Felicidade

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Felicidade

  1. 1. AMANDA DE ASSIS, ANA CHIAMENTI, BRUNA DIAS, DIANDRA BERTÉ, JULIANA ZALAMENA 12MP
  2. 2.   A FELICIDADE DA ANTIGUIDADE  Na antiguidade, a felicidade era entendida como um bem, ou poder concedido pelos deuses. Para obtê-la, a pessoa deveria viver de tal modo que não irritasse as divindades, caso contrario, ela perderia esse bem ou poder. A felicidade era tida como um bem instável.  Os filósofos, eram considerados como aqueles que buscavam, e ensinavam um caminho para a felicidade. Cada filósofo tinha um pensamento diferente sobre a felicidade, e assim eles acabaram elaborando sistemas filosóficos distintos, com explicações criadas a partir do conhecimento que eles obtinham, fazendo com que seus conceitos englobassem a todos.
  3. 3. CONHECIMENTO E BONDADE – PLATÃO  Para platão, a felicidade só era tida se a pessoa se desligasse do mundo material, e vivesse apenas num mundo de ideias, pois no mundo material tudo é inserto, e por meio dele não pode haver felicidade. O mundo das ideias tornaria todos um pouco mais sábios, afim de terem ideias perfeitas, até atingirem a ideia suprema, que é a ideia do bem, isto é, seria a causa de todas as coisas justas e belas que existem. Para Platão, a felicidade é uma meta de vida, onde se tem como objetivo ser uma pessoa do bem.
  4. 4. Platão (427-347 a.C.)
  5. 5. VIDAS TEÓRICAS E PRÁTICAS – ARISTÓTELES Para Aristóteles a felicidade não está ligada aos prazeres ou as riquezas, mas a atividade prática da razão. Em sua opinião, a capacidade de pensar é o que há de melhor no ser humano, uma vez que a razão é nosso melhor guia e dirigente natural. Se o que caracteriza o homem é o pensar, então esta e sua maior virtude e, portanto, reside nela à felicidade humana.
  6. 6. Aristóteles (384-322 a.C)
  7. 7.  PRAZER MODERADO - EPICURO  Epicuro tinha uma visão sensualista. Todos fugiam da dor, buscando o prazer, as sensações. E para ele a ausência da dor era o prazer, e o prazer levava à felicidade. Ele dizia também que as pessoas corriam o risco de se decepcionar, porem isso seria evitado se elas eliminassem todos os desejos desnecessários ( luxúria ) tendo apenas os naturais e necessários ( comer, beber e dormir). Com a expectativa reduzida, não haveriam chances de decepção.
  8. 8. Epicuro (341-270 a.C.)
  9. 9.  AMOR E DESTINO – ZENÃO  Para Zenão, a felicidade seria alcançada no momento em que o homem renunciasse a paixão, as contrariedades e o aborrecimento, sendo levado apenas pelo destino, sem temer e sem esperar por nada. Para ele o sábio não se comovia por ninguém. Tudo o que aconteceria, seria por alguma razão, pelas mãos da divindade, e a pessoa já nascia com um destino definido
  10. 10. ZENÃO (334 - 262 a.C)
  11. 11.  Aristóteles (em grego Αριστοτέλης), foi filosofo, cientista e educador grego. Nasceu em Estagira na Macedônia, era filho de um médico, Nicômaco, que trabalhava para o rei. O filosofo foi jovem para a Academia de Platão, em Atenas, por ordem de seu pai.  Com apenas 17 anos de idade, Platão já pressentia que Aristóteles tinha um grande desejo em aprender. Após 20 anos na Academia, o filosofo se tornou professor.  Quando Platão morreu, em 348 a.C., Aristóteles decidiu deixar Atenas e voltar para sua cidade natal, Macedônia. Aristóteles serviu para o rei Felipe da Macedônia como professor particular de seu filho Alexandre. Ou seja, o maior pensador do mundo antigo tornou-se professor do indivíduo que viria a ser o maior líder militar da Antiguidade, Alexandre, o Grande. Aluno e professor formaram um grande laço de amizade. Em 336 a.C., com a morte do pai, Alexandre tornou-se rei da Macedônia aos 20 anos de idade. Em seguida, partiu para conquistar os grandes impérios do mundo.
  12. 12.  Aristóteles voltou à Atenas e fundou sua própria escola, o Liceu, onde deu continuidade ao trabalho de sua vida. Fez observações cuidadosas, colecionou espécies, resumiu e classificou todo o conhecimento existente do mundo físico. Sua abordagem sistemática foi tão influente que mais tarde evoluiu para o método científico básico empregado no mundo ocidental.  As ideias de Aristóteles não se aplicavam somente ao mundo físico. Ele produziu tratados de lógica, considerados sua obra mais importante, bem como tratados de metafísica, física, ética e ciências naturais. Nesse último assunto, foi um dos primeiros cientistas a coletar e classificar sistematicamente espécimes biológicos. Na política, sugeriu que a forma ideal de governo era uma combinação de democracia e monarquia.  Em 323 a.C., Alexandre, o Grande, morreu na Babilônia, aos 33 anos de idade, em decorrência de uma febre. Com a morte de seu protetor, Aristóteles se viu em perigo devido a uma antiga rivalidade entre Atenas e sua terra natal, a Macedônia. Assim, deixou Atenas e foi viver em uma ilha no mar Egeu, onde morreu um ano depois.  Após a morte de Aristóteles, muitos de seus cadernos foram preservados em cavernas próximas à sua casa. Mais tarde, eles foram levados para a grande biblioteca de Alexandria, no Egito. Embora tenham sido usados e valorizados pelos eruditos islâmicos, estas obras foram perdidas ou esquecidas na Europa durante a Idade das Trevas. Depois, foram introduzidas novamente e têm exercido grande influência em todo o pensamento ocidental há muitos séculos.
  13. 13.  REFERENCIA A HISTÓRIA DE ARISTÓTELES  http://www.ahistoria.com.br/aristoteles/

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