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Arquitetura da Informação: Conceitos e Objetivos

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Arquitetura da Informação: Conceitos e Objetivos

  1. 1. Arquitetura da Informação - Conceitos e Objetivos ©2012 Cláudio Diniz Alves e Janicy Rocha
  2. 2. Vídeo sobre Arquitetura de Informação...
  3. 3. Como as pessoas entendem o termo Arquitetura de Informação?
  4. 4. Luiz Agner (Puc Rio) realizou cerca de duas dezenas de entrevistas no meio acadêmico. Objetivo: identificar o grau de compreensão sobre a arquitetura de informação entre professores e estudantes cariocas. AGNER, L. Arquitetura de Inormaçao, que diabo é isso?(3) Disponível em: <http://webinsider.uol.com.br/2003/11/06/arquitetura-de-informacao-que- diabo-e-isso-1/>. Acesso em 30/9/2012.
  5. 5. Os entrevistados (tanto estudantes quanto docentes) eram ligados aos cursos de Desenho Industrial, Informática, Comunicação e Administração. Os questionários foram aplicados a uma amostra composta de 80% de professores e 20% de alunos. AGNER, L. Arquitetura de Inormaçao, que diabo é isso?(3) Disponível em: <http://webinsider.uol.com.br/2003/11/06/arquitetura-de-informacao-que- diabo-e-isso-1/>. Acesso em 30/9/2012.
  6. 6. Dos entrevistados, 25% nunca ouviram falar na expressão “arquitetura de informação”, mas 75% já a conheciam. 40% foram apresentados a ela na faculdade. Dos respondentes, 40% eram da área de Informática, 25% de Desenho Industrial, 20% de Administração e 15% de Comunicação. AGNER, L. Arquitetura de Inormaçao, que diabo é isso?(3) Disponível em: <http://webinsider.uol.com.br/2003/11/06/arquitetura-de-informacao-que- diabo-e-isso-1/>. Acesso em 30/9/2012.
  7. 7. A ideia de “organização” surgiu em 20% das respostas, porém: • 10% não souberam definir o que é AI; • 20% confundiram AI com “Estrutura da Informação” (uma disciplina do curso de informática onde se estudam algoritmos); • 10% associaram AI somente a websites; e • 15% a associaram somente a software. AGNER, L. Arquitetura de Inormaçao, que diabo é isso?(3) Disponível em: <http://webinsider.uol.com.br/2003/11/06/arquitetura-de- informacao-que-diabo-e-isso-1/>. Acesso em 30/9/2012.
  8. 8. As seguintes respostas foram as que mais se distanciaram dos conceitos comumente aceitos sobre AI: • “Conhecimento em artes gráficas”; • “Uma forma de se definir um banco de dados”; • “Arquitetura de microcomputadores”; • “Montar e saber as funções de cada peça de um computador”; • “Estruturas de metal que sustentam um outdoor”. AGNER, L. Arquitetura de Inormaçao, que diabo é isso?(3) Disponível em: <http://webinsider.uol.com.br/2003/11/06/arquitetura-de- informacao-que-diabo-e-isso-1/>. Acesso em 30/9/2012.
  9. 9. • Mesmo partindo de uma amostra reduzida, cujas respostas não podem ser generalizadas para a totalidade do universo pesquisado, o resultado deu algumas pistas de que falta no meio acadêmico uma compreensão mais ampla dos conceitos relacionados ao campo da AI, enquanto processo multidisciplinar –– tanto entre estudantes quanto entre docentes. • Conclusão: é importante que os conceitos multidisciplinares que definem a AI sejam melhor compreendidos, para que possam ser aplicados com sucesso nos cursos de graduação que pretendem formar profissionais da informação. AGNER, L. Arquitetura de Inormaçao, que diabo é isso?(3) Disponível em: <http://webinsider.uol.com.br/2003/11/06/arquitetura-de- informacao-que-diabo-e-isso-1/>. Acesso em 30/9/2012.
  10. 10. Por que Arquitetura?
  11. 11. O arquiteto é acima de tudo um criador pois pesquisa materiais, desenha soluções espaciais, experimenta questões estéticas, manipula e seleciona tecnologias. TerraForum Consultores
  12. 12. O arquiteto é um grande organizador: organiza o espaço, prevê os fluxos de pessoas, de veículos etc., vê o futuro na hora de pensar a fundação, considerando a possibilidade de expansão, planeja o cronograma da obra, coordena equipes multidisciplinares, questiona o entorno para entender a inserção de sua intervenção – seja uma casa, um prédio, uma praça, uma reforma urbana – no contexto em que será realizada, é responsável pela sinalização do equipamento urbano e assim por diante. TerraForum Consultores
  13. 13. O projeto de um edifício ou um equipamento urbano tem que ser, tal como um projeto de site ou portal, centrado no usuário, coisa que muitos arquitetos acabam por vezes esquecendo - tal como muitos designers e programadores -, escorregando ora para o excessivamente lúdico, ora para a solução técnica mais óbvia. TerraForum Consultores
  14. 14. A quantidade e a diversidade de informação não constituem desafio maior que a quantidade e a diversidade de pessoas que transitam em um núcleo urbano ou em um edifício, praça ou outro mobiliário da cidade. Fazer uma leitura adequada dos fluxos de pessoas, com diferentes formas de entender uma sinalização, com diferentes percepções do entorno, com mais ou menos pressa, mais ou menos formação acadêmica, diferentes contextos culturais, não são desafio maior que mapear e modelar os fluxos de informação para o portal de uma grande organização como o governo ou uma empresa com distintas áreas de atuação. TerraForum Consultores
  15. 15. A produção de sites guarda surpreendentes semelhanças com a prática da arte da arquitetura. Os arquitetos ocupam boa parte do processo de planificação das construções e criam espaços físicos funcionais e adequados a suas tarefas. A arquitetura de informação trata acerca do desenho de espaços de informação, que está no âmbito da World Wide Web, conhecidos como sites. CAMARGO, L. S. de A. de; VIDOTTI, S. A. B. G. Arquitetura da Informação: uma abordagem prática para o tratamento de conteúdo e interface em ambientes informacionais digitais. Rio de Janeiro, LTC, 2011. 232p.
  16. 16. Arquitetos criam modelos com vistas a projetar edifícios ou outras estruturas para servir às necessidades das pessoas e, ao mesmo tempo serem belas. Arquitetos de informação, do mesmo modo, determinam as necessidades de uso da informação e modelam os caminhos que levam à informação desejada, além de criarem interfaces atrativas para apresentar os conteúdos. CAMARGO, L. S. de A. de; VIDOTTI, S. A. B. G. Arquitetura da Informação: uma abordagem prática para o tratamento de conteúdo e interface em ambientes informacionais digitais. Rio de Janeiro, LTC, 2011. 232p.
  17. 17. Bons arquitetos projetam espaços físicos que levam em conta as pessoas com deficiência (rampas, elevadores, pisos táteis, sinalização em Braille etc). Bons arquitetos de informação pensam e formas de tornar os sites que projetam acessíveis a todas as pessoas.
  18. 18. O que é Arquitetura de Informação?
  19. 19. É um termo complexo, pois combina duas palavras que possuem vasta gama de conotações. McGEE, J. PRUSAK, L. Gerenciamento estratégico da informação. Rio de Janeiro: Campus, p. 129-149, 1994.
  20. 20. Andrew Dillon, professor da Universidade do Texas–Austin: “seria mais adequado encarar a arquitetura de informação como um termo “guarda–chuva”, sob o qual coexistem preocupações de diferentes pesquisadores, com diversas auto–denominações. Podemos considerar que o campo da AI ainda está em seus estágios primários de definição, por isso há debates para identificar o seu escopo”. AGNER, L. Arquitetura de Inormaçao, que diabo é isso? Disponível em: <http://webinsider.uol.com.br/2003/11/06/arquitetura-de-informacao-que- diabo-e-isso-1/>. Acesso em 30/9/2012.
  21. 21. De forma geral, a arquitetura de informação, conforme a definição criada originalmente por Wurman, trata da organização da informação para torná–la clara, compreensível. Na web, esse objetivo se mantém: criar as estruturas de organização da informação de um website para que o usuário consiga compreendê–lo com facilidade. Na web, a arquitetura de informação cuida de projetar a estrutura, o esqueleto, de um website sobre o qual todas as demais partes irão se apoiar. REIS, G. O que é arquitetura de informação em websites. Disponível em: <http://webinsider.uol.com.br/2006/04/15/o-que-e-arquitetura- de-informacao-em-websites/>. Acesso em 30/9/2012.
  22. 22. West (2001) cita que “arquitetura de informação é a prática de projetar a infraestrutura de um webwebsite, especialmente a sua navegação”. Shiple (2001) afirma que “arquitetura de informação é a fundação para um ótimo web design. Ela é o esquema [blueprint] do website sobre o qual todos os outros aspectos são construídos – forma, função, metáfora, navegação e interface, interação e design visual.” Toub, S. Evaluating Information Architecture: A practical guide to assessing web site organization. 2000. WEST, A. The Art of Information Architecture. iBoost, 1999.
  23. 23. Dijck (2003) cita que “O principal trabalho de um arquiteto de informação é organizar a informação de um website para que seus usuários possam encontrar coisas e alcançar seus objetivos.” Toub (2000) reforça: “Arquitetura de informação é a arte e a ciência de estruturar e organizar ambientes de informação para ajudar as pessoas a satisfazerem suas necessidades de informação de forma efetiva.” DIJCK, P. Information Architecture for Designers. RotoVision, 2003. Toub, S. Evaluating Information Architecture: A practical guide to assessing web site organization. 2000.
  24. 24. “1. O design estrutural de espaços de informação compartilhados. 2. A combinação dos sistemas de organização, rotulação, busca e navegação em web sites e intranets. 3. A arte e ciência de dar forma a produtos e experiências de informação para melhorar a usabilidade e “encontrabilidade” (findability). 4. Uma disciplina emergente e uma comunidade de prática focadas em trazer princípios de design e arquitetura ao ambiente digital.” ROSENFELD, Louis; MORVILLE, Peter. Information Architecture for the World Wide Web. O’Reilly, Sebastopol, CA, 2002. 461 p.
  25. 25. “A fundação de uma disciplina descrevendo teoria, princípios, diretrizes, padrões, convenções e fatores para administrar informação como um recurso.” WHITE, M. Viewpoint: Information Architecture”. The Eletronic Library, v. 22, n. 3, 2004, p. 218-219. “A Arquitetura de Informação é responsável por definir a estrutura, o esqueleto que organiza as informações sobre o qual todas as demais partes irão se apoiar”. REIS, G. A. Centrando a Arquitetura de Informação no usuário. São Paulo: Universidade de São Paulo – USP. Escola de Comunicação e Artes. SP, 2007. (Dissertação de Mestrado). 250p. [pág. 63].
  26. 26. “A Arquitetura de Informação não se preocupa apenas com a organização da informação, mas também com a sua apresentação. Ela cria no website um ambiente de informação por onde o usuário pode se mover (navegar) para, como em uma biblioteca, encontrar as informações que precisa de forma organizada.” REIS, G. A. Centrando a Arquitetura de Informação no usuário. São Paulo: Universidade de São Paulo – USP. Escola de Comunicação e Artes. SP, 2007. (Dissertação de Mestrado). 250p. [pág. 63].
  27. 27. Exemplo do trabalho realizado pela Arquitetura de Informação
  28. 28. Convém lembrar que as técnicas da Arquitetura de Informação podem ser aplicadas a qualquer suporte informacional, embora na atualidade sejam aplicadas principalmente em websites.
  29. 29. Mapas da linha de trem Yamanote em Tóquio
  30. 30. O mapa da esquerda está em escala real e mostra todas as curvas que o trem faz ao longo do seu trajeto. O mapa a direita é o resultado do trabalho de um arquiteto de informação que o redesenhou para os usuários dessa linha.
  31. 31. • + eficiente • + abstrato • não importam as curvas • o que interesa é a sequencia e a identificação das paradas • sua forma circular enfatiza que o metrô circunda toda a cidade • o Palácio Imprerial está destacado • se assemelha ao ying e yang (de forte identificação cultural para os orientais)
  32. 32. Por que a AI é importante?
  33. 33. Falhas na organização dificultam a utilização de um website porque, ao não encontrar a informação que deseja, o usuário fica confuso, frustrado e irritado, o que faz com que ele não alcance seus objetivos, repercutindo diretamente no retorno do investimento. ROSENFELD, Louis; MORVILLE, Peter. Information Architecture for the World Wide Web. O’Reilly, Sebastopol, CA, 2002. 461 p.
  34. 34. Categorização tem consequências. Uma seção com um rótulo confuso num website de referências médicas pode impedir o médico de encontrar uma nova pesquisa que salvará a vida de alguém. Um website de uma universidade mal organizado desencoraja um estudante pobre que pode pensar que não existem ajudas financeiras para estudar lá, e uma loja virtual confusa resulta em perda de vendas. WODTKE, C. Information Architecture: Blueprints for the web. Indianapolis: New Riders, 2003. [p. 118]
  35. 35. Problema % Como afeta os usuários Problemas Resultados de busca • Frustração mal organizados 53% • Perda de tempo mais comuns • Confusão • Caminhos sem saída nos websites Arquitetura de • Uso excessivo dos botões voltar e 32% informação pobre avançar do browser VIVINDECE RESEARCH, A • Força o usuário a utilizar o mecanismo Tangled Web. E-Tailer’s de busca Digest, 2001. Disponível Home page • Cria desinteresse em: http://www. 27% desorganizada • Perda de tempo etailersdigest.com/ • Confusão resources/Specials/ • Erros Tangled_Web.htm. • Uso excessivo dos botões voltar e Acesso em: 16 jan 2005. Rótulos confusos 25% avançar do browser • Força o usuário a utilizar o mecanismo de busca • Caminhos ineficientes • Força o usuário a focar na navegação Navegação 13% e não no uso inconsistente • Perda de estabililidade percebida • Funcionalidade úteis não encontradas
  36. 36. Texto para próxima aula: Postaremos no grupo.

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