Empirismo 26 tp

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Empirismo 26 tp

  1. 1. EMPIRISMO CLEISSON – MATEUS – PEDRO - VINÍCIUS FILOSOFIA 26T
  2. 2. INTRODUÇÃO  Com esse trabalho pretendemos mostrar o que é empirismo, seus principais defensores e no que suas ideias se baseiam.
  3. 3. CONCEITO  O empirismo é a escola do pensamento filosófico relacionada à teoria do conhecimento, que pensa estar na experiência a origem de todas as ideias  Empirismo: empiria (experiência)  ismo (sufixo que determina, entre outras coisas, uma corrente filosófica).  Temos, assim, a “corrente filosófica da experiência”.
  4. 4. PRINCIPAL DEFENSOR  John Locke (1632-1704), filósofo inglês. O empirismo defendido ficou conhecido como empirismo britânico, e influenciou diversos filósofos.  Locke defendeu que a experiência forma as ideias em nossa mente, no seu livro Ensaio acerca do entendimento humano, de 1690.  Na introdução, ele escreve que “só a experiência preenche o espírito com ideias”. Para argumentar a favor, Locke critica o conceito de que já existem ideias em nossa mente (ideias inatas).  Ele procura demonstrar que qualquer ideia que temos não nasce conosco, mas se inicia na experiência.
  5. 5.  A experiência, para Locke, não são as experiências de vida. Experiência para ele são as nossas sensações (sentidos). Ouvimos, enxergamos, tocamos, saboreamos e cheiramos. Cada um dos cinco sentidos leva informações para o nosso cérebro.  A razão tem a função de unir dados captados pelas nossas experiências. Segundo Locke “nada pode existir na mente sem antes ter passado pelos sentidos”.  Quando nascemos não sabemos o que é uma maçã, mas formamos a ideia de maçã a partir dos sentidos.  Vemos a sua cor, sentimos o seu aroma, tocamos sua casca e mordemos a fruta. Cada uma dessas sensações simples nos faz ter a ideia de maçã. A partir da sensação, há a reflexão. Dessa forma, nossas ideias são um reflexo daquilo que nossos sentidos perceberam do mundo.
  6. 6.  Para confirmar sua teoria, o filósofo inglês antecipa futuras críticas. Entre as possibilidades de crítica, existe o argumento de que somos capazes de ter ideias de coisas que nunca foram percebidas pelos nossos sentidos.  Locke argumenta contra este tipo de crítica, pois mesmo ideias de seres mitológicos como sereias, unicórnios e faunos são apenas junções de ideias que já tivemos anteriormente. Uma sereia é a união da ideia de mulher e peixe. Não há nada nessas ideias que não tenha sido conhecida previamente.
  7. 7. OUTROS DEFENSORES  Depois de Locke, o empirismo britânico conheceu a reformulação feita pelo irlandês George Berkeley (1685-1753).  Para ele, o que conhecemos do mundo não é realmente o que o mundo é. O mundo não é o que percebemos dele.  Podemos perceber o mundo através dos sentidos, mas não conhecê-lo de verdade.
  8. 8.  David Hume (1711-1776), natural de Edimburgo, Escócia.  De acordo com Hume, só existe o que percebemos. Todas as relações que fazemos entre o que conhecemos não são conhecimentos verdadeiros.  Podemos conhecer uma bola e podemos conhecer um pé, porém se chutamos uma bola não há nada que confirme que a bola se move porque foi o pé que a moveu.  Com isto, Hume critica as ciências, pois trabalham com a ideia de causa e efeito. Essa relação de causalidade (causa-efeito) é uma relação entre ideias e é, portanto, não verdadeira.  Tudo o que pensamos ser verdadeiro, como a causa do movimento da bola, é imaginação.
  9. 9.  Se o que sabemos vem da experiência e a experiência apenas nos informa um pouco sobre como o mundo é, precisamos, de acordo com o empirismo, estar atentos e críticos às falsas ideias que não podem ser verificadas pelos sentidos.  O empirismo causou uma grande revolução na ciência, pois graças a essa valorização da experiência e do conhecimento científico, o homem passou a buscar resultados práticos, buscando o domínio da natureza. A partir do empirismo surgiu a metodologia científica.
  10. 10. CONCLUSÃO  Com este trabalho pode-se perceber que o empirismo é uma corrente filosófica na qual o conhecimento se dá através de experiências. Nele existe a afirmação de que o homem é como uma folha em branco, no qual as experiências é que são responsáveis por dizer qual serão as ideias desse homem, sua personalidade e sua sabedoria.

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