Sáo Paulo, 28 de outubro de 2015
CONTEXTUALIZAÇÃO
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Dificuldade em aprovar a ideia de um caderno especial
Recusa de São Paulo pelo motivo de “priorizar Bra...
PESQUISA
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Apuração com lideranças indígenas da região durante seis meses, antes de viajar.
Entre eles, Sydney Possuelo, d...
OBSERVAÇÕES
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Acredita que o número não pode substituir a pessoa. Entre o gráfico e a foto, Leo-
nencio prefere a foto
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viveram de acordo com a lei do revól-
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ENTREVISTAS
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Chegou ao Vale do Javari tendo apurado que o Bolsa Família “não era um progra-
ma, na avaliação dos índios, ...
DOCUMENTAÇÃO
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Leonencio chegou a pesquisar números e ler planilhas oficiais
Não vê obrigatoriedade em se usar dados toda ...
RECHECAGEM
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Foi ao local para confirmar informações das fontes e ouvir novas versões, além de
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Caio Spechoto Gabriela Caesar
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Reportagem de Leonencio Nossa (texto) e Dida Sampaio (foto)

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  1. 1. Sáo Paulo, 28 de outubro de 2015
  2. 2. CONTEXTUALIZAÇÃO 1 Dificuldade em aprovar a ideia de um caderno especial Recusa de São Paulo pelo motivo de “priorizar Brasília” foi “falta de sensibilidade” e “desculpa para deixar de olhar o País” Já havia conversado com fontes e planejado toda a pauta, incluindo transporte e alimentação Por causa da proximidade com Brasília, diz ele, a viagem sairia “muito em conta” Leonencio contou que às vezes evita falar para os pais onde está para não dar pre- ocupação. Segundo ele, a família não interfere no trabalho 2 3 4 5 6
  3. 3. PESQUISA 1 Apuração com lideranças indígenas da região durante seis meses, antes de viajar. Entre eles, Sydney Possuelo, defensor de povos indígenas isolados no País Foram três bloquinhos com a apuração local. Redigiu em duas, três semanas a parte do Vale do Javari Apuração local para o caderno especial foi feita em uma viagem só, que durou 18 dias Para a matéria do Bolsa Família, Leonencio estima ter dedicado três dias de apura- ção local 2 3 4 5 6
  4. 4. OBSERVAÇÕES 1 Acredita que o número não pode substituir a pessoa. Entre o gráfico e a foto, Leo- nencio prefere a foto Variados estilos de narrativa no especial. Na matéria do Bolsa Família, predomina a primeira pessoa, e Leonencio privilegia as pessoas. Para ele, reportagem é diálogo Decisão foi consequência, conta ele, de não ter dados oficiais e não ser investiga- dor profissional A matéria desencadeou operação da Polícia Federal, depois que Leonencio mos- trou o caso para a ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello 2 3 4 5 6
  5. 5. “Essas pessoas dos sertões sempre viveram de acordo com a lei do revól- ver, da arma. Então para o cara atirar, é algo... Não é que eu diria normal, é uma coisa que faz parte do mundo de muitas dessas pessoas.” (Leonencio Nossa)
  6. 6. ENTREVISTAS 1 Chegou ao Vale do Javari tendo apurado que o Bolsa Família “não era um progra- ma, na avaliação dos índios, apropriado ao meio de vida deles” Lá, ao conversar, descobriu que comerciantes “sequestravam” o cartão e a senha do Bolsa Família de indígenas com dívida A equipe passou a acompanhar as vítimas quando elas iam cobrar o cartão 2 3 4 5 6
  7. 7. DOCUMENTAÇÃO 1 Leonencio chegou a pesquisar números e ler planilhas oficiais Não vê obrigatoriedade em se usar dados toda hora no jornalismo Possibilidade de os números não representarem aquele recorte da população “Você pode ver números fantásticos, mas uma visita na região é indispensável” 2 3 4 5 6
  8. 8. RECHECAGEM 1 Foi ao local para confirmar informações das fontes e ouvir novas versões, além de identificar outras pautas Sentia necessidade de analisar se pesquisas e dados oficiais traduziam a realidade No local, apurava se os valores, de fato, eram aqueles mencionados pelas pessoas Depois, procurou a ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello, para ou- vir o lado oficial Rechecou o número de famílias indígenas beneficiadas pelo Bolsa Família e tam- bém o percentual de aumento nesse segmento desde 2011 2 3 4 5 6
  9. 9. GRUPO Eduardo Barretto Gabriel Hirabahasi Caio Spechoto Gabriela Caesar Fabio Rossini Guilherme Moraes

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