PERSPECTIVAS DA
PISCICULTURA MARINHA
NO NE DO BRASIL
Alberto J.P. Nunes
Professor Associado
FENACAM 2013
Natal, Rio Grande...
PISCICULTURA MARINHA
Valor (em bilhões USD)
Produção (em milhões ton.)
Evolução na produção e valor de peixes marinhos
cul...
ESPÉCIES ALVO PARA CULTIVO NO MUNDO
 Espécies marinhas de interesse para cultivo
são carnívoras e bastante diversificadas...
FAMILIA: Serranidae
SUB-FAMÍLIA: Epinephelinae
GÊNEROS: Epinephelus, Plectropomus, Cromileptes
GAROUPAS
Epinephelus lanceo...
TIGER GROUPER, Epinephelus fuscoguttatus x
GIANT GROUPER, E. lanceolatus
Foto: GST Group, Penang, Malaysia
GAROUPA HÍBRIDA
RED SNAPPER (Lutjanus argentimaculatus) PARGO
Foto: GST Group, Penang, Malaysia
BARRAMUNDI (Lates calcarifer) ROBALO ASIÁTICO
Foto: GST Group, Penang, Malaysia
GOLDEN POMPANO (Trachynotus blochii) PAMPO
COBIA (Rachycentron canadum) BEIJUPIRA
GAROUPA VERDADEIRA, Epinephelus marginatus
Fotos: Caroline Vieira, LABOMAR/UFC
Se desconhece seu
desempenho zootécnico!!
ROBALO PEVA,ROBALO PEVA, Centropomus parallelus
12
01 dia após a eclosão
06 dias após a eclosão
17 dias após a eclosão
Fonte: ROSSI LELIS MUNIZ SOUZA, 2012
OVULAÇÃO INDUZIDA
DESOVA ESPONTÂNEAMANIPULAÇÃO NUTRICIONALFORMAÇÃO DE PLANTEL
CANULAÇÃO
TÉCNICAS DE REPRODUÇÃO BEM ESTABEL...
REPRODUÇÃO E LARVICULTURA NÃO SÃO
IMPEDIMENTOS. CUSTOS SIM!!
ESPÉCIE
TILAPIA (< 0,5 g)
CAMARÃO MARINHO
PEIXE MARINHO
PREÇO...
SOBREVIVÊNCIA NÃO É UNICO FATOR
DETERMINANTE DO PREÇO DE ALEVINOS
Parâmetros Barramundi Beijupira Garoupas Pampo
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ALEVINOS DE BARRAMUNDI: MALÁSIA
Alevinos de 1 g do barramundi
 USD 0,30 – 0,40/unidade (média)
 Procedência da Tailândia...
TANQUE PARA MATRIZES DO BEIJUPIRA
Skimmer
Filtro de
areia
Filtro de cartucho
Beijupira
Tanque para manutenção e acasalamen...
TANQUE DE MATRIZES DO ROBALO FLECHA
Laboratório de Piscicultura Marinha (LAPMAR)
Departamento de Aquicultura da Universida...
REDUÇÃO DE CUSTOS
MATRIZES
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GAIOLAS
VIVEIROS
LABORATÓRIOS
CENTRO DE REPRODUTORES: VIETNÃ
Research Institute for Aquaculture No 1 - RIA1
ACASALAMENTO E REPRODUÇÃO EM GAIOLAS
ROBALO ASIÁTICO
ACASALAMENTO E REPRODUÇÃO EM GAIOLAS
ALEVINOS DO ROBALO ASIÁTICO
Research Institute for Aquaculture No 1 - RIA1
LARVICULTURA EM LABORATÓRIO (ÁGUA CLARA)
LARVICULTURA EM ÁGUA VERDELARVICULTURA EM ÁGUA VERDE
(MESOCOSMO)(MESOCOSMO)
COLETA DE ZOOPLÂNCTON
INOCULAÇÃO DE ZOOPLÂNCTON
FAZENDA MARINE FARMS VIETNAMFAZENDA MARINE FARMS VIETNAM
Provincia de Khanh Hoa, foto: 20/03/2013Provincia de Khanh Hoa, f...
Ria-Vûng Tàu, foto: 18/03/2013Ria-Vûng Tàu, foto: 18/03/2013
SISTEMAS DE ENGORDA: GAIOLAS ARTESANAIS
27 - 108 m3
Viveiro de cultivo do barramundi na
Malásia, sendo cheio para
povoamento
CRIAÇÃO DE BARRAMUNDI EM VIVEIRO
Fazenda de cultivo do
barramundi.
Infraestrutura
semelhante as fazendas
de camarão.
VIVEIRO BARRAMUNDI/CAMARÃO
RAÇÃO PEIXES MARINHOS
VALOR: USD 1,5/kg (rações de engorda e terminação)
PROTEÍNA BRUTA: entre 43 e 45% (níveis mínimos)
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RAÇÃO PEIXES MARINHOSSISTEMAS DE ENGORDA: GAIOLAS INDUSTRIAIS
FCA 6 – 7
Custo por kg USD 3,0-3,5
FCA 2,0 – 2,5
Custo por k...
Alimentação realizada a lanço predomina.Alimentação realizada a lanço predomina.
Barramundi alimentado durante todo o cicl...
SISTEMAS DE ENGORDA EMPREGADOS*
Sistema
Área
Espécie
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Sobrevivência
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Produtividade
Duração
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Parâmetros Barramundi Beijupira Garoupas Pargo Pampo
Densidade 20 pxs./m3
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VIVEIROS COMPARATIVO: CAMARÃO X PEIXES
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 Estrapolação de curva
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1. Povoamento de
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Características das etapas experimentais adotadas
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EXPERIMENTAL
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flecha/camurim
Se desconhece seu
desempenho zootécnico!!
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Foto: 12/03/2013
Foto: 16/05/2013
Juvenis entre 15 – 20 g
Pesquisa apoiada pelo Ministério da Pesca e Aquicultura ...
Processo No
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durante o cultivo, detalh...
COLETA DE ALEVINOS DE BEIJUPIRÁ
Fotos Crédito: Leandro Fonseca
Processo CNPq No 559527/2009-8
Alevinos em tanques de esper...
Processo No
559527/2009-8
PP1: Coordenador Alberto Jorge Pinto NunesPinto Nunes
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Processo No
559527/2009-8
PP1: Coordenador Alberto Jorge Pinto Nunes
Reinicio dos experimentos
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Processo No
559527/2009-8
PP1: Coordenador Alberto Jorge Pinto Nunes
Aquisição de 7 mil alevinos – Ilha Bela, SP (março/20...
Processo No
559527/2009-8
PP1: Coordenador Alberto Jorge Pinto Nunes
Dietas Experimentais – 1ª etapa
CTR-1CTR-1 CTR-2CTR-2...
Processo No
559527/2009-8
PP1: Coordenador Alberto Jorge Pinto Nunes
Dietas Experimentais – Projeto Profa. Dra. Débora Fra...
Processo No
559527/2009-8
PP1: Coordenador Alberto Jorge Pinto Nunes
Resultados: Peso e Sobrevivência
Peso final do beijup...
Processo No
559527/2009-8
Financiamento: MPA
218,6
213,7
151,7
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CTL...
PERSPECTIVAS NE BRASIL
 Região Nordeste com condição adequada para cultivo de espécies
diádromas/costeiras (alta variação...
AGRADECIMENTOS
1. Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA):
Edital 036/2009 – Chamada 2, MCT/CNPq/CT-
AGRONEGÓCIO/MPA, Pro...
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Perspectives of marine fish farming in NE Brazil (in Portuguese)

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Fenacam 2013 (Speach given at the Brazilian Shrimp Farmers Meeting in June 12, 2013)

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Perspectives of marine fish farming in NE Brazil (in Portuguese)

  1. 1. PERSPECTIVAS DA PISCICULTURA MARINHA NO NE DO BRASIL Alberto J.P. Nunes Professor Associado FENACAM 2013 Natal, Rio Grande do Norte 12/06/2013 08:30 – 09:10 h
  2. 2. PISCICULTURA MARINHA Valor (em bilhões USD) Produção (em milhões ton.) Evolução na produção e valor de peixes marinhos cultivados1 (FAO, 2012). Fonte: SOFIA-FAO. Seriola quinqueradiata, Lateolabrax japonicus, Sparus aurata, Pagrus auratus, Larimichthys croceus, Bothidae, Dicentrarchus labrax, Sciaenops ocellatus, Paralichthys olivaceus, Sebastes schlegeli, Tetraodontidae, Rachycentron canadum, Schuettea scalaripinnis, Gadus morhua, Psetta maxima, etc. Não inclui espécies cultivadas de peixes diádromos (salmão: Salmo salar, Oncorhynchus kisutch, O. tshawytscha; e, truta: Oncorhynchus mykiss, Salvelinus fontinalis, Salmo trutta). 4.223 3.764 3.731 4.43 6 4.76 7 5.48 4 5.81 2 6.744 7.553 7.607 977 1.051 1.162 1.227 1.276 1.441 1.643 1.736 1.952 1.949 1.834 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 8.022  Atividade altamente promissora e lucrativa em função da sobreexplotação dos estoques naturais de peixes marinhos  Constitui-se atualmente o setor da aquicultura que mais cresce, tanto em volume, valor, como em espécies cultivadas  Entre 2000 a 2010, com uma taxa de crescimento médio anual de 17%, a produção de peixes marinhos em cativeiro aumentou de 0,97 para 1,8 milhões de ton.  A atividade contabilizou USD 8 bilhões ou 6,4% do valor total gerado pela produção aquícola em 2010
  3. 3. ESPÉCIES ALVO PARA CULTIVO NO MUNDO  Espécies marinhas de interesse para cultivo são carnívoras e bastante diversificadas  Os principais grupos incluem: GRUPO Robalos Garoupas/Meros Arabaianas Pampo Pargos Dourada Linguados Atuns Beijupirá Tarpons Tainhas GÊNERO Centropomidae, Lates Epinephelus, Mycteroperca Seriola Trachynotus Lutjanus, Pagrus Sparus Paralichthys Thunnus Rachycentron Megalops Mugil Espécies cultivadas comercialmente 1. Arabaiana (Seriola quinqueradiata) 2. Dourada/seabream (Sparus aurata) 3. Robalo japonês (Lateolabrax japonicus) 4. Robalo europeu (Dicentrarchus labrax) 5. Beijupirá (Rachycentron canadum) 6. Barramundi (Lates calcarifer) 7. Pampo (Trachynotus blochii)  Em contraste aos principais grupos aquícolas, o no. de espécies de peixes marinhos cultivados comercialmente continua a expandir
  4. 4. FAMILIA: Serranidae SUB-FAMÍLIA: Epinephelinae GÊNEROS: Epinephelus, Plectropomus, Cromileptes GAROUPAS Epinephelus lanceolatus, Giant grouper Cromileptes altivelis, Humpback grouper Epinephelus malabaricus, Malabar grouper Epinephelus fuscoguttatus, Brown-marbled grouper  15 gêneros e 159 espécies: Epinephelus mais relevante (98 espécies, 71% Indo- Pacífico, 8% Pacífico Oriental, 11% Atlântico Oriental e 9% no Mediterrâneo)  Hermafroditas sequenciais do tipo protogínico/corais, costas e estuários FotosextraídasdolivroFishesofAquacultureinTaiwanXIV
  5. 5. TIGER GROUPER, Epinephelus fuscoguttatus x GIANT GROUPER, E. lanceolatus Foto: GST Group, Penang, Malaysia GAROUPA HÍBRIDA
  6. 6. RED SNAPPER (Lutjanus argentimaculatus) PARGO Foto: GST Group, Penang, Malaysia
  7. 7. BARRAMUNDI (Lates calcarifer) ROBALO ASIÁTICO Foto: GST Group, Penang, Malaysia
  8. 8. GOLDEN POMPANO (Trachynotus blochii) PAMPO
  9. 9. COBIA (Rachycentron canadum) BEIJUPIRA
  10. 10. GAROUPA VERDADEIRA, Epinephelus marginatus Fotos: Caroline Vieira, LABOMAR/UFC Se desconhece seu desempenho zootécnico!!
  11. 11. ROBALO PEVA,ROBALO PEVA, Centropomus parallelus
  12. 12. 12 01 dia após a eclosão 06 dias após a eclosão 17 dias após a eclosão Fonte: ROSSI LELIS MUNIZ SOUZA, 2012
  13. 13. OVULAÇÃO INDUZIDA DESOVA ESPONTÂNEAMANIPULAÇÃO NUTRICIONALFORMAÇÃO DE PLANTEL CANULAÇÃO TÉCNICAS DE REPRODUÇÃO BEM ESTABELECIDAS LARVICULTURA 1 2 3 6 5 4 Crédito fotos: 3 - Tarcisio T. Alves-Junior; 4 - AQUA Culture AsiaPacific Magazine, March/April, 2009; 5 - Luiz Eduardo Lima de Freitas 6 - Carolina Vieira,
  14. 14. REPRODUÇÃO E LARVICULTURA NÃO SÃO IMPEDIMENTOS. CUSTOS SIM!! ESPÉCIE TILAPIA (< 0,5 g) CAMARÃO MARINHO PEIXE MARINHO PREÇO/MILHERIO R$ 80,00 R$ 8,00 R$ 1.500,00-5.000,00 Alevinos do beijupira 5 g R$ 4.500,00/mil PESO/IDADE < 0,5 g PL10-PL12 < 1,0 g
  15. 15. SOBREVIVÊNCIA NÃO É UNICO FATOR DETERMINANTE DO PREÇO DE ALEVINOS Parâmetros Barramundi Beijupira Garoupas Pampo Tamanho venda 10 - 11 cm 8 - 10 cm 8 cm 5 cm Sobrevivência* > 30% 5 - 10% 5 - 7% 22 - 25% Preço alevino USD 0,30/un. USD 0,85/un. USD 2,0/un. USD 0,25/un. Tempo de cultivo** 40 dias 60 dias 90 dias --- Dens. água verde 2.000 larvas/L 1.500 larvas/L 1.700 larvas/L 1.100 larvas/L Dens. laboratório 500 alvs./L 170 alvs./L 80 alvs./L 330 alvs./L Inicio da alimentação com: Rotíferos 50 h pós-eclosão (pe) --- Náuplios Artemia 10 dias pe 8 dias pe 15 dias pe --- Dieta seca 20 dias pe 15 dias pe 30 dias pe --- Parâmetros produtivos na larvicultura das principais espécies de peixes marinhos no Vietnã.
  16. 16. ALEVINOS DE BARRAMUNDI: MALÁSIA Alevinos de 1 g do barramundi  USD 0,30 – 0,40/unidade (média)  Procedência da Tailândia: USD 0,15/unidade (85% do total)  Malásia: USD 1,0/unidade (máximo)
  17. 17. TANQUE PARA MATRIZES DO BEIJUPIRA Skimmer Filtro de areia Filtro de cartucho Beijupira Tanque para manutenção e acasalamento de reprodutores de beijupirá.
  18. 18. TANQUE DE MATRIZES DO ROBALO FLECHA Laboratório de Piscicultura Marinha (LAPMAR) Departamento de Aquicultura da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Coordenação: Prof. Dr. Vinicius Ronzani Cerqueira Foto: 24/10/2012 Em 2009: 1ª desova alcançada em cativeiro no Brasil
  19. 19. REDUÇÃO DE CUSTOS MATRIZES OVOS TERCEIROSTERCEIROS GAIOLAS VIVEIROS LABORATÓRIOS
  20. 20. CENTRO DE REPRODUTORES: VIETNÃ Research Institute for Aquaculture No 1 - RIA1
  21. 21. ACASALAMENTO E REPRODUÇÃO EM GAIOLAS ROBALO ASIÁTICO
  22. 22. ACASALAMENTO E REPRODUÇÃO EM GAIOLAS ALEVINOS DO ROBALO ASIÁTICO Research Institute for Aquaculture No 1 - RIA1
  23. 23. LARVICULTURA EM LABORATÓRIO (ÁGUA CLARA)
  24. 24. LARVICULTURA EM ÁGUA VERDELARVICULTURA EM ÁGUA VERDE (MESOCOSMO)(MESOCOSMO) COLETA DE ZOOPLÂNCTON INOCULAÇÃO DE ZOOPLÂNCTON
  25. 25. FAZENDA MARINE FARMS VIETNAMFAZENDA MARINE FARMS VIETNAM Provincia de Khanh Hoa, foto: 20/03/2013Provincia de Khanh Hoa, foto: 20/03/2013 SISTEMAS DE ENGORDA: GAIOLAS INDUSTRIAIS 1.400 - 4.020 m3
  26. 26. Ria-Vûng Tàu, foto: 18/03/2013Ria-Vûng Tàu, foto: 18/03/2013 SISTEMAS DE ENGORDA: GAIOLAS ARTESANAIS 27 - 108 m3
  27. 27. Viveiro de cultivo do barramundi na Malásia, sendo cheio para povoamento CRIAÇÃO DE BARRAMUNDI EM VIVEIRO
  28. 28. Fazenda de cultivo do barramundi. Infraestrutura semelhante as fazendas de camarão. VIVEIRO BARRAMUNDI/CAMARÃO
  29. 29. RAÇÃO PEIXES MARINHOS VALOR: USD 1,5/kg (rações de engorda e terminação) PROTEÍNA BRUTA: entre 43 e 45% (níveis mínimos) GORDURA: entre 5 a 8% (níveis mínimos)
  30. 30. RAÇÃO PEIXES MARINHOSSISTEMAS DE ENGORDA: GAIOLAS INDUSTRIAIS FCA 6 – 7 Custo por kg USD 3,0-3,5 FCA 2,0 – 2,5 Custo por kg USD 3,0-3,8
  31. 31. Alimentação realizada a lanço predomina.Alimentação realizada a lanço predomina. Barramundi alimentado durante todo o cicloBarramundi alimentado durante todo o ciclo apenas 2 vezes ao dia, início da manhã e apósapenas 2 vezes ao dia, início da manhã e após 17:00 hrs (escuro somente as 19:00 hrs)17:00 hrs (escuro somente as 19:00 hrs) ALIMENTAÇÃO BARRAMUNDI
  32. 32. SISTEMAS DE ENGORDA EMPREGADOS* Sistema Área Espécie Densidade Sobrevivência Peso final Produtividade Duração Aeração Doenças Ração Viveiros de terra < 1 ha (1,5 – 2,5 m prof.) Barramundi 40.000-50.000 pxs./ha > 60% 400 – 600 g > 10 ton./ha 4 – 5 meses > 12 cv/ha (24 hrs) Doença da escama Flutuante Gaiolas 20 x 25 x 5 m = 2.500 m3 Garoupa, pampo, cioba 10.000 – 15.000 pxs./gaiola (4 – 6 pxs./m3 ) Variável 2,5 – 4,0 (máx.) kg 10 – 25 kg/m3 12 – 14 meses ---- Ectoparasistas Slow-sinking *Exemplo da Malásia
  33. 33. Parâmetros Barramundi Beijupira Garoupas Pargo Pampo Densidade 20 pxs./m3 2,5 pxs./m3 14 pxs./m3 6 pxs./m3 16 pxs./m3 Alevinos Labt. Labt. Labt./Selv. Labt./Selv. Labt./Selv. Tempo cultivo 8 meses 12 meses 12-15 meses 10-14 meses 10-14 mês. Peso FINAL 0,5 - 1,0 kg 4,0 - 8,0 kg 0,6 - 0,8 kg 0,8 - 1,0 kg 0,7 - 1,2 kg Sobrevivência 50 - 90% 50 - 70% 30 - 50% 70 - 80% 80% Produt. 10-20 kg/m3 5-10 kg/m3 8-15 kg/m3 5-15 kg/m3 15 kg/m3 Preço por kg* 2,5 USD 3,5-4,5 USD 7,0-8,8 USD 4,1 USD 3,5-5,8 USD Resumo dos parâmetros de desempenho zootécnico na engorda e preço de venda alcançado com o cultivo, em gaiolas próximas a costa, das principais espécies de peixes marinhos no Vietnã. Fonte: Marc Campet (InVivo NSA Vietnam), Nguyeu Hiu Thaul (Research Institute for Aquaculture No 2 - RIA2), Jorge Alarcon (Marine Farms Vietnam). *preço de venda em dólar americano por kg de peixe na fazenda. DESEMPENHO EM GAIOLAS* *Exemplo do Vietnã
  34. 34. VIVEIROS COMPARATIVO: CAMARÃO X PEIXES Simulaçãoparaumafazendade10hadelâminad’água ITEM L. vannamei Barramundi UNID. Racao 1,0 1,3 USD/kg PL/Alevino 3,3 300 USD/mil FCA 1,5 1,5 Densidade 80 4 unids/m2 Sobrevivência 65% 60% Produtividade 7.436 12.000 kg/ha/ano Peso final 14,3 500 g Ciclos/ano 2,0 2,5 Prodt. Anual 148.720 300.000 kg CUSTO TOTAL 394.114 1.264.286 USD/ano Custo/kg 2,7 4,2 USD/kg Custo Ração 223.080 585.000 Custo Alevinos 52.800 300.000 Demais Custos (30%) 118.234 379.286 Preço final 4,0 5,0 USD/kg RECEITA 594.880 1.500.000 USD/ano LUCRO 200.766 235.714 USD/ano por ha/ano 20.077 23.571 por kg 1,35 0,79
  35. 35. Financiamento: CNPq/MCT
  36. 36. CIOBA: BOA RESPOSTA A RAÇÕES COM BAIXA INCLUSÃO DE FARINHA DE PEIXE 0 24 48 72 96 18,56g 18,36g 18,51g 18,05g 30,19g 30,32g 29,84g 27,97g 43,33g 42,88g 41,11g 37,56g 56,40g 51,11g 52,68g 47,41g 76,54g 73,92g 70,50g 59,37g 36,0% FPX 26,9% FPX 16,0% FPX 9,0% FPX DIAS DE CULTIVO P = 0,931 P = 0,109 P < 0,05 P < 0,05 P < 0,05 a a a b a a a b a a a b Crescimento da cioba ao longo de 95 dias de cultivo. FONTE:Freitasetal.(2011).AquacultureResearch,1-12 Financiamento: CNPq/MCT Rações 45% PB 10% EE
  37. 37. CIOBA: 1 kg EM 9 – 12 meses  Estrapolação de curva de crescimento sugere:  Dietas M:P_2.0, M:P_1.0 e M:P_0.5: 9,4 meses para alcançar 1 kg  Dieta M:P_0.3: 10,2 meses para 1 kg  Curva de Benetti et al. (2002):  Baixa densidade (5 pxs/m3 ): 9,2 meses para 1 kg  Alta densidade (25 pxs/m3 ): 11,6 meses para 1 kg 0,0 20,0 40,0 60,0 80,0 100,0 120,0 140,0 0 20 40 60 80 100 120 PESO CORPORAL (g) DIAS DE CULTIVO Y = e (2,964+ 0,014)x r2 = 0,843; n = 896 Y = e (2,938 + 0,013)x r2 = 0,781; n = 300 SPC300 SPC000 SPC130 SPC214 Crescimento da cioba, Lutjanus analis. FONTE: Freitas et al. (2011). Aquaculture Research, 42: 866-877. Financiamento: CNPq/MCT
  38. 38. 1. Povoamento de 1.450 peixes com um peso corporal médio de 6,05 ± 2,02 g (P > 0,05, ANOVA) 2. Densidade de 58 peixes/tanque ou 10 peixes/m3 ROBALO PEVA Pesquisa financiada pelo Governo do Estado do Ceará. Fundação Cearense de Apoio à Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico – FUNCAP
  39. 39. Características das etapas experimentais adotadas em estudos com o robalo peva no LABOMAR CARACTERÍSTICAS 1ª ETAPA EXPERIMENTAL 2ª ETAPA EXPERIMENTAL Sistema Tanques externos Tanques externos Volume tanques 1 m3 7,96 m3 Número de tanques 30 25 Número de dietas 5 5 Objetivo/Exigência Lipídica e energética Proteica Inicio (povoamento) 17/09/2010 13/05/2011 Final (despesca) 20/12/2010 17/08/2010 Tempo de cultivo 96 dias 94 dias Pesquisa financiada pelo Governo do Estado do Ceará. Fundação Cearense de Apoio à Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico – FUNCAP Fonte: Ricardo Correia Pinto et al. (não publicado)
  40. 40. RL_10 RL_13 RL_14 RL_17 RL_18 RP_3 8 RP_4 2 RP_4 5 RP_4 7 RP_5 1 Dietas Experimentais Pesquisa financiada pelo Governo do Estado do Ceará. Fundação Cearense de Apoio à Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico – FUNCAP
  41. 41. Desempenho zootécnico de juvenis de robalo-peva, C. parallelus, alimentados com dietas contendo 48% de proteína bruta com um aumento progressivo no nível de lipídios e energia. Fonte: Ricardo Correia Pinto et al. (não publicado) Dieta1 Experimental Dias de Cultivo/Peso Médio Corporal (g) 0 24 48 72 96 RL_10 6,5 ± 2,4 12,9 ± 4,6 20,9 ± 7,0 29,3 ± 9,4 40,8 ± 12,6 RL_13 6,6 ± 2,5 12,8 ± 4,2 21,1 ± 6,5 29,8 ± 9,0 40,0 ± 11,9 RL_14 6,4 ± 2,5 12,1 ± 4,3 20,0 ± 7,0 28,6 ± 9,7 38,1 ± 12,9 RL_17 6,4 ± 2,3 11,8 ± 4,2 19,2 ± 6,7 27,2 ± 9,4 36,7 ± 12,5 RL_18 6,4 ± 2,4 11,6 ± 4,2 18,9 ± 6,7 26,2 ± 8,8 35,2 ± 12,2 Média ± DP 6,5 ± 2,4 12,2 ± 4,3 20,0 ± 6,8 28,2 ± 9,3 38,2 ± 12,5 ANOVA2 P 0,977 0,330 0,271 0,175 0,086 1 RL_10, dieta com 103 g/kg de lipídios totais; RL_13, dieta com 136 g/kg de lipídios totais; RL_14, dieta com 143 g/kg de lipídios totais; RL_17, dieta com 167 g/kg de lipídios totais; e, RL_18, dieta com 178 g/kg de lipídeos totais. ²Análise de Variância Univariada (ANOVA). Pesquisa financiada pelo Governo do Estado do Ceará. Fundação Cearense de Apoio à Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico – FUNCAP
  42. 42. DIETA EXPERIMENTAL DIAS DE CULTIVO/ PESO MÉDIO CORPORAL (g) SOBREVIVÊNCIA (%) 0 94 RP_38 6,0 ± 2,1 28,428,4 ±± 14,5 b14,5 b 92,3 ± 4,4 RP_42 5,7 ± 2,2 29,5 ± 15,2 ab29,5 ± 15,2 ab 90,7 ± 5,5 RP_45 5,7 ± 2,2 30,7 ± 16,7 ab30,7 ± 16,7 ab 94,5 ± 6,0 RP_47 5,8 ± 2,0 29,6 ± 16,1 ab29,6 ± 16,1 ab 96,6 ± 2,7 RP_51 6,0 ± 2,2 33,033,0 ±± 16,0 a16,0 a 93,1 ± 8,2 Média ± DP 5,8 ± 2,1 ------ 93,5 ± 5,5 ANOVA2 P 0,309 0,0320,032 0,549 Peso médio corporal (g) e sobrevivência (± desvio padrão) de juvenis de robalo-peva, C. parallelus, após 94 dias de cultivo. Os peixes (n = 1.450) foram alimentados com cinco dietas com teor proteico entre 380 g/kg a 510 g/kg. Pesquisa financiada pelo Governo do Estado do Ceará. Fundação Cearense de Apoio à Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico – FUNCAP
  43. 43. Centropomus undecimalis, robalo flecha/camurim Se desconhece seu desempenho zootécnico!!
  44. 44. CAMURIM Foto: 12/03/2013 Foto: 16/05/2013 Juvenis entre 15 – 20 g Pesquisa apoiada pelo Ministério da Pesca e Aquicultura e (MPA) e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Processo No. : 405483/2012-0
  45. 45. Processo No 559527/2009-8 Identificar os principais patógenos que afetam a sanidade do beijupirá durante o cultivo, detalhando os métodos de diagnóstico empregados Mensurar o valor biológico de diferentes fontes protéicas para o beijupirá com o intuito de aferir o valor biológico e monetário Criar bases para formulações de baixo custo e ampliar o leque de opções de ingredientes com o potencial de compor a composição de rações Avaliar a qualidade do beijupirá cultivado, desenvolver formas de apresentação e preparação da espécie para seu aproveitamento integral, com vistas a agregar valor ao produto e promover seu consumo Realizar análises técnico-econômicas e de mercado de cultivos do beijupirá, para criar cenários financeiros, identificar riscos, obstáculos e (ou) oportunidades no cultivo PP2PP2 PP1PP1 PP3PP3 PP4PP4PP5PP5 PP6PP6 Avaliar a capacidade do beijupirá em tolerar variações osmóticas e iônicas da água de cultivo a fim de prover bases para delimitar áreas com potencial para cultivo Financiamento: MPA
  46. 46. COLETA DE ALEVINOS DE BEIJUPIRÁ Fotos Crédito: Leandro Fonseca Processo CNPq No 559527/2009-8 Alevinos em tanques de esperaAlevinos em tanques de espera Transferência paraTransferência para tanques detanques de transportetransporte Transporte rodoviário (10 h)Transporte rodoviário (10 h) Recebimento em laboratórioRecebimento em laboratório Monitoramento do ODMonitoramento do OD Liberação dos alevinosLiberação dos alevinos Financiamento: MPA
  47. 47. Processo No 559527/2009-8 PP1: Coordenador Alberto Jorge Pinto NunesPinto Nunes Inicio dos experimentos 11 dias de tratamento com dieta medicada POVOAMENTO 10 PXs./m3 EM 24 TANQUES DE 1.000 L (OUTDOOR) 19/04/2012 29 dias de tratamento com dieta especial PEIXES REMANESCENTES Dieta experimental 48% PB, 12% EE; 2.500 ppm vit. C + 0,5% probiótico coberto c/ 1% óleo peixe POVOAMENTO 20 PXs./m3 EM 24 TANQUES DE 500 L (indoor) 19/05/2012 240 peixes com 13,1 ± 3,31 g 120 peixes de 46,1 ± 7,26 g120 peixes de 46,1 ± 7,26 g realizado novo povoamentorealizado novo povoamento Financiamento: MPA
  48. 48. Processo No 559527/2009-8 PP1: Coordenador Alberto Jorge Pinto Nunes Reinicio dos experimentos 09/05/2012 Chegada de novos alevinos 1. Decantador 2. Sinfonagem semanal (2x) 3. Redução de biomassa (5 pxs./m3 ) 4. Ajustes de ração em 5% vs. 10% 5. Fluxo contínuo de água (100 -120%/dia) 6. Controle compostos nitrogenados 7. Filtragem de água captação em filtro de areia (24 h) Povoamento de 30 tanques de 1.000 L. Alevinos de 7,2 ± 1,40 g 08/06/2012 povoamento Financiamento: MPA
  49. 49. Processo No 559527/2009-8 PP1: Coordenador Alberto Jorge Pinto Nunes Aquisição de 7 mil alevinos – Ilha Bela, SP (março/2012) Alevinos no laboratórioAlevinos no laboratório Antes do embarqueAntes do embarque EmbalagemEmbalagem Transporte Ilha Bela – Guarulhos, SPTransporte Ilha Bela – Guarulhos, SP Chegada no aeroporto de FortalezaChegada no aeroporto de Fortaleza 13/3/12 as 00:12 h13/3/12 as 00:12 h Povoamento no laboratórioPovoamento no laboratório 13/3/12 as 04:50 h13/3/12 as 04:50 h Alimentação LABOMARAlimentação LABOMAR Ração INVE + comercialRação INVE + comercial (3 refeições diárias)(3 refeições diárias) Tratamento profilático comTratamento profilático com florfenicol aflorfenicol a 10 mg/kg de px./dia10 mg/kg de px./dia 24,2o C, OD 6,54 mg/L e 45 dias de vida Financiamento: MPA
  50. 50. Processo No 559527/2009-8 PP1: Coordenador Alberto Jorge Pinto Nunes Dietas Experimentais – 1ª etapa CTR-1CTR-1 CTR-2CTR-2 CB-12CB-12 CB-25CB-25 CB-37CB-37 CB-50CB-50 51.4% FML + 16.1% SBM51.4% FML + 16.1% SBM Ração comercialRação comercial (reextrusada em lab.)(reextrusada em lab.) 45.0% FML + 24.5% SBM45.0% FML + 24.5% SBM 38.3% FML + 33.0% SBM38.3% FML + 33.0% SBM 32.0% FML + 41.5% SBM32.0% FML + 41.5% SBM 25.7% FML + 50.0% SBM25.7% FML + 50.0% SBM Financiamento: MPA
  51. 51. Processo No 559527/2009-8 PP1: Coordenador Alberto Jorge Pinto Nunes Dietas Experimentais – Projeto Profa. Dra. Débora Fracalossi/UFSC Despesca dos peixes programada para 15/julho/2012 (58 dias de cultivo) Financiamento: MPA
  52. 52. Processo No 559527/2009-8 PP1: Coordenador Alberto Jorge Pinto Nunes Resultados: Peso e Sobrevivência Peso final do beijupira após 41 dias de cultivo em tanques de 1.000 L com fluxo contínuo. Densidade de 10 pxs./m3 . Sobrev. Final* CTR2 = 73,3% CTR1 = 100% CB12 = 97,5% CB25 = 100% CB37 = 100% CB 50 = 100% *não contabiliza a perda de 3 tanques de cultivo (30 pxs.) 13,2 46,3 65,6 13,3 62,6 108,8 13,8 64,1 104,5 11,8 59,6 95,9 12,0 55,2 92,8 13,8 58,0 88,5 0,0 20,0 40,0 60,0 80,0 100,0 120,0 Dia 1 Dia 24 Dia 41 CTR2 CTR1 CB12 CB25 CB37 CB50 a b b bc c bc b d d cd a bc Possível reduzir a FML em até 14% sem efeito deletério no ganho de peso Financiamento: MPA
  53. 53. Processo No 559527/2009-8 Financiamento: MPA 218,6 213,7 151,7 76,0 226,2 183,7 144,2 0,0 50,0 100,0 150,0 200,0 250,0 CTL 25% PLT 50% PLT 75% PLT 25% ANL 50% ANL 75% ANL a a b c a d b
  54. 54. PERSPECTIVAS NE BRASIL  Região Nordeste com condição adequada para cultivo de espécies diádromas/costeiras (alta variação sazonal da salinidade)  Robalo peva robusto e tolerante, mas com crescimento insatisfatório para cultivos comerciais  Garoupa verdadeira e camurim: faltam pesquisas com as espécies no NE, necessita de investimentos perenes em pesquisa e desenvolvimento  Beijupira: espécie mais adequada para águas claras, cultivo em gaiolas  Outras espécies: pargo, cioba, caranha, pescada amarela, tainha  Alternativas imediatas:  importação de pacotes tecnológicos/pessoal para reprodução e alevinagem  Qualificação de mão-de-obra: estabelecimento de convênios para capacitação de mão de obra: SEAFDEC, Filipinas: cursos hand-on de 2 meses
  55. 55. AGRADECIMENTOS 1. Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA): Edital 036/2009 – Chamada 2, MCT/CNPq/CT- AGRONEGÓCIO/MPA, Processo No. 559527/2009-8 Edital 042/2012 - Linha II – Aquicultura, Processo No. 405483/2012-0 2. CNPq/MCT: Bolsa de Produtividade em Pesquisa - PQ - 2012 , Processo No. Processo: 305513/2012-5 3. FAO: FAO/AFSPAN “Projeto Aquacuture for Food Security, Poverty Alleviation and Nutrition” 4. Associação Brasileira dos Criadores de Camarões (ABCC)

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