BATE-PAPO LIPSAMALEXVICENTESPADINIANDRÉLUIZSCHUHÍSISMENDESBARBOSAVINÍCIUSMELLODEPRESSÃO
EPIDEMIOLOGIA
EPIDEMIOLOGIABASESTERAPÊUTICASPor que temos emoções?Teoria EvolucionistaNeurofisiologiaSubstrato citoquímicoAlvos terapêut...
EPIDEMIOLOGIANOMUNDOSegundo a OMS:Líder entre as doenças incapacitantes;Afeta 350 milhões de pessoas emtodo o mundo;Quase ...
EPIDEMIOLOGIANOMUNDOPrevalência varia entre os países;Influência de fatores culturais e derisco variáveis;Geral 8 a 12%Est...
EPIDEMIOLOGIANOMUNDOFatores de risco mais comuns:Sexo (2x a 3x maior em mulheres);Problemas socioeconômicos (pobre-za e ba...
EPIDEMIOLOGIANOMUNDOTratamento:Apesar de sua já conhecida eficácia, amaioria das pessoas que precisamnão o recebem;Menos d...
EPIDEMIOLOGIANOBRASILDesponta entre as maiores incidên-cias no mundo;Instituto Brasileiro de Geografia e Es-tatística:Atin...
EPIDEMIOLOGIANOBRASILMulheres: 10% a 25%;Homens: 5% a 12 %;1/20 pessoas tem um episódio de-pressivo na vida;Em cada 1/50 c...
EPIDEMIOLOGIAEMPORTOALEGREEstudo:“Prevalência de depressão e fatoresassociados em comunidade de baixarenda de Porto Alegre...
EPIDEMIOLOGIAEMPORTOALEGREDentre os 3.700 adultos e idosos ele-gíveis para o estudo, na Restinga:16,1% com depressão;sexo ...
ETIOLOGIA
ETIOLOGIA
ETIOLOGIAFATORESBIOPSICO SOCIALTNIMH Genetics Workgroup. Genetics and mental disorders. NIH Publication, 1998.
ETIOLOGIAFATORES
ETIOLOGIAMODELOCOGNITIVO-COM-PORTAMENTALDEBECKPropõe que os sintomas da depres-são podem ser explicados em termoscognitivo...
ETIOLOGIAMODELOMUTIFATORIALPOLIGÊNICOGraveFamiliares decasos gravesNÃOAFETADOSLevePopulação em geralFamiliares decasos leves
ETIOLOGIAINTERAÇÃOGENEXAMBIENTEGeneral model for psychiatric disorders
ETIOLOGIANEUROTRANSMISSÃONORMAL
ETIOLOGIAALTERAÇÕESNEUROQUÍMICASDADEPRESSÃO
ETIOLOGIASEGUNDOSMENSAGEIROSEEXPRESSÃOGÊNICA(Belmaker e Agam, 2008)
ETIOLOGIA
ETIOLOGIAEIXOHIPOTÁLAMO-HIPÓFISE-ADRENAL(Belmaker e Agam, 2008)Níveis de cortisol estãoaumentados em depressão grave etamb...
ETIOLOGIABDNF
ETIOLOGIA
ETIOLOGIATEORIADANEUROGÊNESE
ETIOLOGIA
ETIOLOGIA
ETIOLOGIA
ETIOLOGIADEPRESSÃOESISTEMAIMUNOLÓGICO
DIAGNÓSTICO
DIAGNÓSTICOTRANSTORNOSDOHUMOR(DSM-IV)Transtornos depressivos: depressãomaior, distimia, transtorno depressivosem outra esp...
DIAGNÓSTICOPesquisadores e clínicos – diagnósti-co dimensional e categorial;Falta de consenso entre os diferentesgrupos;Su...
DIAGNÓSTICOMULTIAXIAL(DSM-IV)Eixo I: Transtornospsiquiátricos maioresEixo II: transtorno depersonalidade e dodesenvolvimen...
DIAGNÓSTICOCRITÉRIOSDIAGNÓSTICOS(DSM-IV)Episódio Depressivo: sintomas pre-sentes por no mínimo 2 semanasDeverão necessaria...
DIAGNÓSTICOCRITÉRIOSDIAGNÓSTICOS(DSM-IV)Perda ou ganhosignificativo de pesosem estar em dietaInsônia ou Hipersoniaquase tod...
DIAGNÓSTICOHUMORDEPRIMIFOPERDADOPRAZER
DIAGNÓSTICOHUMORDEPRIMIFOPERDADOPRAZER
DIAGNÓSTICOCRITÉRIOSDIAGNÓSTICOS(DSM-IV)Sofrimento clinicamente significativoou prejuízo no funcionamento socialou ocupaci...
DIAGNÓSTICOCRITÉRIOSDIAGNÓSTICOS(DSM-IV)Não são mais bem explicados porLuto, ou seja, após a perda de umente querido, os s...
DIAGNÓSTICO
DIAGNÓSTICOOUTROSSUBTIPOSDETRANSTORNOSDEPRESSIVOSTranstornodepressivo comcaracterísticasmelancólicasTranstornodepressivo c...
DIAGNÓSTICOREFERÊNCIASE. GOMES DE MATOS et al. Depressãomelancólica e depressão atípica: as-pectos clínicos e psicodinâmic...
TRATAMENTO
TRATAMENTOBASESTERAPÊUTICASPor que temos emoções?Teoria EvolucionistaNeurofisiologiaSubstrato citoquímicoAlvos terapêuticos
OBJETIVOSOPÇÕESTERAPÊUTICASPsicoterapiasPsicofármacosEletroconvulsoterapiaEstimulação Magnética TranscranianaCirurgias
TRATAMENTOOPÇÕESTERAPÊUTICASPsicoterapiasPsicofármacosEletroconvulsoterapiaEstimulação Magnética TranscranianaCirurgias
TRATAMENTOESCOLASPsicanalíticaTerapia Cognitivo ComportamentalPsicodinâmica
PSICOTERAPIASESCOLASPsicanalíticaTerapia Cognitivo ComportamentalPsicodinâmica
PSICOTERAPIASEVIDÊNCIASPsicoterapia, isolada ou em combina-ção com medicação antidepressiva, éuma opção para pacientes com...
PSICOFÁRMACOSCLASSES1ªGeração2ªGeração3ªGeraçãoInibidoresdaMonoaminaOxidase(MAOI’s)AntidepressivosTricíclicos(TCA’s)Fenelz...
PSICOFÁRMACOSALGORITMOS
PSICOFÁRMACOSPSICOFÁRMACOSOPÇÕESTERAPÊUTICASPsicoterapiasPsicofármacosEletroconvulsoterapiaEstimulação Magnética Transcran...
ELETROCONVULSO-TERAPIAEVIDÊNCIASApós ECT aguda, continuação de ECTisolada parece ser comparável à con-tinuação de farmacot...
EMTEVIDÊNCIASPara pacientes com depressão maioraguda que não responderam a, nomínimo, uma medicação antidepres-siva, meta-...
CIRURGIASOPÇÕESTERAPÊUTICASEstimulação do Nervo VagoEstimulação Cerebral ProfundaEstimulação Cortical DiretaNeurocirurgia ...
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Depressão

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Depressão

  1. 1. BATE-PAPO LIPSAMALEXVICENTESPADINIANDRÉLUIZSCHUHÍSISMENDESBARBOSAVINÍCIUSMELLODEPRESSÃO
  2. 2. EPIDEMIOLOGIA
  3. 3. EPIDEMIOLOGIABASESTERAPÊUTICASPor que temos emoções?Teoria EvolucionistaNeurofisiologiaSubstrato citoquímicoAlvos terapêuticos
  4. 4. EPIDEMIOLOGIANOMUNDOSegundo a OMS:Líder entre as doenças incapacitantes;Afeta 350 milhões de pessoas emtodo o mundo;Quase 1 milhão de pessoas cometemsuicídio todo ano: 3 mil mortes/dia;Para cada suicídio, existem mais 20tentativas;
  5. 5. EPIDEMIOLOGIANOMUNDOPrevalência varia entre os países;Influência de fatores culturais e derisco variáveis;Geral 8 a 12%Estados Unidos 16,9%Japão 3%
  6. 6. EPIDEMIOLOGIANOMUNDOFatores de risco mais comuns:Sexo (2x a 3x maior em mulheres);Problemas socioeconômicos (pobre-za e baixa edução);Genética (2x a 3x maior propensãoentre familiares);Exposição à violência;Separação e divórcio (homens);Doenças crônicas;
  7. 7. EPIDEMIOLOGIANOMUNDOTratamento:Apesar de sua já conhecida eficácia, amaioria das pessoas que precisamnão o recebem;Menos de 50% são tratadas;Em certas regiões, menos de 30%;Em certos países,menos de 10%;Causas:Recursos + treinamento + estigma;
  8. 8. EPIDEMIOLOGIANOBRASILDesponta entre as maiores incidên-cias no mundo;Instituto Brasileiro de Geografia e Es-tatística:Atinge 7,8 milhões de brasileiros(4,1% da população).Características sociais:Baixa escolaridade;Desemprego;Baixo nível econômico;
  9. 9. EPIDEMIOLOGIANOBRASILMulheres: 10% a 25%;Homens: 5% a 12 %;1/20 pessoas tem um episódio de-pressivo na vida;Em cada 1/50 casos diagnosticadosnecessita de internação;15% dos deprimidos graves cometemsuicídio;
  10. 10. EPIDEMIOLOGIAEMPORTOALEGREEstudo:“Prevalência de depressão e fatoresassociados em comunidade de baixarenda de Porto Alegre, Rio Grande doSul” Ricardo Vivian da CunhaI; GiseleAlsina Nader BastosII; GiovâniFirpo Del DucaI
  11. 11. EPIDEMIOLOGIAEMPORTOALEGREDentre os 3.700 adultos e idosos ele-gíveis para o estudo, na Restinga:16,1% com depressão;sexo feminino (2,38 vezes maior);indivíduos separados e viúvos;Maior o grau de escolaridade e níveleconômico: menor a probabilidade;
  12. 12. ETIOLOGIA
  13. 13. ETIOLOGIA
  14. 14. ETIOLOGIAFATORESBIOPSICO SOCIALTNIMH Genetics Workgroup. Genetics and mental disorders. NIH Publication, 1998.
  15. 15. ETIOLOGIAFATORES
  16. 16. ETIOLOGIAMODELOCOGNITIVO-COM-PORTAMENTALDEBECKPropõe que os sintomas da depres-são podem ser explicados em termoscognitivos como interpretações ten-denciosas das situações, atribuídas àativação de representações negativasde si mesmo, do mundo e do futuro.VisãonegativaEUMUNDOFUTURO
  17. 17. ETIOLOGIAMODELOMUTIFATORIALPOLIGÊNICOGraveFamiliares decasos gravesNÃOAFETADOSLevePopulação em geralFamiliares decasos leves
  18. 18. ETIOLOGIAINTERAÇÃOGENEXAMBIENTEGeneral model for psychiatric disorders
  19. 19. ETIOLOGIANEUROTRANSMISSÃONORMAL
  20. 20. ETIOLOGIAALTERAÇÕESNEUROQUÍMICASDADEPRESSÃO
  21. 21. ETIOLOGIASEGUNDOSMENSAGEIROSEEXPRESSÃOGÊNICA(Belmaker e Agam, 2008)
  22. 22. ETIOLOGIA
  23. 23. ETIOLOGIAEIXOHIPOTÁLAMO-HIPÓFISE-ADRENAL(Belmaker e Agam, 2008)Níveis de cortisol estãoaumentados em depressão grave etambém o tamanho da hipófiseanterior e do cortex da adrenal.Níveis aumentados de HCR nolíquor e da expresão gênica do HCRno sistema límbicoDiminuição do hipocampo e donúmero de neurônios e glia,possivelmente devido à reduçãona neurogênese devido a níveiselevados de cortisol ou diminuiçãode BDNF (fator neurotrófico).HCR = Hormônioliberador dacorticotropinaESTRESSEHCRACTHCORTISOL
  24. 24. ETIOLOGIABDNF
  25. 25. ETIOLOGIA
  26. 26. ETIOLOGIATEORIADANEUROGÊNESE
  27. 27. ETIOLOGIA
  28. 28. ETIOLOGIA
  29. 29. ETIOLOGIA
  30. 30. ETIOLOGIADEPRESSÃOESISTEMAIMUNOLÓGICO
  31. 31. DIAGNÓSTICO
  32. 32. DIAGNÓSTICOTRANSTORNOSDOHUMOR(DSM-IV)Transtornos depressivos: depressãomaior, distimia, transtorno depressivosem outra especificaçãoTHB: I/II, ciclotimia, TB sem outra es-pecificação
  33. 33. DIAGNÓSTICOPesquisadores e clínicos – diagnósti-co dimensional e categorial;Falta de consenso entre os diferentesgrupos;Subtipos – por meio perfil de sinto-mas, severidade e cronicidade dadoença, resposta ao tratamento e co-morbidades;CID 10 – leve, moderado, severo (nú-mero de sintomas) ;
  34. 34. DIAGNÓSTICOMULTIAXIAL(DSM-IV)Eixo I: Transtornospsiquiátricos maioresEixo II: transtorno depersonalidade e dodesenvolvimentoEixo III: Condições MédicasGeraisEixo IV: Fatores ContextuaisEixo V: Funcionalidade/incapacitação nas seguintesáreas: Cuiado pessoal,relacionamento familiar/social, condições detrabalho
  35. 35. DIAGNÓSTICOCRITÉRIOSDIAGNÓSTICOS(DSM-IV)Episódio Depressivo: sintomas pre-sentes por no mínimo 2 semanasDeverão necessariamente estar pre-sentes humor depressivo OU perdado interesse ou do prazer por ativida-des habitualmente prazerosas + 4dos seguintes:
  36. 36. DIAGNÓSTICOCRITÉRIOSDIAGNÓSTICOS(DSM-IV)Perda ou ganhosignificativo de pesosem estar em dietaInsônia ou Hipersoniaquase todos os diasAgitação ou retardopsicomotor quasetodos os diasFadiga ou perda deenergia quase todosos diasSensação deinutilidade/ culpaexcessiva ouinadequadaPensamento de morterecorrente, ideaçãosuicida recorrente, TSou plano específico
  37. 37. DIAGNÓSTICOHUMORDEPRIMIFOPERDADOPRAZER
  38. 38. DIAGNÓSTICOHUMORDEPRIMIFOPERDADOPRAZER
  39. 39. DIAGNÓSTICOCRITÉRIOSDIAGNÓSTICOS(DSM-IV)Sofrimento clinicamente significativoou prejuízo no funcionamento socialou ocupacional ou em outras áreasimportantes da vida do indivíduoSintomas não se devem aos efeitosfisiológicos diretos de uma substân-cia (p. ex., droga de abuso ou medica-mento) ou de uma condição médicageral (p. ex., hipotireoidismo)
  40. 40. DIAGNÓSTICOCRITÉRIOSDIAGNÓSTICOS(DSM-IV)Não são mais bem explicados porLuto, ou seja, após a perda de umente querido, os sintomas persistempor mais de 2 meses ou são caracteri-zados por acentuado prejuízo funcio-nal, preocupação mórbida com des-valia, ideação suicida, sintomas psicó-ticos ou retardo psicomotor.
  41. 41. DIAGNÓSTICO
  42. 42. DIAGNÓSTICOOUTROSSUBTIPOSDETRANSTORNOSDEPRESSIVOSTranstornodepressivo comcaracterísticasmelancólicasTranstornodepressivo comcaracterísticasatípicasTrantornodepressivo comcaracterísticaspsicóticasDistimia**
  43. 43. DIAGNÓSTICOREFERÊNCIASE. GOMES DE MATOS et al. Depressãomelancólica e depressão atípica: as-pectos clínicos e psicodinâmicos. Es-tudos de Psicologia. Campinas, 23(2)173-179 abril – junho 2006Malhi GS, Adams D, Porter R, WignallA, Lampe L, OConnor N, Paton M,Newton LA, Walter G, Taylor A, BerkM, Mulder RT. Clinical practice recom-mendations for depression. Acta Psy-chiatr Scand 2009: 119 (Suppl. 439):8–26
  44. 44. TRATAMENTO
  45. 45. TRATAMENTOBASESTERAPÊUTICASPor que temos emoções?Teoria EvolucionistaNeurofisiologiaSubstrato citoquímicoAlvos terapêuticos
  46. 46. OBJETIVOSOPÇÕESTERAPÊUTICASPsicoterapiasPsicofármacosEletroconvulsoterapiaEstimulação Magnética TranscranianaCirurgias
  47. 47. TRATAMENTOOPÇÕESTERAPÊUTICASPsicoterapiasPsicofármacosEletroconvulsoterapiaEstimulação Magnética TranscranianaCirurgias
  48. 48. TRATAMENTOESCOLASPsicanalíticaTerapia Cognitivo ComportamentalPsicodinâmica
  49. 49. PSICOTERAPIASESCOLASPsicanalíticaTerapia Cognitivo ComportamentalPsicodinâmica
  50. 50. PSICOTERAPIASEVIDÊNCIASPsicoterapia, isolada ou em combina-ção com medicação antidepressiva, éuma opção para pacientes com de-pressão maior leve a moderada. Umarevisão de 12 ensaios clínicos encon-trou que psicoterapias produziramdesfechos similares à farmacoterapiaem atenção primária. Pacientes quenão responderem após 12 semanasde psicoterapia inicial devem ser ini-ciados em antidepressivos, comoparte de uma abordagem combinada.The effectiveness of psychotherapy in treating depressive disorders in primary care practice: clinical and cost perspectives. Schulberg HC, Raue PJ, Rollman BL; Gen Hosp Psychiatry. 2002;24(4):203A system-based approach to depression management in primary care using the Patient Health Questionnaire-9. Dejesus RS, Vickers KS, Melin GJ, Williams MD; Mayo Clin Proc. 2007;82(11):1395.
  51. 51. PSICOFÁRMACOSCLASSES1ªGeração2ªGeração3ªGeraçãoInibidoresdaMonoaminaOxidase(MAOI’s)AntidepressivosTricíclicos(TCA’s)Fenelzina•Iproniazida•Isocarboxazida•Selegilina•MoclobemidaAmitriptilina•Clomipramina•Doxepina•Imipramina•NortriptilinaInibidoresSeletivosdaRecaptaçãodeSerotonina(SSRI’s) Citalopram•Escitalopram•Fluoxetina•Fluvoxamina•Paroxetina•SertralinaDuloxetina•Venlafaxina•DesvenlafaxinaMaprotilina•Reboxetina•AtomoxetinaInibidoresdaRecaptaçãodeSerotoninaeNoradrenalina(SNRI’s)InibidoresdaRecaptaçãodeNoradrenalina(NARI’s)AntagonistaseInibidoresdaRecaptaçãodeSerotonina(SARI’s)AntidepressivosNoradrenérgicoseEspecificamenteSerotonérgicos(NaSSA’s)DesinibidoresdeNorepinefrinaeDopamina(NDDI’s)Nefazodona•TrazodonaMianserina•MirtazapinaAgomelatinaInibidoresdaRecaptaçãodeDopamina(DARI’s) Amineptina•BupropionaTianeptinaAceleradorSeletivosdaRecaptaçãodeSerotonina(SSRE’s)
  52. 52. PSICOFÁRMACOSALGORITMOS
  53. 53. PSICOFÁRMACOSPSICOFÁRMACOSOPÇÕESTERAPÊUTICASPsicoterapiasPsicofármacosEletroconvulsoterapiaEstimulação Magnética TranscranianaCirurgias
  54. 54. ELETROCONVULSO-TERAPIAEVIDÊNCIASApós ECT aguda, continuação de ECTisolada parece ser comparável à con-tinuação de farmacoterapia isolada.Um ECR aberto de 6 meses comparouECT ou farmacoterapia em 184 pa-cientes em remissão de depressãounipolar após um curso agudo deECT bilateral. Os pacientes foram divi-didos em um horário fixo de ECT bila-teral continuada ou farmacoterapiacom lítio mais venlafaxina. Em ambosos grupos, 46 por cento dos pacientespermaneceram eutímicos. Alémdisso, os dois tratamentos continua-dos não diferiram em efeitos de me-mória.Continuation electroconvulsive therapy vs pharmacotherapy for relapse prevention in major depression: a multisite study from the Consortium for Research in Electroconvulsive Therapy (CORE).Kellner CH, Knapp RG, Petrides G, Rummans TA, Husain MM, Rasmussen K, Mueller M, Bernstein HJ, OConnor K, Smith G, Biggs M, Bailine SH, Malur C, Yim E, McClintock S, Sampson S, Fink MArch Gen Psychiatry. 2006;63(12):1337.
  55. 55. EMTEVIDÊNCIASPara pacientes com depressão maioraguda que não responderam a, nomínimo, uma medicação antidepres-siva, meta-análises de ECR que EMTrepetitiva é superior ao placebo, masmenos eficaz do que eletroconvulso-terapia. Em uma meta-análise quecomparou EMT repetitiva com place-bo em 1383 pacientes com depressãomaior sem resposta a uma ou maistentativa de farmacoterapia, a melho-ra foi maior no grupo com tratamen-to ativo.Should we expand the toolbox of psychiatric treatment methods to include Repetitive Transcranial Magnetic Stimulation (rTMS)? A meta-analysis of the efficacy of rTMS in psychiatric disorders.Slotema CW, Blom JD, Hoek HW, Sommer IE; J Clin Psychiatry. 2010 Jul;71(7):873-84. Epub 2010 Mar 9.Clinically meaningful efficacy and acceptability of low-frequency repetitive transcranial magnetic stimulation (rTMS) for treating primary major depression: a meta-analysis of randomized, double-blind and sham-controlled trials.Berlim MT, Van den Eynde F, Jeff Daskalakis Z; Neuropsychopharmacology. 2013 Mar;38(4):543-51. Epub 2012 Dec 19.
  56. 56. CIRURGIASOPÇÕESTERAPÊUTICASEstimulação do Nervo VagoEstimulação Cerebral ProfundaEstimulação Cortical DiretaNeurocirurgia Ablativa
  57. 57. OBRIGADOalex.ufcspa@gmail.com

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