Trabalho de Filosofia
Nome: Paola dos santos
Turma:21MP
Professor: Alexandre Misturini
Sofistas
 o período dos sofistas. Esse período compreendeu os séculos IV e V a.C. e
envolveu poucos, porém grandes intele...
Principais sofistas
 O segundo período da história do pensamento grego é o chamado período
sistemático. Com efeito, nesse...
Cinismo
 O Cinismo foi uma escola filosófica grega criada , seguidor de Sócrates,
aproximadamente no ano 400 a.C., mas se...
Dualismo Platônico
 Durante muito tempo os filósofos ocidentais explicaram o ser humano como composto de
duas partes dife...
Epicurismo
 O que é Epicurismo:
 Epicurismo é um sistema filosófico, que prega a
procura dos prazeres moderados para ati...
Pirronismo
 Pirronismo (em grego: Πυρρωνισμός, transl. Pirrōnismós), também conhecido como cepticismo pirrónico, foi uma
...
Conhecimento lógico e cientifico
 Lógica é uma parte da filosofia que estuda o fundamento, a estrutura e as
expressões hu...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Trabalho de filosofia paola 21 m

323 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
323
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
174
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
1
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Trabalho de filosofia paola 21 m

  1. 1. Trabalho de Filosofia Nome: Paola dos santos Turma:21MP Professor: Alexandre Misturini
  2. 2. Sofistas  o período dos sofistas. Esse período compreendeu os séculos IV e V a.C. e envolveu poucos, porém grandes intelectuais, pensadores e cientistas, dentre eles:Demócrito, Protágoras, Górgias e Hipías.  Os sofistas sistematizaram e transmitiram uma série de conhecimentos estudas até os dias de hoje, dominavam técnicas avançadas de discurso e atraiam muitos aprendizes. Eles não ensinavam em um determinado local, eram conferencistas itinerantes, viajando constantemente. Os sofistas ensinavam por meio de uma designação geral de filosofia que compreendia uma série de conhecimentos não abordados pela escola regular, como: física, geometria, medicina, astronomia, retórica, artes e a filosofia em si.  Antes de mais nada, os sofistas se preocupavam em manejar minuciosamente as técnicas de discurso, a tal ponto que o interlocutor se convencesse rapidamente daquilo que estavam discursando. Para eles não interessava se o que estavam falando era verdadeiro, pois o essencial era conquistar a adesão do público ouvinte.
  3. 3. Principais sofistas  O segundo período da história do pensamento grego é o chamado período sistemático. Com efeito, nesse período realiza-se a sua grande e lógica sistematização, culminando em Aristóteles, através de Sócrates e Platão , que fixam o conceito de ciência e de inteligível, e através também da precedente crise cética da sofística. O interesse dos filósofos gira, de preferência, não em torno da natureza, mas em torno do homem e do espírito; da metafísica passa-se à gnosiologia e à moral. Daí ser dado a esse segundo período do pensamento grego também o nome de antropológico, pela importância e o lugar central destinado ao homem e ao espírito no sistema do mundo, até então limitado à natureza exterior.  Esse período esplêndido do pensamento grego - depois do qual começa a decadência - teve duração bastante curta. Abraça, substancialmente, o século IV a.C., e compreende um número relativamente pequeno de grandes pensadores: os sofistas e Sócrates, daí derivando as chamadas escolhas socráticas menores, sendo principais a cínica e a cirenaica, precursoras, respectivamente, do estoicismo e do epicurismo do período seguinte; Platão e Aristóteles, deles procedendo a Academia e o Liceu, que sobreviverão também no período seguinte e além ainda, especialmente a Academia por motivos éticos e religiosos, e em seus desenvolvimentos neoplatônicos em especial - apesar de o aristotelismo ter superado logicamente o platonismo.
  4. 4. Cinismo  O Cinismo foi uma escola filosófica grega criada , seguidor de Sócrates, aproximadamente no ano 400 a.C., mas seu nome de maior destaque foi Diógenes de Sínope. Estes filósofos menosprezavam os pactos sociais, defendiam o desprendimento dos bens materiais e a existência nômade que levavam.  A origem dessa expressão é um tanto controvertida, pois alguns pesquisadores creem que ela provém do Ginásio Consagre, espaço no qual Antístenes teria edificado sua Escola, enquanto outros afirmam que ela deriva da palavra grega kŷőn, kynós, que significa ‘cachorro’, alusão à vida destes animais, que seria igual à pregada pelos cínicos. Aliás, o símbolo deste grupo era justamente a imagem de um cão. De qualquer forma, porém, ela se origina do grego Kynismós, passando pelo latim cynismu, e assim chegando até nossos dias. Hoje, através de desvios de significado, este termo se refere àqueles desprovidos de vergonha e de qualquer sentimento de generosidade em relação à dor do outro. Mas não por acaso, pois os cínicos desejavam se desprender de todo tipo de preocupação, inclusive com o sofrimento alheio.
  5. 5. Dualismo Platônico  Durante muito tempo os filósofos ocidentais explicaram o ser humano como composto de duas partes diferentes e separadas: o corpo (material) e a alma (espiritual e consciente). Chamamos de dualismo psicofísico essa dupla realidade da consciência separada do corpo. Segundo Platão, antes de se encarnar, a alma teria vivido no mundo das ideias, onde tudo conheceu por simples intuição, ou seja, por conhecimento intelectual direto e imediato, sem precisar usar os sentidos. Quando a alma se une ao corpo, ela se degrada por se tornar prisioneira dele. Passa então a se compor de duas partes  a) Alma superior (a alma intelectiva)  b) Alma inferior e irracional (a alma do corpo).
  6. 6. Epicurismo  O que é Epicurismo:  Epicurismo é um sistema filosófico, que prega a procura dos prazeres moderados para atingir um estado de tranquilidade e de libertação do medo, com a ausência de sofrimento corporal pelo conhecimento do funcionamento do mundo e da limitação dos desejos.  No entanto, quando os desejos são exacerbados podem ser fonte de perturbações constantes, dificultando o encontro da felicidade que é manter a saúde do corpo e a serenidade do espírito.
  7. 7. Pirronismo  Pirronismo (em grego: Πυρρωνισμός, transl. Pirrōnismós), também conhecido como cepticismo pirrónico, foi uma tradição da corrente filosófica do cepticismo fundada por Enesidemo de Cnossos no século I d.C., e registada por Sexto Empírico no século III.  Toma o seu nome de Pirro de Élis, um céptico que viveu cerca 360 a 270 a.C., embora a relação entre a filosofia da escola e essa figura histórica seja pouco clara.  O pirronismo tornou-se influente há alguns séculos desde o surgimento da moderna visão científica do mundo.  “Nada pode ser conhecido, nem mesmo isto”.  Os cépticos pirrónicos negam assentimento a proposições não imediatamente evidentes e permanecem num estado de inquirição perpétua. Por exemplo, pirrónicos afirmam que uma falta de provas não constitui prova do oposto, e que essa falta de crença é profundamente diferente de uma descrença ativa. Ao invés de descrer em Deus, poderes psíquicos etc., baseados na falta de evidências de tais coisas, pirrónicos reconhecem que não podemos estar certos de que evidências novas não possam aparecer no futuro, de modo que eles mantém-se abertos em sua pesquisa. Também questionam o saber estabelecido, e veem o dogmatismo como uma doença da mente.”
  8. 8. Conhecimento lógico e cientifico  Lógica é uma parte da filosofia que estuda o fundamento, a estrutura e as expressões humanas do conhecimento. A lógica foi criada por Aristóteles no século IV a.C. para estudar o pensamento humano e distinguir interferências e argumentos certos e errados. O conhecimento científico, no entanto, é aquele que é resultado de estudos e busca por conhecimento. Esse tipo de conhecimento surgiu da necessidade e do desejo que o ser humano tem em saber como as coisas funcionam, não aceitando-as de forma passiva e sem questionamentos.

×