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3ª aula de pneumo

O documento descreve os procedimentos para realizar o exame físico do tórax, incluindo inspecionar, palpar, percussar e auscultar o paciente. Detalha referências anatômicas e sinais de anormalidades torácicas como peito toracovocal.

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Aula de Pneumo 3
Exame físico do Tórax
A avaliação é importantíssima para que o profissional trace um plano de terapia para o
paciente.
1 – tem que inspecionar o paciente
2 – palpação do paciente
3 – percussão do paciente
4 – ausculta pulmonar (não se deve auscultar em proeminências ósseas)
Referencias anatômicas:
Externo – apêndice xifóide - últimos arcos costais formam um ângulo, onde encontra uma
ondulação que deve ser de 90° que chamamos de brevilíneo ou longilíneo. Quando existe um
ângulo menor ou maior que 90° tem características de pacientes longilíneos. Pacientes altos e
com troncos alongados tem esta característica da ondulação menor. É importante saber
disso, porque existem algumas patologias como pneumotórax espontâneo. Existe também o
normolíneo, que tem como característica a distância que vai do púbis até a sola do pé
descalço é exatamente igual à distância que vai do púbis até a cabeça
A inspeção de um paciente deve ser feito estático e dinâmico (avaliar os movimentos do
paciente); verificar se utiliza alguma musculatura acessória, para isso o profissional deve ficar
na cabeceira da cama; se a expansão torácica é simétrica ou assimétrica; se o padrão
respiratório é torácico ou abdominal; coloração da pele; verificar se há alguma deformidade
óssea; olhar o paciente de lado; os tipos de ventilação mecânica; verificar se há uma
respiração Paradoxal – inversão da expansão torácica; verificar se há sinais de Couver –
quando há uma depressão dos intercostais;
Alteração de padrão muscular: aumento de demanda ventilatória – significa que a área está
reduzida - Paciente com Pneumonia, ocupando ± 1/3 da troca gasosa; aumento da resistência
da via aérea – paciente com ASMA; aumento da contração abdominal; função diafragmática
alterada – paciente com lesão dos nervos frênicos.
Padrão de Shour -
Padrão de BIOR – padrão irregular a ataques terá altas e baixas frequências de apneias,
braquipnéias e taquipnéia.
Anormalidade torácica:
* Peito Toracovocal: Com o dorso na parte posterior da mão encosta no tórax do paciente e
pede para falar 33 e gera uma vibração torácica.
* Se tiver um M-toráx no pulmão direito que é uma região mais maciça o som se propaga mais
em estruturas mais sólidas.
* Avaliar a expansão diafragmática – não é possível palpação. Abaixo do xifoide colocam-se
os dedos polegares e sente a expansão torácica do individuo e comprime.
Aula 3.1: prática
Na ausculta deve-se iniciar pela base na parte posterior e depois compara com a base contra
lateral da esquerda e depois da direita. Depois para o ápice, da mesma forma anterior e deve
auscultar até o final da inspiração e expiração. Após auscultar a cadeia posterior passa para
cadeia anterior. Por ultimo ausculta a traqueia porque o som é mais alto.
Avaliação de expansibilidade torácica:
* Pede para respirar fundo e verificar se há alguma expansibilidade anormal (caso fosse
abdominal). Respira com tórax e expande com abdome é normal. O contrario é anormal.
* Fazer ausculta e pede para paciente falar 33 de forma alta. Coloca a mão no tórax e irá
sentir uma vibração.
* Fazer palpação de arcabouço torácico para saber se há alguma instabilidade e saber se tem
enfisema subcutâneo.
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Fatores determinantes: Reserva miocárdica, tônus autonômico, volume sanguíneo, pressão
intratorácica.

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3ª aula de pneumo

  • 1. Aula de Pneumo 3 Exame físico do Tórax A avaliação é importantíssima para que o profissional trace um plano de terapia para o paciente. 1 – tem que inspecionar o paciente 2 – palpação do paciente 3 – percussão do paciente 4 – ausculta pulmonar (não se deve auscultar em proeminências ósseas) Referencias anatômicas: Externo – apêndice xifóide - últimos arcos costais formam um ângulo, onde encontra uma ondulação que deve ser de 90° que chamamos de brevilíneo ou longilíneo. Quando existe um ângulo menor ou maior que 90° tem características de pacientes longilíneos. Pacientes altos e com troncos alongados tem esta característica da ondulação menor. É importante saber disso, porque existem algumas patologias como pneumotórax espontâneo. Existe também o normolíneo, que tem como característica a distância que vai do púbis até a sola do pé descalço é exatamente igual à distância que vai do púbis até a cabeça A inspeção de um paciente deve ser feito estático e dinâmico (avaliar os movimentos do paciente); verificar se utiliza alguma musculatura acessória, para isso o profissional deve ficar na cabeceira da cama; se a expansão torácica é simétrica ou assimétrica; se o padrão respiratório é torácico ou abdominal; coloração da pele; verificar se há alguma deformidade óssea; olhar o paciente de lado; os tipos de ventilação mecânica; verificar se há uma respiração Paradoxal – inversão da expansão torácica; verificar se há sinais de Couver – quando há uma depressão dos intercostais; Alteração de padrão muscular: aumento de demanda ventilatória – significa que a área está reduzida - Paciente com Pneumonia, ocupando ± 1/3 da troca gasosa; aumento da resistência da via aérea – paciente com ASMA; aumento da contração abdominal; função diafragmática alterada – paciente com lesão dos nervos frênicos. Padrão de Shour - Padrão de BIOR – padrão irregular a ataques terá altas e baixas frequências de apneias, braquipnéias e taquipnéia.
  • 2. Anormalidade torácica: * Peito Toracovocal: Com o dorso na parte posterior da mão encosta no tórax do paciente e pede para falar 33 e gera uma vibração torácica. * Se tiver um M-toráx no pulmão direito que é uma região mais maciça o som se propaga mais em estruturas mais sólidas. * Avaliar a expansão diafragmática – não é possível palpação. Abaixo do xifoide colocam-se os dedos polegares e sente a expansão torácica do individuo e comprime. Aula 3.1: prática Na ausculta deve-se iniciar pela base na parte posterior e depois compara com a base contra lateral da esquerda e depois da direita. Depois para o ápice, da mesma forma anterior e deve auscultar até o final da inspiração e expiração. Após auscultar a cadeia posterior passa para cadeia anterior. Por ultimo ausculta a traqueia porque o som é mais alto. Avaliação de expansibilidade torácica: * Pede para respirar fundo e verificar se há alguma expansibilidade anormal (caso fosse abdominal). Respira com tórax e expande com abdome é normal. O contrario é anormal. * Fazer ausculta e pede para paciente falar 33 de forma alta. Coloca a mão no tórax e irá sentir uma vibração. * Fazer palpação de arcabouço torácico para saber se há alguma instabilidade e saber se tem enfisema subcutâneo. * Ver as estruturas para saber se há alguma alteração. Fatores determinantes: Reserva miocárdica, tônus autonômico, volume sanguíneo, pressão intratorácica.