ANÁLISE DOS TESTES <ul><li>Luiz Agner </li></ul><ul><li>Doutorando Design - PUC-Rio </li></ul><ul><li>[email_address] </li...
Classificar observações <ul><li>O trabalho registro de observações de um teste de usabilidade gera um  grande   número  de...
Método Top-Down <ul><li>Provê maior  consistência  na  análise das observações e começa  a partir de uma gama de  heurísti...
Método Bottom-up <ul><li>Assemelha-se a uma técnica de  card sorting  (organização de cartões) em que a equipe de pesquisa...
Método Top-Down <ul><li>A  vantagem  é começar por uma gama de princípios estabelecidos, com uma  linguagem comum  para os...
Método Bottom-up <ul><li>A vantagem do processo  bottom-up  é construir o  consenso  da equipe através do envolvimento dos...
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Palestra - Análise de Testes de Usabilidade

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Aula sobre Análise de Testes de Usabilidade - prof. Luiz Agner PUC-Rio

  • Não é possível. Eles abrem arquivos em Word. Alguns eu não vou publicar mesmo.
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  • Olá, tudo bem Agner? Eu observei que nenhum dos links da apresentação funcionam, por algum motivo o slideshare acaba mudando o endereço dos links, teria como você colocar os links externos em algum comentário fora do slide?

    Obrigado!
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Palestra - Análise de Testes de Usabilidade

  1. 1. ANÁLISE DOS TESTES <ul><li>Luiz Agner </li></ul><ul><li>Doutorando Design - PUC-Rio </li></ul><ul><li>[email_address] </li></ul><ul><li>www.agner.com.br </li></ul>DE USABILIDADE
  2. 2. Classificar observações <ul><li>O trabalho registro de observações de um teste de usabilidade gera um grande número de informações . </li></ul><ul><li>O desafio é organizá-las para reportá-las e interpretá-las. </li></ul><ul><li>Duas possibilidades de abordagem: a top-down e a bottom-up . </li></ul>
  3. 3. Método Top-Down <ul><li>Provê maior consistência na análise das observações e começa a partir de uma gama de heurísticas consolidadas . </li></ul><ul><li>Exemplos de heurísticas : Nielsen ; Bastien e Scapin ; e Louis Rosenfeld. </li></ul>
  4. 4. Método Bottom-up <ul><li>Assemelha-se a uma técnica de card sorting (organização de cartões) em que a equipe de pesquisa identifica a posteriori as categorias dos problemas observados e o modo como serão agrupados . </li></ul>
  5. 5. Método Top-Down <ul><li>A vantagem é começar por uma gama de princípios estabelecidos, com uma linguagem comum para os problemas observados em grande parte dos testes de usabilidade. </li></ul>
  6. 6. Método Bottom-up <ul><li>A vantagem do processo bottom-up é construir o consenso da equipe através do envolvimento dos seus membros, e </li></ul><ul><li>analisar as observações de modo inovador e específico . </li></ul><ul><li>Necessita da participação de um facilitador com experiência . </li></ul>
  7. 7. Estudo de caso IBGE <ul><li>O método utilizado foi uma classificação das observações com abstração de heurísticas específicas para o domínio do IBGE. </li></ul><ul><li>Resultados atingidos: check list . </li></ul>
  8. 8. Estudo de caso IBGE <ul><li>A atribuição de severidade aos problemas de usabilidade deve ser o resultado da análise de seu impacto , de sua freqüência e de sua persistência . </li></ul>
  9. 9. Estudo de caso IBGE Problema que pode até ser importante, mas não é estritamente considerado um problema de usabilidade. Outros 5 Problema localizado ou menor; pode ser objeto de futuro aprimoramento. Menor 4 Gera um impacto moderado na usabilidade. Médio 3 Problema que gera uma significativa demora ou frustração. Maior 2 Problema que impede a realização das tarefas e que precisa ser urgentemente corrigido. Emergencial 1 Descrição Grau de severidade
  10. 10. Estudo de caso IBGE <ul><li>GRAU DE SEVERIDADE 1 - EMERGENCIAL </li></ul><ul><li>Os ícones para acesso à continuação das tabelas de dados localizam-se abaixo do limite de scroll das telas. </li></ul><ul><li>Os títulos de tabelas não mencionam com clareza as datas a que os dados se referem. </li></ul><ul><li>Dados em tabelas longas são apresentados sem ordenação lógica para o usuário. </li></ul>
  11. 11. Estudo de caso IBGE <ul><li>GRAU DE SEVERIDADE 1 – EMERGENCIAL </li></ul><ul><li>Os dados atuais de cada pesquisa não são apresentados em primeiro lugar. </li></ul><ul><li>Os ícones de navegação podem não ser facilmente compreendidos pelo usuário. </li></ul><ul><li>Input de dados da busca não é independente de cedilhas, acentos, plural etc. </li></ul><ul><li>As ferramentas de busca do portal não estão integradas entre si. </li></ul><ul><li>As buscas mais comuns não produzem resultados relevantes. </li></ul>
  12. 12. Estudo de caso IBGE <ul><li>O avaliador tem a liberdade de considerar heurísticas específicas que se aplicam a classes de produtos ou sistemas específicos, e tentar abstrair princípios que explicam as observações (NIELSEN, 2007). </li></ul><ul><li>Foram identificadas heurísticas particularmente relacionadas aos problemas do IBGE. </li></ul>
  13. 13. Estudo de caso IBGE <ul><li>Após a abstração de categorias heurísticas, uma lista de verificação ( check list ) foi apresentada a um grupo de profissionais – designers e programadores com experiência no portal IBGE. </li></ul><ul><li>O grupo analisou o portal como um todo, na qualidade de avaliadores, utilizando a check list . </li></ul>

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