2014 – Curso “O sujeito e o outro na prática psicanalítica”- aula 3, tema: O Outro e o objeto

636 visualizações

Publicada em

Terceiro encontro do curso “O sujeito e o outro na prática psicanalítica”- 2014 – aula 3, tema: O Outro e o objeto. Condução: Alexandre Simões

Publicada em: Educação
0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
636
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
26
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
39
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

2014 – Curso “O sujeito e o outro na prática psicanalítica”- aula 3, tema: O Outro e o objeto

  1. 1. O sujeito e o outro na prática psicanalítica Coordenação Alexandre Simões Tema : O outro e o objeto
  2. 2. sujeito outro sujeito outro outro sujeito outro sujeito No campo dos investimentos libidinais
  3. 3. A questão do objeto na Psicanálise freudiana: vejamos alguns momentos edificantes
  4. 4. O objeto, como contraponto do sujeito surge bem cedo no cenário freudiano
  5. 5. O objeto no Projeto para uma psicologia científica [1895 (1950)] e na Interpretação dos sonhos (1900):
  6. 6. A cena e a Outra cena
  7. 7. Objeto perdido o perto ..... ..... longe
  8. 8. objeto da necessidade palavra perda a palavra é a morte da Coisa
  9. 9. sujeito perda “... no centro da relação sujeito-objeto, há uma tensão fundamental, que faz com que o que é procurado não seja procurado da mesma forma que o que será encontrado. É através da busca de uma satisfação passada e ultrapassada que o novo objeto é procurado...” (Jacques Lacan, Seminário 4, p.13)
  10. 10. O objeto nos Três ensaios sobre a teoria da sexualidade (1905): objeto na sua relação com o campo pulsional
  11. 11. “Assim, somos instruídos a afrouxar o vínculo que existe entre a pulsão e o objeto. É provável que, de início, a pulsão sexual seja independente de seu objeto, e tampouco deva ela sua origem aos encantos deste.” (Sigmund Freud, Três ensaios sobre a teoria da sexualidade, p. 138/139 – Ensaio I: as aberrações sexuais) “Chamou-nos a atenção que imaginávamos como demasiadamente íntima a ligação entre a pulsão sexual e o objeto sexual. A experiência obtida nos casos considerados anormais [a perversão, ao olhar da Sexologia] nos ensina que, neles, há entre a pulsão sexual e o objeto sexual apenas uma solda, que corríamos o risco de não ver em consequência da uniformidade do quadro normal, em que a pulsão parece trazer consigo o objeto. ...
  12. 12. O objeto em Luto e melancolia (1915): a identificação com o objeto
  13. 13. objeto perdido identificação com o objeto objeto pulsional
  14. 14. objeto ideal
  15. 15. A questão do objeto em Lacan: vejamos alguns momentos edificantes
  16. 16. A temática do objeto (mais precisamente, a do objeto a) foi aquilo que Lacan considerou como a sua contribuição para a Psicanálise (Antonio Quinet. Os outros em Lacan. Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 32)
  17. 17. objeto e opacidade Portanto, a cada objeto: não é bem isso....
  18. 18. objeto-causa
  19. 19. A operação de corte “O objeto a é o verdadeiro parceiro na sexualidade” (Antonio Quinet. Os outros em Lacan. Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 32)
  20. 20. O objeto a é algo de que o sujeito, para se constituir, se separou como órgão. (Lacan, Seminário 11, p.101)
  21. 21. “Qual é o status do objeto a? Não é um objeto do mundo sensível, empírico. No entanto, qualquer objeto deste mundo que satisfaça a pulsão e cause o desejo ou provoque a angústia pode fazer função de objeto a. Não se trata de um objeto nomeável enquanto tal, pois não é da ordem do significante. Não é um objeto que tenha algum aspecto tampouco, pois não está no visível. Ele não pode ser visto nem falado, pois não tem consistência. Não tem nem a materialidade das palavras com seu material significante, nem a forma dos objetos físicos, que podem ser medidos e pesados. Ele não é nem simbólico nem imaginário. É da ordem do real. O objeto a afeta o sujeito. E sua única consistência é lógica.” (Antonio Quinet. Os outros em Lacan. Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 32)
  22. 22. Prosseguiremos com O Outro e o estranho Até lá! Acesso a este conteúdo: www.alexandresimoes.com.br ALEXANDRE SIMÕES ® Todos os direitos de autor reservados.

×