA, SISVAN, SIS-PRÉNATAL, PNI, SIM, SINASC. No caso de óbito e nascimento recomenda-se usar as fichas de integração SIM/SINASC/SIAB
  • 10. COLETA DE DADOS – equipes PACS/PSF Atenção!! Caso o município não tenha providenciado a atualização antes do envio dos dados para a Regional deverá: Manter o número de famílias acompanhadas no relatório SSA2, de acordo com o existente no cadastro (Ficha A) de cada microárea e enviar para a regional. Atualiza o cadastro (ficha A) da(s) microárea(s), e o relatório de produção dos ACS (SSA2), que deixaram de ser informados no(s) mês (es) anterior (es).
  • 11. PROCESSAMENTO DE DADOS Na Coordenação Municipal da Atenção Básica Controlar e acompanhar dos dados enviados pelas equipes de saúde. Checar se os relatórios necessários foram enviados, se estão preenchidos corretamente (atentar para campos em branco, com números discordantes da freqüência normal, etc) Verificar se há atualizações a serem realizadas
  • 12. PROCESSAMENTO DE DADOS No Setor de informática Os dados deverão ser digitados no SIAB entre o período do 1º ao 5º dia do mês subseqüente. Imprimir e enviar para a coordenação da atenção básica os seguintes relatórios: 1. Relatórios por equipe dos últimos 12 meses do SSA2 e PMA2. 2. Cadastro familiar. 3. E, quando ocorrer alterações de profissionais, o cadastro de profissionais, por equipe.
  • 13. PROCESSAMENTO DE DADOS - Crítica Coordenação Municipal da atenção básica municipal. Atentar para: Nº de famílias cadastradas Nº de famílias acompanhadas (verificar a média dos últimos 12 meses). Nº de agravos referidos/acompanhados Nº de óbitos ocorridos nas áreas. Nº de crianças < 1 ano no SSA2/ população < 1 ano no cadastrado Profissionais ativos/inativos. Mudanças de modelo de atenção de equipes PACS para PSF. Mudança e transferências de profissionais nas equipes PACS e/ou PSF Inclusão de modalidade de equipes de saúde bucal (tipo I ou II)
  • 14. PROCESSAMENTO DE DADOS - Crítica Mudança de profissionais nas equipes: Manter ativo até a próxima competência, evitando redução do incentivo no número de equipes no mês em curso. No mês seguinte o profissional deverá ser inativado com a data que ocorreu a saída no mês anterior ATENÇÃO!! Conforme portaria 750 de 10 de outubro de 2006, o cadastro dos profissionais das equipes de PACS/PSF e Saúde bucal deverá ser realizada também no CNES a partir de outubro/06. Em março de 2007, com a implantação da nova versão do SIAB, o cadastro de profissionais e equipes será exclusivamente via CNES
  • 15. PROCESSAMENTO DE DADOS - Crítica Incentivo financeiro para as equipes de saúde bucal só será pago: ESB qualificadas, vinculadas a uma equipe de saúde da família completa (com o médico, o enfermeiro e o auxiliar de enfermagem) e identificada a modalidade de cada equipe de saúde bucal (I ou II). Incentivo financeiro para as equipes de saúde da família só será pago: ESF Confirmação do número de equipes completas. Mensalmente, além dos dados referentes ao mês de competência, poderão ser enviados aqueles acumulados até a data de envio. Caso haja alterações e correções em meses anteriores, o município deverá informar através de ofício as correções dos meses anteriores a serem feitas para a Regional.
  • 16. PROCESSAMENTO DE DADOS - envio O setor de informática deverá: Gerar o disquete para ser enviado à Regional de Saúde. Enviar no prazo (dia 5 do mês) o disquete ou e-mail. Se por Disquete: • Acompanhado por ofício informando o período de referência dos dados • Disquete identificado com: nome do município/ período de referência dos dados; • Sugere-se que o técnico do município que entregar o disquete aguarde a confirmação da leitura dos dados do município na regional de saúde.
  • 17. PROCESSAMENTO DE DADOS - envio Se por e-mail: Enviar para o e-mail definido pela regional de saúde com a identificação do município, o período de referência dos dados e a solicitação da confirmação da leitura deste. • O arquivo contendo os dados deverá ser compactado (Winzip) e anexado ao e-mail a ser enviado • A confirmação de leitura pela regional deverá ser feita por e-mail O setor de informática deverá realizar uma cópia de segurança dos dados municipais, pois na perda destes e não tendo uma cópia, todos os dados cadastrais deverão ser novamente digitados. Na regional de saúde, não há possibilidade de resgates de todos os dados, apenas os consolidados.
  • 18. PROCESSAMENTO DE DADOS - prazos Calendário Modelo: DOM SEG TER QUA QUI SEX SAB 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 LEGENDA: Equipes PACS/PSF enviam para Coordenação municipal da Atenção Básica Coordenação municipal envia dados para DIRES DIRES envia dados para COAPRO/DAB COAPRO/DAB envia dados para Ministério da Saúde/DATASUS
  • 19. ANÁLISE DOS DADOS A Coordenação da Atenção Básica Municipal é responsável pelo acompanhamento, monitoramento e a avaliação das informações do SIAB enviadas pelas equipes.
  • 20. ANÁLISE DOS DADOS Relatórios importantes do SIAB Relatório de consolidado das famílias cadastradas e de saúde Série histórica das informações –SSA2 (acompanhamento de grupos, área geral, por município, etc) Relatório de Produção PMA2 para acompanhar a produção no SIAB comparando com as informações do SIA-SUS
  • 21. ANÁLISE DOS DADOS – construindo indicadores Avaliação de programas, projetos e situação de saúde Norteia o gestor sobre investimentos realizados e os futuros Estão sempre relacionados a uma pergunta de avaliação: As ações de saúde desenvolvidas pelo município tem melhorado as condições de saúde da população assistida? Em que medida o Saúde da Família tem contribuído na melhoria da saúde dos munícipes? A atuação dos ACS tem contribuído para redução de casos de diarréia?
  • 22. ANÁLISE DOS DADOS – construindo indicadores Exemplo: Qual a qualidade dos dados no SIAB municipal? Indicador I - Cobertura das famílias cadastradas pelas acompanhadas na média anual num mesmo local e período Indicador II - Percentual das crianças < de 1 ano cadastradas pelas acompanhadas num mesmo local e período
  • 23. ANÁLISE DOS DADOS – construindo indicadores Pergunta de análise Nome do indicador Fórmula de cálculo Fonte de verificação Freqüência de análise Interpretação Encaminhamentos após a análise
  • 24. Exercício Calcular e preencher a ficha dos indicadores Responder o questionário de avaliação da situação de saúde e de cadastro de família
  • 25. Famílias cadastradas x acompanhadas No acompanhamento da cobertura de famílias cadastradas no município, deverá ser observado o percentual acima de 96% de famílias acompanhadas das cadastradas, segundo áreas de cobertura PACS e PSF. Forma do cálculo da cobertura de famílias acompanhadas das cadastradas: Total de famílias cadastradas/ Média dos últimos 12 meses x 100 Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Jan Fev Mar Abr Mai Média 2004 2005 8670 8750 8800 8760 8750 8750 8600 8760 8960 100254 8606 8860 15.623 Onde: 7800 = total de famílias cadastradas no mês de referência (consolidado ficha A) 15.623 = média dos últimos 12 meses 7800 /15623 x 100 = 49.92%
  • 26. Percentual de famílias cadastradas pelas acompanhadas, 31ªDIRES , 2006. DIRES Ago Set Out MUNICIPIO FA M FA M FA M 31 CABACEIRAS DO PARAGUACU 116 114 124,0 31 CACHOEIRA 103 100 110,4 31 CONCEICAO DA FEIRA 102 103 112,1 31 CONCEICAO DO ALMEIDA 100 98,7 107,8 31 CRUZ DAS ALMAS 101 102 111,8 31 GOVERNADOR MANGABEIRA 95 98,6 108,9 31 MARAGOGIPE 112 111 120,6 31 MURITIBA 95 99,7 107,7 31 SAO FELIPE 100 102 109,3 31 SAO FELIX 979 1075 1277,4 31 SAPEACU 113 113 122,5 31 SAUBARA 100 100 109,3
  • 27. Percentual de famílias cadastradas pelas acompanhadas, 14ªDIRES , 2006. DIRES MUNICIPIO Ago Set Out FA M FA M FA M 14 CAATIBA 94 96,6 107,0 14 FIRMINO ALVES 102 102 111,0 14 IBICUI 104 103 112,7 14 IGUAI 105 106 115,9 14 ITAMBE 105 107 115,4 14 ITAPETINGA 101 102 111,8 14 ITARANTIM 114 106 116,2 14 ITORORO 104 105 114,7 14 MACARANI 100 99 107,8 14 MAIQUINIQUE 97 94,8 103,4 14 NOVA CANAA 97 98,2 107,2 14 POTIRAGUA 104 104 114,1 14 RIBEIRAO DO LARGO 105 105 114,4
  • 28. Percentual de famílias cadastradas pelas acompanhadas, 20ªDIRES , 2006. DIRES MUNICIPIO Ago Set Out FA M FA M FA M 20 ANAGE 102 102 111,3 20 BARRA DO CHOCA 100 101 111,6 20 BELO CAMPO 105 105 114,4 20 BOM JESUS DA SERRA 101 101 111,1 20 CAETANOS 105 104 119,7 20 CANDIDO SALES 102 103 113,7 20 CARAIBAS 110 110 120,6 20 CONDEUBA 122 121 130,7 20 CORDEIROS 101 101 109,7 20 ENCRUZILHADA 99 99 107,8 20 MAETINGA 105 105 106,9 20 PIRIPA 102 102 112,4 20 PLANALTO 104 103 111,6 20 POCOES 100 100 109,3 20 PRESIDENTE JANIO QUADROS 100 97,7 108,1 20 TREMEDAL 95 96 105,1 20 VITORIA DA CONQUISTA 107 107 110,8
  • 29. Percentual de famílias cadastradas pelas acompanhadas, 1ªDIRES , 2006. DIRES MUNICIPIO Ago Set Out FA M FA M FA M 1 CAMACARI 105 101 111,5 1 CANDEIAS 102 102 110,7 1 DIAS D'AVILA 107 105 113,9 1 ITAPARICA 110 111 122,1 1 LAURO DE FREITAS 135 130 140,5 1 MADRE DE DEUS 104 103 115,4 1 SALVADOR 97 101 109,1 1 SANTO AMARO 101 101 109,8 1 SAO FRANCISCO DO CONDE 102 102 111,7 1 SIMOES FILHO 104 105 114,3 1 VERA CRUZ 105 105 114,2
  • 30. Percentual de crianças < 1 ano cadastradas pelas acompanhadas, 31ªDIRES , 2006. DIRES Ago Set Out MUNICIPIO <1A <1A <1A 31 CABACEIRAS DO PARAGUACU 78 79,5 79,7 31 CACHOEIRA 57 21,2 28,8 31 CONCEICAO DA FEIRA 57 59,7 56,6 31 CONCEICAO DO ALMEIDA 73 79,9 82,1 31 CRUZ DAS ALMAS 55 63 61,7 31 GOVERNADOR MANGABEIRA 46 46,2 44,6 31 MARAGOGIPE 13 13,6 10,9 31 MURITIBA 28 41,1 40,4 31 SAO FELIPE 81 102 74,3 31 SAO FELIX 741 781 860,0 31 SAPEACU 44 27,4 33,9 31 SAUBARA 63 58,8 58,9
  • 31. Percentual de crianças < 1 ano cadastradas pelas acompanhadas, 14ªDIRES , 2006. DIRES MUNICIPIO Ago Set Out <1A <1A <1A 14 CAATIBA 54 76,5 86,1 14 FIRMINO ALVES 78 85,3 88,2 14 IBICUI 98 96,6 102,6 14 IGUAI 47 54,7 58,1 14 ITAMBE 52 60,7 61,8 14 ITAPETINGA 72 71,2 77,4 14 ITARANTIM 23 24,1 22,1 14 ITORORO 26 38,6 43,5 14 MACARANI 74 72 77,1 14 MAIQUINIQUE 37 39,7 45,6 14 NOVA CANAA 78 85,3 87,7 14 POTIRAGUA 5,3 6,8 12,6 14 RIBEIRAO DO LARGO 54 57,2 51,2
  • 32. Percentual de crianças < 1 ano cadastradas pelas acompanhadas, 20ªDIRES , 2006. DIRES Ago Set Out MUNICIPIO <1A <1A <1A 20 ANAGE 88 86,3 108,6 20 BARRA DO CHOCA 96 96,3 97,5 20 BELO CAMPO 100 108 103,5 20 BOM JESUS DA SERRA 77 79,7 81,2 20 CAETANOS 24 21,7 32,2 20 CANDIDO SALES 98 98,9 98,7 20 CARAIBAS 82 83,1 90,9 20 CONDEUBA 45 76,7 61,1 20 CORDEIROS 97 97,9 92,5 20 ENCRUZILHADA 9,7 9,13 10,0 20 MAETINGA 94 89,8 92,7 20 PIRIPA 95 97,4 95,1 20 PLANALTO 51 52,3 50,8 20 POCOES 86 80,4 83,2 20 PRESIDENTE JANIO QUADROS 94 102 99,4 20 TREMEDAL 31 23,7 24,5 20 VITORIA DA CONQUISTA 53 53,5 48,4
  • 33. Percentual de crianças < 1 ano cadastradas pelas acompanhadas, 1ªDIRES , 2006. DIRES Ago Set Out MUNICIPIO <1A <1A <1A 1 CAMACARI 12 10,9 10,8 1 CANDEIAS 10 11,5 11,7 1 DIAS D'AVILA 9,7 7,76 5,4 1 ITAPARICA 0 0 0,5 1 LAURO DE FREITAS 37 34,8 33,0 1 MADRE DE DEUS 52 44 62,6 1 SALVADOR 31 35,8 35,8 1 SANTO AMARO 10 7,05 6,0 1 SAO FRANCISCO DO CONDE 24 25,9 21,3 1 SIMOES FILHO 8,2 7,33 5,9 1 VERA CRUZ 15 11 12,6
  • 34. ANÁLISE DOS DADOS - rotinas Avaliar trimestralmente as informações do SIAB frente a realidade das áreas e informações com outros sistemas de informação (SINAN, SIM, SINASC, HIPERDIA, SIS-pré-natal, PNI, SIA – SUS, SIH, etc) Realizar relatórios e encontros municipais para a discussão destas avaliações Informar ao Conselho de Saúde sobre os avanços da Atenção Básica
  • 36. Integração SIAB com outros sistemas SIAB um sistema de registro mensal de dados de: Produção de serviços da atenção básica (consultas médicas, cobertura vacinal, consultas de pré-natal, procedimentos de enfermagem, visitas domiciliares, etc) Situação de saúde (notificação e acompanhamento de alguns agravos, óbitos, nascimentos e internações) Condições demográficas e sócio-sanitárias
  • 37. Tipo de fichas utilizadas para a integração dos sistemas SIM, SINASC e SIAB, Bahia, 2006. Tipos de fichas Evento notificado 3A - ACS Óbito 3A - Enfermeiro (1 - menores de 1 ano e 2 – Óbito maiores de 1 ano) 3B - ACS Nascimento 3B - Enfermeiro Nascimento A portaria GM/MS nº 1172, 17 de junho de 2004, regulamenta que a vigilância epidemiológica e monitoramento da mortalidade infantil e materna passaram a ser uma das atribuições do município.
  • 38. Integração SIAB com outros sistemas ACS – 3A óbitos Equipe – 3B nascimentos 3A1 óbitos infantis 3A2 óbitos > 1 ano 3B nascimentos SMS Atualização SINASC/SIAB SIM - DO DIRES e DIS Casos outro município da sua área de abrangência