O flâneur, a cidade e a vida

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O flâneur, a cidade e a vida

  1. 1. O flâneur, a cidade e a vida pública privada<br />
  2. 2. ‘’..construiram-se cerca de 30 galerias que proporcionavam espaços fechados para caminhar e olhar, gastar tempo e folgar, como vemos no exemplo muito citado do flâneur que mostrou sua indiferença ao ritmo da vida moderna, levando uma tartaruga para passear..’’<br />
  3. 3.
  4. 4. “...o declínio percebido no flâneur pode ser “<br /> remontado a reconstrução de paris nas décadas de 1850-1860, quando sob a orientação de hassmann, cortaram-se as avenidas da velha cidade ao mesmo tempo em que se desenvolviam as lojas de departamentos e as ferrovias...”<br />
  5. 5.
  6. 6. “...se o flâneur era evidentemente um tipo social masculino, então, a ascensão da loja de departamentos pode ser vista como compreendendo um processo de feminização do flâneur...”<br />
  7. 7.
  8. 8. “...o surgimento do automóvel e o estreitamento e desaparecimento de calçadas é visto como marco do fim do passeio despreocupado pela cidade. Afirma-se que é impossível ser um flêneur quando se precisa ficar de olho no transito...”<br />
  9. 9.
  10. 10. “...aqui podemos diferenciar entre o interior como compartimento de vidro e aço do passageiro e o exterior da rua e da estrada, ou o interior como pensamentos e lembranças fugazes do motorista e o exterior como o aqui-agora dessas duas esferas do mundo cotidiano...”<br />
  11. 11.
  12. 12. “...Shoppings e parques temáticos são criados com o único objetivo de tomar o sem rumo obsoleto...”<br />
  13. 13.
  14. 14. “...o flâneur das compras contemporâneo é um consumidor de experiências que busca os estímulos e sensações estéticas dos espaços urbanos, gozando a liberdade de misturar-se na multidão...”<br />

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