UMA VIDA DEDICADA A DEUS 
Por Evaristo Filho 
Copyright 2014 Evaristo Filho 
Smashwords Edition ISBN: 9781311935984 
Publi...
Sumário 
Introdução 
A nossa posição em Cristo 
Consagração 
Momento Devocional 
Sobre o autor 
Outros livros por este aut...
Introdução 
Quando nascemos de novo, ou seja, quando o Espírito Santo vem habitar dentro de nós 
após nos convertermos a C...
A nossa posição em Cristo 
A nossa posição em Cristo é a mesma que Ele tem em Sua obra, mas com uma diferença: 
foi Ele qu...
precisamos de mais jejum, de mais oração ou de cumprir certos ritos para sermos santificados 
Assim, não sejamos sábios em...
Consagração 
O que é consagração? No primeiro capítulo do livro de Levítico, nós encontramos a lei 
de Deus a respeito de ...
nenhum só pensamento rebelde contra Deus, nenhum sentimento ou atitude que não esteja 
debaixo do senhorio de Cristo. 
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Ele é e tem feito, fez ou fará), comungando com Ele em oração e entregando-nos a Ele 
diariamente. 
Espiritualidade 
Espir...
traduzida por andar significa “conduzir-se constantemente” ou “proceder em todo tempo”. 
Andar no Espírito, pois, é proced...
Leia Efésios 6.18; Judas 20. A oração eficaz é aquela que é feita no Espírito Santo. Orar 
no Espírito significa ser condu...
Também é comum pedirmos algo a Deus e nos esquecermos disto depois; ou então, acharmos 
que Deus esqueceu. Temos que apren...
Momento Devocional 
Para você desenvolver uma autêntica vida no Espírito Santo é necessário manter uma 
constante comunhão...
8. Adore e louve a Deus através de cânticos. É bom cantar durante o momento devocional 
quando isso é possível. Não é prec...
Sobre o autor 
Evaristo Filho é teólogo, cientista social, escritor e professor. Ele é o fundador e diretor do 
SETEB – Se...
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  1. 1. UMA VIDA DEDICADA A DEUS Por Evaristo Filho Copyright 2014 Evaristo Filho Smashwords Edition ISBN: 9781311935984 Publicado por Evaristo Filho em Smashwords e outros meios. Capa e formatação por Evaristo Filho. Todas as citações bíblicas, exceto quando indicado o contrário, são de A Bíblia Sagrada, Traduzida em Português por João Ferreira de Almeida, Revista e Atualizada no Brasil, 2ª ed. Copyright © 1993 por Sociedade Bíblica do Brasil® Sobre a Licença desta Edição em Smashwords Este livro (e-book) pode ser reproduzido, copiado e distribuído desde que o texto não seja alterado, a referência ao autor seja mantida e a distribuição seja gratuita. Apreciamos o seu apoio e respeito por esta propriedade intelectual.
  2. 2. Sumário Introdução A nossa posição em Cristo Consagração Momento Devocional Sobre o autor Outros livros por este autor Conecte-se com o autor
  3. 3. Introdução Quando nascemos de novo, ou seja, quando o Espírito Santo vem habitar dentro de nós após nos convertermos a Cristo, uma das primeiras coisas que o espírito renascido e a mente renovada deseja é fazer a vontade de Deus. Na verdade, Deus mesmo espera que cada um de Seus filhos se ocupe em descobrir a Sua boa, agradável e perfeita vontade (Romanos 12.2). Mas, o que significa fazer a vontade de Deus? Certamente, existem diferentes modos de responder a essa questão. Para mim, a resposta é bem simples: fazer a vontade de Deus é viver uma vida dedicada a Deus. Viver uma vida dedicada a Deus não é sonho ou utopia. Isso é plenamente possível por causa da obra que Ele já realizou por nós e continua a realizar em nós por meio do Seu Espírito Santo. Porém, nós temos uma parte nisso: através de nossa consagração voluntária a Deus.U ma vida dedicada a Deus é uma vida devota, ou seja, uma vida que se entrega em profunda e sincera devoção a Deus. ‘Devoção’ significa uma dedicação íntima e profunda a Deus; é um amor que se dedica a e se sacrifica por Deus. Devoção, nas palavras de Jesus, é amar a Deus de todo o coração, de toda a alma, de todo o entendimento e com todas as forças (Marcos 12.30). Uma vida dedicada a Deus é uma vida de piedade. A piedade na experiência cristã bíblica não significa “ter pena” de alguém. Piedade significa a prática de viver na presença de Deus. É um exercício contínuo de manutenção de uma consciência em relação à majestade e santidade de Deus, de modo tal que essa consciência gera um temor na alma; e é a partir daí que emerge o desejo pela santificação na vida do cristão. Portanto, falar de uma vida dedicada a Deus é falar basicamente de devoção e de piedade – alicerces seguros para a vida cristã edificada de acordo com a Palavra de Deus. Neste livro, nós faremos uma breve exposição daquilo que consiste uma vida dedicada a Deus, quais são as suas características e quais são as práticas devocionais que a fomentam, ou seja, quais são as atividades espirituais que nos ajudam a viver uma vida santificada e espiritualmente madura. Antes, porém, de adentrarmos diretamente nesses tópicos, veremos primeiramente um tema da maior importância e que serve como uma base para tudo mais que trataremos depois. Começaremos, portanto, descobrindo ou relembrando qual é a nossa posição em Cristo e o que Cristo é para nós.
  4. 4. A nossa posição em Cristo A nossa posição em Cristo é a mesma que Ele tem em Sua obra, mas com uma diferença: foi Ele quem realizou a obra e nós fomos incluídos nela tão somente por Sua graça, ou seja, nós somos os beneficiários e não realizadores dessa obra divina. Para compreender melhor essa questão, nós consideremos alguns textos bíblicos que tratam de nossa posição em Cristo. Vejamos: Romanos 6.1-11. Neste texto, Paulo explica muitos pontos importantes sobre a nossa posição em Cristo. Não iremos nos aprofundar no estudo dessa passagem bíblica, mas a citamos para mostrar que Deus, por meio de Sua Palavra, considera a nossa união e identificação com Cristo como sendo plena e profunda: Ele morreu e ressuscitou, e nós também morremos e ressuscitamos com Ele e Nele. Efésios 2.5-6. A graça do Senhor é tão grande para conosco que Ele nos colocou em uma posição semelhante àquela detida por Cristo. Quando cremos nos Senhor, o nosso espírito é vivificado, assim como o Dele também foi vivificado pela ressurreição. Nós que éramos mortos espirituais fomos vivificados e ressuscitamos. E mais ainda: fomos colocados assentados em uma posição celestial, assim como Jesus Cristo. Estar assentado significa que uma obra foi consumada e está completa; significa estar em uma posição de descanso, triunfo e governo. Isso significa que Cristo já realizou toda a obra, todo o trabalho, toda a atividade que precisava ser feita, e que nós tão somente usufruímos de Sua vitória porque Ele nos colocou na mesma posição que a Dele. Colossenses 3.1-4. Neste texto, assim como em outras passagens bíblicas que já mencionamos e que ainda mencionaremos, nós lemos acerca de fatos espirituais, realidades espirituais concretas, que nos asseguram que, quando cremos em Jesus, nós nos unimos completamente a Ele. Quando cremos em Cristo, Deus passa a considerar que nós morremos com Cristo quando Ele morreu na cruz e ressuscitamos com Cristo quando Ele venceu a morte pela ressurreição. O resultado desses fatos em relação à nossa posição é que a nossa vida agora está oculta juntamente com Cristo e que Cristo é a nossa vida. O resultado prático desses fatos é que devemos buscar e pensar somente nas coisas celestiais e não nas terrenas. Gálatas 2.19-20. Estamos crucificados com Cristo! Essa é uma das mais fortes afirmações de que a nossa posição atual, ainda que estejamos em um corpo de pecado, é de união vital e plena com Cristo. Ele é a nossa vida! Não vivemos mais, porém, Cristo vive em nós. E o nosso viver na carne agora é segundo a fé que depositamos Nele e não segundo os nossos sentimentos, emoções e sentidos. Colossenses 3.4 e 11. Cristo é a nossa vida. Mas, o que é a vida? Cristo é a vida! Nossa vida não é nascer, estudar, trabalhar, casar, ter filhos, sofrer e morrer. Isso não é vida! Vida é Jesus – a Sua paz, realização, sentido, significado, alegria, amor etc. Se Cristo é a nossa vida, então, devemos depender Dele para vivermos. Cristo também é o nosso tudo. O que você precisa? Cristo é tudo o que você realmente precisa! 1 Coríntios 1.30. Cristo é a nossa justiça. Não temos justiça em nós mesmos e não podemos reivindicar qualquer ato ou natureza justa em nós mesmos. Cristo é a nossa justiça perante Deus, o Diabo e o mundo. Ele também é a nossa redenção. Redenção não é apenas uma doutrina para ser conhecida – é uma qualidade da pessoa de Cristo que deve ser desfrutada. Redenção é o próprio Cristo! Ele também é a nossa santificação, então, nós não
  5. 5. precisamos de mais jejum, de mais oração ou de cumprir certos ritos para sermos santificados Assim, não sejamos sábios em nós mesmos, pois Cristo é a nossa sabedoria, a sabedoria de Deus em graça para conosco. Nós precisamos compreender a plenitude da graça de Deus mediante a nossa identificação com Cristo. Nós não fizemos nada para merecer o amor de Deus. Fomos colocados em uma posição identificada com a de Cristo somente por Sua graça. O que somos em Cristo é o que Deus quis que fôssemos – independentemente de qualquer merecimento que possamos achar que temos, pois não temos! A compreensão de nossa posição em Cristo, de nossa união e identificação com Ele, deve sempre ser o fundamento que nos sustém enquanto buscamos viver uma vida dedicada a Deus. Assim, por sermos um com Cristo e pelo fato de a Bíblia declarar que estamos em tão alta posição, será que isso não seria motivo suficiente para vivermos uma vida dedicada a Deus?!
  6. 6. Consagração O que é consagração? No primeiro capítulo do livro de Levítico, nós encontramos a lei de Deus a respeito de um tipo de sacrifício conhecido na Bíblia como holocausto. A palavra hebraica para ‘holocausto’ significa “fazer subir” (pela fumaça ou fogo), e segundo o próprio relato bíblico, esse tipo de sacrifício deveria ser totalmente queimado e dedicado somente a Deus. No Novo Testamento, Paulo relembra esse tipo de oferta queimada e consagrada a Deus quando menciona a necessidade de o cristão dedicar-se a Deus em Romanos 12.1. A palavra ‘sacrifício’ que aparece no texto de Romanos é traduzida do grego holocausta, uma palavra cuidadosamente escolhida por Paulo e que significa “oferta totalmente queimada”. Paulo a usa para nos lembrar do holocausto de Levítico e da importância de vivermos uma vida consagrada a Deus. Assim, de acordo com esses textos, nós entendemos que consagração é o ato de se oferecer como uma oferta totalmente queimada para Deus. É não guardar nada para si mesmo; antes, é entregar tudo a Deus. Quando fazemos essa entrega, de todo o nosso coração, sobe à presença de Deus um aroma suave de adoração e Deus fica satisfeito com aquilo que Lhe oferecemos. Áreas de consagração 2ª Crônicas 29.31. Esse texto nos mostra que, antes de levar sacrifícios ao Senhor, o povo dedicou a si mesmo a Ele. De fato, essa é uma das áreas mais importantes da consagração, ou seja, a entrega da própria vida a Deus. Aqui não se trata de se santificar para servir e ser usado por Deus, mas sim de se entregar ao senhorio do Senhor, a fim de que Ele faça de sua vida o que, quando e como quiser. Atos 6.4. Além da consagração voluntária e pessoal a Deus, há também outras áreas de consagração que derivam dessa primeira. Dedicar-se ao ministério da oração e da Palavra é uma dessas áreas. Alguns irmãos, tendo em vista o seu dom e chamado, haverão de se entregar a Deus em oração e no ministério da Palavra. Outros, por sua vez, terão que abdicar até mesmo do casamento para poder se consagrar totalmente ao Senhor. Isso se chama celibato e não é uma questão de dogma da igreja, ou seja, não pode ser forçado pela igreja ou por qualquer autoridade eclesiástica, pois tem a ver com receber da parte de Deus o dom e o chamamento para tanto (ver 1ª Coríntios 7.34,35). Alguns irmãos, e até famílias inteiras, podem se consagrar ao serviço dos santos (1ª Coríntios 16.15). Há muitas maneiras de cumprir esta consagração: ajudando aos obreiros com ofertas, cuidando e hospedando aos irmãos (especialmente aos obreiros de tempo integral), ajudando aos necessitados e amparando aos fracos etc. É uma dedicação espontânea – não remunerada e não oficial – de dedicação à família de Deus. Cada um precisa descobrir qual é o seu chamado específico de consagração. Todos os cristãos devem viver vidas dedicadas ao Senhor, mas cada um deve conhecer bem as áreas específicas no serviço cristão às quais podem se consagrar. Porém, não esqueçamos que a consagração pessoal a Deus, independentemente de qualquer serviço ao qual sejamos chamados a realizar, sempre precederá qualquer outra consagração peculiar. E, uma vez consagrados ao Senhor, não deve existir nada em nossas vidas que estorve a obra de Deus,
  7. 7. nenhum só pensamento rebelde contra Deus, nenhum sentimento ou atitude que não esteja debaixo do senhorio de Cristo. Algumas características das pessoas consagradas a Deus Agora iremos destacar algumas das características encontradas em pessoas consagradas a Deus: Adoração Em Romanos 12.1, um texto que antes consideramos brevemente, nós vemos que o sacrifício vivo é o nosso culto racional. A palavra grega traduzida por ‘racional’ seria mais bem traduzida como ‘genuíno’ ou ‘espiritual’. Isso nos leva a considerar que a entrega genuína de nossas vidas a Deus é um culto espiritual, um modo de adorar a Deus. A adoração cristã, portanto, não é somente cantar belas canções; antes, em sua essência, é render-se a Deus; é consagrar-se ou viver em submissão a Deus. A adoração deve ser espiritual e verdadeira (João 4.23-24). Adorar em espírito significa render-se de tal forma a Deus que Seu Espírito comunga com o nosso espírito e leva a Deus o nosso deleite por Ele. Adorar em verdade é render-se à vontade de Deus, agir de acordo com a Sua revelação, a Sua Palavra. Uma vida consagrada é uma vida de adoração genuína, de entrega, rendição e comunhão íntima com Deus. A adoração, a demonstração de nosso amor por Deus mediante a entrega de nossa vida, envolve o nosso ser por inteiro (Marcos 12.30). É por isso que a falsa adoração é aquela que procede apenas dos lábios, mas que não tem nenhum respaldo nas outras áreas da vida como bem nos recorda o Senhor Jesus: “Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens” (Marcos 7.6,7). Amar a Deus com todo o coração e com toda a alma significa considerá-lo como o centro de nossa vida e existência, como o nosso tudo. Também significa adorá-lo a partir do centro de nossa vida, com toda a consciência de quem é Deus em toda a Sua grandeza e demais atributos. É adoração pura em que a nossa vontade, emoções e consciência se rendem ante a Sua presença. Amá-lo de todo o entendimento é oferecer a Deus algo que resulta da compreensão do Seu infinito amor e graça por nós, assim como do conhecimento e experiência pessoal de que o Senhor é ‘saboroso’ (ver 1ª Pedro 2.3 – tradução literal da palavra ‘bom’ ou ‘bondoso’). Amar com todas as forças envolve a rendição de nosso corpo a Deus, para que seja usado por Ele naquilo e quando Ele quiser. É colocar o nosso corpo e os nossos bens materiais a serviço de Seu Reino e de Seu povo. A palavra ‘adorarás’ que aparece em Mateus 4.10 significa “prestar culto” ou “servir com reverência”. É mais do que uma declaração, do que palavras proferidas em um dado momento da reunião cristã; é uma prática constante. Se servirmos a Deus com reverência, ou seja, com temor e fidelidade, então, nós estaremos adorando-O. Se quisermos viver uma vida santa e dedicada a Deus nós temos que amá-lo profundamente. Se quisermos ser verdadeiros adoradores de Deus, então, há algumas coisas práticas que podemos fazer: todos os dias podemos fazer uma entrega total de nossas vidas – o que somos, pensamos, temos e fazemos – a Deus. Isso implica que durante todo o dia, dia após dia, devemos andar em submissão à Sua Palavra, com sinceridade diante Dele, em verdade, e andando no Espírito. Podemos também dedicar algum tempo diário à ‘contemplação’, ou seja, a mergulhar por alguns minutos no silêncio onde possamos ‘ver’ e sentir a presença de Deus. Esse deve ser um momento em que nos esquecemos de nós mesmos, de nossas lutas e problemas, pois é um tempo de encontro com o nosso amado Senhor. Também devemos gastar algum tempo louvando a Deus (elogiando-o por aquilo que
  8. 8. Ele é e tem feito, fez ou fará), comungando com Ele em oração e entregando-nos a Ele diariamente. Espiritualidade Espiritualidade não consiste em obedecer a regras, andar com a Bíblia na mão o tempo todo, jejuar ou orar publicamente. A espiritualidade do cristão não é comprovada pelo tipo de roupa que ele veste, pelo seu corte do cabelo ou pelas obras que faz. Às vezes, é difícil separar a espiritualidade da religiosidade, pois tanto o religioso como o cristão espiritual fazem as mesmas coisas: oram com fervor, jejuam, adoram com canções etc. No entanto, existe uma grande diferença entre eles: o religioso é guiado por regras e ritos, pelo orgulho e pela aparência da piedade. Ele procura fazer com que seja visto e apreciado pelos outros em sua dedicação a Deus. O religioso é um produto fabricado pelo orgulho, pela justiça própria, pelo ego. Mas o homem espiritual é um produto do Espírito Santo. Ele não faz as coisas para aparecer, para dar a impressão de que é mais santo e puro, ou mais dedicado do que os outros. Aliás, ele nada faz. Deus é quem faz nele e por ele, através do Seu Espírito. A religião pode fabricar “grandes servos de Deus”, mas somente o Espírito pode tomar uma pessoa e torná-la semelhante a Jesus – um servo de Deus que considera a si mesmo apenas um servo inútil! Pois a vida espiritual é uma vida vivida no Espírito Santo. Espiritualidade nada mais é do que o resultado de permitirmos que o Espírito Santo aja em nossas vidas, tocando e transformando cada aspecto do nosso ser. Quando cremos em Cristo, o Espírito passa a habitar em nós (Romanos 8.8-11). Tornamo-nos a casa do Espírito Santo. O fato de o Espírito vir morar em nós é denominado de a habitação do Espírito ou ter o Espírito. Se não temos o Espírito não somos salvos. Mas se somos salvos, então, temos o Espírito – Ele habita em nós. Ter ou ser habitado pelo Espírito significa estar no domínio do Espírito. O salvo em Cristo não está mais sob o domínio da carne, mas sim do Espírito. Não importa como possamos nos sentir ou a condição em que se encontram as nossas vidas nesse momento, mas a verdade é que não estamos no domínio da carne. Isso significa que a carne não tem mais domínio ou controle total sobre as nossas vidas. A carne só tem controle sobre nossas fraquezas e pecados à medida que permitimos ao Espírito nos guiar. É por isso que, para vencermos a carne e o pecado em nossas vidas, precisamos andar sob o controle do Espírito, o que ocorre somente à medida que nos inclinamos às coisas que estão no Seu domínio. A Bíblia diz que “se vivemos pelo Espírito, andemos também pelo Espírito” (Gálatas 5.25). Todo aquele que é salvo vive pelo Espírito. O texto acima diz: “Se vivemos pelo Espírito...”. O ‘se’ é colocado ali para destacar a necessidade de andarmos no Espírito, ou seja, tem o sentido de “porque já vivemos pelo Espírito também temos que andar pelo Espírito”. Viver no ou pelo Espírito é uma realidade independente do andar, embora esse último seja dependente do primeiro. Quando nascemos de novo, nós somos vivificados em nosso espírito através do Espírito Santo. A partir desse momento, nós passamos a viver no ou pelo Espírito, ou seja, o Espírito Santo se torna a essência e o motor de nossa vida espiritual, o princípio e o mantenedor de nossa existência espiritual. “Digo, porém: andai no Espírito e jamais satisfareis a concupiscência da carne. [...] Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito” (Gálatas 5.16, 25). Nos dois textos bíblicos que consideramos mais acima, nós temos algo que diz respeito à nossa posição. Estamos no Espírito e vivemos pelo Espírito pelo simples fato de termos nascido de novo. Gálatas 5.16 e o final do versículo 25 nos aponta um caminho além, pois agora diz respeito não à nossa posição em Cristo, mas sim à experiência prática do estar e viver no Espírito. “Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito” (grifo nosso). A palavra grega
  9. 9. traduzida por andar significa “conduzir-se constantemente” ou “proceder em todo tempo”. Andar no Espírito, pois, é proceder constantemente segundo a natureza e o poder do Espírito. “Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. Contra essas coisas não há lei” (Gálatas 5.22-23, NVI). O fruto do Espírito é o caráter de Cristo em nós. Aqui não se fala de ‘frutos’ (no plural), mas sim de ‘fruto’ (no singular). É Cristo, uma pessoa real, vivendo em nós pelo Espírito Santo. O fruto nos é dado integralmente quando cremos, mas ele precisa amadurecer. Quando recebemos o Espírito na regeneração, nós recebemos o caráter de Cristo, mas esse caráter tem que ser aperfeiçoado em nós. Quando não andamos na carne, o Espírito opera em nós e vai transformando-nos à imagem de Jesus (ver 2ª Coríntios 3.18). “Pois, se vocês viverem de acordo com a carne, morrerão; mas, se pelo Espírito fizerem morrer os atos do corpo, viverão, porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus” (Romanos 8.13-14). Ser guiado pelo Espírito significa – pelo poder do Espírito Santo – mortificar os feitos do corpo. É o mesmo que andar no Espírito. “Mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito” (João 14.26). Essa promessa se cumpriu primeira e diretamente sobre os apóstolos, que foram usados para difundir e escrever a mensagem de Cristo a fim de preservá-la. Porém, onde se diz que o Espírito “ensinará todas as coisas” permanece sendo uma parte essencial do ministério do Espírito aos cristãos de todos os tempos. Hoje, mais do que nunca, se faz necessário o ensino do Espírito, pois apesar de termos muitos mestres capacitados nenhum se compara ao Espírito Santo. Não devemos rejeitar o ministério de ensino daqueles que são capacitados pelo Espírito para ensinar nas igrejas. No entanto, devemos ter cuidado para não aceitarmos qualquer ensinamento só porque uma pessoa diz que fala pelo Espírito, pois há muitos ensinamentos estranhos circulando pelo meio cristão. Precisamos, então, discernir o ensino do Espírito do ensino dos falsos mestres e enganadores. Há duas maneiras de sabermos se um ensino é falso ou não: (a) Através do entendimento interior que o Espírito nos concede (1ª João 2.20,29); (b) Através da revelação escrita da Palavra (Efésios 5.26). Os dois – o Espírito e a Palavra – têm que andar juntos, se não nós também cairemos em erro. Quando nos submetemos ao ensino do Espírito e da Palavra, não há perigo que não possamos enfrentar nem erro que não possamos identificar. A nossa espiritualidade de um cristão piedoso, consagrado, também se vê no exercício dos dons espirituais. 1ª Coríntios 12.1-11, nos ensina que o Espírito administra os dons que Deus nos dá. Ele concede a cada um pelo menos um dom, pois serviço prestado a Deus tem que ser espiritual. Portanto, precisamos nos valer das ferramentas e capacidades espirituais. Por isso, nós precisamos dos dons que o Espírito concede e manifesta na igreja. Para que possamos servir a Deus conforme o fruto e os dons do Espírito, nós devemos nos encher constantemente do Espírito Santo (Efésios 5.19). A Bíblia afirma que “a todos nós foi dado beber de um só Espírito” (1ª Coríntios 12.13). Ele é uma bebida que não pode nos faltar. Nós já temos um rio de água viva dentro de nós quando cremos em Cristo (João 7.37- 39), mas precisamos que esse rio seja também uma fonte a jorrar para a vida eterna, a fim de que dela bebamos até transbordar, pois se nós estivermos cheios do Espírito não haverá lugar para a carne ou o mundanismo em nossas vidas. Mas, como podemos nos encher do Espírito? Cantando e salmodiando com salmos, hinos e cânticos espirituais (Efésios 5.19).
  10. 10. Leia Efésios 6.18; Judas 20. A oração eficaz é aquela que é feita no Espírito Santo. Orar no Espírito significa ser conduzido por Ele enquanto expressamos em palavras os pensamentos, intenções e propósitos de Deus, de modo que assim oramos segundo a Sua vontade e receberemos, certamente, a resposta (1ª João 5.14). Leia Mateus 3.11 com Lucas 24.49 e At 1.5,8. O Senhor nos chamou para sermos Suas testemunhas. Onde encontrar poder para tão elevado chamado? No Espírito Santo de Deus! Mesmo já sendo habitados por Ele – desde o momento em que recebemos a Jesus como nosso Senhor e Salvador – nós precisamos também ser revestidos exteriormente com o poder do alto, com o poder do Espírito Santo. Exercício da Piedade A piedade está em desuso nos dias de hoje, mas não para aqueles que desejam viver uma vida totalmente dedicada a Deus. O que é piedade? É a consciência da presença de Deus que nos leva a uma vida totalmente dedicada. Ser piedoso é amar a Deus profundamente e dedicar-se a tudo aquilo que diz respeito ao Senhor. Estude nas passagens que seguem, o que a Bíblia diz sobre a piedade: 1ª Timóteo 4.7; 6.6,11; 1ª Timóteo 6.3; 2ª Pedro 1.3,6; 3.11; 2ª Timóteo 3.12; Tito 2.12; Salmo 32.6; Salmo 4.3. Temor do Senhor O temor do Senhor está intimamente ligado com a piedade. O temor do Senhor é o princípio da sabedoria. Temer a Deus é aborrecer o mal. Temor não é medo; é respeito, consideração. É viver consciente de que Deus vê e sonda todas as coisas, e que nossas atitudes podem entristecê-lo profundamente. Aquele que respeita a Deus não se inclina para as coisas da carne e do mundo. Estude as referências que seguem: Salmo 111.10; Provérbios 1.7; Provérbios 8.13; 9.10; 14.27; 15.33; 19.23; Atos 9.31 (ver também 2.43; 5.11); 2ª Coríntios 5.11; 2ª Coríntios 7.1; Efésios 5.21; Filipenses 2.12; Hebreus 12.28; 1ª Pedro 1.17; 1ª Pedro 3.2). Oração Leia Atos 4.23-30. Observamos que os discípulos não oraram por sua segurança pessoal nem focalizaram o problema como sendo deles. Ver o uso do pronome na 2ª pessoa: “tu”, “teu”, “tua”, “seu”, “sua”. A oração tem que ser centrada em Deus e não em nós mesmos. Precisamos aprender a orar como a igreja em seus primeiros dias. Para os cristãos daqueles dias, Deus era o centro de tudo e tudo pertencia a Deus. E para nós? A oração que move a mão de Deus é aquela que é feita no reconhecimento de que TUDO É DELE, POR ELE E PARA ELE. Devemos orar por todos os homens, especialmente pelas autoridades constituídas por Deus (1ª Timóteo 2.1,8). A nossa oração deve ser com o levantar de mãos santas, ou seja, de acordo com uma conduta que agrade a Deus. Em nossas orações devemos ter profundo anseio pela pessoa e presença de Deus (1ª Timóteo 2.1,8). Devemos orar a Deus como se estivéssemos com profunda sede e pedíssemos água para alguém. No aspecto mais prático, nós percebemos que o melhor horário para buscarmos a Deus é cedo pela manhã (Salmo 5.3). Na calmaria da madrugada sentimo-nos mais perto de Deus e podemos expressar com mais devoção todo o nosso amor por Ele. Uma das coisas que mais precisamos aprender em oração é esperar em Deus (Isaías 64.4). Muitas vezes falamos e falamos em oração, e não damos tempo para Deus falar conosco. Às vezes perguntamos coisas a Ele e esquecemos de esperar pela Sua resposta.
  11. 11. Também é comum pedirmos algo a Deus e nos esquecermos disto depois; ou então, acharmos que Deus esqueceu. Temos que aprender a esperar em Deus. Ele nos escuta e dará a resposta que for melhor para nós. Meditar na Palavra Meditar significa “ponderar, estudar detidamente, considerar, atentar, projetar, pensar sobre”. Na maioria das vezes nós apenas lemos a Bíblia ou usamos métodos de estudos bíblicos, mas não meditamos na Palavra de Deus. Meditar implica em gastar tempo até que sejamos levados à verdadeira compreensão. É “projetar” em nossas mentes, em nossos pensamentos, aquilo que lemos na Palavra, aquilo que Deus fala para nós através da Bíblia. Salmo 1.2. Se nós temos prazer na lei do Senhor, nos Seus pensamentos, então gastaremos tempo meditando constantemente em Sua Palavra. Salmo 19.14. Devemos meditar com o coração na presença de Deus. Devemos “falar” em nosso coração e abrir o centro de nossa vida na presença de Deus. Salmo 34.4. Pela meditação, nós buscamos ao Senhor. Meditamos na Palavra não apenas para buscarmos “conhecimento”, mas para entrarmos em contato com o nosso Deus. Marcos 4.13, 15. Precisamos meditar na Palavra de Deus profundamente a fim de que possamos entende-la adequadamente. Se não entendermos a Palavra, o inimigo rouba aquilo que Deus quer plantar em nosso coração. Para entendermos a Palavra e assim evitarmos que o inimigo a roube de nós é preciso meditar profundamente e não apenas ouvir ou ler a Bíblia. 1ª Timóteo 4.13,15. A meditação é uma tarefa que deve ser levada a sério. Nós somos exortados a nos aplicarmos na meditação de todas as cousas proveitosas. 2ª Timóteo 2.7. Precisamos ponderar na Palavra de Deus para aprendermos os seus ensinamentos. O verdadeiro aprendizado surge pela meditação profunda da Palavra. Serviço Uma vida totalmente dedicada a Deus se derrama em perfeito serviço. É impossível ser um cristão inteiramente dedicado a Deus sem prestar algum serviço espiritual. O nosso serviço deve ser dirigido: (a) a Deus, através de adoração, oração, louvor (sacrifícios espirituais, Hebreus 13.15); (b) aos irmãos, ou seja, o serviço da mútua cooperação (Hebreus 13.16); e (c) ao nosso próximo – através da prática do bem, das boas obras e da pregação de Cristo (Hebreus 13.16).
  12. 12. Momento Devocional Para você desenvolver uma autêntica vida no Espírito Santo é necessário manter uma constante comunhão com Deus e um relacionamento íntimo com Ele. Uma das maneiras de se fazer isso é cultivar a prática de reservar alguns minutos por dia para praticar o que chamamos de ‘momento devocional’. O momento devocional é um tempo que você reserva diariamente para ter comunhão com Deus, falar com Ele, deixando-o falar a você através da meditação na Palavra, e adorá-lo com santidade e obediência. Aqui estão algumas dicas para você fazer do momento devocional um grande encontro diário com Deus: 1. Tenha uma hora certa para fazer isso. Não fique mudando de horário a cada dia. Você pode fazer o seu momento devocional cedo pela manhã ou de noite. O importante é que você não mude o horário, se for possível, pois isso lhe disciplinará e ajudará a manter a prática. 2. Procure ficar sozinho. Algumas pessoas só conseguem fazer isso tarde da noite ou bem cedo pela manhã. Escolha o melhor horário para você e esteja sozinho nesse momento de intimidade com Deus. 3. Comece seu momento devocional com uma oração de agradecimento e entrega. Não peça nada a Deus, mas seja grato por tudo o que Ele tem feito e tem sido para você, e entregue tudo a Deus: o que você é, o que você faz, o que você possui, o que lhe aconteceu, o que lhe está acontecendo etc. 4. Leia a Palavra de Deus. Escolha um livro da Bíblia e leia um pouco dele a cada dia. Medite naquilo que você está lendo. Não pense nos outros enquanto a Palavra de Deus fala com você. Pense em si mesmo e deixe a Palavra de Deus tocar o seu coração e mudar a sua vida. Renda-se ao parecer de Deus e arrependa-se quando a sua vida estiver diferente do padrão de Deus. Faça perguntas enquanto estiver lendo a Palavra: “O que Deus está dizendo para mim? O que preciso fazer ou deixar de fazer? O que este texto me ensina sobre Deus ou Jesus? O que ensina sobre a minha própria pessoa”? 5. Ore o que você estiver lendo. Essa é uma das formas mais eficazes de meditar na Palavra de Deus e orar ao mesmo tempo. Por exemplo, se você estiver lendo o Salmo 23, você pode ler “O Senhor é o meu pastor”, parar um pouco e orar: “Ó Deus, Tu és o meu pastor! Eu Te louvo porque és meu Pastor”! Depois você pode continuar lendo e orando o restante do texto. 6. Abra seu coração a Deus através da súplica. Conte a Deus os seus temores, dúvidas, lutas, problemas etc. Rasgue o seu coração na presença de Deus. “Lave a sua alma” na presença do Único que sempre e para sempre é totalmente fiel, misericordioso e bom. 7. Interceda pelos outros. Mantenha uma lista de oração que inclua a sua família, a sua igreja, os líderes da sua igreja, missões e ministérios cristãos, as autoridades governamentais e o mundo.
  13. 13. 8. Adore e louve a Deus através de cânticos. É bom cantar durante o momento devocional quando isso é possível. Não é preciso cantar em voz alta nem corretamente, mas de coração. Comece com um cântico conhecido e depois crie as suas próprias canções, ou seja, deixe as melodias que há em seu coração fluírem até o coração de Deus. Não se preocupe com as palavras nem com a melodia; concentre-se em Deus e renda-lhe o louvor, a honra e a glória que só Ele merece receber. 9. Decore um versículo bíblico, especialmente do texto que você leu. Isto lhe ajudará a meditar no que Deus falou com você durante todo o dia. 10. Comprometa-se a aplicar o que você aprendeu, o que Deus falou ao seu coração, durante todo o dia e sempre que for necessário.
  14. 14. Sobre o autor Evaristo Filho é teólogo, cientista social, escritor e professor. Ele é o fundador e diretor do SETEB – Seminário Teológico Evangélico Bíblico, um ministério cristão que oferece cursos ‘livres’ de teologia sem cobrar mensalidades. Através do SETEB, o autor deste livro tem facilitado o acesso a uma educação teológica de qualidade a líderes brasileiros e luso-africanos em várias partes do mundo. Sua grande paixão é ver centenas de igrejas sendo edificados de acordo com o modelo padrão do Novo Testamento, a fim de que o evangelho seja pregado a milhares de pessoas que se converterão e serão discipuladas.
  15. 15. Outros livros por este autor Por gentileza, visite seu distribuidor favorito de e-books para descobrir outros livros por Evaristo Filho: Como a igreja deveria ser Cristianismo: o que fazer com ele? O Cristão Bíblico Oito temas essenciais para o cristão Conhecendo a igreja Reflexões e exortações Ser como Jesus Outros livros da série “Discipulado Bíblico”: Síntese Bíblica: conhecendo melhor as Escrituras – Livro 1 Como Estudar a Bíblia – Livro 2 Disciplinas para o Crescimento Espiritual – Livro 3 Discipulado pessoal – Livro 4 Fundamentos Bíblicos – Livro 5 Evangelismo – Livro 6 Série “Liderança Bíblica”: Princípios de liderança cristã – Livro 1 Princípios de administração bíblica – Livro 2 Introdução ao Estudo da Teologia – Livro 3 Hermenêutica: princípios de interpretação bíblica – Livro 4 Homilética: pregação e ensino – Livro 5 Série “Ministérios da Igreja”: A visão essencial – Livro 1 Introdução à Missões – Livro 2 Plantação de Igrejas – Vol. 1 – Livro 3 Plantação de Igrejas – Vol. 2 – Livro 4 Ministérios com crianças – Livro 5 Ministério com jovens – Livro 6 Grupos pequenos – Livro 7
  16. 16. Conecte-se com o autor Eu realmente espero que você tenha apreciado a leitura do livro. Se quiser entrar em contato conosco, envie um e-mail para jeof@hotmail.com.br

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