Professor x Educador

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Professor x Educador

  1. 1. Professor x Educador Os Professores que temos ! Os Professores que desejamos! Os Professores que Precisamos ! EDUCADORES
  2. 2. Para começar...BEM Estar 100% presente (corpo e alma) em cada momento Ser um participante envolvido / ativo; Focar a aprendizagem / a evolução / ajudar e ser ajudado; Superar preconceitos, pré-julgamento, barreiras mentais; Postura aberta ao novo, ao inédito, ao “diferente” para ampliar a visão; Ir fundo nas coisas; Praticar efetivamente os valores básicos ( honestidade, transparência e respeito).
  3. 3. Difundiu-se com o aparecimento da obra de Jan Amos Comenius ( 1592 – 1670 ), Didactica Magna, ou tratado da arte universal de ensinar tudo a todos, publicada em 1657. É uma ciência cujo objetivo fundamental é ocupar-se das estratégias de ensino, das questões práticas relativas à metodologia e das estratégias de aprendizagem. DIDÁTICA Arte ou Técnica de Ensinar
  4. 4. “ A ARTE de ENSINAR é muito mais do que puramente treinar o educando no desempenho de destrezas.” Paulo Freire
  5. 5. A Evolução da Didática Conservadorismo; Foco no professor e na aula; Exigência da aprendizagem apenas para o aluno; Não abria mão dos conteúdos tradicionais; Memorização; Aplicar provas para dar notas; Garante a eficiência da aprendizagem; Enfatiza a elaboração de planos de ensino; Seleção de conteúdos; Compromete-se com a qualidade cognitiva das aprendizagens; Professor mediador da preparação dos alunos para o pensar . 1930 Hoje 1970
  6. 6. Buscando Definições PEDAGOGIA – ciência que investiga a teoria e a prática da educação e sua relação com a prática social global. EDUCAÇÃO – prática social que ocorre em várias instituições e atividades humanas ( família, escola,trabalho, igrejas...) ENSINO - aspecto instrutivo da educação , formação, orientação, transmissão de conhecimentos . <ul><ul><li>APRENDIZAGEM - evidencia-se : descoberta, apreensão, modificação de comportamento e aquisição de conhecimentos, que se referem diretamente ao aluno. </li></ul></ul>
  7. 7. Questionamento do Professor <ul><li>ENSINO </li></ul><ul><li>Que matéria devo dar? </li></ul><ul><li>Que programa devo seguir? </li></ul><ul><li>Que critério deverei utilizar para aprovar ou reporvar os alunos? </li></ul><ul><ul><li>APRENDIZAGEM </li></ul></ul><ul><ul><li>Quais as expectativas dos alunos? </li></ul></ul><ul><ul><li>Em que medida determinado aprendizado será significativo para os alunos? </li></ul></ul><ul><ul><li>Que estratégias serão mais adequadas para facilitar o aprendizado desses alunos ? </li></ul></ul>
  8. 8. Os Professores que temos ! <ul><li>Não dispõe de preparação pedagógica; </li></ul><ul><li>Incentivam os alunos a desenvolverem habilidades de </li></ul><ul><li>memorização; </li></ul><ul><li>Avaliam a aprendizagem do aluno através da aplicação das </li></ul><ul><li>provas e das notas; </li></ul><ul><li>A sua arte é de exposição, são especialistas na disciplina; </li></ul><ul><li>As ações desenvolvidas em sala de aula são expressas </li></ul><ul><li>pelos verbos: instruir,orientar, apontar, guiar, dirigir, treinar, </li></ul><ul><li>amoldar, preparar, doutrinar ; </li></ul><ul><li>Centraliza-se em sua própria pessoa, em suas </li></ul><ul><li>qualidades e habilidades. </li></ul>
  9. 9. Os Professores que desejamos! <ul><li>Um professor que desenvolva nos alunos : aquisição de uma mentalidade científica, o desenvolvimento das capacidades de análise, síntese e avaliação, bem como o aprimoramento da imaginação criadora; </li></ul><ul><li>Um facilitador de aprendizagem que construa conhecimentos; </li></ul><ul><li>Um professor que adote estratégias de ensino diversificadas: mobilizar menos a memória e mais o raciocínio; </li></ul><ul><li>Um professor criativo, inventivo, curioso pelo inusitado. </li></ul><ul><li>Um professor que utilize um conteúdo contextualizado: </li></ul><ul><li>vida social /pessoal/cotidiano. </li></ul>
  10. 10. Responsabilidade e Funções do Professor <ul><li>Planejar estudos e trabalhos à formação do aluno; </li></ul><ul><li>Orientar os alunos para perceber e sentir a realidade; </li></ul><ul><li>Controlar os resultados dos estudos; </li></ul><ul><li>Graduar dificuldades; </li></ul><ul><li>Conhecer os alunos para estimulá-los em sua formação </li></ul><ul><li>integral; </li></ul><ul><li>Fomentar ideais e atitudes positivas diante da vida, da </li></ul><ul><li>profissão e da sociedade; </li></ul><ul><li>Favorecer na construção da autonomia intelectual. </li></ul>ENSINAR PARA A JUVENTUDE
  11. 11. Auto-estima: Um dos pilares para que ocorra a aprendizagem é o desenvolvimento da auto-estima, o que faz com que o aluno tenha uma boa imagem de si mesmo.
  12. 12. APRENDER A SER EDUCADOR SOCIAL <ul><li>Ninguém nasce educador social, mas aprende a sê-lo vivenciando processos formativos. É por meio da relação com o aprender que o indivíduo assume sua condição humana, um ser único e integrante de uma comunidade, ou seja, humaniza-se (torna-se homem), singulariza-se (torna-se único) e socializa-se (integra-se ao seu grupo social) (CHARLOT, 2000) </li></ul>Sabemos que nossa identidade se constitui num processo contínuo, por meio de nossas atividades cotidianas, e não-cotidianas, no trabalho, no lazer, na escola, na comunidade e em tantos outros tempos–espaços em que marcamos nossa presença no mundo
  13. 13. Educador francês Bernard Charlot, um dos mais aplaudidos no 2º Fórum Mundial de Educação, defende que toda instituição de ensino deve conviver com: Saber + prazer + tensão = escola
  14. 14. <ul><li>Ser professor, ser educador sempre foi um ofício carregado de tensões, uma tarefa nada fácil. Um ofício nobre, por um lado, mas árduo por outro, pois exige esforço tanto de quem aprende como de quem ensina. </li></ul><ul><li>É preciso reconstruir as dimensões humanas da docência e da pedagogia para que os educadores e educandos sejam reconhecidos como gente e não como sujeitos epistêmicos, incorpóreos e irreais, sobre os quais são projetadas imagens românticas e idealizadas. </li></ul><ul><li>Os educadores não se mostram preocupados em garantir aos jovens somente o domínio técnico, mas se preocupam com seus educandos como seres humanos, como sujeitos socioculturais. </li></ul>
  15. 15. <ul><li>Ser educador não é só chegar na sala com o conteúdo a ser aplicado afinado, tem que conhecer e saber o sentimento do educando. Tem que procurar saber o que há dentro dele, para poder ajudá-lo de alguma forma. </li></ul><ul><li>Ser educador é ser humano, tem que se preocupar com o seu educando, tem que gostar dele. </li></ul><ul><li>A dimensão humana da educação é assinalada como característica primordial da docência por vários autores, como Charlot (1996, 2000, 2001, 2005), Gadotti (2005) e Arroyo (2005), uma dimensão, muitas vezes esquecida, que pode contribuir para explicar muitos conflitos nas escolas, entre professores e alunos. </li></ul>
  16. 16. Diferentes Papéis do Educador Especialista Membro de Equipe Conselheiro Professor Didata Aprendiz Diagnosticador de Necessidades Administrador
  17. 17. Relação Professor X Aluno Professores e Educandos “ Um par educativo” A escolha do professor baseia-se nos aspectos : <ul><ul><ul><ul><ul><li>AFETIVO </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>METODOLÓGICO </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>CONHECIMENTO DO CONTEÚDO </li></ul></ul></ul></ul></ul>HABILIDADES DE ENSINO
  18. 18. Exercício da Docência
  19. 19. <ul><li>Perceber que ser professor vai além de dominar conhecimentos/saberes/fazeres de determinado campo. </li></ul><ul><li>ENVOLVE ATITUDES E VALORES tais como: </li></ul><ul><ul><li>Sensibilidade frente ao aluno </li></ul></ul><ul><ul><li>Valorização dos saberes da experiência </li></ul></ul><ul><ul><li>Ênfase nas relações interpessoais </li></ul></ul><ul><ul><li>Aprendizagem compartilhada </li></ul></ul><ul><ul><li>Ensinar e aprender com os alunos </li></ul></ul><ul><ul><li>Ter por meta o desenvolvimento do aluno como pessoa e profissional </li></ul></ul>Exercício da Docência
  20. 20. COMO MELHORAR A QUALIDADE DAS AULAS Não existem fórmulas mágicas nem receitas infalíveis para garantir a eficácia das aulas. Mas há uma série de recomendações que podem contribuir.
  21. 21. RECOMENDAÇÕES <ul><li>MANIFESTAR ESPONTANEIDADE </li></ul><ul><li>FAZER FEEDBACK DURANTE A AULA </li></ul><ul><li>UTILIZAR RECURSOS VARIADOS </li></ul><ul><li>ENCORAJAR A TOMADA DE ANOTAÇÕES </li></ul><ul><li>PROMOVER REVISÕES </li></ul><ul><li>ENVOLVER O ALUNO NO SENTIDO DE OBTER SUA PARTICIPAÇÃO EFETIVA </li></ul><ul><li>PERCEBER O DESINTERESSE DO ALUNO </li></ul>
  22. 22. Compreendendo Definições <ul><li>MÉTODO </li></ul><ul><li>Refere-se aos papéis e posturas assumidas pelo professor e </li></ul><ul><li>alunos durante a situação de ensino. </li></ul><ul><li>Modelo de ensino que o professor utiliza para maximizar as </li></ul><ul><li>chances de aprendizagem eficaz </li></ul><ul><li>TÉCNICA </li></ul><ul><li>Refere-se a forma como o método será desenvolvido. </li></ul><ul><li>Método de procedimentos, jeito ou maneira especial de ensinar. </li></ul>METODOLOGIA – são ações para serem desenvolvidas pelo professor e alunos, em cada etapa do processo ensino-aprendizagem .
  23. 23. “ MESTRE ” ...É aquele que caminha com o tempo, propondo paz, fazendo comunhão, Despertando sabedoria. Mestre é aquele que estende a mão, Inicia o diálogo e encaminha para a aventura da vida. Não é o que ensina fórmulas, regras, raciocínios, mas o que questiona e desperta para a realidade. Não é aquele que dá de seu saber, mas aquele que faz germinar o saber, do discípulo. Mestre é um professor amigo que me compreende, me estimula, me comunica e me enriquece com sua presença, seu saber e sua ternura. Eu sempre serei um discípulo na escola da vida. Autor: desconhecido
  24. 24. Na sua opinião o que é ser um bom professor ? P A R T I C I P E R E S P O N D A
  25. 25. <ul><li>REFERÊNCIAS </li></ul><ul><li>CANDAU, Vera Maria (Org.). A Didática em Questão . 7 ed. Petrópolis: Vozes, 1983. </li></ul><ul><li>CANDAU, Vera Maria. Rumo a uma nova didática . Petrópolis: Vozes, 1988. </li></ul><ul><li>  In: REALI & MIZUKAMI. Formação de professores, tendências atuais. São Carlos. EDUFSCAR. 1996. </li></ul><ul><li>ANDRÉ, Marli. &quot;O papel mediador da pesquisa no ensino de Didática&quot;. </li></ul><ul><li>GIL, Antônio Carlos. Didática do Ensino Superior. São Paulo: Atlas, 2006. </li></ul><ul><li>Ilma (org.) Didática: O ensino e suas relações. Campinas, Papirus, 1996. LIBÂNEO, José C. Didática. São Paulo. Cortez. 1990. </li></ul><ul><li>LUCKESI, Cipriano C. &quot;Avaliação educacional escolar: para além do autoritarismo&quot;. Revista da Ande. São Paulo, Cortez, ano 5, nº 10, 1986 e ano 6, nº 11 1986, (2ª parte). </li></ul><ul><li>LIBÂNEO, José Carlos. Didática . São Paulo: Cortez, 1994. </li></ul><ul><li>MASETTO, Marcos T. Didática : a aula como centro. 4. ed. São Paulo: FTD, 1997 </li></ul>
  26. 26. Educadora Ágata Dourado [email_address] (11) 9559-9769 (vivo) (11) 6103-8083 (oi) O B R I G A D A Projovem Trabalhador www.mte.gov.br/projovem Taboão da Serra / SP www.taboaodaserra.sp.gov.br Associação Horizontes www.ah.org.br

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