Filosofia na-idade-média giorgia 23m

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Filosofia na-idade-média giorgia 23m

  1. 1. Componentes: Cintia Fantin, Gabrielle de Mello e Giorgia Comin. FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA
  2. 2. Este período foi marcado por grande influência da Igreja Católica nas diversas áreas do conhecimento, os temas religiosos predominaram no campo filosófico. Muitos pensadores deste período defendiam que a fé não deveria ficar subordinada a razão. Mas Agostinho não seguiu este caminho, ele buscou a razão para justificar suas dúvidas. Agostinho foi quem desenvolveu a ideia da interioridade, ou seja, o homem é dotado da consciência moral e do livre arbítrio. O QUE FOI?
  3. 3. Período do pensamento cristão que se seguiu à época do novo testamento e chega até ao começo da Escolástica,, representa o pensamento dos Padres da Igreja, que são os construtores da Teologia Católica, guias e mestres da doutrina cristã; A Patrística tem três períodos: Antes de Agostinho, tempo de Agostinho e depois de Agostinho. No período antes de Agostinho, os padres defendiam o cristianismo contra o paganismo, os padres começam a defender a fé e deixar de lado a razão grega como mostrava a filosofia helênica. Antes de Agostinho, temos três correntes filosóficas: platonismo judaico, platonismo cristão ou patrística e o platonismo pagão ou neoplatonismo. O platonismo cristão defendia a fé como ponto essencial e fundamental para a vivência da pessoa. Enquanto o platonismo judaico defendia a fé na realidade dos antepassados e a razão na realidade em que viviam e o platonismo pagão, defendia somente a razão. No período pós-Agostinho, tivemos Anselmo de Aosta e seus contemporâneos, e começa uma batalha muito forte na defesa da fé e da razão. A partir desse período, não aconteceu mais filosofia sem se pensar na religião e na fé do povo, o porquê as pessoas acreditavam em algo superior e a esse algo, prestavam culto. PATRÍSTICA
  4. 4. A igreja possuía o importante papel de conduzir os humanos a salvação; Tomás de Aquino, um dos principais representantes da escolástica, dizia que a mente do homem é uma “tábula-rasa”, ou seja, não possui conhecimento prévio de nada e toda possibilidade do conhecimento vem através dos sentidos e das experiências pessoais; Diversamente da patrística, cujo interesse é acima de tudo religioso e cuja glória é a elaboração da teologia dogmática católica, o interesse da escolástica é acima de tudo, especulativo, e a sua glória é a elaboração da filosofia cristã; ESCOLÁSTICA

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