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ISD SEMAS

Pré-Projeto para Informatização da Assistência Social em Goiânia

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Plano de Informatização da Assistência Social em Goiânia




Inclusão Social Digitalizada
        Pré-Projeto




             FEVEREIRO - 2010
Plano de Informatização da Assistência Social em Goiânia




                                                               “Internet é muito mais que uma tecnologia.
                                                                               É um meio de comunicação,
                                                                     de interação e de organização social.”
                                                                                          Manuel Castells,
                                                                                        sociólogo espanhol




PREFEITURA MUNICIPAL DE GOIÂNIA
Íris Rezende Machado, Prefeito
Paulo Garcia, Vice-Prefeito
SEMAS
Walter Pereira da Silva, Secretário Municipal de Assistência Social
Rita de Cássia Soares, Diretora de Proteção Social Básica
Alexandra Machado Costa, Assistente Social
COMDATA
Marcos


                      Rua 25-A esq. c/ Av. República do Líbano – S. Aeroporto
                                          Fone: 3524 2676
Plano de Informatização da Assistência Social em Goiânia

1.1 Identificação: Pré-Projeto para informatização da Assistência Social a ser desenvolvido pela SEMAS,
através a Diretoria de Proteção Social Básica com a orientação técnica da COMDATA

1.2 Nome: Inclusão Social Digitalizada - ISD

1.3 Abrangência: 15 CRAS – Centro de Referência em Assistência Social

1.4 Duração: Início em fevereiro de 2010, com previsão de término das instalações até agosto de 2010,
com avaliação bimestral contínua, sendo a primeira em abril

1.5 Equipe:
Rita de Cássia Soares, Diretora de Proteção Social Básica/SEMAS
Alexandra Machado Costa, assistente social/SEMAS
Marcos /COMDATA-SEMAS

1.6 Instituições Parceiras:
COMDATA / SEPLAN / AMOB / CEF / MDS

2 Justificativa

2.1 Historicidade

2.2 Proposta

2.3 Relevância

3 Objetivos

4 Meta

5 Metodologia

6 Recursos {m, f, h

7 Cronograma

8 Bibliografia

9 Anexos
Plano de Informatização da Assistência Social em Goiânia

2 Justificativa
        A Assistência Social, de acordo com a Constituição Federal, no Art. 204 inciso I, adotou um
regime geral próprio de gestão com exigência de unidade de concepção, descentralização político-
administrativa, participação da população e comando único, que exige uma ação integrada entre os três
entes federativos (federal, estadual, e municipal) e a sociedade civil, através de suas organizações sem fins
lucrativos, nominadas em lei como entidades de assistência social, sob o modelo público não contributivo
e não lucrativo de gestão, cuja direção, nem estatizadora, nem de subsidiariedade, consagra parcerias sob a
primazia do dever de Estado e do direito de cidadania.
        Preconiza articulação e integração também, com as demais políticas sociais e econômicas com
vistas ao desenvolvimento humano e social do país.
        É, segundo a mesma Constituição, política de Direito e de direitos, dever do Estado.
        A Lei Orgânica da Assistência Social – LOAS estabelece que a gestão da política e a organização
das ações devem ser articuladas em um sistema descentralizado e participativo organizado nos três níveis
de gestão governamental. Assim, a regulamentação da assistência social a define como competência das
três esferas de governo e, por sua vez, a sua implementação torna-se tarefa explicitamente compartilhada
entre os entes federados autônomos.
        O SUAS e sua regulação (que visa a fiscalização e o controle da adequação e da qualidade das
ações), através da NOB/SUAS, explicita dimensões objetivas no processo de gestão, como o
conhecimento da realidade municipal quanto a presença e a prevenção de riscos, danos e vulnerabilidades
sociais da população e quanto a distância entre a demanda da proteção social em face da rede
socioassistencial existente e entre esta e aquela que se busca alcançar com a implementação do SUAS.
Outras dimensões objetivas: a construção gradual de metas nos planos municipais, do Distrito Federal,
estaduais e federal e o controle social.
        Esta regulação (NOB/SUAS) se orienta pela ação pública territorialmente adequada e
democraticamente construída. A garantia dos serviços em padrão adequado de qualidade e quantidade e a
garantia de transparência na prestação de contas são aspectos fundamentais na Norma Operacional Básica
– NOB/SUAS. A NOB é um “instrumento normatizador que expressa pactuações resultadas em efetiva
negociação entre as esferas de governo”.
        O conteúdo da NOB/SUAS – 2005 se fundamenta nos compromissos da PNAS/2004 e resulta de
um percurso longo e democrático de debates, onde o CNAS com seus conselheiros e as Comissões
Intergestores tiveram papel primordial.
        A universalidade do sistema (SUAS) fixa níveis básicos de cobertura, de benefícios, serviços,
programas, projetos e ações de assistência social com provisão partilhada entre os entes federativos, de
forma a garantir o acesso aos direitos socioassistenciais a todos os que deles necessitarem, através da
articulação com as demais políticas sociais e econômicas, em especial as de Seguridade Social,
identificando propósitos comuns no desenvolvimento de ações, serviços, benefícios, programas e projetos
em rede.
         Para tanto, faz-se necessário um sistema de gestão de relações interinstitucionais, intersecretariais,
intermunicipais, metropolitanas, através de ações complementares, protocolos, convênios, fóruns de
gestão, mecanismos de responsabilidade social, intercâmbio de práticas e de recursos.
Plano de Informatização da Assistência Social em Goiânia

        São constantes na NOB/SUAS, referências à necessária publicização de dados e de informações
referentes às demandas e necessidades, à localização e padrão de cobertura dos serviços de assistência
social, e ainda, à articulação interinstitucional entre competências e ações com os demais sistemas de
defesa de direitos humanos, em específico com aqueles de defesa de direitos de crianças, adolescentes,
idosos, pessoas com deficiência, mulheres, negros e outras minorias e de promoção do direito
de convivência familiar.
        Do mesmo modo, são constantes as referências à valorização do controle social e da qualificação
dos recursos humanos e ainda, à necessidade da informação, do monitoramento, da avaliação e da
sistematização dos resultados das ações e programas sociais.
        No entanto, a SEMAS atualmente, não possui um departamento de informática próprio, com infra-
estrutura e mão de obra suficientes para acompanhar o crescimento da demanda através de soluções
tecnológicas.
      Com menos de três anos de existência, a Secretaria Municipal de Assistência Social se consolidou
como a terceira maior Secretaria do município de Goiânia, porém o uso da Tecnologia da Informação está
abaixo do esperado, devido a falta de investimentos, o que atrofia a capacidade desta Secretaria na
prestação de bons serviços aos seus usuários e ainda, dificulta o trabalho de seus funcionários.


                                               “A equipe do CRAS deve prestar informação e orientação
                                                 para a população de sua área de abrangência, bem como
                                                   se articular com a rede de proteção social local no que
                                                       se refere aos direitos de cidadania, mantendo ativo
                                                um serviço de vigilância da exclusão social na produção,
                                                               sistematização e divulgação de indicadores
                                                                    de abrangência do CRAS, em conexão
                                                                 com outros territórios” (PNAS, 2005:35).
Plano de Informatização da Assistência Social em Goiânia

2.1 Historicidade
         Em dezembro de 1993 foi aprovada a Lei Orgânica de Assistência Social – LOAS. Negociada
através de movimento nacional encampado pela Frente Social dos Estados e Municípios, a Associação
Nacional dos Empregados da Legião Brasileira de Assistência – ANASSELBA, órgãos da categoria dos
assistentes sociais como Conselho Federal de Serviço Social – CFESS, Conselhos Regionais de Serviço
Social – CRESS, sindicatos, Organizações Não-Governamentais – ONG`s e movimentos sociais,
representantes da Câmara Federal e com o Governo Federal.
          Na LOAS, Seção V, prevê-se “a instituição de investimento econômico-social nos grupos
populares, buscando subsidiar, financeira e tecnicamente, iniciativas que lhes garantam meios, capacidade
produtiva e de gestão para melhoria das condições gerais de subsistência, elevação do padrão da qualidade
de vida, a preservação do meio-ambiente e sua organização social.”
          De acordo com a NOB/SUAS – 2005, “a proteção social de assistência social se ocupa das
vitimizações, fragilidades, contingências, vulnerabilidades e riscos que o cidadão, a cidadã e suas famílias
enfrentam na trajetória de seu ciclo de vida por decorrência de imposições sociais, econômicas, políticas e
de ofensas à dignidade humana”.
           A assistência social ocupa-se então, de proteger a vida, reduzir danos, monitorar populações em
risco e prevenir situações de vulnerabilidade.
           Através de suas ações, deve produzir aquisições materiais, sociais e socioeducativas ao cidadão,
à cidadã e suas famílias para: suprir suas necessidades de reprodução social de vida individual e familiar,
desenvolver suas capacidades e talentos, a convivência social, a cidadania, o protagonismo e a autonomia
a partir do seu território de vivência, com prioridade àqueles com registros de fragilidades,
vulnerabilidades e vitimizações entre seus membros.
           O governo federal implantou o sistema on line SUASWEB por meio da Resolução nº 146, de 15
de outubro de 2004, do CNAS e Portaria MDS N° 736, de 15 de dezembro de 2004, como uma das suas
bases de regulação do serviço de Assistência Social.
           “A Rede SUAS não se resume à informatização ou instalação de aplicativos, mas afirma-se
também como uma cultura a ser disseminada na gestão do controle social e tem a função de:
    1. Organizar a produção, o armazenamento, o processamento e a disseminação dos dados e da
        informação disponibilizando-os na ótica da garantia da cidadania;
    2. Dar suporte à operação, à gestão, ao financiamento e ao controle social do SUAS; dar suporte ao
        monitoramento e avaliação de programas, serviços, projetos e benefícios contemplando os diversos
        integrantes dessa política (gestores, técnicos, usuários, entidades, conselhos e sociedade).
           Algumas informações armazenadas nos sistemas da Rede SUAS são também utilizadas pelos
órgãos de controle.”
           Em dezembro de 2009, na plenária final da VII Conferência Nacional de Assistência Social em
Brasília, foram aprovadas, entre outras, as seguintes diretrizes:
    1. Criação de instrumentos legais, financeiros, materiais, físicos e de divulgação que viabilizem a
        participação dos usuários em audiências públicas e nos conselhos, fóruns e conferências de
        assistência social nas três esferas de governo;

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ISD SEMAS

  • 1. Plano de Informatização da Assistência Social em Goiânia Inclusão Social Digitalizada Pré-Projeto FEVEREIRO - 2010
  • 2. Plano de Informatização da Assistência Social em Goiânia “Internet é muito mais que uma tecnologia. É um meio de comunicação, de interação e de organização social.” Manuel Castells, sociólogo espanhol PREFEITURA MUNICIPAL DE GOIÂNIA Íris Rezende Machado, Prefeito Paulo Garcia, Vice-Prefeito SEMAS Walter Pereira da Silva, Secretário Municipal de Assistência Social Rita de Cássia Soares, Diretora de Proteção Social Básica Alexandra Machado Costa, Assistente Social COMDATA Marcos Rua 25-A esq. c/ Av. República do Líbano – S. Aeroporto Fone: 3524 2676
  • 3. Plano de Informatização da Assistência Social em Goiânia 1.1 Identificação: Pré-Projeto para informatização da Assistência Social a ser desenvolvido pela SEMAS, através a Diretoria de Proteção Social Básica com a orientação técnica da COMDATA 1.2 Nome: Inclusão Social Digitalizada - ISD 1.3 Abrangência: 15 CRAS – Centro de Referência em Assistência Social 1.4 Duração: Início em fevereiro de 2010, com previsão de término das instalações até agosto de 2010, com avaliação bimestral contínua, sendo a primeira em abril 1.5 Equipe: Rita de Cássia Soares, Diretora de Proteção Social Básica/SEMAS Alexandra Machado Costa, assistente social/SEMAS Marcos /COMDATA-SEMAS 1.6 Instituições Parceiras: COMDATA / SEPLAN / AMOB / CEF / MDS 2 Justificativa 2.1 Historicidade 2.2 Proposta 2.3 Relevância 3 Objetivos 4 Meta 5 Metodologia 6 Recursos {m, f, h 7 Cronograma 8 Bibliografia 9 Anexos
  • 4. Plano de Informatização da Assistência Social em Goiânia 2 Justificativa A Assistência Social, de acordo com a Constituição Federal, no Art. 204 inciso I, adotou um regime geral próprio de gestão com exigência de unidade de concepção, descentralização político- administrativa, participação da população e comando único, que exige uma ação integrada entre os três entes federativos (federal, estadual, e municipal) e a sociedade civil, através de suas organizações sem fins lucrativos, nominadas em lei como entidades de assistência social, sob o modelo público não contributivo e não lucrativo de gestão, cuja direção, nem estatizadora, nem de subsidiariedade, consagra parcerias sob a primazia do dever de Estado e do direito de cidadania. Preconiza articulação e integração também, com as demais políticas sociais e econômicas com vistas ao desenvolvimento humano e social do país. É, segundo a mesma Constituição, política de Direito e de direitos, dever do Estado. A Lei Orgânica da Assistência Social – LOAS estabelece que a gestão da política e a organização das ações devem ser articuladas em um sistema descentralizado e participativo organizado nos três níveis de gestão governamental. Assim, a regulamentação da assistência social a define como competência das três esferas de governo e, por sua vez, a sua implementação torna-se tarefa explicitamente compartilhada entre os entes federados autônomos. O SUAS e sua regulação (que visa a fiscalização e o controle da adequação e da qualidade das ações), através da NOB/SUAS, explicita dimensões objetivas no processo de gestão, como o conhecimento da realidade municipal quanto a presença e a prevenção de riscos, danos e vulnerabilidades sociais da população e quanto a distância entre a demanda da proteção social em face da rede socioassistencial existente e entre esta e aquela que se busca alcançar com a implementação do SUAS. Outras dimensões objetivas: a construção gradual de metas nos planos municipais, do Distrito Federal, estaduais e federal e o controle social. Esta regulação (NOB/SUAS) se orienta pela ação pública territorialmente adequada e democraticamente construída. A garantia dos serviços em padrão adequado de qualidade e quantidade e a garantia de transparência na prestação de contas são aspectos fundamentais na Norma Operacional Básica – NOB/SUAS. A NOB é um “instrumento normatizador que expressa pactuações resultadas em efetiva negociação entre as esferas de governo”. O conteúdo da NOB/SUAS – 2005 se fundamenta nos compromissos da PNAS/2004 e resulta de um percurso longo e democrático de debates, onde o CNAS com seus conselheiros e as Comissões Intergestores tiveram papel primordial. A universalidade do sistema (SUAS) fixa níveis básicos de cobertura, de benefícios, serviços, programas, projetos e ações de assistência social com provisão partilhada entre os entes federativos, de forma a garantir o acesso aos direitos socioassistenciais a todos os que deles necessitarem, através da articulação com as demais políticas sociais e econômicas, em especial as de Seguridade Social, identificando propósitos comuns no desenvolvimento de ações, serviços, benefícios, programas e projetos em rede. Para tanto, faz-se necessário um sistema de gestão de relações interinstitucionais, intersecretariais, intermunicipais, metropolitanas, através de ações complementares, protocolos, convênios, fóruns de gestão, mecanismos de responsabilidade social, intercâmbio de práticas e de recursos.
  • 5. Plano de Informatização da Assistência Social em Goiânia São constantes na NOB/SUAS, referências à necessária publicização de dados e de informações referentes às demandas e necessidades, à localização e padrão de cobertura dos serviços de assistência social, e ainda, à articulação interinstitucional entre competências e ações com os demais sistemas de defesa de direitos humanos, em específico com aqueles de defesa de direitos de crianças, adolescentes, idosos, pessoas com deficiência, mulheres, negros e outras minorias e de promoção do direito de convivência familiar. Do mesmo modo, são constantes as referências à valorização do controle social e da qualificação dos recursos humanos e ainda, à necessidade da informação, do monitoramento, da avaliação e da sistematização dos resultados das ações e programas sociais. No entanto, a SEMAS atualmente, não possui um departamento de informática próprio, com infra- estrutura e mão de obra suficientes para acompanhar o crescimento da demanda através de soluções tecnológicas. Com menos de três anos de existência, a Secretaria Municipal de Assistência Social se consolidou como a terceira maior Secretaria do município de Goiânia, porém o uso da Tecnologia da Informação está abaixo do esperado, devido a falta de investimentos, o que atrofia a capacidade desta Secretaria na prestação de bons serviços aos seus usuários e ainda, dificulta o trabalho de seus funcionários. “A equipe do CRAS deve prestar informação e orientação para a população de sua área de abrangência, bem como se articular com a rede de proteção social local no que se refere aos direitos de cidadania, mantendo ativo um serviço de vigilância da exclusão social na produção, sistematização e divulgação de indicadores de abrangência do CRAS, em conexão com outros territórios” (PNAS, 2005:35).
  • 6. Plano de Informatização da Assistência Social em Goiânia 2.1 Historicidade Em dezembro de 1993 foi aprovada a Lei Orgânica de Assistência Social – LOAS. Negociada através de movimento nacional encampado pela Frente Social dos Estados e Municípios, a Associação Nacional dos Empregados da Legião Brasileira de Assistência – ANASSELBA, órgãos da categoria dos assistentes sociais como Conselho Federal de Serviço Social – CFESS, Conselhos Regionais de Serviço Social – CRESS, sindicatos, Organizações Não-Governamentais – ONG`s e movimentos sociais, representantes da Câmara Federal e com o Governo Federal. Na LOAS, Seção V, prevê-se “a instituição de investimento econômico-social nos grupos populares, buscando subsidiar, financeira e tecnicamente, iniciativas que lhes garantam meios, capacidade produtiva e de gestão para melhoria das condições gerais de subsistência, elevação do padrão da qualidade de vida, a preservação do meio-ambiente e sua organização social.” De acordo com a NOB/SUAS – 2005, “a proteção social de assistência social se ocupa das vitimizações, fragilidades, contingências, vulnerabilidades e riscos que o cidadão, a cidadã e suas famílias enfrentam na trajetória de seu ciclo de vida por decorrência de imposições sociais, econômicas, políticas e de ofensas à dignidade humana”. A assistência social ocupa-se então, de proteger a vida, reduzir danos, monitorar populações em risco e prevenir situações de vulnerabilidade. Através de suas ações, deve produzir aquisições materiais, sociais e socioeducativas ao cidadão, à cidadã e suas famílias para: suprir suas necessidades de reprodução social de vida individual e familiar, desenvolver suas capacidades e talentos, a convivência social, a cidadania, o protagonismo e a autonomia a partir do seu território de vivência, com prioridade àqueles com registros de fragilidades, vulnerabilidades e vitimizações entre seus membros. O governo federal implantou o sistema on line SUASWEB por meio da Resolução nº 146, de 15 de outubro de 2004, do CNAS e Portaria MDS N° 736, de 15 de dezembro de 2004, como uma das suas bases de regulação do serviço de Assistência Social. “A Rede SUAS não se resume à informatização ou instalação de aplicativos, mas afirma-se também como uma cultura a ser disseminada na gestão do controle social e tem a função de: 1. Organizar a produção, o armazenamento, o processamento e a disseminação dos dados e da informação disponibilizando-os na ótica da garantia da cidadania; 2. Dar suporte à operação, à gestão, ao financiamento e ao controle social do SUAS; dar suporte ao monitoramento e avaliação de programas, serviços, projetos e benefícios contemplando os diversos integrantes dessa política (gestores, técnicos, usuários, entidades, conselhos e sociedade). Algumas informações armazenadas nos sistemas da Rede SUAS são também utilizadas pelos órgãos de controle.” Em dezembro de 2009, na plenária final da VII Conferência Nacional de Assistência Social em Brasília, foram aprovadas, entre outras, as seguintes diretrizes: 1. Criação de instrumentos legais, financeiros, materiais, físicos e de divulgação que viabilizem a participação dos usuários em audiências públicas e nos conselhos, fóruns e conferências de assistência social nas três esferas de governo;
  • 7. Plano de Informatização da Assistência Social em Goiânia 2. Intensificação de ações de fortalecimento do controle social na política de assistência social, por meio da realização de seminários, cursos presenciais e à distância, audiências públicas e outros instrumentos de participação popular; 3. Aprimoramento dos instrumentos de informação e divulgação continuada dos serviços, programas, projetos, benefícios de assistência social e dos direitos socioassistenciais, do orçamento para a área, do cronograma das reuniões e deliberações dos conselhos, garantindo acessibilidade aos materiais informativos (braile, intérprete de libras, guia intérprete, áudio descrição, letras ampliadas, audiovisual) e meios físicos de acesso adequados para a participação da pessoa com deficiência em todos os espaços de discussão, em consonância com a legislação vigente; 4. Construção de instrumentos de avaliação quantitativa e qualitativa para o monitoramento e o controle da execução das deliberações das conferências nas três esferas de governo, por parte dos conselhos de assistência social, garantida a publicização de informações; 5. Promoção de espaços de diálogo intersetorial para garantir a articulação dos serviços socioassistenciais e das demais políticas públicas, possibilitando a participação do usuário. 6. Implantação e implementação de um sistema nacional unificado e informatizado pelo Governo Federal aos municípios, garantindo o estabelecido nas leis de regulação das profissões e devidos códigos de ética para protocolos de registro de atendimento de todos os usuários da política de assistência social. 7. Publicização das ações da política de assistência social e da rede socioassistencial em uma base de dados para que as informações de interesse público sejam universais, e divulgação dos resultados obtidos, de modo que a sociedade avalie, acompanhe e proponha avanços na sua operacionalização. 8. Definição, nas três esferas de governo, de indicadores e índices padronizados de acompanhamento e avaliação da gestão, considerando as peculiaridades regionais, estabelecendo padrões de eficácia, eficiência e efetividade e compartilhando-os com a rede socioassistencial;
  • 8. Plano de Informatização da Assistência Social em Goiânia 2.2 Proposta Para o sociólogo francês Jean Lojkine, autor do livro "A Revolução Informacional", ao tratarmos das tecnologias de informação devemos ter claro que para o capitalismo, a informação é o mesmo que mercadoria. O cuidado que se deve ter com a revolução informacional sob o aspecto da automação das funções cerebrais, não deve tirar de vista que a informática pode permitir “a criação, a circulação e a estocagem de uma imensa massa de informações outrora monopolizadas, e em parte esterilizadas por uma pequena elite de trabalhadores intelectuais. Propõe-se aqui uma construção intersetorial, de tecnologias de informação necessárias à Assistência Social, e não apenas que assistentes sociais sejam operadores de sistemas construídos. Então, este é um primeiro momento do Projeto de Inclusão Social Digitalizada, que precede a discussão com todos os profissionais e parceiros envolvidos com a Assistência Social em Goiânia. A premência da construção e da efetivação de uma pesquisa que fundamente um diagnóstico com indicadores como: população, renda per capita, escolaridade, composição familiar, mortalidade infanto-juvenil e concentração de renda, por exemplo, que revelem a “cara” da cidade, sob aspectos socioeconômicos está intrinsecamente ligada ao uso de bancos de dados eletrônicos, planilhas, editores de textos e outros aplicativos (softwares e hardwares) que facilitam a utilização de instrumentos e técnicas profissionais, a publicização do trabalho, e aumentam sua produtividade e eficácia. No entanto, sabe-se que as demandas do Serviço Social não se resolverão no âmbito tecnológico, pois são de âmbito histórico social. As demandas que surgem à profissão exigem o rompimento com o conservadorismo ainda presente na prática profissional e a articulação entre a teoria, a metodologia e a intervenção e ainda, debates e reflexões consistentes. Segundo o assistente social Marcio Antunes da Silva, mestrando da UEL, “após breves reflexões, pode se afirmar que as tecnologias de informação implicam em vantagens e perigos para o exercício profissional dos Assistentes Sociais... o uso dessas tecnologias deve ser apropriado pelos profissionais, porém, sem perder de vista o invólucro alienante em que se nos apresenta. É necessário refletir criticamente o uso de quaisquer aparelhos tecnológicos, que decididamente, não são apenas compostos de plástico e componentes eletrônicos”. Sugere-se aqui, as trocas de experiência com municípios que já informatizaram seus serviços na assistência Social, como no caso de Indaial, em Santa Catarina, que desenvolveu através de ação da Secretária de Assistência Social Arlete Polidoro, junto a Prefeitura Municipal, um sistema de informação que possibilita ao servidor da Assistência Social, de acordo com sua formação, o acesso às informações e alterações do sistema, que tem assegurada total segurança aos usuários quanto ao repasse de informações. O governo federal se utiliza de alguns sistemas informatizados, como exemplo, o Sistema de Informação para a Infância e Adolescência – SIPIA, o SISJOVEM e o cadastro único – CAD-ÚNICO, sendo este último, instrumento de cadastro de famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família, Programas Habitacionais de Interesse Social, Programa de Erradicação do Trabalho Infantil, Projovem, entre outros. Identifica-se na SEMAS, a necessidade de um sistema com as seguintes propriedades: 1. Sistema de site/intranet;
  • 9. Plano de Informatização da Assistência Social em Goiânia 2. Sistema informatizado, de apoio a assistência social, que deverá conter cadastro de assistentes sociais, público alvo, locais de atendimento, comunidades circunvizinhas, os pilares das ações sociais, pesquisas socioeconômicas, problemas sociais/encaminhamentos/soluções; deverá ser elaborada uma metodologia para métrica dos problemas socioeconômicos, bem como para suas soluções. Dessa forma o sistema será capaz de gerar relatórios quantitativos e qualitativos, analíticos e sintéticos de todas as informações armazenadas, bem como produzir indicadores socioeconômicos. Deverá ser levantado todo e qualquer sistema já existente na administração publica que contenha informações relevantes a assistência social e assim possa ser integrado ao mesmo; Principais recursos do sistema de gestão de CRAS (Centro de Referência de Assistência Social), elencados no site www.prefeituralivre.com.br, no módulo da Assistência Social: • Formulário em conformidade com o sistema do CRAS do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. • Cadastro das famílias com maiores índices de vulnerabilidade e risco social. • Registro dos acompanhamentos psicológicos e sociais das famílias e das pessoas atendidas. • Controle de geração de benefícios emergenciais, encaminhamentos, profissionais, dentre outros. • Integração com o cadastro único de munícipe. • Georreferenciamento dos eventos cadastrados no sistema. 3. Sistema informatizado de apoio ao ensino com publicação de material didático dos cursos a serem oferecidos (para as comunidades e de atualização dos/as profissionais), com cadastramento de professores, alunos, cursos, pólos de treinamentos (os próprios CRAS) e avaliações, além de relatórios para o acompanhamento do rendimento dos alunos, cursos, professores e pólos. Tal sistema será desenvolvido em parceria com a COMDATA e rodará sob o ambiente da Intranet da prefeitura. A proposta envolve a SEMAS e os 15 CRAS – Centro de Referência e Assistência Social, sendo que 11 estão em funcionamento e 04 foram aprovados recentemente. Abaixo, lista dos 11 CRAS efetivos em Goiânia: 1. CRAS - Floresta - Av. da Conquista Q.25 S/N Bairro Floresta - 3593 3748 2. CRAS – Vila Izaura - Rua 9 Q. A L.14 Vila Izaura - 3524 8514 3. CRAS Novo Mundo- Avenida do Ouro, Chácara 329 Novo Mundo - 3524 1725 4. CRAS Recanto das MG - Rua SR-1, Chácara 07 Recanto das MG - 3567 5273 5.CRAS Baliza - Rua BL-11 Q. B-08 Conj. Baliza - 3288 0108 6.CRAS Vera Cruz - Av. Leopoldo de Bulhões S/N Q.100
  • 10. Plano de Informatização da Assistência Social em Goiânia Conj. Vera Cruz II - 3524 2451 7.CRAS Redenção - Rua R-7 esq. c/ Av. Jardim Botânico Redenção - 3524 3109 8.CRAS União - Rua U-47 S/N Centro Comunitário Dr. José do Egito S. União - 3524 1766 9.CRAS Canaã - Rua Langedffer S/N Vila Canaã - 3558 7567 10.CRAS Brisas da Mata - Rua BM-15 Qd.19 esq. c/ Otávio Lúcio S. Brisas da Mata - 3524 2482 11.CRAS Curitiba - Rua JC-22 s/n Q. 12-A Jd. Curitiba II - 3298 2586 A SEMAS atualmente conta com 4 laboratórios de informática que possuem 10 computadores interligados em rede e com conexão à internet. Existe a possibilidade da criação de mais 2 laboratórios de informática completos através de um convênio firmado entre COMDATA e governo federal. A COMDATA está constantemente monitorando o andamento do processo para garantir que os Telecentros sejam montados o mais breve possível. Caberá a COMDATA elaborar e executar o projeto dos Telecentros.em convênio com o Governo Federal ainda no início de 2010. A proposta de expansão das estações digitais da SEMAS consiste em: * Garantir o bom funcionamento dos 4 laboratórios existentes; * Concluir as negociações com o Governo Federal para a criação de mais 2 estações; * Criar mais 10 laboratórios com recursos próprios e computadores novos. Já no que diz respeito à configuração dos computadores, haverá grande avanço tecnológico em relação aos Telecentros atuais. Todos os computadores serão equipados com monitores LCD e terão processador padrão dual core, para obter maior poder de processamento. Haverá 1 estabilizador de 1kva para cada 2 computadores, o que aumentará a segurança contra oscilações de energia. Os computadores serão interligados através de rede sem fio, para permitir maior escalabilidade e reduzir o tempo de implantação do Telecentro, já que dessa forma não será necessário fixar tubulações à parede, e nem confeccionar os cabos de rede. Além de material de informática, é imprescindível a utilização de mobília específica para computadores e refrigeração na sala para não reduzir a vida útil dos equipamentos. Haverá, nos Telecentros, uma gama de serviços on-line liberados para acesso pela comunidade.
  • 11. Plano de Informatização da Assistência Social em Goiânia Formação nas Ferramentas Computacionais Introdução ao processamento de dados (IPD) Sistema Operacional windows Editor de textos Writer Editor de planilha Calc Editor de apresentação Impress Comunicação: Acesso a e-mail E-gov Consultar informações sobre como emitir documentos (RG, CPF). Serviços Obter certidões negativas, licenças e permissões. Declaração de Imposto de Renda Inscrição e Consulta de assuntos de Previdência e Assistência Social Consulta de benefícios sociais como Bolsa família Educação Pesquisa na internet para trabalhos escolares Preparação / edição de trabalhos para escola Link para sites que oferecem cursos on-line A conexão do Telecentro à internet ficará a cargo da COMDATA, que disponibilizará um link ADSL de 1MB para cada Telecentro, com modem cedido em comodato.
  • 12. Plano de Informatização da Assistência Social em Goiânia 2.3 Relevância Para o poder público, este Projeto atende as expectativas na medida em que racionaliza o serviço de Assistência Social, objetivando recursos e resultados e ainda, responde a uma demanda recorrente, na Assistência Social; Para o município de Goiânia este Projeto é importante na medida em que organiza e publiciza informações que interferem na qualidade e na efetividade dos serviços; Para a Assistência Social, este Projeto se torna relevante ao conjuminar com as proposições do SUAS, da LOAS, da NOB e das conferências de Assistência Social, sendo elas, entre outras, a transparência, a participação e o controle social.
  • 13. Plano de Informatização da Assistência Social em Goiânia 3 Objetivos Geral: Automatizar, organizar, publicizar e equalizar processos, números, dados em geral, gerando e gerenciando informações importantes para a Assistência Social, aprimorando sua inteligência e as ações efetivas para a melhoria do serviço prestado, de acordo com uma demanda real, mensurável. Específicos: • Oferecer subsídios para o reconhecimento do perfil sócio-econômico da cidade; • Promover ações e programas dentro da política de Assistência Social, de acordo com a demanda local, o que está previsto na LOAS e no SUAS, pelo princípio da descentralização e da regionalização; • Divulgar um amplo leque de informações que orientem trabalhadores e usuários dos serviços oferecidos pela assistência Social; • Oferecer serviços on-line para as comunidades, visando à ampliação e a consolidação da cidadania, conforme preconiza o Código de Ética do Assistente Social; • Facilitar, dinamizar e otimizar o trabalho da SEMAS; • Promover o controle social; • Desenvolver um processo de socialização do conhecimento, que amplie a capacidade cognitiva e o senso crítico; • Implantar cursos para inclusão digital e outros, através de práticas sócio educativas.
  • 14. Plano de Informatização da Assistência Social em Goiânia 4 Meta Apresentar o Pré-Projeto e estabelecer composição de equipe multiprofissional e detalhes do primeiro encontro para continuidade do trabalho de implantação da ISD; Realizar parceria com a COMDATA na elaboração e execução de todo o projeto da infra-estrutura necessária para realização desta proposta, assim como a instalação de toda a conectividade de rede local, INTRANET e INTERNET necessária ao funcionamento da rede de atendimento. Desta maneira, a SEMAS ficará isenta de custos mensais referentes à contratação de tais serviços. Implantar, entre os meses de fevereiro e agosto de 2010, 11 estações digitais nos 11 CRAS do município, devidamente mobiliadas e ambientalizadas, sendo cada estação composta por 10 terminais para uso do público a ser atendido em cursos e 01 terminal para o monitor, com 01 impressora. Melhorar as condições técnicas e estruturais das 4 estações digitais que já existem atualmente, em 4 CRAS da SEMAS. Contactar e efetivar contrato de prestação de serviço de empresa ou instituto qualificado, reconhecidamente idôneo, para elaboração de material didático e para acompanhamento dos cursos, que poderão ser ministrados a dois alunos por máquina, por vez, e também, através do sistema de cursos a distância, via internet. Implantar, concomitantemente às estações, o sistema de informação da Assistência Social, composto por três eixos: desenvolvimento e manutenção de site/intranet, de sistema de apoio a assistência social e de sistema de apoio ao ensino. Oferecer ----- vagas para os cursos presenciais de informática básica. Desenvolver ----- oficinas temáticas, de inclusão digital. Desenvolver via internet, ----- sistemas de curso a distância. Os cursos poderão ser ministrados a dois alunos por máquina, por vez e também, através do sistema de cursos a distância, via internet.
  • 15. Plano de Informatização da Assistência Social em Goiânia 5 Metodologia A metodologia deste trabalho se pauta no tripé planejar, executar e avaliar. Este primeiro momento em que são apresentadas os princípios e fins pretende realmente orientar a construção do trabalho, oferecendo um ponto de partida para o diálogo necessário a esta construção, que não é o fim, mas antes, deve ser compreendida enquanto meio de alcance para determinados objetivos, já explicitados anteriormente. Sob o aspecto da infra-estrutura tecnológica, a SEMAS deverá possuir um numero x de computadores que deverão ter as configurações necessárias para atender adequadamente ao bom uso de aplicações como: suítes de escritório (editor de texto, planilha, apresentação), navegação na internet, criação e editoração caseira de material multimídia (imagem, som e vídeo). Cada CRAS deverá possuir acesso a internet limitado a uma política a ser criada de maneira evolutiva de acordo com as necessidades dos projetos. O acesso a internet deverá ser monitorado periodicamente através de relatórios gerados automaticamente a fim de garantir o bom uso da mesma. Será necessário uma impressora em cada CRAS, bem como uma política de impressão na qual deverá prever a utilização correta deste equipamento. È importante investir em uma infra-estrutura (pessoas capacitadas e equipamento ou orçamento para reposição de peças que virão a estragar) que consiga manter tanto o hardware, quanto o software em perfeito funcionamento, pois é normal que computadores estraguem e aplicações sejam desconfiguradas ou comprometidas de alguma maneira. A utilização de software livre garante não só um menor custo, mas também um melhor suporte de novas versões e correções de possíveis problemas, por exemplo, a proporção de vírus em sistemas proprietários para sistemas de código aberto é de 1 para 1000, ou seja, enquanto surge 1 vírus para Linux, surgem 1000 para Windows. Sob este aspecto ainda é relevante considerar-se que: • A utilização de software-livre em todo o projeto torna-se favorável, pois assim sendo, teremos uma maior economia e estaremos em paridade com a atual política do governo federal; • Outra questão a se analisar é possibilidade a de que se torne livre, o (s) software (s) produzido (s) por esse projeto; dessa forma, a assistência social de Goiânia seria referência nacional em seu segmento, podendo ter inclusive o seu software publicado em: http://www.softwarepublico.gov.br; • Isto garante ainda, o auxilio da comunidade de software livre na implementação de novas funcionalidades, bem como melhoria e manutenção das funcionalidades já existentes. É fundamental que todos os funcionários envolvidos no atendimento informatizado sejam proficientes na utilização das ferramentas de software. Isso se fará através de treinamento efetuado por funcionários da própria empresa em parceria com equipe técnica da Caixa Econômica Federal e COMDATA.
  • 16. Plano de Informatização da Assistência Social em Goiânia 6 Recursos {m, f, h A infra-estrutura tecnológica nos CRAS deverá possuir computadores com configurações necessárias para atender adequadamente ao bom uso de aplicações como: Suítes de escritório (Editor de texto, planilha, apresentação), navegação na internet, criação e editoração caseira de material multimídia (imagem, som e vídeo). Cada CRAS deverá possuir acesso limitado à internet, com uma política de acesso a ser criada de maneira evolutiva de acordo com as necessidades dos projetos. O acesso a internet deverá ser monitorado periodicamente através de relatórios gerados automaticamente a fim de garantir o bom uso da mesma. Será necessário uma impressora em cada CRAS, bem como uma política de impressão a qual deverá prever a utilização correta deste equipamento. A tecnologia de impressão a laser gera economia de 60% em relação à tecnologia de impressão a jato de tinta, apresenta qualidade e velocidade superior de impressão, além de ser menos suscetível a defeitos, já que utiliza mais componentes térmicos e ópticos e menos engrenagens mecânicas. Quando se utiliza computadores modernos com softwares originais e monitores LCD, o tempo de atendimento é otimizado, reduzindo as filas. A já conhecida desculpa – “o sistema está indisponível” – será ouvida muito raramente, já que a confiabilidade de tais equipamentos é alta. Cada monitor LCD gera economia de pelo menos 30watts por cada hora de funcionamento, além de ter vida útil superior. No ano de 2010, todos os cadastramentos serão realizados em tempo real pela internet. A internet da SEMAS atualmente possui velocidade de 1MBPS compartilhada por 100 computadores. De acordo com a orientação de equipe técnica da caixa econômica federal, será necessário um link de 200KBPS para cada um dos computadores conectados no site do CADUNICO. Como existem 12 computadores na central do bolsa família, faz-se necessária a contratação de uma conexão à internet exclusiva para o bolsa família com pelo menos 2MBPS de velocidade. Quando se faz instalações elétricas adequadas e com aterramento, os equipamentos de informática e usuários ficam protegidos de descargas elétricas. Uma rede lógica bem feita proporciona funcionamento sem falhas de comunicação entre os computadores e servidores da aplicação CADUNICO. Para impedir interrupções não programadas no atendimento causadas por falta de suprimentos como toner de impressoras e papel, deverá ser mantido em estoque quantidade suficiente para todo o ano. A contratação de mão de obra especializada é parte fundamental para a viabilidade da proposta do Telecentro, assim como a contratação de serviços especiais como impressão de apostilas, folhetos de divulgação, e segurança para proteger o Telecentro de furtos. De acordo com a tabela salarial vigente na SEMAS estima-se que a contratação de 12 novos instrutores de informática e 1 coordenador de curso aumentará a folha de pagamento mensal para R$9.500,00 mensais. A COMDATA realizará sempre que possível a impressão de material didático monocromático, ficando a arte visual e encadernação por conta de empresas terceirizadas. A seguir, o levantamento de todo o material de informática necessário para viabilização da proposta juntamente com o valor estimado.
  • 17. Plano de Informatização da Assistência Social em Goiânia AQUISIÇÃO DE MATERIAL DE INFORMÁTICA PREÇO ITEM QTDE UNITÁRIO SUBTOTAL Impressora laser pequeno porte 20 R$ 383,00 R$ 7.660,00 Toner para impressora laser pequeno porte 40 R$ 170,00 R$ 6.800,00 Impressora laser médio porte 3 R$ 741,00 R$ 2.223,00 Toner para impressora laser médio porte 12 R$ 199,00 R$ 2.388,00 Impressora Multifuncional Laser 2 R$ 1.520,00 R$ 3.040,00 Toner para impressora multifuncional laser 6 R$ 400,00 R$ 2.400,00 Computador padrão intel dual core com windows 50 R$ 1.690,00 R$ 84.500,00 Monitor LCD 15" 50 R$ 515,00 R$ 25.750,00 Computador padrão core 2 quad 1 R$ 2.770,00 R$ 2.770,00 Nobreak 2kva 2 R$ 1.354,00 R$ 2.708,00 Estabilizador 1kva 75 R$ 115,00 R$ 8.625,00 Total material de Informática R$ 148.864,00 Tabela 1 - levantamento de material de informática Para garantir o bom funcionamento dos laboratórios atuais é importante que se faça substituição de peças defeituosas além de acrescentar memória aos computadores, para aumentar sua capacidade de processamento para rodar os aplicativos mais atuais. Segue abaixo um levantamento de peças a serem adquiridas para manutenção e melhorias dos atuais laboratórios: AQUISIÇÃO DE PEÇAS PARA UPGRADE PREÇO ITEM QTDE UNITÁRIO SUBTOTAL memória 1GB DDR 400 40 R$ 95,00 R$ 3.800,00 gravadora de DVD 12 R$ 85,00 R$ 1.020,00 Disco rígido IDE 3 R$ 140,00 R$ 420,00 Disco rígido SATA 3 R$ 140,00 R$ 420,00 Placa de rede sem fio 802.11g 4 R$ 60,00 R$ 240,00 Fonte ATX 500W 5 R$ 34,00 R$ 170,00 Estabilizador 1kva 10 R$ 115,00 R$ 1.150,00 Total material de Informática R$ 7.220,00 Tabela 2 - levantamento de peças para upgrade
  • 18. Plano de Informatização da Assistência Social em Goiânia A equipe da COMDATA ficará encarregada de realizar o upgrade de todos os computadores com as peças descritas acima. AQUISIÇÃO DE MATERIAL DE INFORMÁTICA PREÇO ITEM QTDE SUBTOTAL UNITÁRIO Computador padrão intel dual core com windows 100 R$ 1.690,00 R$ 169.000,00 Monitor LCD 15" 100 R$ 515,00 R$ 51.500,00 Estabilizador 1kva 60 R$ 115,00 R$ 6.900,00 Access Point 802.11N 10 R$ 431,93 R$ 4.319,30 Placa de rede sem fio 802.11g 100 R$ 60,00 R$ 6.000,00 Total material de Informática R$ 237.719,30 Tabela 3 - levantamento de material Telecentro Além de material de informática, é imprescindível a utilização de mobília específica para computadores e refrigeração na sala para não reduzir a vida útil dos equipamentos. Segue abaixo um levantamento do material necessário: AQUISIÇÃO DE MOBÍLIA E REFRIGERAÇÃO PREÇO ÍTEM QTDE UNITÀRIO SUBTOTAL Cadeira 210 R$ 80,00 R$ 16.800,00 Mesa 110 R$ 120,00 R$ 13.200,00 Ar condicionado split 12000BTU com instalação 10 R$ 2.000,00 R$ 20.000,00 Total Mobília e refrigeração R$ 50.000,00 Tabela 4 - mobília e refrigeração
  • 19. Plano de Informatização da Assistência Social em Goiânia Segue abaixo uma sugestão de Layout para a Secretaria do CRAS Figura 1 layout sugerido para secretaria do CRAS
  • 20. Plano de Informatização da Assistência Social em Goiânia Os novos Telecentros seguirão o mesmo modelo dos Telecentros existentes no que diz respeito ao número de computadores e disposição dos equipamentos dentro das salas. Serão 10 equipamentos lado a lado junto à parede, dentro de uma sala de no mínimo 48m². O layout sugerido para os 10 computadores no Telecentro segue o modelo abaixo: Figura 2 - layout Telecentro
  • 21. Plano de Informatização da Assistência Social em Goiânia 7 Cronograma ATIVIDADES/MÊS FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT Sistematização do Projeto X X Reunião X X X X X X X X X Avaliação X X X X Planejamento X X X X X X Visitas Institucionais X X X X Constituição de Departamento de TI na SEMAS Constituição de Pesquisa Diagnóstica Constituição de Telecentros Constituição de Sistema Informatizado de Apoio a Assistência Social Constituição de Sistema Informatizado de Cursos Seminário de Apresentação do X Projeto Compra de equipamentos de TI Compra de mobília e outros equipamentos Construção e /ou adequação das salas de estações digitais
  • 22. Plano de Informatização da Assistência Social em Goiânia 8 Bibliografia BRASIL. Lei n. 8.742, de dezembro de 1993. Lei Orgânica da Assistência Social. Assistente Social: ética e direitos. 2. ed. Rio de Janeiro: CRESS 7a Região/RJ, out. 2000. BRASIL. Constituição Federal 1988. Assistente Social: ética e direitos. 2.ed. Rio de Janeiro: CRESS 7a Região/RJ, out. 2000. CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. A era da informação: economia, sociedade e cultura. São Paulo, Paz e Terra, 2001. DOWBOR,Ladislau.ArtigoOnline-sp. http://ppbr.com.ld/03hazelindicadores.doc Informação para a cidadania e o desenvolvimento sustentável. 1996. Acesso em 30 abril de 2003. FALEIROS, Vicente de Paula. Serviço Social: questões presentes para o futuro. Revista Serviço Social & Sociedade, São Paulo, n. 50, 1996. HYGIA. Sistema Modular de Saúde. Disponível em <http://ww.techne.com.br. Acessado em: 13 ago. 2003. PEREIRA, Potyara A. P. A Assistência Social na perspectiva dos direitos: crítica aos padrões dominantes de proteção aos pobres no Brasil. Brasília: Thesaurus, 1996. SIGS, Sistema de Informação de Gestão Social. Disponível em <http://www.sigs.com.br. Acesso em: 26 jun. 2003. WOLFF, Simone. Informatização do trabalho e reificação: Uma analise à luz dos programas de qualidade total. Dissertação (mestrado), Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 1998.
  • 23. Plano de Informatização da Assistência Social em Goiânia 9 Anexos 1. DEFICIÊNCIAS NO ATENDIMENTO DA TECNOLOGIA NA SEMAS, ATUALMENTE 1.1 Mão de obra insuficiente Toda a tecnologia da SEMAS é coordenada por 2 funcionários com graduação em tecnologia da informação cedidos pela COMDATA. No entanto, mesmo com o ótimo preparo desses profissionais, o atendimento ainda carece de mais agilidade, devido ao baixo efetivo em relação ao numero de unidades externas e departamentos da sede da secretaria. 1.2 Falta de transporte em tempo integral Atualmente, toda vez que um chamado é aberto pela COMDATA a equipe de informática da SEMAS precisa marcar um carro para realizar o atendimento, o que normalmente só se consegue com antecedência de 48 horas. Desde o momento em que o carro é marcado até o momento da visita técnica podem ter sido abertos outros chamados mais urgentes na COMDATA, o que exige o adiamento da primeira chamada. Muitas vezes o serviço só pode ser concluído após mais de uma visita técnica para o mesmo local. Isso gera um atraso constante nos atendimentos e causa insatisfação aos clientes, mesmo quando a responsabilidade não é diretamente da equipe técnica e sim da falta de carro disponível em tempo integral para atendimento imediato. 1.3 Falta de sala exclusiva O laboratório de informática da SEMAS funciona na verdade nos fundos da divisão de patrimônio de maneira improvisada. O espaço físico não pode ser usado completamente para os equipamentos de
  • 24. Plano de Informatização da Assistência Social em Goiânia informática porque grande parte do espaço já está ocupada com material de cozinha, peças de móveis, tubulações e todos os tipos de material não utilizado pela divisão de patrimônio. Por causa disso freqüentemente a equipe de informática tem que interromper suas atividades devido a falta de espaço para realizar consertos. 1.4 Falta de verba destinada A verba destinada à tecnologia da informação da SEMAS limita-se a adiantamentos de 5 mil reais a cada 6 meses, um valor muito inferior ao necessário para reposição de peças de quase 200 computadores com mais de 5 anos de uso. Nos últimos anos foram realizados investimentos pontuais sem grande eficácia, como a compra de impressoras de tecnologia inadequada (matriciais e laser sem PCL). 1.5 Falta de autonomia A equipe de informática da COMDATA enfrenta dificuldades em impor regras para garantir a utilização correta dos recursos tecnológicos da empresa como bom uso da internet e até mesmo para realizar simples remanejamentos entre departamentos. Isso se deve ao fato de não existir divisão de tecnologia com funcionário com nível hierárquico de gestor. Não é possível nem assinar documentos como representantes oficiais de tecnologia da Secretaria, como memorandos, pedidos de orçamento, autorizações, circulares. 2. SOLUÇÕES E SUGESTÕES DE MELHORIAS 2.1 Aumento de funcionários A equipe de tecnologia da SEMAS deverá ser composta por 4 funcionários ( 1 técnico externo, 1 técnico interno, 1 técnico de laboratório, e 1 diretor ). 2.2 Reserva de carro em tempo integral 1 carro deverá ficar a disposição da equipe de TI em tempo integral, para permitir atendimento mais ágil. O carro poderá ser utilizado por outros departamentos caso haja compatibilidade de rotas. 2.3 Destinar sala exclusiva para a tecnologia Destinar uma sala próxima a algum estacionamento, para facilitar a carga e descarga de equipamentos, com refrigeração. A infra-estrutura elétrica e lógica ficará sob a responsabilidade da própria equipe de Tecnologia. 2.4 Realizar previsão anual de verba Estabelecer no início de cada ano, a verba destinada à informática para que a equipe de TI possa realizar uma consultoria mais eficiente, norteando as soluções baseada nas demandas da empresa e nos limites orçamentários. 2.5 Designação de Diretor de Tecnologia
  • 25. Plano de Informatização da Assistência Social em Goiânia Para melhor compor a equipe de TI, faz-se necessário a designação de um Diretor de TI, dando ao Departamento equiparação hierárquica com os demais, para que assim as decisões de Tecnologia sejam mais eficazes. 3. SISTEMA INFORMATIZADO DE APOIO A ASSISTÊNCIA SOCIAL 4. SISTEMA INFORMATIZADO DE APOIO AOS CURSOS 5. EMENTAS DOS CURSOS 6. PROJETO DE CONSTRUÇÃO/ADEQUAÇÃO DAS SALAS 7. PROJETO DE ENGENHARIA ELÉTRICA 8. PROJETO DE PESQUISA/DIAGNÓSTICO DE GOIÂNIA 9. OUTROS (Projetos individualizados por CRAS e por programas, por exemplo) Alexandra Machado Costa – Técnica em Serviço Social – CRESS 1517