Rita, não Grita!

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Rita, não Grita!

  1. 1. . ' . i . oo-s - _ ; u a » s* I me --. r---~_s«, CCrJaL-: çtud: w Pl. .. ' 5 » ' m” _ i' SALASDE _E d. LEITU - P' ° «r : :ir-Í " irLzxviA ÉVÍUNIZ llustracões de WÊAJJ' ER ONO - - _ ? QÂPORÂTÚEHTUS
  2. 2. Esta é a história dc uma menina. Vou contar como ela era. Seu nome é Rita híagrcla- Além de ser griradeim. Rita é muito tagarcla. A tal Rim ntagríccla tem o nariz arrebítado, sardas por todo o lado e O cabelo esperado amarrado com fita amarela. rx. .-
  3. 3. PSI: : Rim nmgriceiaz. a ta] da cara magrela, tem uma mania esquisita: vive fazendo birra: A corñcisão logo começa já no café ma: pão: sc Rita Q1121' : virais geléia e 2¡ mãe lhe diz qu: : não, prontol. . . já abre aquele botão. Tag-y 'V/ Q/zjx” _ s _.33_ . .ali s; ~^4EQ nÃ---, -
  4. 4. Depois de feita n tuercnda, a chatcação continua, pois Rir: : escolhe a roupa que usa ao brincar na rua: « O short antarelo está rasgado. o xrermelho, zumnaxaozado. no tênis falha um cordão! É tanta reclamação que até a mãe fica tonta, com a Rita fazendo Fira, que lute com os pés no chão. de : :Ovo abrindo o bacão, com aquela choraçíío.
  5. 5. Sua mãe vive pedindo: - Rita, não grita! Mas a Rita nem dá bola e sai danada da vida; c novamente na escola continua a fazer bírra. Bastou esquecer a borracha ou a ponta do lápis quebrar, Rita ja' perde a paciência e recomeça a gritar. Os colegas avisam, dizendo: - Rica, não grita! Mas a magrela nem dá bola para Os colegas da escola. iv ' . q. p , ' 'l ; r _, C l . '17 . à a¡ ". "9. . V "ã ,
  6. 6. Nas brincadeiras do recreio, os outros não tinham vez. Não podiam batcbcara c nem contar até três! Rita queria tudo primeiro, queria ser a melhor. . . E pra quem dcsoonfíassc f / / ou até dissesse: Não! Ó 1a' 'vinha mais barrado!
  7. 7. .~ u ' ' , . I ' - 1 1 ' 1 . ' _ V x . . , , A c . u i! r l d i ' Í . n V o _ * . v a 1 - *A 'Êhg-'I-&r-i - 43:5¡ . É. c '1 v ~ l ¡ l ' . ' _ , . _ . . _ u "A ' - o _ o. 7 _ -'1'
  8. 8. Logo no dia seguinte, a turma brincava dc amarclítxhíl (mando a'. pah-lulu: : sem qucrcr, na vez da Rita. caiu pra [ora da linha. Daí a Rita avcrmclhou, «amrrccgaloaa o Olhão, cnchcu as back-Lanchas (lc : Ir e já ia estourar- . . quando a turma se tnnndou. Sumiu. Dcsaparoccu.
  9. 9. _›, .,«. .›_. .._¡. ._v '- ' l x_ . ' ' . e x* . . *'“' *Q1143 maabnun_ _ . . x ' LÂÀ; '-~§'. 33.3_- _ q . %. _ , _ , . T T _. , _. ../ .,. ._. .._. .f . . . 7.. ... íofx. ..m. - . , . J.. ... _ luJcÍ›v. Wu. 'sLf7u¡JHI : mw í e ; su L f. r. . UÀÊX . p! nr. . . .. v._› y, .. ,.. .V. ,.. ._. . NHK. . . Wu . nr-vw- -+--›~m J nyf/ qna¡ 'l/ l _ . '¡¡/ ¡¡, ._ c o tal lou = .gv: r*~*í*t', rng_<f-'a'“'1frt, "~“"*' g 7' '
  10. 10. A partir (laquele dia. a magra-la foi pcrccbcndo o que acontecia. N23 mola, pra brincar de pega. esconde-esconde. polícia c ladrão, não convidavann amis : a Rita, não. Nem um pular curtia, pra jogar peteca ou fazer ltolhas dc sabão. Ela podia espemcazz. berrar. abrir o Ixacão que: ninguém prestava -atcnçãcx E a Rim sozinha. s-c-nn jeito, com aquela Falta dc graça cnrosacatla daznlm do peito. foi ficando triste. doente. emburrzzdu, sem querer conversa, comida c ncm nada.
  11. 11. Po¡ daí que. a vovó chegou, trazendo o lindo presente: um _jogo de caixa c bola. E a Rita pulou dc contente: - Oba! .Agora os ! Deus : unigos vão quenrr brincar contigo! E então o novo brínqtncdo saíu cowexmdo a mostrar. Logo juntou criança com &romadc de brincar.
  12. 12. A 'brincadeira da bola maluca cra gozada, era dc assustar. :: da um esperava o palito na caixa ond: : estava o balão escondido, c ele não podia estourar. Prinrcíro foi o João qu: : escapou de rnspão! Depois foi a Beatriz que cscapulíu ; tm um triz!
  13. 13. Na vez de. Ritz: -- mu: azar! _ o palito encostou c. . - B U M! ! fez a bola estourar. Então, dcsanímados, os colegas ficaratu esperando o que já *estavam acostumados: o botão aberto da Rita, gritando por todo lado.
  14. 14. fvâas da( aconteceu a surpresa boa, engraçada. A0 invés de fazer isso, Rita arrcganl-. oaz a beca numa bala gargalhada! ' E. uam , risada emendou na outra, | a brincadeira foi em frente. 1 com todos se ciívcrtindo. com todos muito tüotzlenlús.
  15. 15. A Rim ¡nagt-ioelz¡ pensou num jeito esperto de. :mão ficar tão zangacla com o que não dava cet-w. E hojc cada vez qu: : aLoncc-: c dc algo sazír errado, a Ritinha sardcnm, do : nariz arrcbitado, não fa: : pirraça. nem fita, ncm grita. Pode até »estourar chíclctes m¡ can-n, derrubar a sopa na. saia, : zrmnhttr m joelhos no chão. Ela acha engraçado e leva tudo na gozaçíío. E ; aan-a as coisas mais difíceis. procura a atalho: : soítzgüo. . .L _ , _ _N_ _. . "Í v zP-'QT- --ç . ..i'm -gg-, ç_¡: -.-_z. _:«; -r_-_ r ›_- ; guarzí-arak-g. 4 : _., _-. .- . . ›
  16. 16. A an¡ Rica magrela, do nariz arrcbi cado. que usa fita amar-bla no cátbelo esperado. Continua Lagamln- Nlas deixou pra lá a ¡tmama esquisita dc gritar à toa. Dascolvríu que sabe também t-csolxvcr as coisas numa boa.
  17. 17. :SIH ! ›5'05'D293? H 'Ízí 0 ° 85569 (10937. Sério Aigodào Doce Flávia bduniz nasceu em Franca, na ¡nzcrínr paulista. c bem cedo nmdou-sc dc fraldas e nxanladciru par: : a. capital. Fc? Puclanmgcla, oam cspccializatao cm Oti-: nt-. xção Educacional. na PUC-SP. Por consídcmr a crianca @onze a maggia. o bon: humor. a ; nmlturn c: a. lravcmur: : que andam disfarçadas por ai. é quqFIá-«àa : :solve-u user-crer. pois "não hà nada mais empolgante do que oíemcer às : :dan-gas tnníàí cm-açccs através (lc palavras". Rita 'vivia fazendo bixm. lmplívcrwx com tudo. batia o pñ ¡mr qualquer co-. sa. gritava í¡ toa. Po: quase nada : Emi: um bocao. Em : :Io chata. que ninguém aguentava nuio' Daí os coicgas rcsoãvcram dar um jcuo nela. Lei: : a história c veia o que -zconacrrc-. z com a Rim. u-. o »g4 axu: : zu. IÍII¡' Foyukun; r7;F›Í_'v Í-¡. 'á'. à¡). L* l . .' (L. 81.2- . u. . '4.. '.. '-T- $3-13 L' : -:'. ^íl. '.-.4*! .:. «.. . . .na ul'. Al'. Í : A125 - &v- -A -JA: |. fic. ¡nen! 214.'- ~ E. ) 15.615/11) - SL) ? to '5- 5.' 50h' Í¡'¡; .c'v D' : K-'l--l . .. guto¡ O) ÂUI Í : WIN : cia -a'I; "¡. $ ÃVU'4,'W'UIIC_ Ut": :10rVx . OEHKJÊQ- ° - '

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